Olha só quem os ventos nos trazem… MIKAIL “KAI” HARKER, não é? Que curioso, por um instante, eu poderia jurar que você era JACK WOLFE, mas sejamos honestos: ele jamais sobreviveria ao destino dos heróis. Os deuses me sussurraram que você tem 25 anos, jovem o bastante para enfrentar seu destino, mas velho o suficiente para pagar o preço da herança divina. Sendo filho de APOLO e criado sob as leis do ACAMPAMENTO MEIO-SANGUE, a mudança para um novo lar deve estar sendo difícil para você. Talvez você precise se acostumar a ouvir seu nome seguido do título CADETE e espero que, até lá, tenha encontrado aliados dignos no ESQUADRÃO BRONZE, SETOR CELESTIA. Que os deuses lhe observem e que as Parcas, por agora, sejam misericordiosas.
OCUPAÇÃO: Pesca e Enfermaria
PROMPT: Muse A
HABILIDADES APRIMORADAS: Audição aguçada e resistência mental
DATA DE NASCIMENTO: 2 de julho de 2000
SIGNO: Câncer
MBTI: ISTP
SEXUALIDADE: Pansexual
𝚟𝚒𝚜𝚊𝚐𝚎⠀⠀⠀☼⠀⠀⠀𝚖𝚞𝚜𝚒𝚌⠀⠀⠀☼⠀⠀⠀𝚌𝚘𝚗𝚗𝚎𝚌𝚝𝚒𝚘𝚗𝚜⠀⠀⠀☼⠀⠀⠀𝚖𝚞𝚜𝚒𝚗𝚐𝚜
Poder: Melodia Violenta
Nem se lembra de quando aprendeu a tocar violino, apenas de tocá-lo e imediatamente sentir a afinidade. Porém, toda vez que ele o toca, quem tiver ouvindo-o pode sentir uma dor mental intensa e, se toca por mais que trinta segundos, a pessoa pode até mesmo desmaiar de dor ou morrer, e ele se sente revigorado, como se tivesse sugado um pouco da força vital da pessoa. Esses efeitos duram no máximo 5 minutos, e assim que a outra pessoa acorda ou para de sentir dor, o efeito de vigor passa e ele se sente triplamente cansado em comparação a como estava antes. Se passa muito tempo sem tocar seu violino, ele se sente fraco e indisposto, e se revigora ao tocar mesmo que não esteja sugando a energia de ninguém. Mas evita fazê-lo para não correr o risco de acabar machucando alguém, então está frequentemente parecendo doente.
Traços físicos notáveis:
A única coisa notável em Kai é sua aparência fraca e doente. Mesmo sendo filho de Apolo e se fortalecendo na luz do sol, ele sempre parece pálido e fraco, com ossos demais aparentes, a pele fina mostrando suas veias e escuras bolsas embaixo dos olhos. Suas mãos estão sempre tremendo e ele parece estar sempre com frio, mas de uma forma febril, pois qualquer um que o toque sentirá sua pele mais quente que o normal.
Arma principal:
Kai ficou com a espada da mãe, um gládio de bronze celestial que se esconde em um anel pequeno com um símbolo de sol. Mas ele não a usa nunca, pois não consegue aguentar seu peso. No lugar, usa uma besta normal, sem nenhuma característica marcante além das flechas com a ponta de bronze celestial.
EVERY SIREN IS A SYMPHONY
Mary Ann Harker morava em Melbourne, na Austrália, e vinha de uma longa família de mortais que podiam ver através da névoa e que, eventualmente, ajudavam semideuses, sátiros e ninfas, da forma que podiam. Por isso, mesmo sem nenhum sangue divino, ela aprendeu a lutar contra monstros desde nova. Porém, Mary Ann também tinha uma veia artística, amava música e tinha um talento natural para isso. Esses dois lados de sua personalidade foram o suficiente para chamar a atenção de Apolo, que se apaixonou pela bela mortal artística e guerreira.
Mas é claro que nenhuma história de amor com um deus acaba bem e, depois de alguns meses, ele a deixou. Eventualmente, Mary Ann acabou se apaixonando novamente e se casou com Arthur Grayson, que também podia ver através da névoa. Ele criou o pequeno Mikail como se fosse seu próprio filho, mas desde criança Kai sempre soube quem era. Eles nunca esconderam que seu pai era Apolo, um deus, e que isso complicaria sua vida. Mas o fato de ambos poderem ver através da névoa, Mary Ann ter sido treinada em combate e possuir um verdadeiro arsenal de armas de bronze celestial em casa, fez com que pudessem proteger o menino das ameaças que ele poderia ser exposto por conhecer a própria identidade.
Mas ninguém poderia protegê-lo para sempre, não enquanto vivesse entre os mortais. Já era mais tarde que o normal quando o ataque aconteceu, ele já tinha conhecimento de seus poderes desde os dez anos e era um adolescente fraco de dezesseis anos, estava sempre doente e precisando de remédios. As defesas que seus pais colocaram na casa não foram o suficiente para enganar a empousa, inteligente demais para cair em truques planejados para monstros incapazes de raciocínio lógico. Mesmo que monstros normalmente ignorem mortais, ela não pareceu se importar em atacá-los. Ao ver seus pais lutando contra a criatura, Kai usou seus poderes para tentar ajudar, mas acabou piorando toda a situação.
Eles já estavam feridos e cansados da luta, e sua música piorou a situação. Ele matou a empousa, sim, enfiando uma espada em sua barriga enquanto ela estava incapacitada, mas também feriu seus pais gravemente. Quando a ambulância chegou, eles estavam inconscientes e morreram a caminho do hospital, deixando-o sozinho. Não tinha família viva por parte de mãe e a família do pai recusou-se a cuidar dele, acreditando que era uma criança amaldiçoada.
Mas ele não passou muito tempo no orfanato para onde foi levado. Logo, um americano de cara amarrada apareceu decidido a adotá-lo e levá-lo para os Estados Unidos. Por várias semanas, ele acreditou que seria levado por um maluco e viveria uma situação de filme de terror, mas assim que chegou em Long Island, descobriu que o homem era um sátiro e que o levaria para o Acampamento Meio-Sangue.
Assim, Kai se viu com dezessete anos no meio de várias crianças de onze e doze anos. Mesmo que dissesse saber quem era seu pai, ele precisava ser oficialmente reclamado, então por uma noite dormiu no chalé de Hermes, sendo reclamado no dia seguinte. Sua mãe o ensinou o básico sobre combate e mitologia, mas ele sempre fora fraco demais para aprender algo substancial, mal conseguia segurar uma espada de treinamento por mais de cinco minutos. Então mesmo o treinamento do Acampamento não fez muita coisa por ele.
Na batalha contra Cronos, apenas ajudou a cuidar dos feridos, se recusando a usar seus poderes porque sabia que isso poderia piorar tudo.
Quando viu tudo desmoronar e seu lar ser destruído, sentiu-se da mesma forma que havia se sentido quando os pais morreram. Havia levado anos para se adaptar à vida de semideus e ainda não conseguiu se adaptar à nova vida no Ouroboros. Não tem nada contra os romanos, afinal, sempre foi difícil de fazer amizade e para ele, são apenas mais um grupo de pessoas no qual nunca se sentirá incluído.
I GOT CURSED LIKE EVE GOT BITTEN
Personalidade:
Mais se assemelhando a um ratinho medroso que qualquer outra coisa, Kai vive seus dias se encolhendo pelos cantos e tentando ao máximo não ser notado. Anda por aí de cabeça baixa e apenas a levanta quando alguém toca em um assunto de seu interesse. Seu TDAH se manifesta principalmente no movimento das mãos, elas nunca param quietas e frequentemente ele está mexendo com algum tipo de pequeno instrumento musical feito por ele mesmo. Quando fala, frequentemente fala rápido demais para que as pessoas compreendam o que está dizendo e, por isso, acaba evitando falar sem ser convidado.
Pergunta de desenvolvimento:
O medo de Kai em relação aos deuses é ainda mais forte que o seu rancor em relação a Apolo. Apesar de se culpar pela morte dos pais, também culpa o deus, pois acredita que a mãe poderia ainda estar viva se Apolo o tivesse ajudado quando precisou. Também culpa o pai pelo péssimo poder que tem. No mais, não tem qualquer sentimento, bom ou ruim, em relação aos deuses que não seja medo. Por isso, pode-se dizer leal a eles, mas não por lealdade em si, e sim por temer o que podem fazer com ele caso não seja.













