by basco | biografia,,, conexões,,, [working title],,,
A altivez dos passos diz que é nobre o sangue que corre em GALE EILONWY-WALSH. Sendo CALMO e DESLEIXADO, ele foi escolhido como hospedeiro e protegido de MANNANÁN MAC LIR. Aos VINTE E SEIS ANOS, cursa o NÍVEL I: DIAMANTE, com extracurriculares em DUELO MÁGICO, CLUBE DE JARDINAGEM e NATAÇÃO. Sua reputação é conhecida além das fronteiras, e dizem que se parece com DARREN BARNET.
RESUMO. background, personalidade, presente
FAMILIARMENTE,,,
Gale é o sétimo filho de uma longa linhagem de mulheres. Assim, sua gestação foi cercada de expectativas inicias; e seu nascimento, bom…, de desapontamentos póstumos.
De infância marginal, quase esquecida e praticamente bastarda, ele se entregou à liberdade de se divertir nas cozinhas dos criados, de brincar com os animais da propriedade e de se encantar pelo mar.
PESSOALMENTE,,,
Gale é uma pessoa calma, alegre, inclusive desleixada. Ele sabe se portar bem, ele sabe ser elegante, ele sabe ter responsabilidades. Ele só evita tomar isso como uma obrigação e mais como sugestões de seu comportamento.
Em seu tempo livre (e mesmo no tempo ocupado), pode ser visto com uma gaita em forma de concha marinha, simplória à primeira vista, mas muito bem cuidada. Ele gosta de cozinhar e de contato com o mundo natural.
ACADEMICAMENTE,,,
Após o primeiro ritual, Gale estabeleceu uma conexão com o deus Manannán mac Lir através de Tempestade, seu Seon. Normalmente, na bola de cristal, estão retratadas ondas revolvendo-se em si mesmas e raios cortando nuvens; curiosamente intensas, ainda que o semblante do khajol seja tranquilo.
Para a surpresa de tantos (sua família principalmente), ele tem uma impressionante proeza em Duelos Mágicos, realizando tutorias individuais quando necessário. Junto dela, também vai ao Clube de Jardinagem e à equipe de Natação. Inicialmente, tentou realizar a extracurricular de Meditação e Harmonização Divina, mas acabou deixando-a por monotonia.
why are all the actual real human jobs like baker and florist and childcare worker barely paying livable wages but the fake jobs like ai specialist boot licker or marketing campaign dick sucker making six figures
I am not well versed in zodiac symbolism, so it took me a while to come up with a concept for this challenge. In the end I took a straightforward approach with a rendering of the Scorpius constellation behind a ship swaying dramatically on the ocean. I could say that Scorpio is a water sign that is often associated with strong emotion and the large waves reflect that…but honestly I was in the mood to draw another ship.
I titled this piece Antares after the brightest star in the constellation.
ELA NÃO PODIA DISCORDAR. era sempre mais fácil quando se tinha alguém para fazer as coisas por você, mas nerezza não era da realeza e desde pequena foi obrigada a se virar sozinha. e ali, deitada naquela banheira, ela percebeu como era simples se acostumar com os pequenos prazeres da vida. ━ você é mesmo terrível, sabia? mas não te julgo. é ótimo estar aqui, então obrigada pelo esforço. prometo que vou te recompensar de alguma outra forma que não esta em que você está pensando.
DEU UMA RISADINHA BAIXA, enquanto fechava os olhos de vez e relaxava nos dedos do homem. ━ eu não disse no sentido de não me achar bonita. disse no sentido de você não conseguir esperar para reviver aquele dia. ━ ela finalmente se movimentou na água, virando o corpo para apoiar os braços na beirada da banheira, erguendo-se um pouco para se aproximar mais do outro. ━ este acordo me agrada muito, gale, mas não deixo de me preocupar com as consequências. não quero que você seja punido. e também não quero ser punida... pelos outros. por você, tudo bem, haha. ━ ela se afastou de vez, deslizando pela água até as costas encostarem do outro lado da banheira. ━ entra aqui comigo.
"Sim, sabia", e seu tom de voz indolente, tão despreocupado, acompanhava uma face neutra, tentando ao máximo não sorrir com as próprias piadas", tão temível quanto um dragão." Como se fosse um aviso, brusco e dramático, abriu a boca com um rugido falso, quase ronronando, e apenas tocou os dentes e os caninos estranhamente largos na pele exposta da jovem, ao longo de sua clavícula, dando um passo para trás com uma lufada de ar pelas narinas. "Você fala com muita certeza do que eu estou pensando. Cuidado pra não ficar arrogante demais, vão acabar te dando um título de duquesa", indicou com a cabeça o mundo lá fora, porque, para Gale, era simplesmente assim que (des)funcionava a realeza.
"Você consegue me culpar", comentou ligeiramente ébrio, embora não tivesse uma gota de álcool no corpo, aliviando a pressão da massagem para deixar que as mãos a percorressem acima do nível da água de forma mais… sucinta, basicamente espectrais, " por querer esticar aquela noite por mais alguns dias?" Mas teve que ajeitar a postura, colocando a coluna para trás, ereta tal qual em suas aulas de etiqueta. Os olhos o traíam, tentando se focar na face dela, mas continuamente caindo para a banheira, esperando que as bolhas deixassem de escondê-la, infrutífero. "Acho que você é quem é terrível", murmurou por dois motivos: primeiro, pela proximidade; e, segundo, por nem pensar enquanto falava, como se as cordas vocais estivessem hipnotizadas por aqueles lábios aos quais se…", sabia?", e teve que cair num riso curto ao vê-la se afastar, como armadilha que magnetizava sua presa.
Gale ponderou o convite, inconscientemente mordendo e lambendo a própria boca, tanto em dúvida quanto em vontade. Algo em seu âmago, provavelmente a personalidade insuportavelmente teimosa, não queria dá-la o completo prazer de simplesmente obedecê-la, ainda que, considerando a situação, fosse difícil não aceitar o chamado. "Beleza", disse, por fim, tendo uma ideia de como seguir o íntimo rebelde e acompanhá-la na banheira: simplesmente não se despiu além dos sapatos e das meias. De roupa tão nobre quanto os trajes informais de um khajol de boa família, sentou na beirada mais próxima a ela, passando uma e logo outra perna para dentro. A barra de sua camisa inicialmente flutuou; sem demora, porém, a capilaridade do tecido subiu pelo corpo do jovem, que praticamente se deitava sobre ela, com a cara mais pícara que tinha, maliciosamente divertida. "Oops. Acho que vou ter que lavar essa roupa depois, de novo."
The wind does not ask permission before it changes direction. But you're a khajol... you'll never understand.
Nos braços de Nerezza, era engraçado como os cabelos de Gale não reclamavam do toque que os enrolava; não tanto quanto reclamavam do sal que se juntava a eles quando pulava nas águas ao redor de Hexwood, ao menos, ou das areias que ficavam perdidas entre um fio e outro, de vez em quando. Ele subiu a vista da parede monótona à changeling, porque sentia que sua frase não era desses comentários soltos, que estavam fazendo há vinte minutos, sobre as pequenidades que os envolviam no quarto. "Então me testa." Sua voz saiu audível, mas cálida; não dura, mas tampouco frágil. Ele girou, parcialmente se desvencilhando dela, mas sem aumentar a distância entre ambos; e, pelo contrário, chegando até mais perto do rosto da montadora, separado somente o suficiente para ter que, um a um, encarar ambos os olhos dela. "Não sei se vou entender, mas eu posso tentar", ofereceu, e naquela altura onde uma respiração não sabe mais a quem pertence, normalmente, Gale acabava sempre mirando os lábios alheios. Não dessa vez, porque estava mais interessado que eles continuassem falando que, como costumava acontecer, os calara. "Pode me testar, Nerezza."
❛ i want you to forget this ever happened. ❜ ( @twcfaced )
A boca de Gale ainda estava semiaberta, e ele se encontrava congelado à porta. Por sorte, o congelamento era figurativo, já que não era necessário esperar todo o tempo que o gelo se demorasse em derreter para que o rapaz pudesse fechar a porta de volta, ainda meio atônito, sem conseguir tirar a mão da maçaneta, como se um magnetismo o prendesse ali. "Claro. Beleza. Sem problemas", repetia para se acalmar, embora achasse que estivesse fazendo isso para ela. Ele deu as costas para a madeira, com as bochechas ainda travadas na mesma expressão de choque. "Eu vou… hm… bom, eu tô aqui. Pro que cê precisar e tal. Mas, ah, acho que vou esperar você dizer que tá tudo bem entrar. Sem pressa."
❛ don’t worry, i’ll wait until your party is over before i perform any mischief. ❜
O som das canções ao fundo quase a deixava abafada, mas Gale estava altinho e alegre o suficiente para já ter perdido um pouco do equilíbrio e, meio sem querer, ter se abaixado um pouco para escutá-la melhor. "Calma, minha festa? Com essa música chatíssima?", e apontou para dentro, com a mão que segurava o copo de espumante, vazio a tanto tempo que ele nem percebera antes de tentar dar mais um gole. "Sabe, você já me insultou de maneiras menos cruéis. Eu nunca daria uma festa assim de chata", e se permitiu, porque o juízo não andava lá tão bom, ameaçar um peteleco na testa de Aylara, mas acabou por só reabrir a janela e segurá-la assim, aberta, em convite. Sua mão se esticou para ajudá-la a pular o muro, não porque ela precisasse, mas por cordialidade; e sua cabeça fez um meneio para dentro do recinto. "E se você mudasse de opinião e decidisse causar um pouco de problema já agora? Ao menos isso iria deixar a festa mais interessante."
"Are you saying I smell like a dead cat?" (freyja)
Não havia outra saída: ele foi obrigado a rir com a preocupação inicial da amiga. "Olha, não. Ao menos não exatamente um gato morto. Eu diria um cachorro molhado, na verdade, mas não acho que isso melhoraria a situação", até porque, de fato, ambos estavam encharcados do couro cabeludo ao fim dos sapatos. "Mas é que, honestamente", e ele abriu os braços para todo o banheiro, com encanamentos estourados devido à prática de runas, porque ela ficara tão ancorada àquela ideia de chuva", de quem foi esse plano?" Ele terminou o movimento giratório para se fitar a ela e, com uma das mãos, descolou os cabelos que se grudavam à testa. "Eu não esperava que, só treinando, a gente fosse inundar praticamente esse andar quase inteiro." Ele riu de novo, quase soluçando, e apontou para os pincéis que usaram. "Me ajuda a recolher essas evidências, vai. E, por favor, se alguém descobrir que foi a gente, me deixa colocar a culpa em você, porque meu crédito aqui tá meio baixo ultimamente. Te juro que compenso depois."
Às vezes, por mais inteligente que Gale considerasse (silenciosamente, é claro) a senhorita Colmain ao seu lado, ele ponderava sobre a raríssima hipótese de estar errado. "Certo. Vamos recapitular, Deirdre", e apontou para o quadro da família real anterior, quando o Imperador atual era apenas uma criança, que ela fizera questão de destruir ao, por fosse qual fosse o motivo, errar uma runa ofensiva direcionada a ele. "Você pretende realmente dizer para os guardas, ou seja lá quem controle este lugar sem leis", já que Hexwood cada vez mais se tombava à anarquia - e não estava exatamente reclamando -", que o quadro do nosso majestoso e não-louco Imperador simplesmente entrou em combustão espontânea, e a sua melhor ideia foi apagá-lo com espinhos, então?", e girou nos calcanhares para fitá-la de frente, batendo palminhas irônicas acima da própria cabeça. "Incrível. Você deveria ser contratada para alguma companhia de teatro, com essa mente tão criativa."
"Desculpa, mago do relógio", ergueu os braços em trégua, embora toda a postura de Gale, com o peito para frente e a voz incisiva, fosse de ataque. "Não sabia que você tinha algo melhor pra fazer que me ajudar com a sua matéria." Ele fechou os livros abertos sobre a mesa do mestre com força e praticamente amassou os pergaminhos com runas. "Pode já voltar a, sei lá, dar nota baseada nas aparências ou em quantos presentes te chegam antes da época dos exames, ou coisa assim, o que quer que você tenha que fazer pra não estar atrasado. Perdão a interrupção."
Everyone dies, whether today or fifty years from now.
O peito de Gale se inflou, quase artificialmente, embora fosse só o tanto de ar que cabia naqueles pulmões treinados às águas do mar. Com uma triste lufada só, soltou a respiração ao soltar também o peso do pescoço, deixando que a cabeça caísse para trás. "Eu tô ligado…", e fechou ainda mais as pálpebras já cerradas, em resposta à pressão exercida pela montadora em suas feridas. "Mas eu confesso que, ao menos no meu caso, preferia que fosse em cinquenta anos." Sem saber qual parte, dessa vez, não fora do agrado de Khazmuda, ele já se defendeu antes que a temperamentalidade da fera se demonstrasse novamente. "Ou hoje! Hoje também pode ser um ótimo dia. Uma quinta-feira, ainda por cima. Qualquer coisa que acalmar o bonitinho ali."
❛ what happened here? where is all that smoke coming from? ❜
"Com todo o respeito à Vossa Alteza e, pelo bem de todos os futuros reinados sob sua guarda, eu vou ignorar a sua primeira pergunta, Vincent, porque saber demais pode te fazer cúmplice", defendeu-se e protegeu-o, abanando o lenço para dentro da estufa, enquanto passava um braço pelo ombro do príncipe e o colocava abaixo do longo sobretudo. "Quanto à segunda, você ficaria impressionado com as propriedades de certos artefatos botânicos aqui de Hexwood se fosse mais às aulas. Eu também", surrupiou uma autocrítica em meio", como foi o caso ao saber que tantas delas poderiam ser inflamáveis."
"That's really not the legal loophole you think it is." (dahlia)
O rosto se franziu como se fosse um pergaminho amassado, incapaz de compreender a falta de lógica da pequena escriba. "Eu não sei se te deixar em paz e errada, ou se de quebrar seu teto de vidro e ter que lidar com a guerra que virá depois." Ele apontou para a porta do banheiro, aberta e com uma figura em saia para indicar que se tratava de um lavabo feminino. "Claramente, esse desenho possui uma saia. Até aí, eu também", e abriu os braços para indicar a veste que tinha, de rendas rasgadas porque tivera que lavar ao encontrá-la perdida; e, inexperiente, Gale não fazia ideia de como lavar uma roupa daquela qualidade sem acabar com ela. "Logo, sim, eu posso usar. Não é nenhuma desculpinha legal", seguiu seu argumento, com apenas uma das sobrancelhas arqueadas. "Por sinal, você já experimentou usar o banheiro para pessoas sem saia quando o Imperador aparece? Parece que todos os guardas do império decidem passar mal assim que pisam nessa ilha."
“ well. there goes my favorite shirt. ” (@daviantc)
Coradas estavam suas bochechas, mas muito menos por vergonha, e um tanto mais pela alegria etílica da caneca que acabara despejando em @daviantc. "Puts, favorita? É uma pena", mencionou sem se poupar de um soluço e sem retirar o meio-riso que tinha na cara. "Ela era péssima. Não te orna, não combinava nada com essa calça." Os dedos acompanhavam os comentários, e com o indicador Gale apontava descaradamente para as vestimentas de Davian. "Mas não se preocupa. Eu já te fiz o favor de se livrar dela, agora é encontrar uma melhor", e apontou para algum armário onde casacos ficavam, à entrada. "Com certeza ali cê tem algumas opções. De nada!"