Seria magnífico se os recursos investidos nestes livros didáticos para a educação infantil fossem investidos em materiais que realmente resignificam o período nas instituições, como mesas de luz, caixas espelhadas, um espelho digno de parede... Imagina se fosse investido todo esse montante em uma grande projeto de requalificação dos espaços, ampliação ou até criação de espaços naturais. Não precisaríamos dividir materiais em pequenas partes para contemplar todas às crianças. Os professores não precisariam comprar infinitos suportes e materiais para ampliar a oferta e proporcionar materialidades realmente válidas às crianças. Conscientização e sensibilização para trabalhar além da folha de papel. Há muitas urgências maiores para se investir na educação infantil e "Livros didáticos" não são e nunca serão prioridade, porque as crianças precisam de espaços seguros, acolhedores, com materiais e equipamentos potentes. Nossos estudos, petições e notas de repúdio seguem desde 2018 e ainda não somos ouvidos! Pelo contrário, o que antes era tido com um 'norte' a professores corre o risco de retornar a cartilha padronizadora, que limita a capacidade das crianças, com tarefas sem sentido, repetitivas, limitadas aos exercícios de cópia e memorização, reduzindo o direito da criança a se desenvolverem plenamente, como posto no art. 29 da LDB. Reafirmo ser contemplado pela primeira vez com um material que não tem comprometimento com a história da identidade que tem sido construída para a educação infantil é um grande retrocesso. Subestimam a autoria docente e o potencial das crianças! Seguimos resistindo! #naoaolivrodidaticonaeducacaoinfantil #nãoaolivrodidáticonaei https://www.instagram.com/p/CSSXtXkpiP6/?utm_medium=tumblr












