faziam alguns dias desde que chiharu não conseguia dormir direito. talvez fosse o "fuso-horário" errado, ou talvez fossem as muitas perguntas que tinha para si mesma e para as deusas que a impediam de fechar os olhos. por isso, conforme a hora do toque de recolher se aproximava, a garota às vezes encontrava-se procurando um esconderijo: um motivo para não ter que voltar para o quarto. e nesse dia, a futura-sacerdotisa aparentemente não estava sozinha: "ah, desculpe. não te vi aí."






