Mark Rothko, No. 22 (Reds), 1957
© Kate Rothko Prizel & Christopher Rothko / Artists Rights Society
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Mark Rothko, No. 22 (Reds), 1957
© Kate Rothko Prizel & Christopher Rothko / Artists Rights Society
DD 9.3.19
Palviljoen de Walvis, Terschelling
Brandaris Terschelling
Reencontro emocionado de Cartola com seu pai após 40 anos sem se falar… Cartola atende ao pedido do seu velho… e que pedido!!!
Pequenos fatos da vida de Cartola
Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola, (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980) foi um cantor, compositor e violonista brasileiro.
Considerado por diversos músicos e críticos como o maior sambista da história da música brasileira, Cartola nasceu no bairro do Catete, mas passou a infância no bairro de Laranjeiras. Tomou gosto pela música e pelo samba ainda moleque e aprendeu com o pai a tocar cavaquinho e violão.[1] Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a se mudar para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma incipiente favela.[2]
Na Mangueira, logo conheceu e fez amizade com Carlos Cachaça - seis anos mais velho - e outros bambas, e se iniciaria no mundo da boemia, da malandragem e do samba.[2]
Com 15 anos, após a morte de sua mãe, abandonou os estudos - tendo terminado apenas o primário.[1] Arranjou emprego de servente de obra, e passou a usar um chapéu-coco para se proteger do cimento que caía de cima. Por usar esse chapéu, ganhou dos colegas de trabalho o apelido “Cartola”.[2]
Junto com um grupo amigos sambistas do morro, Cartola criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira. Ele compôs também o primeiro samba para a escola de samba, “Chega de Demanda”. Os sambas de Cartola se popularizaram na década de 1930, em vozes ilustres como Araci de Almeida, Carmen Miranda, Francisco Alves, Mário Reis e Silvio Caldas.[2]
Mas no início da década seguinte, Cartola desapareceu do cenário musical carioca e chegou a ser dado como morto. Pouco se sabe sobre aquele período, além do sambista ter brigado com amigos da Mangueira[2], contraído uma grave doença - especula-se que seja meningite[1] - ter ficado abatido com a morte de Deolinda, a mulher com quem vivia.
Cartola só foi reencontrado em 1956 pelo jornalista Sérgio Porto (mais conhecido como Stanislaw Ponte Preta), trabalhando como lavador de carros em Ipanema. Graças a Porto, Cartola voltou a cantar, levando-o a programas de rádio e fazendo-o compor novos sambas para serem gravados. A partir daí, o compositor é redescoberto por uma nova safra de intérpretes.[1][2]
Em 1964, o sambista e sua nova esposa, Dona Zica, abriram um restaurante na rua da Carioca, o Zicartola, que promovia encontros de samba e boa comida, reunindo a juventude da zona sul carioca e os sambistas do morro. O Zicartola fechou as portas algum tempo depois, e o compositor continuou com seu emprego público e compondo seus sambas.[2]
Em 1974, aos 66 anos, Cartola gravou o primeiro de seus quatro discos-solo, e sua carreira tomou impulso de novo com clássicos instantâneos como “As Rosas Não Falam”, “O Mundo é um Moinho”, “Acontece”, “O Sol Nascerá” (com Elton Medeiros), “Quem Me Vê Sorrindo” (com Carlos Cachaça), “Cordas de Aço”, “Alvorada” e “Alegria”. No final da década de 1970, mudou-se da Mangueira para uma casa em Jacarepaguá, onde morou até a morte, em 1980.[2]
Father And Daughter - 2000 Academy Award for Animated Short Film - YouTube
#onderweg
Quando vem rompendo o dia Eu me levanto, começo logo a cantar Esta doce melodia que me faz lembrar Daquelas lindas noites de luar Eu tinha um alguém sempre a me esperar
Desde o dia em que ela foi embora Eu guardo esta canção na memória Desde o dia em que ela foi embora Eu guardo esta canção na memória
Laiá laiá lalaiá, laiá laiá lalaiá Laiá laiá, lalaiá lalaiá, lalaiá laiá
Eu tinha esperança que um dia ela voltasse Para a minha companhia Deus deu resignação Ao meu pobre coração Não suporto mais tua ausência Já pedi a Deus paciência
Laiá laiá lalaiá, laiá laiá lalaiá Laiá laiá, lalaiá lalaiá, lalaiá laiá
Brievenbussen
Brievenbussen, ik wist niet dat er zoveel soorten waren tot ik post ging bezorgen. Verroeste brievenbussen, besmeurde brievenbussen, brievenbussen die pas na tien minuten wanhopig zoeken hun aanwezigheid prijsgeven. Door bosschages vol kruisspinnen ingesloten brievenbussen, designbrievenbussen die je gesloopt hebt voor je snapt hoe ze open gaan.
Schrik aller postbezorgers is echter de Piranha: deze brievenbus weert alle tocht, vocht en wind zo goed, dat het een gevecht is om er een poststuk naar binnen te schuiven, en je vingers op tijd weg te trekken voor de dichtslaande klep.
Ik heb nooit geweten dat het avontuur om de hoek ligt. Ik trotseer het betoverde bos van Doornroosje, waar ik worstel met reuzen-spinnen die willen landen in mijn haar, ik zit klem in verwilderde rozenstruiken, ik struikel over scheve stoeptegels. Mijn werkgever volgt mij op een scherm in het hoofdkwartier via een app op mijn telefoon. Dit om uit te sluiten dat ik de post niet direct na ontvangst bij het oud papier zou mikken. Op de app zit ook een waarderingscijfer, dat van dag tot dag kan schommelen, zonder dat de reden mij bekend is. Fijn dat er mooie muziek bestaat, daar word ik erg #blij van. De muziek die ik hier plaats, is Braziliaanse muziek, het meeste is samba, mijn favoriet. Wordt vervolgd.