
titsay
taylor price
KIROKAZE
todays bird
𓃗

pixel skylines

gracie abrams
One Nice Bug Per Day

Jimmy Eat World
Doug Jones

if i look back, i am lost

Jar Jar Binks Fan Club
Lint Roller? I Barely Know Her
RMH
$LAYYYTER
d e v o n
sheepfilms
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

oozey mess
cherry valley forever

seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia
seen from United States
seen from Colombia

seen from Mexico
seen from United States

seen from Israel

seen from Thailand
seen from United Kingdom
seen from Colombia
seen from Bangladesh
seen from United Kingdom
seen from Vietnam

seen from Canada
seen from United States

seen from Colombia
seen from Brazil
seen from Colombia

seen from Indonesia
@i-seethelight-blog
I’ve got a dream by *viria13
@Paulo
também gosto. (:
@nee-chan
fine, novidades? :'D
[hey guys]
❀ | The Slums.
Kareef estava em mais uma das suas explorações com o intuito de conhecer todo o perímetro de Fantasia. Não era uma tarefa fácil, tampouco segura. Sabia que poderia encontrar qualquer tipo de criatura por aí, porém ele não se amedrontava. Nem mesmo o fato de não ter descoberto seu poder o impedia de andar por aí, em busca de aventuras. Ao caminhar pelas terras de Fantasia, encontrou uma cidade que o deixou boquiaberto. The Slums de fato era uma cidade muito bonita ao ver do pequeno azulado e, ele logo foi correndo em direção a aquela cidade.
Kareef usava roupas bastante largas; turbante e andava descalço. Bem à moda árabe mesmo, assim como ele havia acostumado a andar no palácio em que ele cresceu. Acabou avistando uma moça com um longo cabelo — começou a se perguntar como ela não tropeçava naqueles fios e caía —, carregando uma frigideira. Estranho, nunca viu ninguém andando com frigideiras por aí.
— Olá, moça! — gritou para chamar a atenção da loira.
— WAAAAH! — Sim, a loira se assustou com o grito repentino do rapaz, fazendo com que ela desse um salto e apontasse a frigideira em direção a ele, isso estava se tornando automático, mas aquela frigideira era realmente útil, embora não parecesse. Soltou um suspiro de alívio ao ver que era apenas um menino.
Deu uma pequena risada meio sem graça enquanto coçava a nuca, estava completamente sem jeito depois daquela reação exagerada que a mesma tivera. — Bem, eu me assustei um pouco. — Comentou, ainda sem jeito, claro.
Não lembrava de ter visto aquele menino por ali, na verdade, Coraline não conhecia quase ninguém de Fantasia, então isso fazia bastante sentido. — Eu sou Coraline, e o senhor? — Soltou um leve sorriso, procurava parecer educada.
❀ | The Slums.
Conhece aquele papo de quando as crianças começam a dizer que são adultas? Quando ficam extremamente revoltadas no momento em que você as trata como uma criança - o que na verdade, ela realmente é - ou até mesmo apenas se refere à elas como uma? Sim, Charlie era dessa forma como qualquer outra menina da sua idade, apesar de não reagir de forma agressiva. “Sou uma pré-adolescente, muito obrigada”. Mas, de qualquer forma, ela ainda era ligada nos contos de fadas…
Não foi surpresa ela ter ficado extasiada quando viu a menina em the Slums, os cabelos dela, os longos cabelos loiros. O corpo de Charlie tensionou por completo, ela até prendeu a respiração. Correu até ela, sem pensar duas vezes se estava sendo idiota, apenas queria ter certeza de que o nome dela não era Rapunzel, e de que ela não tinha morado numa torre.
- Er.. - tentou começar, mas gaguejou um pouco envergonhada. - c-com licença? oi?
Ouviu uma voz um pouco envergonhada dizer algo, em seguida virou-se para a loirinha, mas ela era tão bela e tão fofa, não achava que pessoas tão fofas assim existiam, fitou a menina por alguns segundos, não queria parecer mal educada, mas estava um pouco encantada com aquela aparência extremamente fofa.
— Olá. — Respondeu, mesmo que tivesse demorado um pouco para isso, deu um pequeno sorriso de lado para a menina pensando no que dizer. — Eu sou Coraline, e a senhorita? — A lorinha deu outro de seus sorrisos enquanto esperava a resposta da garota em sua frente, não entendia porque ela estava tão envergonhada.
[desculpa a demora gente, agora vou responder.]
❀ | The Slums.
Aquele lugar era mesmo agradável e um dos mais bonitos de toda Fantasia também. Shining Forest e The Slums eram sim os lugares que mais agradavam a loirinha, além de serem os mais quietos, como Coraline não sabia muito bem como interagir com as pessoas, apesar de querer, lugares quietos tornavam-se favoráveis para ela.
Usava um vestido em tons de roxo, rosa e branco, estava descalça, havia se acostumado a andar assim, viveu muito tempo presa em uma torre, seus cabelos, extremamente longos, encontravam-se soltos, mas bem penteados, arrumar aquele cabelo não era mais tão trabalhoso depois de tanto tempo. Em uma de suas mãos, Coraline carregava sua frigideira que depois de alguns minutos emitiu certo brilho.
❀ | Lonely Station.
Peter adorava conhecer pessoas novas - principalmente aquelas que gostavam de quadrinhos. Por isso, só de Coraline ter falado que as pequenas revistas eram legais e que ela tinha gostado já fazia o azulado se sentir mais à vontade perto dela - já que ele também era bem tímido, algumas vezes.
Não respondeu ao “de nada” dela. Ser chamado de gênio era bom, e até dava mais auto-confiança à Peter - até ele se chamava daquilo algumas vezes -, mas, por algum motivo desconhecido, ouvir aquilo de outras pessoas, depois de tudo o que acontecera com ela, era até um pouco incômodo. Ah, que se dane. Ser gênio era uma coisa excelente, e ponto final.
Sim, era verdade que, quando Coraline escondeu o rosto em seu peitoral, ele havia ficado com vergonha e um tanto sem graça, já que ele não era acostumado com essas aproximações repentinas. Mas ele não se importava - aquilo deveria acontecer com super-heróis que tinham poderes o tempo todo. — Hey! Não tem problema! — ele falou, dando uma risada. — Eu consigo me acostumar, hah~
Observou o papel que estava nos dedos dela, enquanto, com uma maior velocidade, já se dirigia à City of Joy. Assentiu com a cabeça, ainda sorrindo. — É esse aí mesmo. — falou. Apontou com a cabeça o pequeno pedaço de papel. — Falaí, qual o número que está escrito?
A loira estava encantada enquanto olhava ao redor, era bela a visão lá de cima, não sabia que voar era tão divertido assim, na verdade, esperava algo do tipo, mas não conseguia pensar o quão emocionante poderia ser, mas agora conseguia sentir que era mesmo divertido. Isso a fazia pensar ainda mais em qual seria o seu poder e em como estava ansiosa para descobrí-lo.
Coraline ainda estava meio chateada pelo que ela mesma tinha feito ao menino, tinha certeza de que ele havia ficado - no mínimo - sem graça com aquela atitude repentina dela, mas ela simplesmente não sabia como lidar com as pessoas ao seu redor, por isso era sempre tão sem jeito.
Ao escutar a fala do azulado, soltou um sorriso, estava aliviada, achou mesmo que ele ia ficar chateado com ela por causa daquilo e ela não gostava de brigar com as pessoas. — Ok, ok. Que bom que não tem problemas. — Ela falou sem graça enquanto voltava o olhar para ele. — Eu não sei lidar muito bem com as pessoas, por isso sou assim. — Explicou enquanto fitava o menino com seus olhos verdes.
Voltou a olhar ao papel, então aquele era mesmo o número do alojamento da loirinha. — Número 216. — A loira proferiu enquanto olhava ao redor. Já era possível ver a cidade e era tão cheia. Não estava acostumada com lugares tão cheios assim e não sabia se iria se adaptar naquele local.
❀ | Lonely Station.
— Quadrinhos são excelentes! — ele falou, dando uma risadinha. As únicas meninas que conhecera que já lera quadrinhos antes seriam Jane e Cathleen - e não via nenhuma das duas fazia um bom tempo. Assentiu novamente a cabeça quando ouviu a decisão final da menina quanto a própria maneira de chamá-lo - talvez, com algum tempo, ele poderia até dizer o nome verdadeiro.
O garoto imaginou uma menina daquelas usando um poder ofensivo, como algum tipo de manipulação ou fisiologia, e, logo após o pensamento, ele deu uma risada discreta. Não, ele não conseguia imaginar ela sendo agressiva demais ou coisa assim - tirando que ele quase levara uma panelada no rosto fazia alguns minutos atrás. De qualquer forma, ele apenas sorriu. — Com certeza, será um poder bem divertido~!
Ao ouvir a palavra “gênio”, o garoto congelou por dois segundos, e depois voltou ao normal. “Gênio” era uma palavra que ele mesmo usava para se descrever - apesar de sempre usar o prefixo “mini” antes -, e não apenas ele, como todas as pessoas com as quais ele trabalhara - policiais, delegados, e até os pais, depois de algum tempo. — Hah… Obrigado, eu acho… — comentou, um tanto constrangido, mesmo que aquele adjetivo fosse-lhe tão usual.
Depois de pegar o impulso e sentir o ar bater no seu rosto, enquanto ele subia mais e mais, sentiu as mãos da garota fecharem-se contra o pano da sua jaqueta, e, depois, ela esconder o rosto na região de seu peito. O menino ficou ruborizado - tanto que a máscara chegou a camuflar-se, de tão vermelho que estava.
Não, o menino não estava acostumado com essas reações, e nem as pessoas que salvava ficavam tão perto assim do garoto, com a cabeça escondida em seu peito, com as mãos fechadas na sua jaqueta. — Erh, hm, t-tudo bem! — ele falou, assim que a menina já havia soltado-o. O rosto, aos poucos, voltava à coloração normal, para o agrado do rapaz.
— Eu também fiquei com um pouco de medo no começo, então não tem problema! — admitiu, já mais calmo e com o rosto menos vermelho. Sorriu quando a loira disse que era um poder incrível. — Ah, obrigado! — agradeceu. Cappuccino foi para a frente dos dois, com o que o azulado achou que fosse um sorrisinho malicioso, antes de fechar a cara, como se apressasse os dois à irem logo pra casa de Coraline.
— Então… — voltou o olhar para a menina, olhando-a nos olhos. — Você pode pegar o seu papel que tem o número da sua casa, pra eu poder te levar lá mais rápido? — perguntou, voltando a sorrir, enquanto começava a, lentamente, voar na direção de City of Joy.
— Bom, eu li alguns sim e gostei. — Deu um sorriso bobo enquanto falava com o azulado. Sim, tinha uma opinião boa a respeito de quadrinhos e já havia lido os mais diversos tipos de coisas por sempre ter tempo livre e nunca ter nada para fazer além de ler, pintar e aprimorar-se nessas áreas, afinal, vivia trancada em uma Torre, não tinha muito o que fazer.
Não fazia ideia nenhuma do que seria seu poder, esperava que fosse algo bem legal e diferente, algo único, uma coisa assim. — Espero que sim, tomara que seja divertido. — A loirinha soltou um sorriso, nunca pensara das hipóteses de quais poderiam ser seus poderes, mas queria algo de seu agrado, ao menos isso.
Os olhos verdes da loira voltaram para o menino, quando escutou o menino agradecer pelo elogio soltou um sorriso gentil. — De nada. — Na mente de Coraline aquilo era sim um elogio, mas parecia que o menino estava meio incerto quanto a isso, porém a loira respondeu de forma simples, uma forma que considerava apropriada em sua mente.
Percebeu que o menino parecia um pouco sem graça, não fora intenção de Coraline que isso acontecesse, ela era inocente demais quando se tratava de contato com as pessoas ou coisa do tipo, afinal, crescera sozinha, apesar de ter conhecido algumas pessoas do "mundo exterior", não aprendera muito bem como lidar com essas pessoas.
Ficou um tempo fitando o menino, estava meio sem graça. — Eu fiquei com um pouco de medo... Desculpa. — A loira repetiu com um sorriso bobo no rosto, agora quem estava envergonhada era ela. Sentia que tinha feito algo errado embora não soubesse o que. — E... De nada. — Respondeu ao menino, um sorriso bobo ainda estava presente em seu rosto. Olhou para a conchinha rapidamente, não entendeu o que ela quis dizer, então voltou a olhar para o azulado.
Pegou o papel que estava em uma de suas mãos e mostrou para o menino. — É esse papel, certo? — Indagou, apesar de que tinha quase certeza. Desviou seu olhar para os cantos enquanto esperava uma resposta.
eu juro que estou assistindo rbd agora...
❀ | Lonely Station.
— Acho que é. Não tenho certeza. Li num quadrinho, uma vez. — o azulado falou, dando um sorrisinho um tanto quanto constrangido. Sair por aí, complementando os próprios apelidos, sem nem ao menos saber a origem dele, ah, que ridículo. Principalmente para um garoto de 17 anos - que tem cara de 14 - que era considerado um mini-gênio. — “Splendid” tá ótimo! — ele disse, com um sorriso, ao ouvir o apelido que a menina escolhera.
Deu uma risada quando a menina disse que era incrível poder voar. Lembrou-se do seu primeiro dia com o poder - e como fora desastroso as primeiras tentativas de voo, e como demorara para ele conseguir levitar alguns centímetros do chão sem quebrar alguma coisa. E depois aprendendo à controlar as coisas que voavam - o que ele não consegue muito bem - e fazer as coisas voarem até ele, também não foi algo de extremo sucesso, não. — É… É bem legal, sim. Haha… — arranhou a nuca, dando uma risadinha nervosa.
Ao ver o quanto o rosto da garota se iluminara por ele falar que era um super-herói, o sorriso nervoso no rosto dele tornou-se um calmo, ameno. Lembrou-se como era bom ter aqueles mesmos sorrisos cheios de alegria no rostos das pessoas que salvava, sempre dando um “Obrigado!” no final. Lembrou-se como era bom ser herói. Era um tanto nostálgico, digamos assim.
Os pensamentos ruins - quando a sua carreira como herói transformava-o em vilão pouco à pouco - começaram a subir-lhe à cabeça, ele balançou-a, tirando-os da mente, ainda ficando o mesmo sorriso ameno de antes. — Sim, super-heróis existem, sim. Não com todos aqueles super poderes iguais aos dos livros, videogames e quadrinhos, mas existem. Eu, por exemplo, prendia os bandidos usando minha inteligência — apontou para a própria testa, pela lateral da mesma —, força e agilidade. Não é à toa que me chamavam de mini-gênio, haha.
Apertou-a contra o próprio corpo, enquanto pegava um pequeno impulso com os pés. Balançou a cabeça, para acordar a pequena conchinha que dormia em sua cabeça. Cappuccino acordou, piscando os olhinhos dourados e já se preparando para o voo. Peter dobrou os joelhos um pouco mais, e depois deu um pulo, começando a flutuar, fazendo com que os fios dos dois acabem por ficar um tanto quanto bagunçados, apesar do sorriso no rosto do menino não diminuir por um segundo. Parou no ar por alguns segundos, apenas para apreciar a vista. Olhou para Coraline, focalizando as órbitas verdes com as azuis.
— E aí, tá gostando de voar?
A loira soltou uma pequena risada com a resposta do rapaz. — Acho que é sim, eu já li sobre isso também. — A loirinha explicou tranquilamente com um sorriso bobo no rosto. — Eu já li alguns quadrinhos também. São divertidos, não são? — Seus olhos verdes olhavam para o rapaz enquanto carregava um sorriso gentil no rosto. — Ok, então vou te chamar de Splendid mesmo. — Concluiu ainda fitando o menino.
Falar sobre poderes fazia Coraline imaginar qual seria o poder dela. A loira estava louca para descobrir qual seria, apesar de não ter nenhuma ideia de qual seria e de como descobrir, mas afastou-se de seus devaneios para que pudesse responder o azulado, ou ficaria imaginando inumeras coisas. — Eu não sei como vou descobrir qual é o meu poder, mas espero que seja divertido também. — Proferiu, as palavras que saíam de sua boca tinham um tom animado.
Percebeu que após o que havia dito o menino parecia perdido em seus próprios pensamentos, a loirinha não entendeu bem, mas ele falar sobre super herói acabou lembrando a loira de quando encontrou com uma menina vestida da pequena sereia por aí. Não sabia o nome dela, mas ela parecia legal e havia a chamado de princesa, isso deixou a própria Coraline curiosa, existiam coisas assim em Fantasia? Seria legal, apesar dela achar que não.
Finalmente escutou alguma resposta sair do azulado, foi isso que acabou acordando a própria Coraline de seus devaneios. — Sério?! — Falou ainda mais animada, não sabia que coisas assim existiam de verdade, apenas havia lido em livros e a maioria dos super-heróis nos livros tinham super poderes. — Então você deve ser um gênio, não é? — A loirinha indagou meio curiosa. — Que legal! — Estava ainda mais animada.
Primeiramente a loira assustou-se e - inocentemente - acabou afundando seu rosto na altura do peitoral do menino, mas era apenas porque estava com um pouco de medo enquanto segurava forte na camisa do menino. Aos poucos foi virando sua cabeça para que pudesse olhar o menino que estava com um belo sorriso no rosto, o que a fez sorrir também, era divertido. Splendid tinha um poder tão incrível, ela queria um poder desses também. Um poder divertido assim. — Me desculpe. — Falou primeiramente, estava completamente sem graça. — Eu fiquei com um pouco de medo... — Continuou, em seguida ouviu a pergunta do menino. — É incrível! Você tem um poder tão legal, isso é tão divertido!
@Paulo
plmdds... voce vai continuar com os personagens antigos?
@Paulo
Você disse Andrômeda? ówó
plmdds, meu shun vai voltar tbm, mas ninguém vai querer turnar com ele mesmo.