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@iamacherrybomb
@NicholasHoult: Very important announcement courtesy of @georgeashwell and the Xmen squad- #Apocalypse #behindthescenes
— She’s good. — You have no idea.
New X-Men Apocalypse Clip!
#meuamigosecreto manda eu dar um sorriso, afinal, fui aprovada no exame da habilitação de motorista. “Nossa, mas que menina, não dá um sorriso”. Ele não entende que o “ser mulher” é um conceito construído em cima de muita castração: os homens querem cortar as nossas asas e ainda nos ensinam a manejar a tesoura. Ele me vê de saia justa, carregando sacolas de supermercado e fala pro colega: “Olha que safadinha”. Ele mexe comigo e com a minha amiga enquanto descemos a Augusta à noite, mas se cala quando um amigo se junta a nós – pelo jeito aqueles pedaços de carne já tinham donos. Ele mexe comigo enquanto eu desço uma avenida movimentada por causa do meu batom vermelho e fica ofendido quando eu mando ele tomar no cu. Diz que vai me comer e coisas do tipo. A minha amiga está do meu lado, é meio-dia e eu estou indo para o trabalho. Ele acha que me elogia quando diz que eu sou diferente das outras mulheres. Ele fica chocado ao perceber que já tive mais parceiros sexuais do que ele. Ele me chama de louca quando eu demonstro sentimentos ou quando eu peço que ele combine as coisas direito comigo em vez de me deixar esperando – e também diz que quer, sim, namorar, mas “não com você”. Ele transforma o meu corpo em objeto inanimado pra vencer cerveja, carro, perfume, até hambúrguer. E me chama de feia, gorda, fala que meu cabelo é ruim, que eu tenho pelos demais, curvas de menos – e que eu vou acabar sozinha por causa disso tudo. Ele reclama do tamanho do meu short e me mandar puxar a saia. Ele fica me perguntando dos namoradinhos – afinal, já viu mulher conseguir viver sem um homem do lado pra validar a existência dela? Ele é contra o aborto porque acha que o corpo da mulher não é dela, mas da coletividade humana, cuja função é reproduzir e multiplicar. Para ele, nós somos escravas da nossa espécie. Ele me ensinou a ser inimiga das minhas irmãs, culpá-las, invejá-las. Dividir para conquistar, não é? Ele acha que eu dei a ele o direito de me estuprar, de me bater, de me silenciar, de me causar uma síndrome de Estocolmo.
E, por tudo isso, ele aprendeu a ser perdoado. E nós, a perdoar. “Se acontecer de você ser homem, em qualquer tempo no futuro, e ter chegado até aqui, por favor, lembre-se: você nunca será submetido à tentação de sentir que tem de perdoar um homem, como uma mulher. É difícil de resistir, acredite em mim”. (O Conto da Aia - Margaret Atwood)
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Novas estaaampaaasss!!! Em breeeve na banquinha! :)
aeeeeeeeeeee