{Flashback}
Vá dormir e me deixe estudar,Wonderwoods. -Riu fraco tentando se levantar e deu um beijo casto- Necessito estudar.
O que há com você, Scorpina? - levantou-se irritada.
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{Flashback}
Vá dormir e me deixe estudar,Wonderwoods. -Riu fraco tentando se levantar e deu um beijo casto- Necessito estudar.
O que há com você, Scorpina? - levantou-se irritada.
Flashback ▲ I'm broken and I'm barely breathing ▲ Aaron x Spencer
Aaron arqueou as sobrancelhas ao ouvi-la em um tom de voz controlado. Iria perguntar qualquer coisa sobre os sentimentos ruins que sentia rodeando-a no momento, ou seus batimentos cardíacos, mas sua atenção foi roubada quando a mesma citou o chocolate. — Obrigado. — Murmurou, grato, e ajoelhou-se, abrindo o armário e retirando a jarra de chocolate quente.
Precisou de algum tempo para pensar sobre a pergunta de Spencer antes de respondê-la. Não, ele não estava bem, e isso era claro, mas Aaron não poderia descrever um momento de sua vida em que realmente tivesse se sentido bem. Por outro lado, não queria, de forma alguma, preocupar a menina. Já tinha muita gente preocupada consigo, para falar a verdade, mais do que ele gostaria. Era acostumado a proteger e servir de defesa para as pessoas, mas fora reduzido ao indefeso em certas situações daquele ano. Não estava sendo um bom ano, de qualquer maneira. Usou a desculpa de estar servindo o chocolate quente para pensar sobre a pergunta, e apenas quando se sentou junto a ela, empurrando a caneca morna para suas mãos, que conseguiu responder, embora Spencer já tivesse tirado suas conclusões.
— Não… — Respondeu, girando a caneca entre os dedos. — Eu sou um alfa. A lua não me afeta como os outros. — Explicou, tomando um gole de seu chocolate. Estranhamente, a guloseima lhe parecia sem gosto. — Eles estão em perigo… A minha família… — Murmurou, a última frase veio em um tom mais desesperado e forçado, como se estivesse hesitando em pedir ajuda. — Eu os amo. Todos eles. Não quero que lhes façam mal. São meus filhos. — Era claro que não estava falando de sua família, e sim de sua alcateia. Seus lobinhos.
Spencer ponderou nas palavras do rapaz, ela devia ter sabido que um alfa não é afetado pela lua como os demais. Olhou ao seu redor, tentando não parecer sentimental ou muito preocupada, pois sabia que o lobo odiaria que alguém penasse por ele, embora o mesmo parecesse atribulado e, até mesmo, desesperado, a morena analisou. Certamente a aluna não era a pessoa mais adequada para aconselhar pessoas, especialmente numa madrugada quase glacial enquanto era torturada pela própria mente. Mas ainda assim, talvez fosse uma boa companhia.
— E porque você acha que fariam mal a eles? — inquiriu intrigada. Claro que Wonderwoods tinha noção da perseguição aos licantropos, contudo, ali, na Academia? Todavia, depois de tanto pesquisar sobre O-menino-que-sobreviveu, aprendera que nenhum lugar era seguro. Mordeu o lábio pesarosa. Às vezes lhe ocorriam idéias atormentadas acerca do sentido da vida e outras – como a mesma gostava de chamar: – banalidades.
Sucedeu-lhe a lembrança de Chris, não podia catalogá-la como boa ou ruim, apenas a lembrança dele; Um lobo. Se a alcatéia de Bertolazzo estava em perigo, logicamente, Scorpina também estaria; mesmo que não fizesse parte das crias do alfa. O pensamento foi, literalmente, como um soco no estômago e Spencer não pode evitar a careta de dor. — Coloque um pouco para mim também, por favor. — pediu, a voz rouca, sentindo o ar frígido retornar aos pulmões.
{Futuro}
Alguma loja de comida.
Dedos-de-mel? — sugeriu mordendo o lábio pensando nas gostosuras.
{Futuro}
Vamos voar em rumo? Adoro fazer isso. Apesar de que não costumo usar vassouras para tal.
Bela sim, donzela, não mais.
Na verdade era para você escolher o destino.
Então, para onde vamos, não-tão-donzela?
{Futuro}
Aparentemente, Fobos e Deimos são verdadeiros inúteis a ponto dele precisar de uma mortal.— deu de ombros e riu.— E o que nós vamos fazer, oh rainha da diversão-distraída?
Faz tempo que não uso vassouras para voar.
Vamos voar para... Hmm... Você escolhe o local. — piscou. — Bom, vai usar essa noite, oh bela donzela.
{Futuro}
Eu me livrei. Mas não te contei como, né? Bem, agora eu faço parte do grupo de escravos do deus da guerra. divertido, não? Não sei se Felix Felcius pode me ajudar. Só uma distração me ajuda agora, para que eu pare de pensar.
Não contou, e droga, eu odeio esse cara. Em todo caso, então vamos nos distrair! Sou a rainha da diversão-distraída. - gabou-se. A mais nova certamente não sabia muito sobre como a maioria das pessoas se divertiam, no entanto, Spencer e Danika não eram "a maioria das pessoas".
Já voou de vassoura por aí, Mikaelson?
{Futuro}
No fundo, ninguém gosta. Ele simplesmente me odeia porque eu supostamente atrapalhei as funções de um dos filhos que ele usa de servo quando namorei com ele. Ai ele não conseguiu que Deimos me largasse e me amaldiçoou. Agora estou tentando me entender com eles. Não está sendo fácil.
Pensei que já tivesse se livrado da maldição, Dani. - comentou com uma careta pensativa. - Imagino que não esteja, já tentou usar alguma poção? Felix Felicis talvez funcione.
{Futuro}
Eu não o amo mais, Spence. Só queria que Ares tirasse a maldição. Eu vou ficar bem, Wonderwoods. Só estou surtando um pouco porque esse filho de uma puta veio me assombrar de novo.
Mas, e ai? Como você está agora que voltou?
Eu definitivamente não gosto deles, os deuses. - concluiu.
O que houve entre você e Ares? - hesitou pensativa antes de responder. - Estou bem, confusa, mas bem.
{Futuro}
Ele está literalmente fazendo terror psicológico comigo. Fala sério! Ele me dá mais medo do que Deimos e Fobos juntos e ainda assim eu aceitei. Por que mesmo eu aceitei, Spence?
Amor?
Não gosto de te ver assim, Mikaelson.
{Futuro}
É isso o que eu ganho por me envolver com deuses. Uma bela e enorme dor de cabeça. Vou ficar bem.
Me conte sobre os sonhos que ele invadiu. E claro que vai ficar bem, eu estou aqui. — brincou.
Oh, adivinha? É claro que sim! Eu poderia me trancar no meu quarto e ouvir minha adorável irmã gêmea falar por horas e horas por telepatia ou pelo Espelho de Duas faces.
Mas eu vou ser legal e te acompanharei, até porque os únicos assuntos da Ell… Micka ultimamente são unicórnios e eu não gosto de cavalos. Eu preciso pegar meus galeões, sim? Nos encontramos daqui à pouco nos limites da Academia, então fazemos uma aparatação acompanhada.
Para falar a verdade, já estou com tudo que preciso aqui. — olhou para a pequena bolsa com o feitiço indetectável de extensão que pendia no seu ombro e atravessava seu tronco. — Não é como se eu planejasse convencer alguém a ir comigo de última hora, foi puramente uma coincidência. — alegou erguendo as palmas da mão na altura da cabeça em rendição. — Quer que eu te espere aqui então? — perguntou, sentando-se no muro baixo do corredor do castelo, que dava para o jardim.
Desculpa, Spence… É só que, arg! Não aguento mais pensar.
O que ta havendo, Micka?
{FB}
Quando estou inspirada, escrevo algumas coisas…
Adoraria ler o que você escreve qualquer hora.
E respondendo suas perguntas, se essas coisas não tivessem acontecido, nós simplesmente não saberíamos que elas "não aconteceram", porque, sabe, a gente não saberia que elas deveriam acontecer. Ah, deixa pra lá.
{FB}
Estou com muitas coisas para pensar no momento. Então me desculpe se eu não ligar para o que diz.
Tudo bem, eu não estou dizendo nada.
As vezes eu penso, e se romeu não tivesse se matado por julieta? E se Jack não tivesse feito a escolha de deixar a Rose viver? E se o príncipe não tivesse ido atrás da Cinderela? E se Savannah não tivesse se casado com outro e esperado Jonh? A que rumo essas histórias teriam? Não se trata mais de uma questão de escolha, e sim do amor. E por amor meu caro, a gente faz coisas até sem pensar.
Não sabia que você era poeta, Skye. - sorriu, sentando-se ao lado da loira.
Seu nível de sensibilidade para com a minha agenda me surpreende, Spence. Vamos então. Aparatação?
Vai dizer que tem algo mais legal para fazer do quê tomar uma boa cerveja amanteigada com a estudante mais focada na sua matéria?
Bom, a menos que você queira ir a pé, aparatação ainda é o melhor método. - riu jogando a cabeça para trás.