i’m ɑ little monster, be scɑred of me. i’m bothering you, mɑking you dreɑm only ɑbout me. i’ll dɑnce ɑnd plɑy ɑs i cɑst ɑ spell on your body in ɑ nightmɑre. i’m ɑ little monster.
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@iheartya
i’m ɑ little monster, be scɑred of me. i’m bothering you, mɑking you dreɑm only ɑbout me. i’ll dɑnce ɑnd plɑy ɑs i cɑst ɑ spell on your body in ɑ nightmɑre. i’m ɑ little monster.
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Hope sentia-se observada e sufucada. Estava na esplanada, comendo seu almoço , tentando aproveitar o dia, o sol, a luz a bater no seu rosto. Mas parecia que ninguém ficou fã de ela ter sido solta, parecia que não iria ter um minuto de sossego. Ela pegou no seu copo e deu um gole, foi quando viu o muse e notou que este tinha algo na sua roupa “Desculpe, você tem algo vermelho na sua roupa.”
Não precisou nem olhar para o que era aquilo que se tratava, afinal, era Scarlett. Não só seu nome como seu título remetia à cor; e não para menos. “Sempre, my darling. Mas isso aqui é da estampa mesmo, se quer saber.” O sorriso cínico em seus lábios fez-se presente -- mas o de praxe, e logo na sequência aproximou-se dela. “Você parece que está aproveitando bem, não é?”
ELCIN SANGU as Zeynep Tunc / Carpisma, episode 20
Não era a primeira vez que Violet passava pela residência de @iheartya e ela estava cuidando daquele jardim. Muito pelo contrário. Todas vezes que a jornalista voltava para casa do trabalho e encontrava com a ruiva, ela estava no jardim. Nunca havia visto tamanha obsessão em um mesmo espaço da casa como o da ruiva. Deveria achar aquilo estranho? Talvez. Mas já tinha tantas suspeitas em mente que não sabia se aquele vício por cuidar de jardins poderia ser considerado algo preocupante. Scarlett poderia ser apenas uma mulher sem muito o que fazer longe daquele cassino e estava claro que era temperamental, cuidar excessivamente de seu jardim poderia ser como uma terapia para a mesma. “Vai cuidar do seu jardim novamente, Scarlett?” Questionou, no momento que parou em frente ao portão da mesma. “Talvez esteja precisando de ajuda?” Sugeriu, arqueando uma das sobrancelhas. “Não seria por mim, claro. Não pretendo sujar minhas unhas, mas talvez eu possa ligar para alguém?”
A entonação da ruiva mais jovem fez Scarlett sorrir a contragosto. Seus dias eram cada vez mais preenchidos por uma simpatia inexistente na mulher, mas que precisava ser firme para fazê-los acreditar que ela era, sim, uma boa pessoa, ao contrário das adversidades pela qual passou no passado. Afinal, era passado. Assim que colocou a mangueira de lado, após desligá-la na chave geral, a mais velha se aproximou tranquilamente -- ainda mantendo certa distância entre elas à ponto de ter que aumentar o tom de voz para que fosse ouvida. “Sempre, minha querida.” Afirmou com pouco interesse; seus olhos até tremularam ao estreitar na direção da garota. O que ela queria dizer com aquilo? “Ora, ora, Violet, se você não é mesmo o anjo prestativo de Storybrooke.” Apesar do sarcasmo que carregava na frase, Scarlett não deixou seu sorriso sumir dos lábios. Se era em um joguinho que ela queria entrar, então que fosse. “Preciso confessar que nem mesmo eu sujaria minhas unhas, my darling, é por isso que contrato empregados única e exclusivamente para tratarem desse assunto, exceto por hoje. Hoje não, hoje quis cuidar por mim mesma. E também porque ninguém faz o trabalho melhor que a própria pessoa, não concorda? Agora se quiser um chá, ficarei feliz em lhe oferecer.”
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considerações sobre o pov no final, such as: resumo + seus poderes (post privado).
𝒕𝒉𝒆 𝒘𝒂𝒚 𝒊𝒕 𝒘𝒂𝒔 — — a playlist for victor & scarlett
impossible - james arthur // everybody knows that you’re insane - queens of the stone age // i hate myself for loving you - joan jett // another love song - queens of the stone age // not in that way - sam smith // black cloud - morrissey // black - pearl jam // heartless - the fray // he stopped loving her today - george jones // patience - charlie puth // chasing cars - snow patrol // you give love a bad name - bon jovi // she’s so mean - matchbox 20 // arcade - duncan laurence // pov - mcfly // candlelight - jack savoretti // the way it was - the killers // everybody’s changing - keane // i see you - luke bryan // breake my heart again - finneas
@iheartya
Após o fiasco que foi sua interação com @tcnats no último baile, Scarlett tinha chegado à conclusão de que sendo uma mulher tão torta no quesito sentimentos, não conseguia igualar à altura do homem -- tanto figurativamente falando quanto literalmente. Aquilo não chegava a incomodá-la por completo, afinal não tinha qualquer amor ao próximo quanto tinha por si mesma, só que... fazia falta. Sentir-se amada era, de longe, uma das coisas mais deprimentes que Scarlett nunca viveu, mas podia sentir o mínimo resquício do sentimento com Victor, talvez por isso ignorou todo ocorrido passado, reavendo a visita ao outro com a melhor das faces. Sim, ela podia até ser amargurada, mas ainda era capaz de engolir seu orgulho certas vezes para se usar disto também. Ela sairia ganhando também, imaginava, afinal...
Quando soube da existência de um clube de luta e de seu dono misterioso, Scarlett ligou à Victor imediatamente, principalmente porque ele tinha a ligação com vilões, ainda que fosse uma persona neutra nisso tudo, tal qual a própria rainha vermelha o era há alguns dias atrás. A mudança repentina gerava dúvida, claro, mas era lógico se visse pela percepção dela: ela perderia muito mais que ganharia, caso não contribuísse para a maldição. Afinal de contas, mesmo após o feito, os acordos fechados e ser parte primordial do ciclo de vilões que tinha ajudado a criar tudo aquilo, Scarlett era tão importante como qualquer outro e sua queda seria a queda da maldição, em partes, também. Ela queria perder aquela vida de benefícios? Claro que não.
Visando isso, mas acima de tudo uma desculpa para vê-lo, checou o local enquanto lutas ainda aconteciam, e apostou aqui e ali em perdedores e ganhadores também. No final das contas, apostar era um bem para ela, a deixava calma. No final de tudo, a ruiva acostou-se longe de todos, esperando que a presença masculina chegasse até ela sem que precisasse pronunciar uma palavra sequer, e quando isso aconteceu, ela sorriu, carregada de sua malícia. “Você notou?” Começava, dando a entender que vinha mais por aí, e desencostou da parede no mesmo instante, cruzando os braços contra o peito enquanto passeava lentamente no caminho distante do ringue. “A distância entre nós lentamente vai acabando... Olhe só o que descobri agora de você, huh?!” E então o olhou de canto, erguendo o ombro para que apoiasse o próprio queixo, ainda de costas para o outro -- mas aguardando ansiosa sua reação.
Há alguns anos atrás, podia-se dizer que Scarlett não era a melhor das pessoas quando se tratava de interagir com jovens. Na verdade, ela não tinha qualquer dom para isso, sempre sendo arisca e nada simpática. Seus atos de ‘bondade’ nada mais eram que razões para se afastar de quem ela tinha aversão: crianças. E não que @mikefrcst fosse uma na época em que seu ex-marido, antes de sumir do mapa sem nem dar satisfação, pois já era bem crescidinho e próximo da maioridade, mas não era também dono de cem por cento da simpatia de Scarlett. Ela, no entanto, ainda precisava manter as aparências e também seu plano primordial, que envolviam não somente aquele guardião imortal, como vários outros. No entanto, o jeito mais singelo de começar, poderia ser por ele. Por isso mesmo que o acolheu debaixo de seu teto, lhe deu um novo nome e propósito para viver, enquanto ela mesma agora se aproveitava da magia branca que existia dentro dele, porém, adormecida. Toda aquela história precisava ser real, então, mesmo com suas ressalvas, ela precisava manter a cronologia de tudo -- e nada melhor que se aproveitar da fragilidade alheia. Quando pegou os patins de patinação no gelo que o jovem usava, antes de mudar toda sua identidade e deixar para trás os traumas que, embora não ligasse totalmente, Scarlett nunca perguntou pelos motivos; ela tinha, sim, propósito.
Aproximar-se. Deu duas batidinhas leves com os ossinhos dos dedos na porta do quarto deste, adentrando pouco após por costume, e então, com sua melhor expressão preocupada, caricata àqueles que sabiam de sua verdadeira índole, a Rainha de Copas acabou por soar suave em seus dizeres ao mais novo: “Olhe o que achei aqui... Isso é seu, não é?” Ergueu os patins na altura de seu rosto para que ele compreendesse do que ela se referia. “Nunca vi você patinar antes.” Apesar de não explicar, indiretamente queria saber o porquê, deixando bem em aberto para que ele se abrisse com ela da forma que achasse conveniente. O que quer que fosse dar aquela conversa, o fato de ter tentado aquela aproximação primeiramente já dizia muito sobre as intenções da rainha vermelha, e o quão baixa ela era por usar da fraqueza alheia para seu próprio prazer.
ooc: um avisinho só de que meu discord pro rp foi com deux..... não consigo logar pq diz q a senha ta errada mas qnd tento trocar a senha dá erro a página, então desisti e vou chamar aqui pelo chat msm. fiquei enrolando, enrolando, enrolando q só a porra e deu nisso LAKMSDLAKSMDLAS anyways gnt, só um toque mesmo de q vou chamar por aqui, então se vc falou por lá cmg pode passar pra cá tá!!
De todas as pessoas presente no casamente, a Rainha Vermelha era uma das pessoas que Cheshire esperava mais encontrar. O por quê? Adorava perturbar a mulher, e não iria desperdiçar a chance de fazê-lo também nesse mundo. Desde de que Cheshire tinha traído a confiança da Rainha Vermelha ao se aliar com sua irmã, o gato nunca mais pisou no Reino Vermelho. Mesmo sabendo que a Rainha invejava seus poderes de teletransportar, não poderia voltar a ser domesticada como uma vez fora. Chegou devagar por detrás da mulher, e deu um susto de propósito, pois sabia que ela odiava sempre quando Cheshire aparecia do nada. - Scarlett, sempre um prazer vê-la. - disse, com seu famoso sorriso de orelha a orelha. - Esse casamento seria mais divertido se umas cabeças rolassem, não acha? A do Pierre, principalmente. - comentou, parecia que até os vilões não tinham confiança entre si.
@iheartya
O deboche nas palavras do gato de Cheshire lhe dava tremenda angústia. Não por ter receio deste ou medo, muito pelo contrário -- era ele quem deveria temê-la. Era por sempre ter ânsia de vômito perto de quem quer que fosse de Wonderland que não possuía sua estima. Mikasa, uma dessas pessoas. “Sei que é, my darling.” Comentou com todo escárnio possível, reunindo o pouco do ar respirável para soltá-lo em seguida, na sua próxima pronúncia. “O que espera que eu diga? Que sim? Bom, eu não iria querer isso do meu querido prefeito.” Não era boba. Mikasa certamente usaria aquilo contra ela e não era viável. Não era como falar aquilo para Éris, Renard ou Cruella, com quem tinha bastante proximidade. “Por que, você quer?”
@iheartya
“Scarlett, com esse vestido aos corações você me faz recordar a rainha de copas do filme da Alice.” Comentou a loira, quando se aproximou da mais velha. O vestido de Scarlett era muito muito e lhe traziam memórias do que acharia que era um filme nas suas memórias, ou pareciam mais memórias que tinha vivido. Mas a verdade era que, ela tinha gostado como a ruiva tinha aparecido no casamento.
Se não fosse pelos bons modos e certeza de que tudo não estava indo por água abaixo, Scarlett já estaria aos gritos no salão, apontando dedos e arranhando superfícies para desabafar a raiva crescente dentro de si. A culpa? O deboche-não-debochado de Alice. Por mais que gostasse de ser elogiada e, mais do que isso, lembrada, fosse como fosse, pela menina não sentia sequer um pingo de empatia. Ainda que sob efeitos da manipulação mental da rainha vermelha, Tilly ainda era um problema para si, e continuaria sendo -- enquanto estivesse viva. “Sério, você acha mesmo? Eu estou tão linda quanto ela, não? Esse vestido foi feito por Callíope, ma-ra-vi-lho-so! Além do mais, você também está uma graça, my dear! Tão graciosa quanto uma pluma.” Acaso estivesse queimada e em pó, completou mentalmente, reunindo todo ar para dentro dos pulmões mais uma vez antes de soltá-lo com pesar escondido. Precisava manter as aparências, quer gostasse ou não. “Gostou do casamento? Foi tão belo... São essas as únicas oportunidades que temos para esbanjar nossa beleza assim.”
It’s over and done but the heartache lives on inside | @iheartya
Liesel adorava o ambiente de igrejas. Elas sempre lhe davam a maior tranquilidade do mundo. E os casamentos sempre pareciam melhores quando eram nelas. Mas havia algo de opressivo em saber que a cidade toda estava ali no hotel, todos os olhos voltados para uma direção não sagrada, em pensar em como aquelas pessoas estavam se comprometendo para a vida toda. Como alguém que tinha quase se disposto a se prometer para um homem que morrera 2 mil anos atrás, ela sabia bem o quanto essa escolha era difícil. E também havia uma sensação… Uma sensação de falta. De que havia algo que ela deveria encontrar. Porém, assim que estava do lado de fora e em direção à recepção, começou a relaxar e comentou com a pessoa mais próxima. – Oof, finalmente acabou. Agora podemos todos comer e parar de fingir que não é para isso que nos arrumamos todos.
Ao ouvir a voz alheia, Scarlett se aprumou próximo à esta, sorrindo falsamente. “Não lembrava que casamentos eram tão demorados assim.” Reclamou, olhando para o próprio vestido para procurar algum amassado ou deficiência -- embora fosse impossível achar algo, pois ele era perfeitamente delicado. “Mas ainda bem que terminou. Quanto mais cedo eu for comer, mais cedo é hora de voltar pra casa, e mais cedo eu posso descansar na minha caminha. Ai, que saudades! Não aguento ficar ouvindo esses gritos de criança brincando. Ugh...” Só quando parou seu monólogo chato de sempre, foi que voltou-se à outra. Não que se preocupasse em manter uma conversação com ela, mas queria parecer a boa samaritana. “E você, my darling, está deslumbrante! Se exagerar demais na comida, vai acabar espatifando o vestido, ein?”
As rosas brancas poderiam ser um símbolo de desgosto para a mulher à sua frente, mas eram cômicas para Cruella, que a assistia observá-las com mais interesse do que deveria depositar naquilo. Audrey havia tentado arranjar outras flores que teriam combinado melhor com a cerimônia, mas a intenção de Rumpelstiltskin sempre fora aquela: zombar de Iracebeth junto dos outros. “Déjà vu.” Disse com pouco humor, ainda que o canto do lábio fosse curvado num sorrisinho travesso pela lembrança dos tempos em que a mais nova acompanhava @iheartya em seu jardim enquanto o Valete pintava as rosas de vermelho. “Não tenho tinta para esse ultraje, mas posso oferecer…” Ela deu um passo na direção da outra, curvando-se para sussurrar ao pé de seu ouvido: “Que matemos Rumpelstiltskin. Juntas.” Era um deboche, óbvio; Cruella estava longe de querer se meter com o Dark One, especialmente considerando que a vida dela correria o maior risco se tentasse – mas ainda contava com um quê de verdade, que reverberou por todo o seu corpo. Aquele desejo insaciável em seu cerne de dar um fim naquilo tudo nunca ia embora. “Quem me dera ter descoberto uma maneira antes dessa noite…” Não precisou dizer mais nada, porque sabia que Scarlett também imaginava o mesmo que ela: ele aprontava alguma coisa grande.
Os dedos foram imediatamente na direção as têmporas, massageando a região com um vigor tão forte imposto nos dígitos que Scarlett só acalmou depois que estourou, por fim, com a amiga. “Calada, sua cadela.” Em um sussurro, quase rosnado, audível somente para Cruella, o xingamento era algo natural da Rainha de Copas, principalmente se direcionado à outra mulher. Nunca teve papas na língua, tal qual a mulher a sua frente, e não era agora que pouparia uns palavreados só porque estava no casamento do “irmão” dela. O fato de estar tão indignada culminou nela se afastando dos arranjos florais cor-de-branco, que lhe dava dor de cabeça por justa causa. Com mais um suspiro nasalado e que, por fim, acalmou-a completamente, Scarlett moveu o campo de visão ao homem famoso que ditava aquele evento. Pierre. “Ele sempre foi esperto." Levou os dedos à boca, batucando levemente sobre os lábios enquanto pensava seriamente no que Cruella havia falado. "He's just making sure we know why you can’t trick the Trickster." Quando a olhou, por fim, suspirou, aparentando cansada. "Mas bem que a cabeça dele ia ficar linda na frente de Salazen Grum."
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