Você quer dizer uma noite como mundano? Tipo bar e nenhuma preocupação? Acho que deve ser até errado para um caçador desejar isso.
Não vai ser ruim querida, só uma noite de descanso e folga, vai ser ok.
The Stonewall Inn
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
Phantogram Three
🩵 avery cochrane 🩵

@theartofmadeline
todays bird
Cosimo Galluzzi
No title available
noise dept.

Jar Jar Binks Fan Club
h
🪼
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
d e v o n
KIROKAZE

if i look back, i am lost

Game Changer & Make Some Noise
One Nice Bug Per Day

Product Placement
cherry valley forever
seen from Philippines
seen from United States

seen from Vietnam
seen from Malaysia

seen from United States
seen from Bangladesh

seen from Malaysia

seen from Singapore

seen from Egypt
seen from Bangladesh
seen from Vietnam
seen from Australia
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Venezuela

seen from United Kingdom

seen from United States
seen from Malaysia
seen from Philippines
@ilyanx-blog1
Você quer dizer uma noite como mundano? Tipo bar e nenhuma preocupação? Acho que deve ser até errado para um caçador desejar isso.
Não vai ser ruim querida, só uma noite de descanso e folga, vai ser ok.
huntergael:
Conteve um gemido ao ver Ilyana se aproximando. A única pessoa no Instituto que sabia realmente o que se passava na vida de Gael era Alejandra, sua parabatai, ele esperava manter a situação do jeito que estava; não queria olhares de pena nem ser privado de participar das missões. - Zero ferimentos, mas você pode me inspecionar no seu quarto para ter certeza. - Brincou com a situação, esperando que ela deixasse isso de lado com o flerte. - Estou bem, sério. Só acho que exagerei na bebida.
- Você é sempre engraçadinho assim? - Ela arqueou a sobrancelha e deu um sorriso divertido para o outro. - Eu até que podia aproveitar essa oportunidade, mas vamos deixar para uma noite que não tenha exagerado na bebida. - Ilyana brincou, se convencendo de não continuar preocupada.
Nome do char: Ilyana Dimitrievna Fulltower
Idade do char: 32 anos
Raça: Caçadora
Detalhes importantes de sua vida: Ilyana é irmã de Andrey, os gêmeos foram criados por uma família machista, mas enquanto Andrey se tornou tão complicado quanto o resto da família, a loira tornou-se uma mulher forte e independente, alguém que tem uma personalidade forte e que não se guia por preconceitos bobos. Além é claro, de treinar o tempo todo para ser uma ótima shadowhunter.
Faça um apanhado geral do que ocorreu com seu char até aqui: Ilyana lidou com missões junto de seu irmão, como interrogar o vampiro Petya, teve uma noite com Guilhermo e está investigando o feiticeiro Ariel desde que mandaram, tentando se aproximar dele.
sereixndo:
Havia poucas pessoas, especialmente as que ele não conhecia, que se arriscavam a ir em uma festa dada por ele, e agora estava nA frente de uma mulher que ele não conhecia, ela parecia um tanto deslocada. Ele não sabia o porquê, mas sentia que ela era diferente dos demais, talvez fosse sua intuição de anos falando. Ele não tinha ideia do que a loira queria ali. Diversão ela dizia, mas agradecia por ela ter vindo, pelo menos agora ele tinha algo bonito para olhar. Ele era qualquer coisa, se não um anfitrião generoso. E ele estaria mentindo se ele não tivesse dito que gostava do que via, até agora as coisas pareciam estar indo bem e, embora ele tivesse questões próprias, a companhia podia ser bem prazerosa . “ Não posso dizer que eu não achei nela o que procurava? porque foi exatamente isso. ” Ele sorriu, movendo-se para encher o copo vazio e gesticulando para que a loira se sentasse. “Prazer em conhece-la Ilyana, em tantos seculos é a primeira com seu nome que conheço.” Havia alguma verdade nessa afirmação, quando você estava vivo por quinhentos anos como Ariel, há muitas repetições de nomes.
“Então estava tão entediada em casa quanto eu estou agora?” Ele perguntou com um sorriso brincalhão, querendo dizer que não havia adiantado muito sair de casa se ele mEsmo não estava animado. Levando o copo para os lábios para tomar um pequeno gole. Ele encolheu os ombros, “Sempre. Gosto de elogiar as pessoas, faze-las se sentirem bem, eu sou um anfitirão perfeito, então faz parte do show, é a regra numero dois na verdade.” disse balançando a cabeça ao fim da frase. “ Está usando minhas regras contra mim mesmo Ilyana? Ou sua afirmação está sendo totalmente sincera?”
Focar na missão de se aproximar e arrancar informações do feiticeiro sem ser percebida, a loira sabia exatamente o que os superiores pensavam quando davam algo assim para ela fazer. A caçadora era uma das poucas que não tinha problema nenhum, com os submundanos, talvez por isso haviam a ordenado para estar naquela situação. Já havia se envolvido com Guilhermo sem precisar haver nenhuma tarefa envolvida, e talvez eles não aprovassem os seus métodos, mas sabiam que era efetivo e por isso haviam mandado ela até ali.
Sentou-se, enquanto olhava para o homem com uma expressão curiosa. - É um nome bastante diferente, minha mãe sempre gostou dele. - Deu de ombros levemente com um suave sorriso. - Ao menos é o que ela gosta de dizer. - A mulher falou com um leve sorriso, enquanto o observava. - E qual é a regra número um, então? - Perguntou curiosa, com um sorriso sincero no rosto. - Estou bem curiosa para saber. - Falou calma. Os olhos claros ainda admiravam o moreno, ele era bonito e agora estava começando a relaxar diante da sua presença. - O que acha? Talvez seja um pouco de cada. - Piscou para o rapaz, sorrindo.
v-forvioletta:
“Estou começando a temer por minha segurança.” Violetta fez uma careta engraçada, mas sabia que mesmo que Ilyana não pegasse leve, não faria nada para a machucar ou ao bebê. Pegou o bastão novamente e se pôs em posição enquanto o tridente se revelava. “Mas preciso me exercitar. Ao menos aliviar essa tensão dentro de mim.”
- Não se preocupe, eu não vou te machucar. - A loira deu um suave sorriso e pegou os dois bastões que usava para treinar. - Nem me fale, meu irmão tem estado insuportável, eu estou ficando maluca com a vontade de dar uns tapas nele. - Desabafou.
Quanto mais tentava respirar, mais seus pulmões doiam com o esforço e isso estava gerando uma terrível dor de cabeça. Levou as mãos até a cabeça e massageou a região enquanto tentava manter a calma. Inspirar. Expirar. Inspirar. Expirar. Devagar. Ok, bom. Mais uma vez. Era como um mantra que repetia para si sempre que isso acontecia e forçou um sorriso para a pessoa que passou ao seu lado. - Ah, não se preocupe. Está tudo sob controle. - Levantou os dois polegares para cima enquanto x olhava.
Ilyana havia terminado sua missão havia pouco tempo e agora estava indo para o Instituto, quando viu Gael em uma situação bastante inusitada. - Ei... Você está bem? - Perguntou se aproximando dele e negou levemente com a cabeça. - Não me leve a mal, mas você está com uma cara péssima, não tem como eu acreditar que você está bem. - A caçadora falou séria, enquanto o olhava. - Você foi ferido?
I miss the old times. // andrej e ilyana.
A loira estava cansada, era um fato que não aguentava mais o que @fulltowerv havia se tornado, não conseguia entender porque o irmão agia assim. Estava na sala de treinamento, quase espancando o ar, tentando se sentir menos frustrada, porque naquele momento se sentia muito revoltada com tudo o que vinha acontecendo. Quando notou a presença do irmão, um suspiro escapou de seus lábios e ela largou o pedaço de madeira com o qual fazia movimentos. Ilyana encarou o irmão gêmeo e se aproximou, o olhando. - Você veio treinar? - Perguntou calma, se espreguiçando. A nostalgia a invadiu e a mulher mordeu levemente os lábios, Andrej era seu parabatai e tudo que a loira queria era que as coisas voltassem a ser como eram antes. - Você não sente falta? - Perguntou observando o caçador, mordendo o lábio inferior por um momento e novamente encarou o parabatai, dessa vez diretamente nos olhos, dando um baixo suspiro. - De como nós éramos próximos? - Perguntou sincera, o observando, as mãos indo para os bolsos da calça que usava. Talvez estivesse sendo boba em achar que ele se importava, mas era assim que se sentia e aquele dia não estava conseguindo esconder.
sereixndo:
Ariel estava descansando com preguiça em sua cadeira colorida preferida em seu loft, na varanda enquanto observava o movimento da rua abaixo, bebendo um copo de whisky enquanto a festa acontecia, suspirou levemente, pensou sobre se valia mesmo a pena levantar-se e fazer algo naquela festa, parecia tão comum para ele e vazia de significado, nem se lembrava do motivo real da comemoração. Era tarde da noite, neste momento, mas o desejo de se mover não parecia preencher as vontades do Warlock. Talvez uma noite simples teria sido melhor que uma festa, levantando-se da cadeira, tinha a intenção de ir ao seu quarto quando ele sentiu um pequeno tremor lhe invadir, indicando uma presença. Ele estava curioso, para saber quem era a sua companhia. Ouviu a voz da mesma, e levou o copo aos lábios, espiando uma forma mais baixa e de fios claros, as bordas de seus lábios se curvaram. “ Sim, Ariel ao seu dispor em carne, osso e charme. A que devo o prazer da sua presença tão sublime em minha festa? E tenho certeza, nunca fomos apresentados antes, eu jamais esqueceria um rosto tão angelical como o seu.”
A caçadora olhou para o homem com uma expressão curiosa, havia ali também um fundo de travessura o qual Ilyana reservava para quando estava sozinha e podia se divertir, fosse em missões, ou fora delas. A verdade é que era a favor de que todos fossem tratados como iguais, protegeria um mundano indefeso com o mesmo afinco que protegeria um submundano encrencado, sua natureza era essa. Não entendia bem porque queriam que ela se aproximasse de Ariel, mas haviam sido claros quando deram sua missão e ainda tinha juízo o suficiente para as obedecer. - É engraçado que parece entediado na sua própria festa. - Disse calma, os olhos fixos no warlock, um pequeno sorriso estampando a face dela. - Ilyana. - Falou com um pequeno sorriso para o anfitrião. - Eu não tinha muito o que fazer e me falaram daqui. - Brincou com um sorriso divertido, enquanto encarava os olhos castanhos de Ariel. - É um elogio? - Perguntou em um tom levemente galanteador, os olhos fixos nele. - Você também não é de se jogar fora. - Piscou para Ariel, sorrindo.
v-forvioletta:
Violetta continuou a sequência de golpes que praticava por um tempo antes de termina-la e parar para observar a shadowhunter. “As pessoas me dizendo o que tenho que fazer. Ah, os hormônios também. Gravidez pode não ter tão mágico quanto dizem Ilyana.” Com um movimento específico com sua arma o tridente modificou-se para um bastão mais fácil de transportar e ela o deixou no chão. “Pense muito bem antes que querer ter filhos. Não faça como eu.” Tentou fazer uma piada para melhorar o humor.
Ilyana deixou uma risada baixa escapar e se encaminhou para dentro da sala de treinamento, retirou o seu casaco e observou a outra caçadora. - Você aceita uma rival que não seja invisível? - Perguntou com um sorriso divertido. - Eu com certeza posso prometer não pegar leve. - Afirmou endireitando sua postura.
“Oh pelo amor do Anjo, eu estou grávida e não doente.” Violetta revirou os olhos e voltou a sua sequência de golpes com seu tridente contra um oponente invisível. Gostava da sala de treinamentos do Instituto porque era ampla e bem iluminada e treinar estava lhe proporcionando um pouco da confiança que Agramon havia lhe tirado no Halloween.
Ilyana observou a outra treinando e arregalou levemente os olhos, as mãos se enfiaram nos bolsos e a caçadora suspirou levemente. - Quem foi que te deixou tão irritada assim? - A loira perguntou calma.
@sereixndo
Aquela festa parecia exagerada para a caçadora, ela não queria estar ali, mas com a missão que havia recebido não tinha como evitar. Caminhou com calma, pelo local, enquanto observava os submundanos que ali se encontravam, conhecia alguns, outros nunca havia visto na vida, afinal não tinha como saber quem eram todos os moradores da cidade. Ela pegou uma taça de bebida, querendo pelo menos se sentir um pouco menos tensa e deslocada, afinal era realmente complicado estar em um local como aquele, ao menos para ela. Ilyana se encaminhou para a varanda e enquanto bebia observou a rua que estava cheia de carros passando, tomou um longo gole e ao ouvir passos se aproximando, ela virou e observou o anfitrião. - Você é o dono da casa certo?
Se já não era naturalmente solitário, por escolha própria, de uns dias para cá o homem tinha se tornado um pouco mais recluso. Todo o nervosismo com a situação do coven de Mor, com quem não falava há tempos, estava começando a prejudicar todos os trejeitos mais frios do warlock e, portanto, ele preferia ficar sozinho. Nas áreas públicas do coven era praticamente impossível estar sozinho e agora que Mor tentava resolver as coisas ficar dentro do quarto não ajudaria, o cômodo também não era suficiente para que deixasse Ariel satisfeito. Não queria cruzar as ruas de Moscou, dentro de si estava turbulento demais para que conseguisse disfarçar sua presença, destarte o Pretty Poison foi sua melhor opção.Criou o portal e rumou ao local citado. Sua certeza de que o lugar ainda estaria vazio era plena, então adentrou o local sem disfarces deixando sua marca de feiticeiro exposta, longas asas surgiam em suas costas, negras como a noite que o cercavam. O que o surpreendeu, quase imediatamente, foi a presença de uma mulher, ocasionando em um solevar de sobrancelha em curiosidade. — Bem… — recolheu as asas imediatamente as fechando nas costas. — Achei que ia estar vazio aqui. — A olhou de cima a baixo, antes de voltar a atenção para a bartender que estava atrás do balcão, o de sempre por favor.
🗡️ Ilyana não entendia porque aquele warlock era tão importante ao ponto de pedirem que ela o investigasse, mas a shadowhunter estava pronta para fazer o trabalho, mesmo que não gostasse da ideia de seduzir alguém para descobrir o que ele estava tramando. Haviam basicamente mandado que ela fizesse o outro se apaixonar para que pudessem tirar proveito disso. No entanto, a loira não pretendia ir tão longe, aquela noite foi para um bar que disseram que o outro costumava frequentar e ficou ali, rondando para saber se ele apareceria, um detalhe importante lhe foi repassado, ele tinha asas negras.
🗡️ Seus olhos foram para o homem e Ilyana ofereceu um meio sorriso a ele. - Já me disseram que alguns homens podem ficar intimidados com mulheres, mas nunca pensei que minha companhia pudesse ser tão incômoda. - Sua voz no entanto soava brincalhona, a looira ofereceu um sorriso leve para o homem enquanto o observava. - Dia ruim? - A caçadora perguntou calma, não estava tentando esconder quem era, na verdade tinha uma boa fama entre submundanos, então podia se utilizar disso para se aproximar do feiticeiro.
no way to escape. //ilyana, andrey, petya.
vampirexprince:
fulltowerv:
⚔ ‘゚ Como ele podia aguentar a irmã mais nova era um mistério que ele nunca ia conseguir desvendar. Mas ele infelizmente tinha que admitir que para interrogatórios não violentos, ele era péssimo. Gostava de segurar as pessoas pela gola da blusa e obrigar a verdade sair para fora do corpo do interrogado. Agora não podia fazer aquilo, principalmente porque aquele vampiro ali estava para apontar um shadowhunter que tinha feito aquilo. Ele ouviu o que o vampiro tinha a dizer, decorando todas as informações possíveis.
⚔ ‘゚ Andrey permanecia em pé, de braços cruzados, então ele tinha visto runas, mas ainda usava um capuz que impedia que visse quem era. - Você consegue lembrar das runas? - ele perguntou, encarando. Cada shadowhunter tinha uma escolha para cada runa. Quanto mais próximo do peito, mais forte o poder da runa. A localização de cada runa era quase como uma digital única para cada shadowhunter. - Pode apontar pra algumas runas nossas ou tentar desenhar. - ele disse, tentando achar uma solução.
⚔ ‘゚ Apesar de querer realmente ir embora dali, nem que fosse para largar a irmã mais nova ali, mas iria para casa com o dever cumprido. Queria tanto sair daquele lugar que fedia à vampiro, ainda mais achar esse tal caçador que estava fazendo as coisas fora das regras. Odiava muito as pessoas que saíam da regra, achava que a irmã era uma das que saía da regra, passando as noites naquela caralha… Que os anjos o ajudassem a dar um jeito na mais nova.
@vampirexprince
- Na verdade uma no braço próximo ao pulso não havia muitas partes do corpo descobertas para reconhecimento. - ele se levantou indo até a escrivaninha voltando com um bloco e um lápis. As habilidades como vampiro só tinham melhorado seu dom para o desenho, ele sentia melhor as texturas e cores ao seu redor, quem diria que a morte tinha suas vantagens. - Obrigada Ilyana, é sempre bom sua presença, alegra o lugar. Mas mesmo sem ver posso dizer que ele fazia uso da runa de velocidade e força.- o lápis encontrou o papel e ele desenhou a runa que havia visto próximo ao pulso do shadowhunter, não conhecia muito sobre runas, apenas duas que poderiam ser usadas em pessoas como ele, aquela que acabava de traçar não era destinada a seres como ele. - Estou acostumado com pessoas babacas não se preocupe, ele está apenas a fazer o trabalho dele, como estou colaborando não creio que vamos ter problemas.- ele voltou os olhos e a atenção para a loira. - Não me recordo da altura mas sim com certeza era um homem, a voz era masculina. Se a runa não ajudar tem algo que pode já que eu creio que vocês lembrariam da voz e a reconheceriam caso ouvissem. - ele estendeu o bloco na direção do shadowhunter o entregando com a runa já desenhada.
@ilyanx
🗡️ - Não precisa agradecer. - Deu um breve sorriso para o vampiro, enquanto olhava o desenho, no momento não estava conseguindo reconhecer a runa, mas ouvir a voz do shadowhunter talvez fosse realmente uma maneira mais fácil de ajudar o vampiro. - Não vamos, não se preocupe. - Falou calma, enquanto olhava para o irmão e para o amigo, o vampiro era um bom submundano. - Eu reconheço essa runa, mas eu não consigo me lembrar de onde. - Falou sincera, suspirou e passou uma mão pelos cabelos claros, pensativa. - Como podemos ouvir a voz desse shadowhunter? - Perguntou enquanto olhava para o rapaz, estava realmente preocupada com aquela situação, afinal saber que um shadowhunter estava atacando criaturas indefesas que não estavam fazendo mal a ninguém fazia a loira se sentir realmente inútil diante de sua missão, missão que ela sentia ser proteger aqueles que não podiam se proteger sozinhos. - Aliás se puder deixar essa runa comigo, eu vou procurar mais sobre ela, porque apesar de lembrar, não me lembro do significado, nem de alguém que a tenha. - Falou calma, dando um longo suspiro para o homem, guardando em seu bolso quando teve certeza que o irmão havia dado uma boa olhada. - Você reconhece? - Perguntou o olhando.
I think we did it again | Guilhermo & Ilyana
vampir-guilhermo:
“Claro que não serve só para ligações. Você pode mandar mensagens de texto também.” Colocou o telefone em cima da mesa de cabeceira e espreguiçou, levantando os braços acima da cabeça e se alongando. Soltou uma risada quando Ilyana apontou o dedo para ele. “Você diz como se a culpa fosse apenas minha, Ily. Eu não te obriguei.” Cantarolou e ainda se atreveu a chama-la por um apelido que ele havia criado anos atrás. Claro que tinha ao menos a decência de não chama-la assim na frente de outras pessoas.
Levantou da cama quando notou o tom dela e se aproximou da caçadora, se colocando atrás dela e arrumando os cabelos loiros e uma trança, assim ficariam mais apresentáveis. Apesar do mundano Guilhermo ter nascido entre apenas irmãos, havia aprendido alguns truques femininos enquanto era padre e mesmo depois de tanto anos não havia esquecido. “Não precisa ficar tão nervosa e não me peça coisas impossíveis. Só você está arrependida aqui. Eu não estou.” Tinha humor em sua voz enquanto terminava o penteado.
🗡️ Olhou para Guilhermo e negou levemente com a cabeça, a caçadora suspirou. - O que diabos é mensagem de texto? - Perguntou arqueando a sobrancelha, enquanto observava o vampiro. - É majoritariamente sua, porque você dá em cima de mim e eu caio em tentação. - A caçadora deu de ombros, dando um suspiro baixo. Rolou levemente os olhos e encarou o homem, tentando entender como as coisas sempre acabavam daquele jeito, não que realmente se incomodasse muito, ela gostava de transar com ele, mas era complexo porque ele era um vampiro e ela uma shadowhunter.
🗡️ Ela olhou a trança, levantando levemente a sobrancelha para o homem. - Como conseguiu fazer isso? Digo... Onde aprendeu? - Perguntou olhando para Guilhermo com curiosidade, não esperava que ele soubesse fazer tranças, aquilo era estranho. - Já deve ter sido muitas coisas no passado, mas não consigo imaginar você com uma profissão que precise saber mexer em cabelos. - Falou o olhando, dando um pequeno suspiro, tentando por um momento imaginar o outro sendo cabeleireiro.
Como definiria seu nível de envolvimento com Orel Zherdev? Eram amigos próximos? Ele era meu chefe, então não, não éramos próximos, ele me dava as missões e eu ia até lá fazer.
Alguma vez percebeu algo suspeito no ex diretor do instituto? Não, ele era só um narcisista insuportável que achava que mandava em todo mundo e que gostava de gritar e ficar brincando com os sentimentos dos outros, sempre achei ele um babaca, mas todo mundo sabia disso.
Como ficou sabendo do ocorrido com Orel? Ao mesmo tempo que a maioria dos caçadores do Instituto, quando fomos avisados sobre isso.
Costumam ter problemas com warlocks em Moscou? Não, na verdade os downworlders não costumam fazer nada muito preocupante pra gente, as vezes precisamos lidar com uma bobagem, ou outra, mas nada sério.
Descobriu algo de relevante nos interrogatórios que fez que tenha ligação com esse caso? Estamos tentando encontrar o shadowhunter que torturou e espancou Petya, apesar de estar difícil por ele não ter muitas informações.
Acha que alguém neste instituto está apto para lidera-lo? Acho que Violetta poderia ser uma boa líder, sei que devem estar confusos com a minha escolha, mas apesar de ter dado um pequeno deslize, ela é muito apta e uma das pessoas mais centradas e dedicadas que eu já conheci.
I think we did it again | Guilhermo & Ilyana
@ilyanx
O sol estava se pondo e Guilhermo estava viciado em um novo jogo em seu celular e se divertia com ele enquanto Ilyana dormia tranquilamente ao seu lado. “Seu bastardo, morra logo!” Gritou para o celular, tocando a tela com força desnecessária como se aquilo fosse fazer com que o jogo lhe obedecesse. Maldita hora em que fora descobrir o aplicativo de jogos de seu aparelho de celular.
Seu grito deve ter acordado a shadowhunter porque ela resmungou alto. “Boa noite querida.” Saudou-a sem tirar os olhos do jogo. Precisava terminar aquela missão e não demorou muito para concluí-la, comemorando com um soco no ar. “Tivemos um momento maravilhoso, mas sabe como são as regras: melhor ir mexendo esse seu traseiro antes que minha amada Antonella lhe pegue aqui.” Finalmente a olhou e sorriu. A vampira sabia muito bem como Guilhermo era, mas isso não queria dizer que lhe dava liberdade para esfregar suas conquistas na cara dela. O vampiro também sabia que certos limites não deveria cruzar.
🗡️ - É inacreditável como você pode fazer barulho por causa de celular, isso não serve só para ligações? - Disse fazendo uma careta, já completamente desperta diante do vampiro. Estava impressionada como as coisas sempre acabavam quando os dois se encontravam, mesmo após ele ter sumido durante algum tempo. - É a ultima vez que isso acontece. - Apontou para Guilhermo, enquanto recolhia suas roupas com rapidez, as colocando de volta sem cerimônias. - Eu não acredito. - Murmurou para si mesma, rolando os olhos.
🗡️ - Eu disse quatro anos atrás que era a ultima vez, mas dessa vez eu estou falando sério, essa é a ultima vez. - Esclareceu, terminando de vestir as peças de roupa, então rolou os olhos para o vampiro, passando uma mão para tentar arrumar um pouco os cabelos que estavam completamente desgrenhados. - Eu não pretendo ficar pra dormir de conchinha, não se preocupe. - Provocou o homem, então deu um pequeno suspiro. - Apenas esqueça que isso aconteceu.
no way to escape. //ilyana, andrey, petya.
vampirexprince:
fulltowerv:
⚔ ‘゚ Quando ouviu a voz da irmã, Andrey permaneceu sem mudar nenhuma expressão, completamente impassível. Era bom em ser centrado ao ponto de não demonstrar nada do que estava sentido, mas sabia que a gêmea provavelmente perceberia que ele estava irritado por não ter conseguido a manter no Instituto. – Até porque o seu lugar é em casa – rebateu com a voz calma. Ele realmente acreditava que a irmã mais nova tinha que permanecer em casa com seu pai e sua mãe, ela tinha que cuidar deles enquanto ele cuidava das coisas fora de casa. – Violência! Pensa bem pouco de mim, irmã. Ontem Leonid e Kira vieram interrogar Guilhermo, e saíram tranquilos dessa, apesar de eu achar que Leonid levou a situação enquanto a garota só observou, mas como estamos voltando à um pedido do vampiro surrado para colher o depoimento, violência não vai ser a técnica de hoje. – ele disse, como se explicasse tudo aquilo para uma criança que não estava entendendo a situação.
⚔ ‘゚ Foram encaminhados para onde Petya, o tal vampiro, estava. Durante o trajeto, Andrey já decorava o caminho da porta de entrada e os olhos rápidos esquadrilhavam o ambiente à procura de uma rota de fuga caso fosse necessário. Apesar de ser um colhimento de depoimento de que tudo provavelmente ocorreria bem, o mais velho Fulltowerv sempre ficava alerta em tais situações. Não era como a irmã que, que os anjos a perdoem, frequentou aquele tipo de antro. Esperava com todas as forças que a irmã não caísse mais em tentação, que fosse forte para conseguir se manter em sua missão divina… Não a de ser shadowhunter, mas a de ser uma boa esposa para um shadowhunter. Entrou na sala em que iriam colher o depoimento do vampiro e como toda a mansão, a sala não deixava de ser grandiosa. Exibidos, pensou sozinho. – Viemos colher seu depoimento sobre o acidente em que estava envolvido dias atrás. – Andrey disse ao ser do submundo presente no ambiente, cruzando os braços e passando uma imagem que poderia ser confundida com falta de interesse. – Comece a falar. – instruiu por fim.
@vampirexprince
Petya foi informado da chegada dos Shadowhunters a quem daria o depoimento sobre o acontecido. Por isso se dirigiu a uma das salas que Guilhermo já tinha dado permissão para usar, e os outros estavam impedidos pela palavra do líder a se aproximar do local. Duvidava que alguém ousa-se desobedecer Guilhermo. - Primeiro sentem-se e me desculpem por não ter nada para oferece-los. - ele apontou os sofás dispostos tomando assento a uma poltrona, e esperando que ambos os shadowhunters fizessem o mesmo. - Eu estava indo fazer uma visita, sempre a faço quase todos os meses aos descendentes de minha família quando percebia que alguém me seguia.- ele fez uma pausa medindo as próximas palavras que usaria, era um terreno perigoso onde iria pisar.
Acusar um shadowhunter sem saber um nome era algo bastante complicado e até mesmo ele sabia disso. - Não era qualquer pessoa no entanto, e nem um mundano, era um shadowhunter e estava preparado para me capturar.- ele ainda não entendia o motivo mas sabia que tinha haver com o fato de estar protegendo aquele lugar. - Eu vi as marcas nas mãos e nos braços mas ele usava um capuz sobre o rosto.- disse por fim, talvez conseguisse identificar pela voz ou pelo cheiro, era tudo o que tinha até então.
🗡️ - Meu lugar é aonde eu quiser e eu não lembro de ter perguntado a sua opinião sobre isso. - Falou séria, enquanto caminhava ao lado do homem, não se importava mais com o quanto ele a subestimava, nem por isso deixaria de responder e esfregar na cara dele o quão boa era. - Penso bem pouco mesmo, já que na maior parte do tempo age como um troglodita sem cérebro, além de machista claro. - Deu de ombros, passando uma mão pelos cabelos. - Por isso nunca acha uma namorada, nenhuma garota iria te suportar, não importa o quão bonito seja. - A loira falou enquanto caminhava ao lado dele. - Não fale comigo como se eu fosse a estúpida entre nós, é você que acha que mulheres se resumem a uma buceta para foder e uma empregada que pessoas como você fingem chamar de esposa. - Falou apenas para o irritar, entrando junto dele. - Algo que eu não vou ser.
🗡️ - Tenho boas lembranças desse lugar. - A loira comentou apenas para irritar o seu irmão, então sorriu para Petya. - Olá Petya, bom ver que já está melhor. - Falou calma, o conhecia por conta das vezes em que dormira com Guilhermo, fosse as de anos atrás, ou a recente visita que fizera ao líder dos vampiros, sempre dizia que aquilo não aconteceria de novo, mas acabava por cair em tentação. - Você pode ignorar meu irmão se quiser, já que ele provavelmente vai ser um babaca durante todo o tempo. - Ela deu de ombros, como se não estivesse falando nada demais e se voltou para o vampiro. - Qual era a altura dele? Consegue se lembrar de qualquer detalhe? Petya tudo o que você lembrar pode ajudar a identificar esse shadowhunter, você acha que era um homem?