MALLYMKUN AS LADY TO GLORIAN DAY & BIRTHDAY OF PRINCESS ISOBEL
No title available
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
tumblr dot com
Game of Thrones Daily
🪼

bliss lane
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

gracie abrams
official daine visual archive

PR's Tumblrdome
Fai_Ryy

#extradirty
taylor price
Sade Olutola
sheepfilms
ojovivo

Discoholic 🪩

Jimmy Eat World

blake kathryn
hello vonnie
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Spain
seen from United States

seen from Malaysia
seen from United Kingdom
seen from United States
seen from Colombia

seen from United Kingdom
seen from Canada
seen from United States

seen from United States
seen from Vietnam

seen from Brazil
seen from France

seen from Türkiye

seen from United Kingdom

seen from Italy

seen from Uruguay
@immallymkun-blog
MALLYMKUN AS LADY TO GLORIAN DAY & BIRTHDAY OF PRINCESS ISOBEL
♞ – Black Knight — Are you creative? In what ways?
Ah, sim. Em vários jeitos, eu acho, principalmente no meu trabalho. As vezes, a morte se torna tão entediante.
Send me a chess piece
♔ – White King — What is the biggest sacrifice you’ve made? ♚ – Black King — What goals do you have for yourself? ♕ – White Queen — What makes you feel powerful? ♛ – Black Queen — Do you have any hidden talents? ♖ – White Rook — Do you prefer having a routine or being spontaneous? ♜ – Black Rook — Who in your life do you trust the most? ♗ – White Bishop — What positive traits do you have? ♝ – Black Bishop — Negative traits? ♘ – White Knight — How do you handle stress? ♞ – Black Knight — Are you creative? In what ways? ♙ – White Pawn — Where do you see yourself in five years? ♟ – Black Pawn — Have you ever been an underdog?
Talk about the time you were most content in life.
Quando eu tinha vinte anos era uma época boa. As responsabilidades que hoje carrego não existiam e eu podia ser uma ratinha qualquer nesse grande país das maravilhas.
Talk about the best dream you’ve ever had.
Era noite. Uma noite comum depois de um dia de trabalho. Ops. My bad. Não era uma noite qualquer, não mesmo! Era a mais bela de todas. Não haviam palavras suficientes para descrever como o brilho prateado do céu encantavam Mally, que escondia-se pequenininha entre as dobras do vestido no colo de sua mentora e... mãe. Por que não? A mulher acariciava o corpo diminuto com afeto. Desde a cabeça, passando pelo pescoço e o dorso das costas até a pontinha de seu rabo, onde apertava de leve para garantir que a mais nova mantivesse seus olhos abertos. Algo grande ia acontecer, ambas sentiam isso. Mas não importava, não mesmo! O momento de paz era único, especial. Nenhuma se desfaria dele, pelo menos, não até serem obrigadas a tal.
Talk about your guilty pleasures.
Sabe açúcar? Então, eu não deveria comer tanto... mas é tão irresistível!
Querida você é overpower ou o que?
OOC.
Eu disse que ela não tem medos nem inseguranças, pois é assim que ela pensa. Mally se acha inabalável, acha que esses sentimentos não são dignos dela. Ela não fala sobre por puro orgulho, mas isso não significa de jeito nenhum que ela não sinta medo em certas ocasiões ou que em outras situações não sinta que vai falhar. Responder sobre seria ignorar tudo que minha char é. Mas se quiser mandar um m!a falando para ela responder com suas verdadeiras emoções, ela responderá sobre seus medos, inseguranças e etc.
Me desculpem se soou overpower, não foi minha intenção. Até porque Mally passa longe de ser indestrutível; apenas não sente como todo mundo e é mais fechada do que a maioria.
Aproveitando o espaço, mandem ask pro Lyvon também, ele merece amor.
Talk about your biggest insecurity.
Eu confio plenamente em mim mesma; fui bem treinada para superar quaisquer adversidades.
Sentence meme (Torture my character version)
Continuar lendo
Talk about your worst fear.
Eu não tenho medos, tolinhx.
Cheshire já tentou te comer?
Quem Chessie não tentou comer? Não, elx não me quer #boladona
Três coisas que quer fazer antes de morrer.
Lembrar do meu passado.
Confiar em alguém realmente confiável.
Não morrer.
whathever, tiny mouse. * @mary&mally * small
– Mallyyyy! – Marzia abriu um sorriso largo e logo que deixou os trapos do próximo chapéu no chão ao seu lado, ela se levantou e abraçou a pequena rabugenta sem o consentimento da mesma. Apertou o narizinho pequeno e se sentou de volta na árvore, mordendo o lábio inferior. – Dia difícil? Por que… Essa carinha tão triste? – Deu uma risada deixando os cabelos de lado, tentando ainda costurar alguma coisa boa. – Hey, acha que é verdade sobre os filhos… Ou netos ou não-sei-mais-o-que de Alice?! – Ela se virou com um sorriso largo no rosto, pensando na ideia que seria muito divertida. Pensava que conhecer a própria Alice seria muito divertido, imagina o seu legado! Mary sentia-se feliz por isso, apesar da nojenta da Rainha Vermelha querer fazer mal para aquelas crianças e obviamente que a Rainha Branca não iria deixar. – Acha mesmo que eles estão por aqui?
Dessa vez, o som meio agudo da voz de Marzia estava tão perto do ouvido da loira que ela julgou ter ficado meio surda. Não entendia quais motivos levavam a chapeleira a estar sempre tão alegre. Perguntava-se inúmeras vezes se as bochechas dela não doíam de tanto sorrir. Contudo, não reclamava de ter que olhar para os dentes branquinhos da outra. Sem dúvida, eram quadradinhos, branquinhos bonitos. Colocou a torta que trazia numa parte plana de uma árvore e exclamou: -- Olá, Mary! -- Tentou esticar a ultima letra da mesma forma alegre que Marzia havia feito, mas não conseguiu.
Sorrisos não vinham-lhe fáceis, mas o abraço que recebeu, mesmo que estranho, fez os cantos dos lábios da loira se curvarem um pouquinho. Logo voltou a sua expressão habitual, mas tentou suavizá-la com a seguinte frase da garota de cabelos coloridos. -- Não estou triste! É a única carinha que eu tenho. Se quiser, pode bordar uma nova para mim. -- Reclamou enquanto franzia cenho, olhando para as mãos de Marzia. Imaginou como o chapéu ficaria pronto, a menina tinha mãos habilidosas, ou quase isso.
Ah, os Liddell, pensou. Fazia dias desde que espalharam boatos da chegada dos descendentes de Alice e Mally bem sabia a probabilidade de estarem corretos. Quer dizer, ninguém divulgaria uma notícia tão falsa; haviam perigos demais em mencionar a garota que uma vez viera para o mundo subterrâneo e bagunçara tudo. A loira mordeu os lábios por alguns segundos antes de finalmente responder. -- Na verdade, acho que essas fofocas tem sim um quê de verdade. -- Liddell era um assunto que a metamorfa não gostaria de conversar naquele momento, então pegou sua torta de morangos e foi até Marzia. -- Eu trouxe para você uma torta. Não foi nada fácil capturar esses morangos. Tive que lutar com um bichinho muito feroz. Então não aceito nada além de elogios. -- Falou em tom de aviso, mesmo que tivesse mentido sobre lutar com qualquer ser.
You always like that? ❖ Mallymkun & James
Azul. Verde. Vermelho. Um punhado de cores vibrantes e extravagantes. As vezes, Mally se surpreendia com o mal gosto alheio. As vezes, achava-se a esquisita. Não tinha certeza qual das duas opiniões estava certa. Talvez a segunda. Afinal, era não era nenhum exemplo de normalidade. Ela tinha um único objetivo: passar despercebida, misturar-se com as paredes, e este propósito não seria atingido se estivesse mais brilhante que o sol, mais vistosa que a própria rainha, Elizabeth. Livrou-se dos pensamentos pessoais enquanto seguia Crios, um lorde influente da Corte Vermelha; não era hora de divagar sobre quem era ou deixava de ser, mas de estudar cada passo do homem alto e musculoso que perseguia.
O senhor Hummels tinha uma vida relativamente agitada. Uma agenda cheia o bastante para não dar atenção à esposa, mas com intervalos longos o suficiente para manter uma amante, pelo menos era o que a sua senhora suspeitava. Homens, a ratinha pensou com desgosto. Imaginava que nenhum era digno de total confiança; sempre tão guiados por seus instintos animalescos de reprodução! Mallymkun saiu de seu esconderijo, uma caixa vazia com cheiro de morangos, e esticou as patas. Agora não tinha motivos para continuar em sua forma animal, então assumiu seu corpo humano: uma garota que aparentava, no máximo, vinte anos, vestida com um simples vestido vermelho escuro.
Observou o homem afastar-se do jardim com um buquê de flores roxas nas mãos e animou-se. Tinha o dever de livrar-se da complicação que o homem criava com seu próximo alvo. Seguiu Crios com os olhos, ele tomava um caminho estreito e deserto. Que fácil, debochou da pouca dificuldade que teria em mandar o homem para o cemitério. Mally estava focada em Hummels, mas não pode deixar de notar a aproximação de outro ser. Não importava quem era, se fosse tentar impedi-la de fazer seu trabalho, acabaria fazendo companhia para Crios.
Não foi um insulto tão explícito assim, você faz uma tsunami numa tamba de bule. Eu sou uma dama muito melhor que você.
Outch, lá vem a tentativa de atingir meu ego masculino. É uma pena que você esteja equivocada, mas é compreensível, já que nunca me viu em um vestido.
Você ainda tem isso? Então acho que devo me esforçar mais um pouco. Eu nunca estou equivocada, quem disse que eu nunca o vi de vestido? Sei que nas horas vagas você atende por Cleusa, a deusa.
Demora tanto tempo para abrir a boca e quando o faz me insulta? Você é pior do que eu.
Não foi um insulto tão explícito assim, você faz uma tsunami numa tamba de bule. Eu sou uma dama muito melhor que você.
Ei, ei. Não me olhe assim, qualquer um chegaria à mesma conclusão.
A surpresa foi você ter demorado tanto.