A ideia de que pode se sentir segura é infantil e covarde. Ela te impede de ter experiências, mesmo as boas.
O Mínimo Para Viver
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@jannricardo5
A ideia de que pode se sentir segura é infantil e covarde. Ela te impede de ter experiências, mesmo as boas.
O Mínimo Para Viver
Unforgivin (Once Up a Time)
Porque quando traimos as pessoa que amamos… Quando mostramos a elas a nossas piores partes… o que fizemos no passado muda tudo. Não tem mais volta. Nos cortamos os laços que demoramos tanto pra criar. E quanto mais fortes esses laços eram… Fica mais difícil reatá-los… se é que eles podem ser reparados.
Já é a terceira noite que eu sonho com um homem pelado e eu tive que procurar uma resposta pra isso. Eu pensei que era apenas uns desejos ocultos e safadezas da minha cabeça, mas agora tudo faz sentido. Crush pelado, receber presente. Tudo faz sentindo agora, o crush vai vir pelado me dar um presente que começa com a letra do meu nome e é amor, espero que faça sentido tudo isso.
Pra tirar foto eu...
Pra tirar foto eu… Deixo o cabelo crescer.
Pra tirar foto eu… Faço um penteado exótico.
Pra tirar foto eu… Ponto o cabelo.
Pra tirar foto eu… Passo batom.
Pra tirar foto eu… Risco o rosto.
Pra tirar foto eu… Faço caras e bocas.
Pra tirar foto eu… Tiro a roupa.
Pra tirar foto eu… Fico santo.
Pra tirar foto eu… Enlouqueço.
Pra tirar foto eu… Faço tudo.
Pra tirar foto eu… Tiro foto.
E comprei a maquina fotográfica pra fazer vídeos por no primeiro meu tumblr.
Prazer, Drico Fünf.
Claramente eu quanto toca minha música.
Run Away With Me
Desculpa se você não viu o 666 na minha testa antes, por isso te mostro agora. Pra não deixar dúvidas.
Não sou “sertanista” não acredito na existência do diabo ou qualquer ser maligno. Eu acredito nas pessoas e nas suas boas e mas intenções.
A pessoa faz coisas erradas e não tem a menor coragem de assumir que errou. O medo de assumir o erro o fez criar o “satanás” para por a culpa dizendo:
Fui possuido pelo capiroto.Isso é levante do diabo na minha vida.Satanás querendo me derrubar.Etc, etc…
Seria mais fácil dizer “eu errei e assumo a culpa”
Eu acredito que exista, vários deuses e deusas. Mais minha fé não é para o mais popular de todos o pai de Jesus. Minha fé e adoração é para a deusa Wicca.
Não sou ateu, pois acredito em uma divindade, mas não acredito no deus que minha família adora, o pai de Jesus. Fui criticado por isso, até me senti excluído e detesto quando minha família vem tebtar me “converter para eu me tornar um crente”
Eu cresci ouvindo “tudo é permissão de deus” e depois que o marido da minha mãe me abusou sexualmente eu pergunto “Foi porque deus quis? Ele permitiu eu ser abusado sexualmente?” Não posso adorar um deus que permite eu passar por isso.
Eu nunca tive tanta fé nesse deus e a pouca fé que eu tinha acabou quanfo eu comecei a debater isso com o “fã clube de deus” os crentes/evangélicos. O fim da picada foi quando falei a minha mãe o que o marido dela fazia comigo, ela só olhou pra min e disse “vou orar pra deus tirar esse rancor do seu coração.” Ela orou e nada aconteceu, ela não fez nada.
Se deus permitiu isso na minha vida pra que? Até hoje não vejo um motivo.
Na verdade tem um, todas as vezes eu choro lembrando do que deus permitiu acontecer comigo, eu acordo chorando tendo pesadelos com isso. Acho que o plano de deus era atormentar as minhas noites por toda a minha vida.
Seria facilmente um ateu se só existice um unico deus como esse pai de Jesus.
Nunca gostei de dizer adeus, nem um até logo. Despedidas nunca foi facil pra min. Parece que um simple até logo, vai se tornar um até nunca mais. Quando criança, nas ferias, muitos primos viajavam pra casa da nossa avó, que rra onde eu morava. E ficavam quase todo o mês, ate o fim das férias. Eu sempre me apegava tanto a todos eles e quando as ferias acabava, eu tinha que dizer adeus. Todos voltavam pra casa de seus pais e eu continuava ali, sozinho com minhas tias e avó. Acho que isso me deixou um trauma de dizer adeus.
Lembro que quando eu estava no Ipiranga, e tibe que ir embora. Eu comecei a chorar bastabte quandp tive que me despedir da Lorena, nos brigamos muito quando criança, mas na hora de se despedir eu chorei pra caramba e chorei mais ainda quando eu a vi atravessando o rio. Quando minha mãe depois de ter me abandona com minha avó voltou pra me buscar e me obrigou a ter ido embora com ela. Eu chorei na hora de dizer adeus pra minha tia Joelma. A primeira mulher que eu aceitei como minha mãe. Só de lembrar disso eu choro, ela entrando no ônibus querendo me tirar a força dos braços da minha… mãe biológica. Apenas.
Dizer adeus nunca foi fácil, mesmo eu sabendo que verei a pessoa no outro dia.
A pessoa que eu mais amei em todo essa minha vida. Um amor de amigo e irmãos, ela era como minha irmã mais velha. Eu nunca a esqueci e nem quero esquecer, tenho tantas lembranças e já estou escrevendo e reescrevendo para que eu nunca a esqueça. Ela foi e ainda é uma inspiração para min.
Tenho um gatilho de memória. Sempre que chove eu me lembro dela, ela me chamava sempre pra tomar banho de chuva e eu ia mesmo minha avó as vezes não deixando. Aquela época foi tão especial, e sempre que chove eu me lembro, não so da chuva, mas de nós, correndo descalços na rua, rindo enquando as gotas d'água caiam cada vez mais.
A lembrança mais memorável que tenho dela e de quando dormimos na pousada de nosso avó. A mãe dela trabalhava no restaurante da pausada e ela, a Janna, me chamou para dormir com ela. A noite colocamos um colchão no chão e nos deitamos. Quando a tia Valdiza dormiu nos levantamos e atacamos a doceira. Pegamos algumas balinhas e voltamos a dormir como se nada tivesse acontecido.
Tenho tantas lembranças dela, que recordar essas me faz lembrar que mimja infância não foi completamente um desastre.
Todo o meu amor para ela. Janna Nayara
Um amor forte por batata frita. Batata em geral. Eu lembro de um dia em que meu tio levou um saco de batata pra cada da nossa avó. Ficamos o dia todo comendo batata. Até criamos os dias pra cada comida. Tinha o dia da batata, milho, tamarindo, carola, banana, goiaba e todas as outras gostosuras que era plantado no quintal da nossa avó.
Estava eu escrevendo e minha caneta comecou a falhar, imediatamente minha memória ativou e eu ouvi minha tia dizendo: “Se a caneta estiver falhando, joga fora. Ela vai só te atrasar e deixar sua letra mais feia.”
Minha memória seletiva me levou ao passado, lembro a primeira vez que eu ouvi minha tia dizer isso. Eu estava estudando na casa da minha avó, não tão forte e velha mesa de concreto. Minha tia, Joelma. Me ajudava a fazer a tarefa da escola. Do que mais me recordo é dela reclamando pra eu parar de olhar pra tv e prestar atenção na tarefa. Com uma das mãos sempre segurar a folha e pra ficar firme pra eu poder escrever com a outra. Não imitar a música do “vídeo show” quando o programa estiver começando. Lembro de todas as ameaças de desligar a tv se eu não prestar atenção na tarefa.
O gatilho de memória, não menos impirtante. A caneta falhando. Minha caligrafia é tão “linda” hoje gracas a esse precioso conselho da centeta e do caderno de calografia que eu tinha que fazer.
Tenho medo de muitas coisas, medo do escuro, aranha, medo de noites com chuva e faltar energia etc. Mas acho que o que mais me assusta é o esquecimento… se alguém me esquecer vou achar ruim, mas posso até reverter. Meu medo é esquecer tudo que eu vivi, perder todas as minhas lembranças, os sorisos que eu fiz as lagrimas que eu enxuguei. Eu vivo de lembranças, me apego a cada uma e quero estar assim até eu morrer, recordar é viver. É até complicado esse meu medo, como vou saber se eu esqueci algum momento se eu não posso mais lembrar?
As vezes é preciso um simples sinal pra fazer a gente assumir a verdade.
Tem feridas que parecem incuráveis, algumas levez, outras que vão nos corroenndo com o passar dos dias. Cicatrizes que ainda doe se tocadas. Minha maior ferida é com minha mãe. Sinto que fui abandonado, mas sempre tento ver o lado bom por mais difícil que seja. Ganhei novas mães. Tem as feridas com meu irmão, que são leves. Cicatriza rápido e são perdoadas, nos faz brigar menos e nos faz amar mais um ao outro, mesmo distante.
Essa foto nem era um aviso de feridas antigas e sim da mais recente, a que esta doendo e eu finjo não sentir a dor. Amar e não ser correspondido. Que seja recíproco é o que eu mais desejo pra min e para (quase) todos. Me sinto como se eu voltasse aos meus quinze anos e estou me apaixonando pela primeira vez. Nos conhecemos, conversamos, falamos sobre muitos assuntos, me apaixono, crio espectativas, digo o que sinto e tenho uma morte horrível quando ele disse: apenas amigos. Ninguém merece morer na friendzone.
Não faço questão de ser amiga de todo mundo, não faço questão de agradar todo mundo, não faço questão de ser legal e nem parecer o que querem que eu seja. Faço questão de ser quem eu sou, de ser o que eu quero ser e aprendi a ser, sem meio termo, sem meias palavras, sem invenções!…
04 Jan 17 Hoje sonhei que eu estava viajando para o Ipiranga, indo visitar minha tia. Eu estava na estrada no CrossFox vermelho da minha outra tia. Na viajem eu consegui ver as montanhas e árvores, consegui até ver a poeira subindo e ficando pra trás. Em questão de segundos ja já estava em frente a casa da minha tia que mora no Ipiranga. Saindo do carro e subindo a calçada, a mesma que antes era tão alta na minha infância. Ou era eu que era uma criança tão baixa? Dentro da casa ao fim do corredor ela estava lá, sentada em uma cadeira branca de cabeça baixa olhando pro celular. Eu apressei os passos e disse: - Lorena? Ela não respondeu. Eu me aproximei e falei novamente com ela. Ela levantou a cabeça e olhou pra min. Vi uma lágrima escorrendo nos olhos dela. E os meus ficaram vermelho. Ele levantou da cadeira e me abraçou. - Rodrigo, tu tá chorando? - Mas tu tava chorando primeiro. Eu falei e comecei a rir. No abraço, eu a ouvi sorrindo também. Então acordei com o meu telefone tocando… ***
Escrever minhas memórias me trouxe mais essa, só que em forma de um sonho. Não deixa de ser uma memória real, mas todo o sentimento que tive no sonho é verdadeiro.
Não comemoro só a volto do sol no meu aniversário.