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angellehana:
* ◟ muitos invejam o que conseguimos com o projeto e, apesar de tudo, não acho que seja algo tão ruim como diz. de qualquer forma, sou hana angelle, prazer em conhecê-la. — era honesta em suas opiniões quanto ao projeto, apesar de que, em seu íntimo, sentia-se bastante solitária em meio a tudo aquilo. atrelado também ao fato de sentir uma imensa falta da mãe adotiva. — agora é muito cedo para dizer, mas eu confio no pareamento. e você? já conheceu o seu par?
"Prazer, Hana. Min Jiyoon, da família de mercadores Min, acho que isso já é o suficiente pra entender o porquê eu não queria estar aqui.", se apresentou em meio a suspiros sofridos, nada fazia entrar em sua cabeça toda aquela dinâmica que estava acontecendo. Forçar milhares de pessoas a heteronormatividade de se casarem com desconhecidos e terem filhos independente de desejarem a maternidade/paternidade ou não. "Não conheci e algo me diz que eu vou odiar o infeliz que me arrumaram como noivo."
strongeris:
eris ouviu as reclamações da garota e não pode deixar de balançar a cabeça concordando. claro que seu caso era um pouco mais complicado e que ela tinha literalmente passado por um ataque de ansiedade há poucas horas, mas também tinha pena das outras pessoas que estavam tão desgostosas quanto ela. ❛ se você tiver a sorte de engravidar logo, não vai precisar tentar muito ❜ fez a observação, mas o pensamento lhe causou um arrepio. ela tampouco queria ter de fazer aquilo. ❛ oh, você não cogitaria o fuzil se já tivesse sido baleada. spoiler: é uma porcaria ❜ pensou na sua cicatriz no ombro e fez uma careta lembrando da ocasião que a ganhara. ❛ mas, hm, infeliz não é a palavra. meu par é uma boa pessoa, não tem nada de errado com ele…. só não é a escolha que eu faria. ❜ eris se pegou sendo mais aberta do que pretendia e soltou o ar lentamente. passou a observar melhor a garota, não lembrava de sua fisionomia. ❛ não creio que nos conhecemos, eu sou eris. ❜
"Se eu não gostar do meu noivo, nem se quer vou beijá-lo, quem dirá ir pra cama pra engravidar de um filho indesejado, fruto de um casamento forçado.", foi sincera com a outra, conversando com uma mulher poderia desabafar, era mais fácil que ela o compreendesse do que qualquer homem ali, que no final das contas teriam que fazer um esforço mínimo para serem considerados "os heróis da geração". "Você sobreviveu a um tiro e ainda assim está aqui?", perguntou incrédula, "Pensei que militares estavam livres dessa maluquice, afinal, vocês já se alistaram e aparentemente a única vantagem desses casamentos é fugir do exército. Sou Min Jiyoon."
livwest:
— olha… — começou com um suspiro, o olhar desviando da garota em sua frente em uma expressão pensativa. — qualquer coisa é melhor do que morrer ou ficar preso pra sempre, não acha? quer dizer, houve uma seleção rigorosa… a gente não deve ter sido pareado com alguém tão ruim assim. — apesar das palavras, olivia entendia a dor dela; não era sua opção de futuro também, mas tinha que ser, já que não tinha a menor intenção de passar pelo serviço militar. — eu ainda não conheci o meu, mas espero que ele pelo menos valha a pena o esforço de ter que tentar fazer uma criança, sabe?
"Ficar aqui pra mim é morrer. É perder minha liberdade de escolha, o destino que sonhei e planejei pra mim, é uma cadeia sem barras de ferro. E não acredito na qualidade da seleção, no final eles só devem ter colocado um machão fértil com uma mulher aleatória que está com o útero vazio." a cada nova vez que pensava sobre os pareamentos, seu sangue esquentava, se perguntava como tanta gente poderia estar concordando com aquela série de absurdos desumanos, todos em Mitras estavam contentes em serem casados com pessoas aleatórias??? "Querem nos obrigar a procriar, não precisam se preocupar com mais nada além disso e de sumirem com qualquer método anticoncepcional que exista."
leopzld:
“a parte de transar não soa tão ruim assim.” teve de adicionar em seu tom insolente, dando de ombros como se fosse um simples comentário antes de continuar. “é óbvio que todo o resto soa péssimo e acho que nem transar recompensa, ainda mais com uma só pessoa, o próprio pesadelo. não conheci propriamente meu par ainda, mas eu poderia estar em piores condições, e você?”
"Você é homem, é fácil pra você, é só colocar seu órgão sexual dentro e dane-se o resto, quem vai carregar o bebê, ter dores e dificuldades por isso, responsabilidade pro resto da vida é a mulher.", soou indignada observando o rapaz enquanto tinha estampado em seu corpo uma feição de desgosto. "Não conheci meu par ainda, espero que não seja nenhum tipo de ninfomaníaco brutamonte, não quero ter nada com ele até o prazo acabar e eu ser mandada pra cadeia."
captainmantle:
Chauncey não pensou que aqueles que se mostrassem contrários ao projeto falassem tão abertamente a respeito. Ele, que era uma dessas pessoas, não ousaria, por mais incômoda que fosse a situação — qualquer afronta à Coroa dificilmente sairia de seus lábios. ‘ Não precisa ser desagradável falando a verdade. Não estamos mais sendo submetidos a um polígrafo ’ por mais que custasse admitir, colocar as opções na mesa daquela maneira soava engraçado. Porém, ele não riu. Ao ter a pergunta voltada para si, no entanto, franziu o nariz. ‘ Gosto muito de fuzis, desde que não estejam voltados para mim. Quanto ao meu par… Suponho que tenham escolhido o melhor. Não é justamente esse o objetivo do projeto? ’
"O objetivo é você engravidar uma mulher bonita, não tem o mesmo peso pra você do que tem pra todas as mulheres colocadas aqui. Já parou pra pensar que sua noiva não queria estar aqui? Ou que não deseja ser mãe? Que ela está perdendo a liberdade e diversas oportunidades porque ou casa com você e gera um bebê ou pode até mesmo ser morta? Vocês homens conseguem pensar em algo além do pintinho de vocês?"
ladysasha:
Haviam guardas em Mitras então Sasha vinha evitando falar com sinceridade sobre o Projeto. Parecia uma das poucas pessoas contentes em participar daquele programa, mas como poderia ser diferente? Havia muito em jogo para si. — Ainda não conheci minha noiva, mas espero gostar? Quer dizer… estou com uma ansiedade tremenda para encontrá-la.’ contou, assentindo. ’ —— E você? Não gostou?’
"Não conheci meu noivo ainda, quando conhecer pretendo rejeitá-lo. Não quero casar com um desconhecido e muito menos ter filhos com ele, minha única ansiedade aqui é quando vão acabar com essa palhaçada, falar que foi uma brincadeira de muito mau gosto e eu finalmente vou voltar pra minha casa."
aylaleonhart:
“– Creio que não são as primeiras alternativas quando idealizamos um futuro.” Assentiu Ayla, com um sorriso tímido, evitando encarar a outra enquanto se mexia inquieta na cadeira. Transar até engravidar, as palavras alheias faziam o rosto queimar em um tom rubro. Não era um assunto que se sentia confortável, ainda mais com uma desconhecida. “– Eu… diria que estou aliviada com o par que me escolheram. Pelo menos é alguém que conheço há muito tempo. Mas, e quanto a você? Você soa como se preferisse encarar um fuzil.”
"Não o conheço ainda, mas sim, prefiro encarar um fúzil. Não quero me casar com um desconhecido e muito menos ter filhos com ele, pra mim tudo isso é um surto coletivo e daqui a pouco acordo na minha cama do sonho mais esquisito da minha vida e tudo volta ao normal: eu em casa com minha família, cuidando dos negócios da família, ensinando matemática pras minhas irmãs, como faço há anos.", achava toda aquela ideia de matrimônios obrigatórios e procriação forçada algo absurdo, sinistro, doentio e estar ali, a mercê de um futuro marido que não conhecia e guardas armados prontos pra prendê-la não tornava a situação minimamente melhor. "Independente de quem escolheram pra mim, estou pronta para chutar as bolas dele e sair correndo."
aileendxb:
— concordava 100% com o projeto? bem, provavelmente ninguém ali concordava, aileen também não, mas também não achava ser aquilo o fim do mundo, pelo contrario, entre morrer ou passar o resto da vida presa. se casar não parecia assim tão ruim para a morena. “hum, acho que vou precisar de mais alguns dias para responder essa pergunta, eu ainda não o conheci.” gargalhou com a fala da jovem, com certeza não era uma apoiadora do projeto. “e quanto ao seu? é tão ruim assim?
"Também não conheci meu futuro marido ainda, sinceramente nem quero." a feição da coreana deixava óbvio seu descontentamento e apreensão, aos 26 anos e criada em meio aos negócios da família, aquela realmente não era a etapa da vida que ela se imaginava vivendo. "Eu só queria sair daqui, continuar na minha casa com minha família, ter minha independência e me alistar com 39 anos." suspirou cabisbaixa, "Pelo menos essa experiência não precisa ser ruim pra todas nós, espero que tenha sorte com seu noivo."
Prisão pérpetua, morte ou me casar com um desconhecido e ser obrigada a transar até engravidar?! Definitivamente não eram essas as opções que eu esperava ter na hora de decidir meu futuro, mas aqui estamos. - suspirou, reviando os olhos. - Está feliz com o seu par ou prefere ser beijado(a) por um fúzil?
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