VERY WISE WORDS FROM VERY WISE MEN!!
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@joonjji
VERY WISE WORDS FROM VERY WISE MEN!!
carrkaiâ:
lembra de trĂȘs momentos em que seu coração bateu como louco: segundos antes do acidente que a fez amputar o braços, na primeira vez que deitou com alguĂ©m e quando seu nome saiu na lista do projeto de matrimĂŽnio. achou que seu coração faria o mesmo quando o encontrasse, mas esqueceu que apesar da emoção Ă flor da pele naqueles trĂȘs episĂłdios, ali Ă© diferente.Â
porque ali ela simplesmente não sabe o que esperar; não consegue nem mesmo imaginar, e mais importante: não sabe o momento em que ele vai chegar. então, quando ele faz, é mais como um susto. a sensação é quase como a de quem é pego de surpresa, preste a fazer algo que não devia. seu coração não acelerou, mas, por instantes, acha que parou. jura que o tempo tropeça no embalo e demora para se recuperar, que nem as batidas no peito.
aquilo Ă© real. tem um cara no seu apartamento que, atĂ© onde sabe, pode ter sido escolhido por um computador mais moderno que o usado por seu irmĂŁo e que ela mal sabia ligar.Â
â joonji. â e o resto Ă© ainda mais surpresa.Â
talvez joonji seja o Ășnico com tamanha euforia ( ou algo do tipo ) para tudo aquilo. kai ainda nĂŁo havia encontrado ou reparado alguĂ©m com a mesma energia sendo o pareamento o tĂłpico principal. Ă© sem consciĂȘncia que termina rindo, discreto e quieta.Â
â bom. obrigada. â nĂŁo Ă© todo dia que recebe elogios, definitivamente. â e eu nĂŁo âtĂŽ triste. nĂŁo Ă© tristeza. â serĂĄ que ele entende? â eu sou kai carr. e vocĂȘ nĂŁo Ă© nem de longe o que eu esperava.â ela apoia o travesseiro sobre o colo apĂłs cruzar as pernas em pose de lĂłtus. â mas nĂŁo leve isso como algo ruim! na verdade, Ă© bom. â os olhos cerram. serĂĄ que isso ele entende? kai pausa. respira. Ă© que agora sim seu coração corre uma maratona. â joonji⊠prazer em conhecer. vocĂȘ- eu preparei duas coisas para, hum, esse momento. mas antes⊠vocĂȘ prefere chĂĄ ou cafĂ©? ou nenhum? âÂ
Queria quebrar o gelo e passar conforto para a noiva, era a primeira noite deles aqui, nĂŁo precisava acontecer nada, mas o rapaz queria ao menos conversar, conhecer um pouco sobre a jovem, saber se suas expectativas quanto a tudo aquilo eram as mesmas que a dele, jĂĄ que isso definiria como iria se portar e tentar se aproximar nos meses que os aguardavam no novo lar. "Kai Ă© um nome tĂŁo bonito quanto a dona dele.", disse sincero, com um sorriso fraco na rosto. "Ă, eu nĂŁo sou o rapaz mais bonito do reino, mas te garanto que cozinho muito bem e que sou extremamente organizado.", tudo ali era novo pra ambos, entĂŁo, nĂŁo havia problema ele ser diferente do que ela imaginava, confiava no teste e que se haviam sido pareados Ă© porque algo em comum teriam. Ela se encaixava em absolutamente tudo o que ele havia pedido: era mais nova, menor que ele na altura, parecia ser inteligente e gentil, sem contar que era lindissima, Joonji era um homem de sorte, sabia disso.
"Aceito chĂĄ, sei que Ă© nosso primeiro dia aqui e eu posso estar me preciptando, mas quero ser sincero com vocĂȘ pra facilitar nossa convivĂȘncia, entĂŁo me desculpe se eu falar muito ou parecer um bobo.", suas mĂŁos estavam sobre os prĂłprios joelhos, ele agora olhava para o piso da casa, havia gostado dali, era mais confortĂĄvel do que a casa onde cresceu, mais bonita tambĂ©m. "Eu sou ĂłrfĂŁo, meus pais se foram quando eu era adolescente, entĂŁo eu completei 20 anos e entrei pro exĂ©rcito, nunca tive um posto alto lĂĄ e adquiri diversas cicatrizes nos 5 anos e meio servindo. Sou um plebeu e nĂŁo tenho como te oferecer uma vida de luxos, trabalho sendo uma simples vendedor de calçados, mas se vocĂȘ quiser dar esse passo comigo, casar e ter uma famĂlia, vou trabalhar todos os dias pra nĂŁo faltar nada pra vocĂȘs."
"Eu acredito no amor, entĂŁo, sei que vocĂȘ nĂŁo me ama porque estamos conversando hĂĄ 5 minutos e estou disposto a esperar seu tempo pra tudo, pra abraçar, pra beijar, pra ter contato fĂsico alĂ©m disso, pra criarmos intimidade e uma relação de verdade. E caso vocĂȘ nĂŁo queira, podemos fingir, ter uma companhia pra conversar jĂĄ Ă© o suficiente pra mim, estou sozinho hĂĄ muitos anos e saber que mesmo com meus defeitos eu conseguir ser pareado Ă© uma alegria enorme.", abriu seu coração, contando para a noiva toda sua histĂłria, tentando nĂŁo demonstrar tristeza com as diversas lembranças que aquilo lhe provocara. "Eu gosto de mĂșsica, realmente sei cozinhar bem e como vivo sozinho desde que meus pais faleceram sou bem organizado, vocĂȘ nĂŁo vai precisar se preocupar com tarefas domĂ©sticas, porque elas sĂŁo um passatempo pra mim e farei todas. Eu nunca namorei ninguĂ©m antes de vir pra cĂĄ, sĂł beijei algumas pessoas na adolescĂȘncia, entĂŁo eu sou virgem, eu nĂŁo gosto muito da minha aparĂȘncia e vou ficar constrangido em mostrar meu corpo pra vocĂȘ. Sei que estou falando demais, mas sĂł quero que vocĂȘ tenha todas as informaçÔes possĂveis sobre mim, pra saber que nunca vou te machucar e que estou disposto a construir algo junto com vocĂȘ."
chĂŁo de vidro.
o nervosismo que causa rebuliço no estĂŽmago Ă© composto por muitas coisas â e uma delas tem tudo a ver com aquele apartamento. nĂŁo Ă© um tipo ruim de nervosismo, no entanto. kai imaginou aquilo mais que muita coisa na vida, sĂł que sem a parte em que se casa com quem nĂŁo conhece e ganha um prazo para engravidar. ah. essa parte, definitivamente, tambĂ©m tem tudo a ver com o nervosismo.Â
respira fundo. nĂŁo Ă© naquilo que quer pensar quando diante de um lugar seu, mesmo que temporĂĄrio. bom, Ă© seu por um tempo considerĂĄvel e, mais importante, de nada tem a ver com seus pais. estĂĄ livre, sente-se assim. anda pela sala e sabe que pode pensar em pendurar o que quiser pelo menos em uma das paredes; que pode ela mesma fazer seus horĂĄrios; que pode, nos momentos de folga, realmente curtir uma folga. Ă© adulta e serĂĄ olhada e tratada como uma ali. ao menos Ă© o mĂnimo que espera.Â
e espera.Â
sentada como as pernas sobre o sofĂĄ, kai abraça a almofada e tenta achar conforto ali. e enquanto se pega entre os mil pensamentos que causam arrepios subir a espinha, pede para que o tempo passe e encontre, enfim, aquele com quem teria que decidir se o quadro seria verde ou amarelo â ou qualquer outra cor.
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Demorou um pouco pra chegar atĂ© sua nova casa por conta das vĂĄrias emoçÔes que sentia e a forma como as mesmas acabaram o distraindo do caminho entre o distrito residencial e Mitras. Um novo passo atĂ© o apartamento 14 significava estar mais prĂłximo de seu destino, o qual Joonji havia abraçado alegremente e esperava poder fazer o mesmo com a noiva.Â
Entrou na acomodação todo bobo, era algo que nĂŁo conseguiu esconder em momento nenhum desde que recebera a carta da rainha informando-lhe sobre seu pareamento bem sucedido, havia notado tambĂ©m que era visto com estranheza pelos guardas que foram buscĂĄ-lo e pelas poucas pessoas com quem interagiu procurando direçÔes para se guiar e achar o que agora seria seu lar. Tinha sim algumas preocupaçÔes, serĂĄ que sua noiva iria gostar dele? Estaria a mulher feliz por ter um pareamento? SerĂĄ que a desconhecida sonhava em ser mĂŁe e construir uma grande famĂlia? Por essas perguntas, quando encontrou Kai, que parecia assustada e vulnerĂĄvel, temeu pelo pior.Â
"Hm, eu sou o Joonji. Fomos pareados e eu queria que vocĂȘ soubesse que estou extremamente feliz com isso, mas se vocĂȘ nĂŁo estiver, tudo bem, nĂŁo precisa ser minha noiva de verdade, podemos sĂł fingir que estamos juntos.", falou um tanto triste e assim, sentou-se do lado da mais nova. "VocĂȘ Ă© muito bonita, mas parece nĂŁo estar gostando daqui."
montgxmeryâ:
Talvez fosse a ansiedade pelo novo. Provavelmente era uma sensação que estaria tomando o peito de pelo menos metade dos participantes naquele momento. Fazer os testes era uma coisa mas conseguir ser escolhido no pareamento era um tanto diferente. Ele tinha conseguido passar por aquela fase, tinha um par, uma nova acomodação e se tudo desse certo, escaparia do serviço obrigatĂłrio. SĂł precisava conseguir um, pelo mĂnimo, acordo com seu par e conseguir ficar um tempo longe da irmĂŁ mais nova. A segunda parte provavelmente seria a mais complicada. NĂŁo trouxera muitas coisas, o que deixarĂĄ fĂĄcil o trabalho de organiza-las dentro da acomodação 001 e resolver sair para explorar um pouco o lugar. Era tudo novo. Com as mĂŁos nos bolsos da frente da calça, o rapaz virou-se ao ouvir a voz. âZachary Montgomery. Acredito que todos sejamos novos por aqui mas Ă© um prazer. Sempre Ă© preciso conhecer a vizinhança.â
"Eu ainda nĂŁo estou conhecendo a vizinhança, me considero mais um perdido mesmo. VocĂȘ por acaso saberia me dizer em que direção fica o apartamento nĂșmero 14? Ă o meu destino final e nĂŁo quero deixar minha noiva esperando!", nĂŁo prestou muita atenção no que os guardas haviam dito conforme o encaminhavam pra Mitras, lembrava apenas deles lhe pedindo para arrumar as coisas e acompanhĂĄ-los, a euforia que sentia apĂłs ler a carta da prĂłpria rainha lhe dizendo que ele tinha um par era maior do que tudo e Joon nem conseguia disfarçar isso, apesar de naquele momento nĂŁo saber pra onde ir andando nas ruas do lugar desconhecido. "VocĂȘ Ă© de alguma famĂlia importante? Seu sobrenome Ă© forte, me lembra algo, nĂŁo sei?!", comentou um tanto pensativo. "JĂĄ conheceu sua noiva?"
killcrkweenâ:
Ficar muitas horas num sĂł lugar fazia com que ela se sentisse presa, entĂŁo saiu da sua acomodação. Quando havia preenchido o formulĂĄrio nĂŁo contava que seria realmente pareada com alguĂ©m, tratou do Projeto como se estivesse fazendo uma aposta na loteria ou tentando adivinhar quantos dedos a pessoa escondia atrĂĄs do corpo. Mas, agora, tendo se mudado para Mitras e descarregado todas as suas roupas, ela nĂŁo conseguia disfarçar muito bem o estado de choque. Estado esse que a fazia andar para todos os lugares, em busca do que se ocupar, os dedos das mĂŁos se coçando, apertando, estalando e arranhando, sem uma ordem a seguir. O queixo dela levantou de sĂșbito ao escutar uma voz masculina, provavelmente direcionada a si. â Ah, oi. Me chamo Ava⊠Bunsong â O motivo pelo qual demorou para lembrar do prĂłprio sobrenome foi porque seu cĂ©rebro montou sete bebĂȘs a partir dos aspectos do semblante de Joonji, misto a outros aleatĂłrios, que pertenciam a sua noiva, desconhecida pela morena atĂ© entĂŁo. A consciĂȘncia de que deveria ser assustador para o outro ser encarado por tanto tempo finalmente a atingiu, e ela deu uns dois passos para trĂĄs, mexendo no cabelo. â O prazer é⊠Espera, nĂŁo Ă© vocĂȘ que trabalha numa loja de calçados? Acho que jĂĄ o vi quando fui comprar botas de inverno ou coisa assim, hĂĄ uns meses â A pĂ©ssima memĂłria sĂł viera depois dela se envergonhar; perfeito. â Somos todos novos por aqui, nĂŁo? â
"Sou eu sim! NĂŁo imaginei que alguĂ©m aqui me reconheceria, nĂŁo sou um herdeiro ou nada do tipo pra ser conhecido.", disse um tanto envergonhado, olhando pro chĂŁo, sentia-se lisonjeado pela jovem ter lembrado dele, ao mesmo tempo que se perguntava se isso era pela qualidade de seu serviço, teria vendido algum produto ruim para a outra e por isso estava marcado pra ela? "Acho que sim, fiquei anos no exĂ©rcito, voltei para minha casa hĂĄ poucos meses, entĂŁo soube poucos detalhes sobre tudo o que estĂĄ acontecendo: tenho uma noiva e querem que eu tenha filhos.", em resumo era o que o rapaz sabia, precisavam procriar para garantir a sobrevivĂȘncia e atĂ© mesmo existĂȘncia das futuras geraçÔes dentro das muralhas e que muitos achavam a ideia contraditĂłria e problemĂĄtica, para Joonji, aquilo era uma nova vida e uma chance de ser feliz. "JĂĄ conheceu seu pretendente, Ava?"
aylaleonhartâ:
ApĂłs conhecer o apartamento, Ayla caminhou pela ĂĄrea externa, chegando em uma praça na qual se acomodou em um dos bancos. Ela precisava de um tempo para processar o fato de conhecer o seu noivo e reencontrar um amigo que nĂŁo via hĂĄ anos, e os dois acabarem por ser a mesma pessoa. Por um lado, a situação de se casar em breve com alguĂ©m que nĂŁo tinha sentimentos amorosos era inconcebĂvel, por outro era um alĂvio que ao menos o seu marido fosse Maddox e nĂŁo qualquer desconhecido de Brittania. A Leonhart tentava obter um consenso com seus sentimentos conflituosos atĂ© que uma voz masculina soasse perto de si, trazendo-a de volta a realidade. Os olhos castanhos focaram-se no homem que se apresentava animadamente. ââ Hm, olå⊠Joonji, Ă© um prazer te conhecer tambĂ©m. Eu sou Ayla Leonhart.â Ofereceu a mĂŁo para cumprimentĂĄ-lo, exibindo um sorriso fraco. ââ Creio que vocĂȘ seja a pessoa mais alegre que encontrei hoje. EstĂĄ contente com o seu pareamento?â
"Extremamente feliz, ainda nĂŁo conheço minha noiva, mas eu tenho uma e Ă© o que importa.", nĂŁo conseguia esconder o quanto se sentia realizado por aquilo, sabia que o futuro matrimĂŽnio era algo obrigatĂłrio e que sua par poderia estar odiando a ideia, nĂŁo gostar dele e se recusar a continuar ali, todas as possibilidades negativas rodeavam sua mente enquanto nĂŁo encontrava o nĂșmero 14 no distrito, mas tambĂ©m pensava que aquilo era um novo começo, que poderia achar a mulher de sua vida e ser extremamente feliz ao lado dela, preferia entĂŁo focar apenas no positivo pra acalmar a si mesmo e aproveitar sua permanĂȘncia no local. "Ayla? Ă um nome bonito.", beijou a mĂŁo da senhorita gentilmente a cumprimentando. "JĂĄ conhece seu noivo? EstĂĄ feliz com ele?"
O rapaz estava radiante apĂłs sua chegada em Mitras, mesmo com os guardas nĂŁo muito amigĂĄveis e o fato de precisar novamente abandonar sua casa, aquilo significava um grande passo para Joonji e tambĂ©m uma nova realidade: teria uma noiva, logo esposa e uma famĂlia! ApĂłs sete anos sozinho, tentando preencher o vazio que sentia pela morte dos pais com trabalho e atĂ© mesmo arriscando a pĂłpria vida no exĂ©rcito, teria um recomeço num lugar seguro, confortĂĄvel e jĂĄ se imaginava com uma criança no colo ensinando o filho ou filha a chamĂĄ-lo de appa. Suspirou caminhando pelo distrito matrimonial em busca de sua acomodação, nĂșmero 14. --- Eu sou Kang Joonji, sou novo aqui, Ă© um prazer te conhecer!
taehyung | âonâ mv shooting sketch
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USE HEADPHONESÂ â
Matilda (1996) Dir. Danny DeVito
Due to personal reasons, I will be surviving.
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Lord Huron- The Night We Met
The Night We Met but youâre camping near a river as it plays in a separate tentÂ
Castle of Glass - Linkin Park
photo by neekaisweird