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@jxdyhopps
emily’s perfection in pictures (4/∞)
Judy Hopps - General moodboard
“Real life is messy. We all have limitations. We all make mistakes, but hey, glass half full, we all have a lot in common.”
shifty and untrustworthy
@jxdyhopps: Entrar para a academia de Polícia nunca esteve nos planos de Nicholas; passava a maior parte do tempo achando brechas para burlar a lei, ganhar dinheiro com facilidade e inteligência. Wilde era uma das pessoas que se encaixava como raposas, ambiciosas, cheias de destreza e inteligencia, porém nenhum pouco confiáveis. Havia conseguido se safar da polícia pelos esquemas que fazia de diversas formas, ainda conseguindo manter a sua ficha limpa desde os doze anos, quando entrara por obrigação nessa vida. Nicholas Wilde tinha orgulho de dizer que a polícia jamais havia conseguido provar que ele era culpado, mesmo que estivesse óbvio que era. Contudo, não fazia ideia do porquê estar na acadêmica de Polícia. Quando pegara o formulário, incentivado por um dos guardas mais antigos dali que acompanhava as falcatruas do moreno, não sabia exatamente porquê estava dando ouvidos ao homem. Certamente estava enganado. Nicholas era um bom malandro, porém… não conseguia enxergar o potencial que o homem insistia em apontar. Com vinte e poucos anos sequer tinha objetivos, trabalhava para sobreviver mais um dia e uma noite; sonhos tinham sido esquecidos desde que falhara em ajudar a sua mãe, falhara em seguir o único sonho bobo de menino. Entregou a ficha ao policial encarregado, um gordinho que tinha a sua mesa lotada em rosquinhas e papéis importantes. “O que mais eu tenho que fazer para entrar?” E quando as palavras saíram de sua boca, sequer conseguiu acreditar. Estava realmente fazendo aquilo.
Entrar para a academia de Polícia sempre esteve nos planos de Judy. Era um sonho que guiou suas ações e decisões conforme crescia, desde que se entendia por gente. Algo que era visto por seus pais, inicialmente, com despreocupação e certa levianidade, descrentes de que caçula da família levaria tais planos para frente. Afinal, quando se nascia no meio de uma família agricultora de uma cidadezinha no interior do Kansas, a ideia de ser qualquer coisa diferente disso, de sair de sua zona de conforto e deixar os planos já pré-estabelecidos, era impensável. Porém Judy Hopps, diferente de seus pais e irmãos dóceis e acomodados, sempre tivera dentro de si aquela chama de inquietação, que lhe dizia que não seria verdadeiramente feliz e plena consigo mesma se continuasse onde estava. Os discursos de desencorajamento que ouvira conforme crescia - e seus sonho começaram a adquirir maior concretude -, portanto, apenas foram responsáveis por fazer com que sua determinação se intensificasse. Judy amava seus pais e até certo ponto entendia seus medos e preocupações, mas ao mesmo tempo, sabia que nunca poderia perdoar a si mesma se permitisse que isso a paralisasse.
Portanto, depois de alguns anos trabalhando na fazenda de seus pais e algumas ligações feitas para a Academia de Polícia de Manhattan, a loira fez suas malas e foi seguir seu sonho. O momento de despedida não fora tão simples, mas aquela sensação estranha e agridoce de estar finalmente trilhando seu próprio caminho lhe disse que estava fazendo a coisa certa. Mesmo o apartamento pequeno e mal cuidado que arranjara para si em uma vizinhança questionável - a única coisa que seu dinheiro poderia pagar no momento - não tirou seu ânimo e otimismo. Naquela manhã, portanto, a moça sentia cada poro de seu corpo querendo saltar para fora de si em expectativa e animação ao levar seu formulário previamente preenchido, mal se preocupando em amenizar ou disfarçar tal ansiedade em suas feições. A moça esperava impacientemente na fila que se fazia atrás do balcão do policial com a caixa de rosquinhas, seu pé direito batendo contra o piso de forma inconsciente. O rapaz que estava à sua frente tirava uma dúvida com o policial do balcão quando Judy sentiu algo - ou alguém trombando contra si, fazendo seus pés vacilarem e seu equilíbrio já precário levá-la de encontro às costas largas do rapaz. “Oh!” Exclamou, os olhos ligeiramente arregalados intercalando-se entre ele e a comoção que se fazia atrás dela na fila. “Desculpe!”
Emily Browning as Judy Hopps