The art of war teaches us to rely not on the likelihood of the enemy's not coming, but on our own readiness to receive him; not on the chance of his not attacking, but rather on the fact that we have made our position unassailable.
Kalani estava acompanhando uma das aulas de luta como dever de pacificadora, mas vez ou outra seu olhar atento focava dos movimentos dos alunos para os movimentos da professora, que mesmo que não admitisse a si mesma, estava a impressionando bastante. A pacificadora já havia tido aulas e até mesmo se formou em vários tipos de luta, assim como armamento. Seus favoritos eram aqueles de mais contatos por assim permitir golpes mais ousados e cheios de adrenalina. Um dos alunos, porém, já havia batido no chão para que o outro o largasse e assim ele continuou, desesperado por ar. Kalani já estava com a mão na cintura e indo na direção deles, mas @evism tomou a frente e separou. “Quer que eu o leve daqui, senhora?” Perguntou sem desviar o olhar do rosto do cara agressivo, que para a indiana mais parecia um cachorro assustado ao perceber que estava em problemas. Mas sua fala foi para a professora, assim sendo, apenas esperava para saber como deveria agir já que não foi algo tão grave.
- Oh, não é aqui a sala dos professores? - Questiona ainda confuso e perdido pelo tamanho e número de portas do lugar. - Desculpe, eu… Teb. Teb Cyan Carja, sou personal trainer aqui e ainda não sei andar aqui dentro direito. - Assente. - Poderiam ter dado um mapa pelo menos, mas nem isso. Ou deram e eu perdi essa fila. - Diz, ao ajeitar os óculos com frustração, uma vez que ficar perdido não o agrada, ainda mais em um lugar completamente novo dada as circunstâncias.
“Não mesmo, está bem longe dela, senhor.” A pacificadora olhou em volta para ver se achava alguém que pudesse mostrá-lo onde ficava o local, mas todos pareciam muito mais ocupados do que ela. “Teb... Okay, está aqui, personal trainer.” Conferiu cada dado do rapaz que apareceu para ela, pelo menos o suficiente para que provasse o que ele havia dito. Ela sabia que seria pouco tempo até as pessoas começarem a se perder. “Certo, já que não há mais ninguém aqui responsável, eu posso lhe levar até a sala. Vocês receberão folhetos informativos, não se preocupe, logo conhecerá o cofre como a palma de sua mão.” Ou algo assim, Kalani pensou, mas não falou em voz alta para não deixar o rapaz mais tenso do que provavelmente já estaria.
“Desculpe, você não pode entrar aqui se não tiver acesso...” A pacificadora respondeu ao ver @teb-c a seguindo pela porta principal onde outros pacificadores se encontravam. Não sabia se de fato ele entraria, já que o barrou antes mesmo de colocar a mão no acesso à porta. “Pode me dizer seu nome, por favor? Não me leve a mal, só estou fazendo meu trabalho e não conheço boa parte dos funcionários.”
Kalani chegou cedo no cofre, como qualquer outro funcionário avisado antecipadamente. Não estava nervosa, pelo contrário, era portadora de uma calma sobre-humana, como sempre focada demais no trabalho para prestar atenção no que ocorreria lá fora. Depois de colocar seu uniforme, a pacificadora seguiu com os outros para pegar seus equipamentos e se prepararem para o que estava para acontecer. “Hey, está preparada?” Perguntou para a loira ao seu lado numa tentativa de puxar assunto. “Eu só temo pelas pessoas que ficarão lá fora sem abrigo… Não acha isso injusto?” Comentou deixando-se levar pelo ar tenso do local, mas deu de ombros. “Temos de fazer nosso trabalho, de qualquer forma. Desejo boa sorte.” Disse com um leve sorriso.
Uma das partes mais complicadas em ser pacificadora era justamente lidar com mulheres e com crianças. Não por Kalani não gostar disso, mas seu coração apertava a cada mãe que se separava do filho, cada criança que entrava chorando porque seu animalzinho de estimação não pôde entrar... Ela mesma era uma das pacificadoras que não tinha a coragem necessária de colocar um animal para fora do cofre como lhe era mandado. Ela dava desculpas, mas não o fazia, poderia ter sido treinada pelo governo americano mas ainda era amante dos animais e tinha um coração. Foi fugindo dessa atividade que acabou sendo atingida na cintura por uma criança que aparentava uns cinco, seis anos no máximo, que estava correndo. “Hey sweetie, what happened?” Seu tom de voz era totalmente doce ao lidar com crianças, é claro, a situação já era assustadora demais e ela não queria piorar a situação. A menina, chorando, se identificou e disse que havia se perdido da mãe. “Qual o nome da sua mãe, anjo?” Com calma, a indiana ouviu a menina, identificada como Esther, e então passou a procurar por uma @sokolovamallory. O nome não lhe era estranho, mas como era pacificadora e não tinha muito contato com outros funcionários, principalmente os que estavam acima de si, não conseguiu ligar o nome ao rosto de alguém. Esther lhe contou tudo, desde o nome da mãe até as roupas que estava usando, e graças à isso, depois de o que pareceu uma eternidade, encontrou alguém que usava das mesmas roupas descritas, mas a mulher estava de costas. “Olá? Você seria a Mallory?” Ela iria esperar a resposta, mas assim que Mallory virou, Esther pulou do colo da pacificadora para o colo da mãe. “Ela estava perdida e assustada mas conseguiu lhe descrever muito bem. Não lembrava que era uma funcionária da empresa também, peço perdão por isso, senhora.”
Contar uma mentira muitas vezes não a faz verdade, pelo menos era isso que seu pai sempre lhe ensinara enquanto Banee crescia, que não importa quantas vezes ou quão naturalmente você conta uma história, se ela não for verdade, ela não se tornará verdade. Por muito tempo Banee havia acreditado nessas palavras, entretanto naquele momento ela achava que talvez não fosse assim, afinal já tinha dito tantas vezes que estava bem que começava a acreditar que apesar do corpo tremendo e das lágrimas que corriam de seus olhos ela estava bem e que toda a correria não havia lhe afetado tanto quanto realmente era provável. Bem, acreditar em algo não faz disso necessariamente verdade e isso foi provado com o pulo que Banee deu ao sentir mãos tocarem seu braço. A funcionária do cofre foi encarada e Banee piscou algumas vezes antes de respirar fundo e perceber que a outra falava consigo. °☆ — Desculpe, o que? S-Sim, eu sou Banee. Banee Kawle. Desculpe, eu não entendi bem o que você disse antes, e-eu…E-u, você têm um band-aid, eu acho que eu bati minha cabeça quando me empurraram…
Enquanto os outros pacificadores eram liberados, Kalani esperava uma ordem exata de onde seguir, já que os portões haviam acabado de abrir e as pessoas começavam a entrar em completo pânico. Kalani, como sempre, estava calma e mantinha a seriedade estampada no rosto até ouvir suas ordens, que era de recepcionar e cuidar de uma das pessoas que havia acabado de chegar, pelo visto era alguém importante, já que nenhum dos outros pacificadores havia sido selecionado especificamente para uma pessoa e sim para um grupo inteiro. Na mesma hora ela saiu de sua base e foi caminhando rapidamente até onde indicaram, chegando lá, Kalani identificou rapidamente a vítima já que disseram que era uma escritora indiana e o saree usado lhe lembrou de sua mãe, que mesmo estando em solo americano não deixava de usar as roupas tradicionais indianas. “Olá, eu me chamo Kalani, sou pacificadora, seja bem vinda, apesar das situações e... Senhora, você está sangrando, precisa de cuidados.” Kalani disparou as frases usuais treinadas há pouco tempo até que pôde ver melhor o rosto da mulher graças à claridade, e para sua surpresa - ou nem tanta - estava escorrendo sangue. Mas a moça não estava respondendo. “Qual seu nome, senhora?” Tentou novamente, mas foi só tocar seu ombro que o efeito pareceu ser imediato e logo a mesma voltou ao presente. “Não foi minha intenção assustá-la, me desculpe.” Mesmo que estivesse trabalhando, Kalani não conseguiu deixar de notar a beleza de Banee. “Ah, a escritora, claro... Tudo bem, sem problemas, pode me seguir, por favor? Vou lhe ajudar com esse ferimento ou vai acabar perdendo muito sangue.” Constatou ao olhar bem para o rosto da moça, sem saber se realmente encarava o sangue ou os detalhes no rosto dela.
to the left
we will fight to the death
to the edge of the earth,
it's a brave new world from the LAST to the FIRST
KALANI BASSARI -- TASK OO1 -- DEZ CAMADAS
CAMADA UM: O LADO DE FORA
Nome: Kalani Badhi Bassari.
Cor dos olhos: Castanhos.
Estilo do cabelo/cor: Cabelos castanhos, geralmente presos durante meu trabalho, mas quando o dia é mais tranquilo, decido deixá-los soltos.
Estilo de se vestir: Gosto de usar roupas de couro ou então confortáveis o suficiente para que eu possa estar sempre preparada para lutar, se for o caso. Eu diria que tenho um estilo sensual/confortável, se é que isso existe.
Melhor característica física: Eu gosto bastante dos meus lábios e das minhas pernas.
CAMADA DOIS: O LADO DE DENTRO
Seus medos: .... Nenhum, que eu saiba.
Seu prazer vergonhoso: Prefiro não contar.
O que mais te irrita: Homens.
Sua ambição para o futuro: Crescer em meu trabalho e ser reconhecida.
CAMADA TRÊS: PENSAMENTOS
Seu primeiro pensamento ao acordar: “Tenho que estar preparada em 10 minutos.”.
Seu pensamento mais decorrente: “Matar ainda é crime.”
No que você pensa antes de dormir: “Focar no trabalho hoje para amanhã ser alguém na vida.”
Você acha que a sua melhor qualidade: Sou persistente, ágil, tive o melhor dos treinamentos... E tenho uma boa lábia.
CAMADA QUATRO: O QUE É MELHOR?
Encontro a dois ou com mais casais: A dois, mais que isso vira bagunça.
Ser amado ou respeitado: Ambos, porém se fosse pra escolher um... Eu diria respeitada.
Beleza ou cérebro: Cérebro é mais importante, mas a beleza acrescenta.
Gatos ou cachorros: Ambos.
CAMADA CINCO: VOCÊ…?
Mente: Acredito que todos mentem, então sim.
Acredita em si mesmo: Claro.
Acredita no amor: Não muito.
Deseja alguém: Não.
CAMADA SEIS: JÁ FEZ…
Esteve em um palco? Minha mãe disse que eu já dancei quando era criança, então acho que sim, né?
Experimentou drogas: Bebidas são drogas, então sim.
Mudou sua personalidade para se adaptar a alguma situação: Já, várias vezes. Agora procuro não fazer mais isso.
CAMADA SETE: FAVORITOS
Cor: Vermelho, preto, vinho.
Animal: Elefantes, leões.
Filme: Kill Bill.
Jogo: War. Eu costumava jogar com algumas das pessoas na Casa Branca.
CAMADA OITO: IDADE
Dia do seu próximo aniversário: 13 de Novembro.
Quantos anos você vai completar: 35 anos.
Idade com que perdeu a virgindade: 20 anos.
Idade importa? Não muito, só não me envolvo com gente muito mais nova.
CAMADA NOVE: NUM GAROTO OU GAROTA
Melhor tipo de personalidade: Tem que ser alguém respeitoso, que desperte minha atenção seja por ser misterioso ou por ser muito aberto. Eu gosto de ajudar essas pessoas mais inocentes, sabe?
Melhor cor de olhos: Isso não agrega à nada
Melhor cor de cabelo: Também não.
Melhor coisa para se fazer com parceiro: Além de sexo? Acho que sair para se divertir, comer... Esse tipo de coisa.
CAMADA DEZ: TERMINE A FRASE
Eu amo: ter a sensação de dever cumprido.
Eu sinto: ansiedade pelo o que pode vir por aí.
Eu escondo: sentimentos. Sempre.
Eu sinto falta de: ter alguém para se abrir de verdade sem medo de ser julgada.
Eu desejo: que um dia tudo volte a ser como antes.