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make me choose: cora hale or peter hale? (asked by wristsfullofanarchy)
Eu acho que perdi o horário… droga! - resmungando enquanto encara o relógio em seu pulso.
Horário de quê?
É. Estou -dá de ombros- Ou…? -ri retribuindo- Depende… Está planejando feri-los? -arqueia uma sobrancelha- Acho melhor esquecermos isso de quase inexistentes -rindo- Ótimo.
Ótimo. - riu. - Ou... Não sei. Só não faça. - assentiu. - Não, eu nunca faria isso. Poxa, só porque minha imaginação fértil começava a trabalhar. - riu. - É.
Se eu ajudar perde a graça -ri- Ótimo. Qual o problema em ficar constrangida? -fita os lábios dela e respira fundo- Calça? Blusa? Do que estamos falando exatamente?
Provavelmente. Funcionou?
Mas o fato de eu estar curiosa já não é engraçado. - riu. - É... Não sei. É. - cruza os braços. - Que tal... Ambos?
Não exatamente. Desculpe.
nox
Essa não é a resposta que eu esperava ouvir -faz beicinho- A vida. A vida criou calos em meus sentimentos e no momento eles são quase inexistentes -assente- É.
Surpreso? - sorriu. - E não faça essa carinha. - sela seus lábios. - Seus sentimentos estão quase inexistentes? Então não devo me preocupar na possibilidade de feri-los, certo? - arqueou uma sobrancelha. - Então eu entendi.
Você terá que descobrir sozinha -ri- Tem certeza isso? -a imita- Exato. Melhor deixa-la do jeito que está -rindo- Sério? -sorri, observando-a - Já disse que não vejo problema algum em te deixar constrangida. Aliás, olhe o que eu sei fazer. -rindo-
Viu? Ainda não está confusa o suficiente. E é cinco e meio.
Sério? Sem nenhuma ajudinha? - riu. - Não. - dá de ombros. - É, está bom assim. - riu. - É. Mas vejo, então pare de me deixar... constrangida. - morde o lábio. - Como.. - balança a cabeça, desviando o olhar. - Sabe, por que não coloca... Sei lá, uma roupa?
A intenção é me deixar confusa?
Ahn… Então não concorda? -arqueia as sobrancelhas- Aí que você se engana. Meus sentimentos estão mais insensíveis (masoq?) agora. -assente- Só pra ter certeza… O que entendeu? -ri-
Hm... Bem... Acho... - coça a nuca. - Acho que você deveria tirar suas próprias conclusões. - assente. - Estão? E o que os fortaleceu? - ergue as sobrancelhas. - Entendi que eu sou complicada e que é complicado explicar o porquê disso. É?
Eu tiro boas notas em quase tudo, Kenna -ri- Isso é ligeiramente possível? -franze o cenho- Acho que nem deveríamos falar sobre isso já que seu valor é quase inexistente -rindo- Boa sorte, mas saiba que vou fazer o mesmo. E já me disseram que meu sotaque é sexy, então talvez eu fale francês por algum tempo… -sorri- Ou apenas fique te olhando assim…
Seis? Não. Quatro?
Ah, é, esqueci do seu lado meio nerd. Quantos lados você tem mesmo? - riu. - Hm... Talvez. Extremamente difícil, mas não impossível. - tomba a cabeça para um lado. - Pois é, vai que a lerdeza resolva aumentar o seu valor. - riu. - Acho que não vai ser necessário falar em francês. - respirou fundo. - Ér... Não precisa do francês. E pare de me olhar assim, me deixa constrangida.
Seis. Nem venha.
Aposto minhas fichas nela -ri- A questão é que você já disse -sorri convencido- Ótimo, acho. -ri- Agora não sei se levo esse especial como um insulto ou como elogio -rindo- Sem complemento. Apenas “tão”. -sela os lábios dela demoradamente- Então entendeu, certo?
Eu também. - assente. - Eu não disse. Eu perguntei se era o que você queria ouvir, mas não disse se eu concordava. - cruzou os braços. - Hm... Leve como elogio, para não ferir seus sentimentos. - riu. - Então... O.k. - riu baixo, retribuindo. - Entendi. Acho.
Sabia que ia dizer isso -ri- Alguma outra dimensão onde tudo é possível, certo? -rindo- Um pouquinho tão pouquinho que quase não é visto, certo? -revira os olhos e ri- Não, tudo bem, não tem problema. Sério. -assente- Talvez sim ou talvez não? E nada de talvez talvez -ri e gif- Hm… Seguindo essa lógica… Acho que cinco e meio. Acho. -ri olhando-a- Você o quê?
Deve tirar boas notas em adivinhação. - riu. - Exatamente. Em uma dimensão em que eu não sou complicada e do contra, que você é humilde. Certo, um pouquinho bem pouquinho. - rindo. - Já que não tem problema... Vou arrumar um modo de usar contra você. - sorriu de lado. - Talvez tal... Ér... Não sei. - riu. - Seis? Agora eu fiquei confusa. - rindo. - Eu... Ér... Nada.
Essa também é uma possibilidade muito forte -ri- Sinceramente? Seria ótimo ouvir isso -sorri, assentindo- Um pouco mais que um pouco, mas não muito. Faz sentido? -ri- Porque eu sou especial. -pisca, rindo- Merlim, essa sua carinha é tão… -balança a cabeça e olha para os lados- Você não chegou nem perto de entender, né? -ri de leve-
Talvez seja a certa. - riu. - Pena que eu não vou dizer. - sorriu. - Posso conviver com isso. E... Faz, eu acho. - riu. - Isso é verdade. - rindo. - Essa carinha é tão...? - sorriu de lado. - Não, eu cheguei perto. - assentiu.
-ergue as mãos espalmadas e dá um passo para trás, rindo- Se prefere assim. Você não crê nela, é quase a mesma coisa. Só um pouco, claro -ri- Obri… Estou ficando constrangido e a culpa é sua. -volta a aproximar-se dela- Ela te deixa constrangida? -ri de leve com o selinho- Não não, você vai ficar com cinco. Espera. Você tá com quantos mesmo? Ah… E antes que eu me esqueça, você foi avisada. -dá de ombros e abaixa as calças-
Não é que eu prefira, é o que eu acho seguro. - riu. - Eu creio nela... Em alguma outra dimensão. - riu. - Um pouquinho só. O.k., agora eu admito que a culpa é minha. Vou tentar parar de te deixar assim, desculpe. - rindo. - É... Talvez. - assente. - Cinco e meio. Acho que seis e meio, não? Eu f... - para de falar e coloca as mãos no rosto, rindo.
É, deve ser isso -dá de ombros- Um pouco? Ta, eu assumo ser irritante se você assumir ser complicada. Agradavelmente irritante? -rindo- Ótimo, acho. Não seria legal alimenta-las para que se desapontassem no final. -ri- Porque você é. Não tem como explicar, porque eu não sei explicar.
É. Talvez. Ou você só seja curioso, e eu horrível em explicações. - assente. - O que quer que eu diga? Que quero você nu na minha cama? -brincou, rindo. - O.k., eu sou complicada. Um pouco. Não sei como consegue, mas é. - rindo. - Eu já estou desapontada. - faz uma carinha triste. - Ok, então. - coça a nuca.
Tente socar mais forte. - sorriu provocativo. - Para fazer pudim. No que você pensou? - riu.
- soca seu braço claramente com mais força, cruzando os braços em seguida. - Eu? Não pensei em nada.
Um palmo de distância? -franze o cenho e dá um passo pra frente- Ou um braço? Você subestima muito a minha inocência. Um pouco? Muito mais que um pouco. -ri- Ahn… É. Isso! Exatamente isso. -assente e inclina o corpo um pouco para a frente- Se continuar me provocando, eu vou ficar apenas de cueca aqui. -faz um bico, rindo- Situação ruim? Eu nem estou judiando de você. Só pedi um strip ainda. Então vamos fazer assim… Esse é o meu meio. Quando fizer o strip, ai eu fico com seis -sorri-
Um braço, de preferência. - assentiu, olhando para os pés. - Eu não subestimo sua inocência. Eu não sou tão lerda assim. - riu. - Ah, certo. Hm... O.k., eu vou parar. Ou não. - morde o canto do lábio. - Você só de cueca não parece ser uma visão ruim. - tomba a cabeça para o lado, rindo. - E não faça essa carinha. - dá um selinho em seu bico. - Ainda não, mas está em vantagem. Mas você também vai fazer um, aí eu vou ficar com cinco e meio... certo?