♔– ❝Não sou desse negócio aí… polícia. Eu apenas estou procurando um assassino, coisa pessoal.❞ Disse quase de imediato ao ouvir a resposta. Arqueou uma sobrancelha, aparentemente ele não tinha visto Klaus por aí, afial, ele conseguia facilmente se destacar na multidão, mesmo não querendo. ❝Um preço? Fale logo, eu tenho dinheiro de sobra e meu reino é bem grande, posso conseguir o que você quiser.❞ Nem sabia se era perigoso negociar com um desconhecido, mas toda a ajuda era muito bem-vinda, ou pelo menos era o que esperava. ❝E eu tenho que voltar antes do anoitecer ou mamãe vai ficar brava.❞
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“Aceito em libras e ouro. Quanto ‘tá disposta a pagar?” Era uma linha de trabalho, um contratador particular, mas ainda importava-se com o preço que seus clientes podiam pagar. Se bem que… Ela mesma disse que é rica, que tem dinheiro até demais. Podia logo extorquir alguns milhares de libras e ser feliz, mas não ia jogar sujo. Não mais, pelo menos… “Você é a princesa! Vai tomar o lugar dela em breve, não tem essa necessidade de seguir ordens a pauta. Mas aí, nem sei por que ‘tô metendo o nariz nisso, é coisa sua, eu acho.” Honestamente, nunca gostou muito de líderes políticos já que estes pareciam sempre favorecer a desigualdade no fim das contas. Alguns viviam fazendo promessas vazias, outros favoreciam somente a nobreza e etc. Não achava justo, e por isso, não era um grande fã.
“Olha, se quer minha ajuda por completo, vai precisar me dar uma descrição melhor do que só armas sem gatilho. Um monte de gente já usa magia, então não deve ser difícil encontrar gente que tenha armas faltando peças assim.”
♔– ❝Dez barras de ouro é o suficiente para você?” Perguntou enquanto cruzava os braços e ficava o encarando aguardando a resposta do outro. Tinha certeza de que Klaus ficaria bravo consiga, mas não podia evitar tentar pedir a ajuda de outras pessoas , assim tudo ficaria mais rápido. Tudo bem que vez ou outra acabava sendo enganada, mas não se importava tanto com isso. Talvez seja por causa de casos assim que Klaus não saia de seu lado. “Eu não sei como ele é, nunca o vi. As empregadas só me deram poucas explicações, como por exemplo, que ele tem uma cicatriz no rosto. “ Realmente poderia ser bem difícil achar quem estava procurando com tão poucas informações sobre o assassino, mas tinha que dar um jeito nisso, queria se vingar pelo que ele havia feito com seu pai. Mesmo que fosse nova, já tinha ideia de muita coisa em sua vida, sabia de coisas que deveria aprender somente quando fosse mais velha, mas depois de passar tanto tempo observando seu pai, aprendeu muitas coisas úteis.



















