𝐆𝐎𝐎𝐃 𝐍𝐄𝐖𝐒! i f i n a l l y got that big house on a [ ͟h͟ ͟i͟ ͟l͟ ͟l͟ ] you've a̵l̵w̵a̵y̵s̵ wanted me to have
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𝐆𝐎𝐎𝐃 𝐍𝐄𝐖𝐒! i f i n a l l y got that big house on a [ ͟h͟ ͟i͟ ͟l͟ ͟l͟ ] you've a̵l̵w̵a̵y̵s̵ wanted me to have
Era nos becos escuros de Tão Tão Distante que Hook geralmente fazia negócios, especialmente empréstimos de dinheiro como o que estava fazendo agora. - Sabe o que acontece se não pagar. - foi só o que disse antes de entregar o dinheiro para o homem que havia lhe pedido. No instante em que saía para as ruas, deu de cara com MUSE que passava por ali, aparentemente só andando mesmo, mas Hook precisava garantir que suas coisas ficariam bem. - Pegando algum atalho? Se eu fosse você, não viria por aqui, é bem perigoso essa hora. - o tom de voz descontraído, nem um pouco culpado ou que mostrava que ele estava fazendo algo ilícito minutos atrás.
Estava em sua última entrega, não via a hora de voltar para a sua cozinha. Algumas partes de Tão Tão Distante ainda são um pouco desconhecidas e precisou pedir ajuda para alguns cidadãos para conseguir se encontrar. Um deles o instruiu a ir para em um beco, algo que o deixou um pouco confuso, mas seguiu. Quando estava prestes a entrar no local, se deparou com Hook. Abriu um largo sorriso, que se desfez logo após a fala dele. Com uma cara de confusão, se inclinou, curioso, tentando ver o que tinha no beco. O que será que era tão perigoso até mesmo para Kronk. No entanto, afastou esses pensamentos e voltou a olhar para Hook, novamente com um sorriso no rosto. — Mas era você mesmo que eu estava procurando! Hook, certo? — perguntou, enquanto abria sua bolso e pegava o pedido. — Aqui, empanada de frango e espinafre! Fizeram esse pedido para o senhor. Já 'tá pago, não precisa se preocupar!
open starter (pudding n'pie)
No momento em que Jafar ordenou que Ginny fosse até o Pudding N’Pie para cuidar de negócios, Gênio apenas suspirou profundamente e se dirigiu ao estabelecimento. Ela queria fazer aquilo? Não. Se dependesse de sua vontade iria ficar quieta em seu canto, deixar seu mestre lidando com os próprios problemas sozinho, mas a magia que lhe prendia a lâmpada limitava seus poderes e os seus próprios desejos não eram levados em consideração. As pulseiras de ouro em seus pulsos eram um lembrete de sua escravidão, de viver uma vida eterna realizando pedidos e vontade dos outros. “Eu não tenho todo tempo do mundo, então vamos acabar logo com isso”, disse ao encontrar MUSE no Pudding N’Pie.
Ele ainda estava se questionando do porquê de estar em um lugar como aquele. Yzma o mataria se soubesse disso, com toda certeza. Ou pior, o transformaria em lhama, igual ao Kuzko! Se bem que era para ser o oposto, senão fosse por um descuido de Kronk... Enfim, não importa, Kronk só queria sair daquele lugar. Um suspiro de alívio escapou de seus lábios quando viu Gênio se aproximar. — Eu concordo! Por que me fez entregar o seu aqui dentro! Poderia ter te entregado lá fora. — entregou, praticamente jogando o pedido para ela pro cima da mesa. Tapou a sua visão periférica ao notar algumas garotas, com o rosto completamente vermelho de constrangimento. — Precisa de mais alguma coisa, senhora? Por favor, seja rápida.
Enquanto caminhava pelas ruas desconhecidas de "Tão Tão Distante", Sanji sentiu o aroma sedutor de especiarias exóticas no ar. Seus olhos perspicazes detectaram uma movimentada feira de rua nas proximidades, onde vendedores locais exibiam uma variedade de ingredientes e iguarias. Curioso e sempre à procura de ingredientes frescos para suas criações culinárias, o louro não pôde deixar de se aproximar do agitado mercado. Seu olhar experiente logo identificou uma barraca que parecia promissora: Um monte de frutos do mar frescos, ervas aromáticas e especiarias que ele nunca havia visto antes. O cozinheiro dos Piratas do Chapéu de Palha não pôde evitar um sorriso satisfeito enquanto imaginava as deliciosas receitas que poderia criar com aqueles ingredientes únicos. Ele sabia que, mesmo em uma cidade tão estranha, sua paixão pela culinária o guiaria para oportunidades incríveis e sabores surpreendentes. Com curiosidade, se aproximou da barraca cheia de ingredientes exóticos e começou a examinar os produtos. Pegou um molho perfumado em suas mãos, avaliando-o com um olhar crítico, enquanto estava absorto em sua avaliação, percebeu alguém se aproximando, talvez outro morador local ou um viajante como ele. Decidiu então quebrar o silêncio, ainda examinando o que parecia muito um condimento. ❝Essas especiarias são realmente incomuns, não acha?❞ Sanji lançou um sorriso caloroso, ainda que não tivesse encarado a outra pessoa.
No atual momento, Kronk era uma montanha de temperos e ingredientes. Ele se esqueceu de trazer uma sacola ou algo que pudesse o ajudar a carregar todos esses produtos. Ainda faltava pegar um último ingrediente e quando chegou na frente da barraca, tentou pegar o ingrediente, enquanto tentava pegar o dinheiro para pagar por ele, até ser abordado por alguém. Ergueu seu rosto, acima da montanha de ingredientes e viu a pessoa em questão. — Sim! E tem muitas coisas interessantes e, se usadas da maneira correta, deixam a comida mais deliciosa ainda. Eu fiquei tão feliz com toda essa variedade desde que cheguei nesse lugar.
"você viu um gato laranja passar por aqui?" thamara nem sequer olhava para o rosto da pessoa que havia parado na rua, tamanha era a aflição por não conseguir achar leônidas. "ele é grande, mas é medroso. preciso achá-lo antes que se machuque." as orbes azuladas percorriam as calçadas, tentando achar algum rastro do animal. "me ajude a encontrá-lo, posso te recompensar com uma boa quantia em moedas."
Kronk corria pelas ruas com uma enorme bolsa ou montanha cheia comida dos pedidos de seu restaurante. Não se importava em fazer isso a pé, afinal, acabava sendo mais prático do que utilizar outros meios de transporte. Estava tão focado em seu trajeto que deu um pulo brusco de susto quando a mulher o abordou. Tentou se recompor, ajeitando sua postura e colocando um sorriso no rosto, tentando disfarçar isso. — Gato? — Kronk começou a olhar ao redor, numa falha tentativa de encontrar o tal gato laranja. Antes de responder a ela, percebeu a aflição dela e não conseguiu evitar apoiar uma mão no ombro de Thamara em consolação. — Ei, nós vamos encontrar ele, tá bom? Eu ainda tenho algumas encomendas para fazer. — apontou para a enorme bolsa em suas costas. — Você pode me acompanhar, enquanto isso. E ele gosta de peixe? Se sim, olha que sorte! Hoje eu fiz peixe seco para o meu almoço, podemos usar ele para atrair seu gato.
victor reconhecia talento quando o via e esse foi o maior motivo pelo qual havia sido contratado pelo rei para que pudesse fazer aquelas audições. tão tão distante precisava de novos artistas e estava ali para avaliá-los, mesmo que fosse péssimo em dar devolutivas negativas. "próximo." o tom de voz mais alto para que a próxima pessoa adentrasse no palco do teatro, a postura sendo arrumada. era óbvio seu desconforto em estar naquela posição de poder. "como você descreveria seu maior talento?"
— Eu? — Kronk apontou para si mesmo, olhando de um lado a outro para se certificar que era consigo ele Victor falava. Já havia feito uma entrada nem tão triunfal anteriormente, roubando a paciência de outro candidato, que queria ter certeza que dessa vez ela com ele mesmo. Ao constatar que, sim, era com Kronk, um enorme sorriso se abre em seus lábios. Logo acenou para um assistente de palco para que lhe trouxesse um conjunto de porcelana e um esquilo. Sim, um esquilo. Que assim que pisou no palco, se prontificou a subir nos ombros de Kronk. — Bem, como seu estomago deve saber, minha comida é de dar água na boca. Mas não é só de comida que o Kronk. Não, não, não. Senhoras e senho... — Kronk de repente para de falar e gesticular, quando ouve o esquilo cochichar algo em seu ouvido. Seu semblante demonstrava surpresa e até mesmo uma certa ofensa pelo que o esquilo havia o dito. Oras, como ele ousava dizer que sua comida não era boa? E ainda mais, como que falar de Kronk na terceira pessoa era esquisito? Depois de uma breve discussão com o esquilo na linguagem de esquilo, Kronk pigarreou, retornando a sua postura inicial, um pouco menos animado. — Bem, antes de ser interrompido pelo meu amigo aqui! — lançou um olhar raivoso para o esquilinho, que matinha seus bracinhos cruzados e o queixo erguido. Kronk deu um longo suspiro desanimado e com a cabeça baixa. — Eu só queria falar que eu sei fazer malabarismo e falar com animais, principalmente com esquilos. Mas acho que isso não deve ser tão surpreendente, afinal de contas.
O cenho de Scar foi franzido no segundo em que a porta do seu escritório, visto que já havia passado do horário que ele atendia e estava tudo já desligado, exceto pela luz da sua sala e o corredor. - Se perdeu pelo prédio? Acredito que vá ter que pedir pro segurança abrir a porta para você. - disse descontraído para MUSE, como se não tivesse se preparado para assumir a forma de um leão se fosse necessário.
Estava ansioso, seria a primeira vez em que atrasaria suas entregas. Droga! Como que não conseguia encontrar o cliente para entregar? Já fazia algum tempo que estava perambulando por aquele prédio e com toda certeza estaria mais nervoso se não tivesse fechado seu restaurante, aquilo parecia um labirinto! Nem o laboratório de Yzma era tão confuso.
Não pensou muito quando abriu a porta com um nome familiar e que o fez soltar um suspiro de alívio em finalmente ver alguém que conhecia. — Senhor Skar! Que bom que encontrei o senhor. Me desculpe por te atrapalhar tão fora do seu horário, mas eu realmente preciso de ajuda. O senhor por acaso conhece alguém chamado Botelho Kunavara? Eu não encontro ele em nenhum lugar! Vai ser o meu primeiro pedido que vou atrasar. Estou desesperado!
Kida saiu de casa aquela manhã determinada a viver como uma pessoa normal, que não pensava em trabalho até quando estava dormindo. O motivo de sua folga era justamente aquele inclusive, um pesadelo onde era esmagada pelos livros de sua pesquisa e era devorada pelo monstro lendário que tentava provar ser real. ela precisava de uma pausa, e por isso combinou de se encontrar com muse num café no centro. "Então, o que você tem planejado para hoje? O que uma pessoa normal faz quando não está trabalhando?"
— Oh, eu vou ensinar culinária para as crianças no instituto! — disse com um enorme sorriso no rosto, ainda mais lembrando todos aqueles mini humanos com um brilho nos olhos aprendendo coisas novas com Kronk. Ás vezes ele queria que seu Papi tivesse feito o mesmo quando criança. — E depois passar um tempo conversando com os animais na floresta. É cada fofoca que eles contam de cair o queixo, menina! — começou a rir, lembrando dos casos de família de alguns animais e até de habitantes de Tão Tão Distante que eles contavam para Kronk. Mas seu semblante logo se desfez e apoiou seu rosto em um punho. — Isso se a Yzma não me arrastar para alguma de suas maracutaias de sempre.
é a mesma pessoa mas com personalidades diferentes.
❛❛ Que téeeeeeedio! ❜❜
❛❛ Quando eu era mais novo me diziam que eu não batia muito bem da minha mente. ❜❜
— Yzma sempre diz que não bato bem da cabeça, também. Já tentei de tudo, sério! Soco, bater na parede, até mesmo uma tora de madeira! Mas ela sempre me olha com aquela cara. O que eu 'tô fazendo de errado?
Justin Johnson Cortez as Calian in Walker: Independence (S01E01)
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