Emeraude Toubia photographed by Prince Royce.
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he wasn't even looking at me and he found me
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@krsa-victoria
Emeraude Toubia photographed by Prince Royce.
“If it’s family, you protect. Doesn’t matter who it is, blood or not.”
— Aveline (via dragon-age-quotes)
krsa-astroboy:
Astro sorriu para ela e parou de dançar, ajeitando as roupas. “—Obrigado, se quiser eu te ensino ou podemos dançar algo de sua escolha, posso dançar tudo.”
Pode dançar tudo? Impressionante. O que me diz de um tango então? Até hoje foi um pouco difícil encontrar um parceiro por aqui que soubesse exatamente o que estava fazendo.
𝕒 𝕗𝕝𝕒𝕤𝕙𝕓𝕒𝕔𝕜 𝕠𝕗𝕗 𝕟𝕖𝕨 𝕪𝕖𝕒𝕣'𝕤 𝕡𝕒𝕣𝕥𝕪 / james and anne
krsa-odin:
- Não. - Respondeu assim. Não gostava de lembrar de sua ex. Pela forma que tudo havia terminado, por como saiu nisso tudo, e todo os pedaços que juntou daquele dia até o agora. Quando mais jovem, costumava ser aberto para as pessoas, fazer amizades, conhecer novas pessoas. Passava mais tempo em outras casas, do que na própria. Mas as decepções e abusos sentimentais foram o trancando de dentro para fora, restando a Muralha James. Talvez seu trabalho piorou tudo isso, mas entre si mesmo achava que havia encontrado sua “paz”. Achava.
Faltava alguns metros para a casa, que por sinal chamava atenção por sua decoração. A jardinagem como sempre, impecável, e assimétrica. Sorriu da lembrança de quando brincava ali com seu irmão do meio. Um dos pouquíssimos que ajudava a dar sentindo a palavra família. Entretanto a voz da mulher o trouxe para o agora. - Mas é verdade. - Brincou dando um breve risada. - Exactly, obra do destino. Será engraçado estarmos apaixonados. - As reações dela se tornavam cada mais engraçada, e ir se acostumando a isso não era difícil. Afinal tinham uma longa noite pela frente, e estarem conectados era importante.
Finalmente estacionara o carro na vaga reservada para familiares. Pela contagem dos outros carros todos haviam chegado. Em suas missões não costumava ficar ansioso, ou temeroso sobre o que poderia acontecer. Por causa disso planejava tudo. Entretanto naquela noite, quando entrasse na casa iria agir no improviso, mostrando a ela um lado novo. - Ela irá amar conhecer você. Sei que seu pai me adoraria também. - Disse já descendo do carro. Deu a volta e abriu a porta para ela, já oferecendo sua mão. - Você está lindíssima, meu amor. Vai deixar todos eles boquiabertos. - Entrelaçou seus dedos aos dela, puxando-a suavemente para depositar um beijo em sua bochecha, levando em seguida os lábios para o ouvida da mesma. - Ainda bem que é minha.- Se afastou, sem soltar a mão, para caminhar até o portão, colocando a senha para a mesma ser aberta.
“Sem querer cortar o seu barato, mas do jeito que meu pai é, adoraria qualquer homem que eu apresentasse como namorado.” Riu levemente. É claro que sendo James esse homem, o pai de Anne já marcaria o casamento para a semana seguinte. Ele tinha todo esse sonho de leva-la ao altar um dia, mesmo que nem ela própria não soubesse se queria mesmo casar com alguém um dia. Nem sequer havia tido um relacionamento sério e duradouro com alguém até o momento, então a pressão que receberia quando decidisse sossegar com alguém, já imaginava, seria grande.
Anne não estava nervosa pelo teatro que fariam e sim um pouco pelo fato de estar fazendo isso logo com a mãe dele. No entanto, não era nada que não pudesse disfarçar com um belo sorriso e a lábia de sempre. Desceu do carro, equilibrando-se em cima dos salto altos enquanto segurava na mão estendida de James. “Oh, such a gentleman!” Disse, demonstrando-se encantada com a atitude. Não acreditava que fosse precisar de tanto fingimento, visto que a relação dos dois já era confundida por alguns com um relacionamento amoroso. Só era divertido, a principio, toda aquela brincadeira. Não esperava pelo elogio e muito menos pelo beijo, embora soubesse e concordasse que estava mesmo lindíssima naquele vestido. “Costumo causar esse efeito nas pessoas, é involuntário.” Sorriu, dando de ombros. Ainda que surpresa pelo ato alheio, não conseguia controlar a língua e comentários como aquele acabavam escapando. No fim era só uma brincadeira com fundo verdadeiro.
A casa da família era bem bonita, Anne pôde notar isso assim que começaram a se aproximar. Não queria parecer tão impressionada, embora estivesse. “Imagino o quanto deve ter sido divertido passar a infância numa casa assim.” Comentou, mais para si mesma, embora parecesse interessada no assunto. Era engraçado que mesmo conhecendo James há algum tempo, não sabia muita coisa sobre o passado dele além do básico. Enquanto ele a essa altura já deveria saber todos os segredos dela. O contraste entre os dois era grande. De um lado ela que não parava a boca quieta e não tinha limites quando se tratava de contar coisas aos seus amigos, do outro tinha James bem mais serio e reservado que qualquer outra pessoa que conhecesse.
I punched a guy bc he was making rape jokes and one of the things he said was “what’s the difference between yes and no? Nothing” so I asked him if he’d care if I punched him in the face and he said yes but I did it anyway since there’s no difference between yes and no and that’s the story of how I gave someone a bloody nose
𝕒 𝕗𝕝𝕒𝕤𝕙𝕓𝕒𝕔𝕜 𝕠𝕗𝕗 𝕟𝕖𝕨 𝕪𝕖𝕒𝕣'𝕤 𝕡𝕒𝕣𝕥𝕪 / james and anne
krsa-odin:
- Não precisa se esforçar, seu jeito natural já é encantador. Não sei como imagina meus pai, mas minha mãe é como você. Animada, espontânea, com um coração maior que o peito com quem ama, durona… - Falou com os olhos atentos na rua. O local para onde iam ainda estava um pouco distante. Por conta do horário, as ruas estavam cheias de pessoas em compras, indo para suas casas, ou festas. Sorriu ao ouvir a confirmação que ela não desistiria da noite.
Sabia o motivo da risada. Sim, era engraçado ele estar fingindo um falso relacionamento, para agradar sua mãe. - Exato, estou lhe pedindo isso. Minha culpa deixa de existir quando ela fica me cobrando. - Riu de leve. Por mais que a ideia fosse diferente, seria divertido a reação de todos. Nunca havia levado nenhuma garota para apresentar aos seus pais. Nem mesmo sua namorada dos tempos da faculdade. - Certo, o que acha da gente dizer… - As duas palavras doces, que saíram dos lábios da mulher o chamaram atenção. Seus olhos surpresos foram ao encontro dos dela, desviando a atenção no trânsito. Naqueles breves instantes seus olhos não se moveram, e sua mente começara a repetir a frase; o quanto você está apaixonado por mim? – Estou me apaixonando por você. – Sorriu da mesma forma que ela.
- Tive uma ideia. Somos do mesmo país, podemos dizer que nos conhecemos lá, na minha última visita aos meus avós. Depois voltei, e perdemos o contato, até nos encontrarmos dois meses atrás, porque inusitadamente você está morando no mesmo bairro. O que acha? - Contava a ideia, enquanto dirigia um pouco mais rápido por conta do horário.
Minha mãe é como você... Anne tomaria aquilo como um elogio. Ela não chegou a conhecer sua mãe mas sempre ouviu muitas histórias sobre ela, sobre como seus pais haviam se conhecido e principalmente sobre como elas eram parecidas. Não somente pela aparência, mas também em traços da personalidade. A mulher ainda encarava o amigo, agora com as mãos apoiadas no colo. "Ela nunca conheceu nenhuma namorada sua? Não sei porque isso não me surpreende muito." Parecia tanto com algo que ele faria que não estava nem um pouco surpresa. Mas estava sim pelo fato dele se importar com a cobrança a ponto de fingir um relacionamento.
Quando fez a brincadeira sobre o quanto James estaria interessada por ela, Anne não imaginou que fosse ficar tão em duvida se ele havia respondido também na brincadeira ou levado a sério. Porque os olhos do homem estavam pregados aos seus e ela não conseguia decifrá-los. Era até um pouquinho desconfortável porque parecia que ele estava lendo sua mente e Anne não gostava de pessoas que conseguia fazer isso. Ainda mais sendo quem era, podendo descobrir coisas que nem ela tinha certeza ainda se eram verdadeiras ou não. “Acho que vai se sair muito bem nesse papel, quase me convenceu de que era verdade.” Comentou, com um sorriso no rosto decidindo levar então na brincadeira pois era o mais provável de ser.
“Inusitadamente, como uma obra do destino, eu diria.” Piscou os olhos de forma encantada, já imaginando como seria enganar todas aquelas pessoas. Anne não tinha experiencia nenhuma em ser apresentada para famílias de namorados, porém quando o namoro era fake não deveria ser muito difícil. “Está bem, eu serei sua namorada hoje. Você vai ver que sua mãe vai me adorar, eu serei a melhor nora dela.” Gabou-se, não tendo tanta certeza daquilo porém agindo como se tivesse. Anne conseguia conquistar as pessoas, talvez pela espontaneidade ou pela personalidade cativante. De qualquer forma ela se sairia bem, principalmente se a mãe de James fosse mesmo como ele havia descrito.
krsa-kumiho:
Ah, mas devo estar velho de espirito, cada segundo nesse evento me fez criar um cabelo branco. E eu nem sei se tenho um. Bem, é um workshop de robótica que eu to fazendo, os mentores pediram para que eu fizesse algo desse tipo e bem, eu também já estava querendo…
Não te deu nem um pingo de vontade de participar? Onde está o seu lado criança, Kumiho? Precisa andar mais com os juniores, por um lado talvez comece a se sentir ainda mais velho, mas com certeza é muito mais divertido do que aquelas reuniões super longas sobre trabalho. É interessante, eu não tenho muita paciência para lidar com essas coisas, mas é interessante. Aposto que teve muitos querendo participar.
krsa-lynx:
◟❝ Nem me fale, meus miolos vão explodir se io continuar pensando nisso. ❞◝─ os cotovelos estavam prontamente colocados sobre a mesa, as minhas pequenas mãos era usadas de apoio para minha cabeça porem naquele momento eu me permiti afundar o rosto contra as mesmas em um ato frustrado; logo passando os dedos por minhas mechas ao que suspirava em um silencioso pedido por socorro. Precisava sair dali de imediato.─◟❝ Vamos a un bar ou algo do tipo, eu non sou muito de beber mas… Creio ser uma buona escapada por hoje.❞◝ ─Me ergui sem mais delongas, pegando minha pequena bolsa vermelha e então me dirigia para fora. ◟❝ Eu trouxe minha moto, non queria deixa-la qui, se não tiver medo podemos usa-la ❞◝
Mesmo que preferisse bloquear os pensamentos a respeito da morte recente, Anne tinha certa dificuldade. Sequer conhecia a agente em questão, mas era triste pensar em uma pessoa tão jovem encerrando a vida. Lembraria de acender uma vela em memória da garota mais tarde. No momento só queria se ver o mais distante possível. “Eu preciso me preocupar com você não ser muito de beber ou...?” Questionou só por precaução, seguindo o mesmo caminho que a outra mulher. Acabou soltando um riso fraco com a ultima frase dela, porque era muito parecido com o que costumava dizer. “Na verdade, eu não tenho problema nenhum com motos. Eu tenho uma harley, então estou acostumada. Podemos ir.”
“Ah oi… Não tinha te visto ai! Estava treinando para ensinar as meninas do júnior a dançar essa musica, elas me pediram…”
Victoria não pretendia ser vista, mas não se incomodou por ter acontecido. “Não tem problema, pode continuar treinando, você consegue dançar muito bem, aliás. Eu queria saber dançar assim, mas prefiro mil vezes dança de salão”
𝕒 𝕗𝕝𝕒𝕤𝕙𝕓𝕒𝕔𝕜 𝕠𝕗𝕗 𝕟𝕖𝕨 𝕪𝕖𝕒𝕣'𝕤 𝕡𝕒𝕣𝕥𝕪 / james and anne
krsa-odin:
Saber que James não gostava das festividades de fim de ano não era novidade, entretanto, a razão de todo esse desgosto era desconhecida. Guardava dentro si lembranças ruins de sua infância, mesmo rodeado de tudo o que queria, tudo que faria qualquer criança feliz, por vezes desejou ter nascido em outra família. Ou pelo menos não ter sido o último garoto a nascer.
Naquela noite era o tradicional jantar de ano novo da família Hayes. Nem que quisesse poderia desmarcar, ou seria lembrado pela falta o resto do ano. Ainda que seus pais fossem mais tranquilos atualmente, os dois ainda tinham muitas formalidades e cobranças em seus filhos. - Eles não são tão entendiantes, na verdade são até muito sociáveis. Não vai ter dificuldades para conversar. É provável que ache que sou adotado, por não parecer tanto com eles. - Disse enquanto estavam parados no semáforo. Olhou para ela, e pode perceber que o dia também não estava sendo bom para a mulher. - Parece triste, é sobre sua família não é?! Sabe que não precisa ir, se não quiser. - retirou a mão da marcha e acariciou a palma da mulher. Não era o melhor conforto do mundo, mas achou devido. - Queria te pedir um favor… - Suspirou. - Eu sei que é ridículo, mas prometo te recompensar bem. O que quiser na verdade. - Voltou a dirigir. - Minha mãe é muito legal, na realidade eu não retribuo o quanto ela merece. Porém, eu não aguento mais ser cobrado por não chegar acompanhado em eventos assim. Então, podemos fingir ser uma casal por uma noite? Não seria algo difícil. - Perguntou. Não negava que aquilo era brega, e se realmente pudesse não a colocaria nessa situação. Mas para que servia os amigos, se não para salvar os outros do apuros familiares. - Topa? - Anne não seria mal vista por sua mãe, ao contrário, por conhecer bem, saberia que a mesma se encantaria não só pela beleza da mulher. A personalidade de Anne era como a ansiosa aurora, depois de uma noite chuvosa. A âncora que firmava seus dias.
Com a resposta, foi ainda mais difícil imaginar como seria a família do outro. Mas talvez isso explicasse o fato dele evitar o assunto, evitar até mesmo o contato. De fato, ela não sabia de tudo que se passava na cabeça do homem, embora fossem amigos e tivesse um carinho enorme por ele, entendê-lo não era uma tarefa muito fácil. Até mesmo porque Anne sempre foi muito aberta com suas emoções e sentimentos enquanto ele era o exato oposto disso. Mas acostumara, embora vez ou outra se irritasse com a personalidade alheia. Havia aprendido a gostar até mesmo de seus defeitos. “Bom, tentarei causar uma boa impressão então.” Garantiu, mostrando-lhe um sorriso.
Os olhos da mulher que se direcionava aos carros à frente, voltaram para as mãos juntas. O carinho era suave, mas pode perceber que ele havia notado que não estava em seu melhor dia e só isso já significava muita coisa. “Está tudo bem, nós já estamos aqui e eu realmente acho que vou me divertir hoje a noite. Não se preocupe com isso.” Assegurou, aproveitando do contato para sobrepor sua mão na dele, como um agradecimento ao carinho recebido.
Apesar de ter sido pega de surpresa pelo pedido, Anne não conseguiu segurar o riso porque ela sabia exatamente qual era a sensação de ter alguém cobrando por relacionamentos. Todas as vezes em que entrava em contato com o pai era a mesma história, ‘mi hija, você precisa arranjar um marido ou vai ficar solteira pro resto da vida igual sua tia lourdes’. Anne não tinha nada contra a tia Lourdes, mas com certeza não se tornaria uma mulher como ela. “James, você está pedindo minha ajuda pra enganar sua mãe? Coitada.” Era um pedido engraçado, e a mulher até chegou a pensar se era de verdade ou não. Mas levando em conta a seriedade do homem, ela decidiu acreditar. “Então, você quer que eu seja sua namorada. Interessante. Por mim tudo bem, não vai ser nenhum sacrífico.” Concordou, fazendo certo charme porque isso era comum de sua parte. “Vamos decidir os detalhes sobre esse relacionamento... mi amor? O quanto você está apaixonado por mim?” Sorriu com cara de apaixonada.
𝕒 𝕗𝕝𝕒𝕤𝕙𝕓𝕒𝕔𝕜 𝕠𝕗𝕗 𝕟𝕖𝕨 𝕪𝕖𝕒𝕣'𝕤 𝕡𝕒𝕣𝕥𝕪 / james and anne
O período de final de ano, poderia ser a época mais triste para Anne, o que era até estranho se tratando dela, que por natureza era uma mulher muito alegre e divertida. Entretanto, com a chegada das festas tudo remete a família e sobre estar próximo daqueles que ama. Vivendo na Coreia por pouco mais de um ano, pôde perceber que sua família era a melhor parte de si. Mesmo com todas as brigas e desentendimentos, a saudade que sentia deles era enorme. Pensamentos como esses passaram a ser mais frequentes desde a noite de natal. Mas como boa latina que era, e seguindo o estereótipo, a tristeza desaparecia ou deixava de ficar evidente quando se tratava de uma festa.
Embora preferisse festas mais descontraídas, onde normalmente bebia até perder a noção de tudo, Anne apreciava festas mais sofisticadas. Onde tudo parecia seguir um protocolo de elegância. Mesmo não conhecendo a família do amigo pessoalmente, ela já ouvira falar bastante a respeito, e sabia que o que tinha à esperar não era pouco. Apesar de gostar muito de festas, essas em que costumavam aparecer em capas de revistas não lhe eram muito comuns. Ela não veio de uma família rica e famosa por tanto não estava acostumada com todo esse mundo glamouroso. No entanto, apreciava da mesma forma tudo que podia. Foi assim no baile de natal da agência e seria assim na festa de ano novo com a família de James.
Estavam a caminho da residência da família Hayes e a mulher estava se perguntando que tipo de pessoas eles eram. Devido a personalidade do amigo, era inevitável imaginar que tipo de pais ele teria, apostava mais no tipo de família mais reservada e cheia de regras. “Eu preciso estar preparada para conhecer sua família ou eles são pessoas tranquilas? Só por curiosidade já que você não costuma falar muito sobre eles.” Manifestou a dúvida, embora não fosse necessariamente uma preocupação extrema.
Eu ainda não acredito que tive que atrasar o lançamento do workshop por causa disso… Acho que estou ficando velho demais para essas coisas.
Velho demais coisa nenhuma, você deve deve ter o que, vinte e cinco, vinte e seis anos? Deve ter sido muito divertido, é uma pena que não pude participar. Mas então, do que se trata o seu workshop?
ㅤㅤ❝ Ai, não me assusta assim! Espera, acho que agora… Droga, não funcionou, me assustou atoa! ❞
Vamos com calma, não acho que tentar se assustar assim vai ajudar em em alguma coisa. Eu posso apertar o seu diafragma? Você vê que acaba com o soluço rapidinho.