“Eu tô sempre indo embora, mas aí vai um super clichê: é de tanto ir que eu só queria ficar. E queria que você não achasse que sou sempre louca, ainda que eu seja.”
Tati Bernardi. (via adesejar)

tannertan36
AnasAbdin
🪼
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

shark vs the universe

祝日 / Permanent Vacation
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

PR's Tumblrdome

Kaledo Art
I'd rather be in outer space 🛸

oozey mess
h
occasionally subtle
Monterey Bay Aquarium
Peter Solarz
we're not kids anymore.

izzy's playlists!

Discoholic 🪩
todays bird
$LAYYYTER
seen from United States
seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States
seen from United States
seen from Chile
seen from United States
seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from France

seen from United States

seen from United States
seen from Thailand
seen from United States
@lamenkazu
“Eu tô sempre indo embora, mas aí vai um super clichê: é de tanto ir que eu só queria ficar. E queria que você não achasse que sou sempre louca, ainda que eu seja.”
Tati Bernardi. (via adesejar)
Carta pra um amor ou Uma resposta um tanto confusa
Não me peça desculpas por me fazer chorar. É melhor chorar do que confinar o sentimento dentro de si, e eu gosto de chorar.
Ser você mesma é uma descoberta. Eu não sei se algum dia eu vou me sentir completamente única e verdadeira.
Quando eu tinha 11 eu escrevi meu primeiro poema com alma. E ele falava disso. Eu não lembro de cor e não consegui achar o papel, mas o final falava assim:
Minto, Choro, Penso.
Sou Não sou
Eu
E eu acho que sempre vou estar nessa indefinição e instabilidade, então não posso dizer se eu estava sendo outra pessoa sendo piranha. Uma hora deixou de fazer sentido pra mim sim. Na festa junina eu senti isso completamente, e acho que foi por isso que eu fiquei tão mal.
Mas eu não vou negar que eu já fui feliz, que já fez sentido e que já foi o que eu realmente queria, principalmente no fim do ano passado e no começo desse ano.
E se você me amaria se eu tivesse sido o que você considera verdadeiro desde o começo, por que não me ama agora? Você não confia em mim? Eu sei que amor a gente não controla mas eu queria que você pensasse. Será se o que você falou é verdade mesmo?
As vezes eu só queria ter nascido outra pessoa. E às vezes eu agradeço por ser eu. Mas é tão confuso ser eu. E é inevitável me comparar. Às vezes na tentativa de me encontrar em outras pessoas.
Eu eu sei que isso não funciona.
Mas obrigada por essas palavras.
E eu não quero ser uma personagem de fic coque frouxo. Isso é o que eu menos quero.
Eu também não fico feliz de você ser o único motivo da minha felicidade. Mas todas as pessoas se tornaram um pouco mais sem graça. Ou talvez eu tenha aprendido a valorizar que é realmente importante.
E obrigada de novo pelas suas palavras.
E de novo.
E desculpa por tudo de novo. Acho que eu sou um pouco egoísta. Mas eu nunca quis dizer coisas ruins pra você, não que eu saiba. Eu não lembro das coisas ruins, me desculpa.
E desculpa ter trocado “não se mata, por favor” por “se mata depois das férias”, mas uma hora você perde a esperança e se sente incapaz e aceita. Eu agradeço à menina por ter feito o que eu não consegui. De verdade.
Acho que ficou um pouco estranho o que eu falei. Eu não posso nem quero mudar seu passado, nem apagar as pessoas importantes na sua vida. E eu agradeço à Jennifer e à Mely e a todas elas que te fazem ou te fizeram feliz.
E, pulando muita coisa importante, que talvez eu não devesse ter pulando, mas agora eu já apaguei: eu não sei eu quero tanto assim te beijar. Eu não sei se eu já te disse, mas abraço pra mim vale muito mais que beijo. Talvez por que eu banalizei o beijo, mas pra mim é assim.
E pulando mais coisas, eu só queria te agradecer.
Por tudo.
Carta para um sentimento desconhecido
Bom, isso é uma resposta à você, então vou responder cada frase, cada comentário… Tudo que você escreveu, e algumas coisas adicionais que eu achar plausível. Me desculpa se provavelmente ficar grande, eu sempre deixo um pouco grande sem querer. Eu vou responder tudo em ordem, então ora ter uma noção no que eu estou falando, vai acompanhando na sua carta. Me perdoe por erros de digitação, não pretendo revisar nada pra não correr o risco de apagar nada. Bom…
Me desculpa por te fazer chorar de novo. Eu não escutei aqueles áudios e não vou escutar. Não é por medo… eu só sei que vou ficar mal por você e não quero sentir isso. Primeiro… não generalize. Não perto de mim. Isso é a coisa que eu mais odeio no mundo. Você não percebeu o que é pra todo mundo. Eu não faço parte do todo mundo que você mencionou. Você não é isso pra mim. Sim, você se tornou um pedaço de carne. Mas o motivo é esse? Não se sentir suficiente? Não ser suficiente? Se você tivesse sido você mesma desde o começo, e não tivesse traçado todo esse conceito falso sobre você, eu concerteza te amaria. Acontece que você ta se comparando. Sim, você não é como a Ana. Ela é legal, ela é linda, ela fala de um jeito legal, a voz dela é boa de ouvir, o que ela diz é legal, a forma como ela trata as pessoas… tudo isso é incrível nela, e são alguns dos motivos pra eu a amar. Mas sim… você é legal. Você não é tão linda… mas chamou minha atenção. Você fala de um jeito legal, porque se não falasse eu não ficaria perto de você, como não fico perto de outras pessoas. Sua voz é um saco, mas eu gosto de ouvir. O que você fala é só merda, mas eu ainda paro o que faço pra ouvir. E você também trata todo mundo de uma forma incrível. Você não tem o que ela tem. Você tem o que você tem. Você vai se satisfazer consigo mesma quando perceber que você é você, e não personagem de fic coque frouxo, ou a Ana, ou a minha primeira garota… E eu não sabia que machucava quando eu dizia isso. Mas é a verdade, então tenho que dizer: o seu corpo é lindo. É um dos mais bonitos que eu já vi. É o meu tipo. É uma objetificação sim. Eu estaria mentindo se dissesse que não. Mas você está errada. Eu nunca gostei de ninguém pela aparência. Ok, eu ja te disse, eu tenho um defeito que só consigo ficar com alguém que eu considero bonita, mas isso não é corpo. É rosto. E eu sei, pode parecer ridículo, continua sendo físico… mas eu não olho para o corpo da Ana e eu sinto isso por ela. E eu olho pra você, e não consigo deixar de notar o seu. Então não se compare com ela em relação a isso também. Eu não me importo com o corpo dela. E se o seu fosse como o dela, não faria diferença para o meu julgamento. E obrigado por dizer isso. Eu ser alguém que te faz bem. Eu fico feliz por isso, porque é um desejo que eu tenho pra você: quero que você fique bem. Mas não fico feliz de ser o único motivo da sua felicidade… porque eu não faço você alcançar o apogeu disso. Quando eu te abraço, beijo a sua bochecha, eu faço porque me sinto bem perto de você. Quando eu encosto a cabeça em você, quando te envolvo com meus braços, quanto te falo minhas músicas… Tudo isso faço porque confio em você. Me sinto feliz perto de você.
Você diz que não é nada pra mim… (Isso não esta na sua carta, mas acho qye sevo dizer) A garota que me fez mudar a forma de ver as coisasz que fez eu desistir de me matar… ~Como ja disse, não importa quem ela foi na minha vida, e nem o que ela fez também. Muito menos o que ela já sentiu.~ Ela brigou comigo. Ela disse que sentia raiva de mim por eu pensar assim. Me fez ver o que eu tinha… Ela disse “Se você quer ir (*usamos o termo ir para nos referir a morte*), é porque ninguém aqui te faz feliz. Quando isso aconteceu comigo, todos riram da minha cara enquanto eu estava no hospital, então eu até entendo… mas não é diferente com você?” E eu percebi que era diferente comigo. E uma das primeiras pessoas ~se é que não foi a primeira~ que me veio na cabeça foi você. Você me fazia feliz, e você não ri de mim. Então, sim, você é a porra de um motivo. E quando eu disse que você me deu motivos pra eu me matar, foi quando você criou um conceito falso sobre si mesma, e eu notei isso. Quando eu comecei a sentir algo poe você, e você matou tudo, fazendo tudo que fez. Ficando com todos na minha frente. Dizendo tantas coisas ruins na minha frente e diretamente pra mim. E principalmente, quando você trocou a frase pra “Não se mata, por favor” para “Se mata depois das férias”. Só quis deixar claro que você é sim um motivo e me faz feliz. Agora, voltando pra carta…
Bom… sobre sua importância na minha vida… Me desculpez mas a Jennifer foi muito importante na minha vida. Ela esteve presente em tanta coisa… Em 2015, em tantos pequenos e grandes fatores… Ela foi minha primeira namorada. Minha primeira garota, e isso não seapaga facilmente. Claro que eu quis apresentar ela pro meu pai. Era impossível que não apresentasse. Ela foi minha namorada. Mas minha relação com ela praticamente teve fim. E foi a vez de eu querer que você fosse até la, conhecê-lo. E você acha pouco? Eu sei que doi, ela existiu antes de você, mas ela existiu na minha vida. Você existe. Queria sim que você conhecesse a Melyssa, e sim, ela é a pessoa que mais amo. E não é hiperbole. Eu a amo mais do que amo meus pais. Mais do que amo a mim mesmo. Mais do que amo minhas músicas. Isso porque ela é a única que fez eu não me sentir sozinho. E eu sei que o sentimento não é o mesmo pra ela. Ela me ama, mas não mais que os pais dela. E não sei se mais do que a ela mesma. Mas eu sinto mesmo assim. Porque ela fez isso por mim. E isso não vai mudar. Mas você acha que não amo meus pais? Caralho, eu os amo de mais. Quando criança, eu não queria admitir, mas hoje digo: amo mais meu pai do que minha mãe. E eu quis que você o conhecesse. E quis que você conhecesse a Melyssa. Não há comparação. Eu quis que você conhecesse o amor que existe na minha vida, pra te mostrar que você poderia ser um outro amor. Um amor diferente. De qualquer forma, me desculpa se isso te machuca. Bom, você só queria que eu te amasse. Eu não sei se já te disse isso, mas… Eu te amo. E não é da forma que você quer/espera. Sinto muito. Mas isso é culpa sua, isso ja foi dito anteriormente. Você matou o que eu comecei a sentir. Não acho que queira dizer que eu não possa começar a sentir isso de novo. Acho que o que eu sinto, é exatamente o que a Keila disse sentir por mim uma vez. Ela disse “Acho que se eu tentasse, eu me apaixonaria por você, e sei que seria muito feliz”. E eu aceito as suas desculpas. Todos aqueles beijos… não era o que eu queria. Eu os odiei. Eu já te disse… eu não gosto só de beijar por beijar. Depende muito. E eu tenho que ter um motivo muito bom pra fazer isso sem sentimento. Inclusivez agora gostaria de pedir desculpas. Hoje (10/07/2017) eu senti vontade de te beijar três vezes. Uma vez no dgo, outra vez enquanto eu lia a carta, e outra vez na nossa despedida. “Ai, por que você não me beijou?” Bom, a primeira, porque tinha muita gente em volta. Eu não gosto de beijar perto de outras pessoas, me sinto incomodado. Esse é um dos motivos dos beijos na praça terem sido tão ruins. A segunda e a terceira foram pelo mesmo motivo: meu nariz estava escorrendo. Seria terrível pra você e muito mais pra mim se eu te beijasse e aparecesse um catareo pra dar beijo triplo. Outro motivo é meio constrangedor dizer, mas é que seu beijo é um pouco estranho… E sem paixão. Sei la. E as vezes você tem um hálito estranho. Provavelmente porque a gente não costuma escovar dente depois do almoço. Ou sei la. Continuando… Eu não quero que peça desculpas por isso. Por me “enrolar”. Eu não estou te apressando. Isso é seu tempo, e não meu. E eu nunca faria nada com você sem te beijar, ou ao menos gostar do seu rosto. Se eu não gostasse dele, eu nunca chegaria a fazer isso com você. E sim, eu não transo, eu faço amor… mas eu te amo, não amo? E nada impede de ser da mesma forma que você me ama, eu ja disse isso. Então isso não vai ser uma desculpa, nem pra mim, e muito menos pra você.
Carta para um amor
Eu chorei pra caralho com aqueles áudios que vc me mandou bêbado, mas acho que foi melhor assim. Eu acabei percebendo o que eu sou pra todo mundo e, principalmente, o que eu não sou. E fato de eu ter me tornado um pedaço de carne pra todo mundo por não me sentir suficiente. Por não ser suficiente. Por não ser que nem a Ana, por mais que ela fale que é um lixo que nem eu. Mas ela é legal, ela é bonita, ela fala de um jeito legal, a voz dela é boa de ouvir, o que ela fala é legal, a forma como ela trata as pessoas, tudo que eu não tenho ela tem. Machuca muito quando vc fala que meu corpo é um dos mais bonitos que você já viu, por que vc me objetifica também e por que isso é a única coisa que eu tenho e ela talvez não. Machuca muito, mas você também é a única pessoa que consegue fazer eu me sentir bem. Você se tornou o único motivo da minha felicidade, e eu não sei se isso é bom. Mas caralho, quando você me abraça e beija minha bochecha eu me sinto no paraíso. Quando você encosta a cabeça em mim, quando você me envolve com seus braços, quando você me fala suas músicas, quando você faz eu me sentir importante. Mas às vezes até o jeito que você faz eu me sentir importante machuca. Você fala que eu sou a única que conhece seu pai pq eu sou importante, mas claro, tirando a Jennifer. Você fala que queria que eu conhecesse a Mely, porque ELA é a pessoa que você mais ama no mundo. Não vou negar que isso machuca, por que machuca muito. Eu só queria que você me amasse, mas acho que só de você me abraçar eu me sinto feliz. Só de vc fazer com que eu sinta que você gosta de mim, por mais que não seja do jeito que eu gosto de você. E eu peço desculpas por ter te beijado das outras vezes, eu sei que você não queria. Eu peço desculpas por ficar enrolando e a gente nunca ter feito nada, mas eu não consigo transar com você sem te beijar, sem sentir que você ao menos gosta do meu rosto. E vc diz que não transa, você diz que faz amor. Será se você é capaz de fazer amor comigo?
Autumn again.
Era outono, um ano atrás, quando você chegou. Eu te assistia de mansinho, quase não via, antes de te conhecer. E quando o fiz, eu sabia que junto viria muito além da sua presença. É engraçado como a gente sente, quase que instantaneamente.
Esse um ano realmente fez diferença (e ao escrever isso, eu ainda posso te imaginar fazendo um cara de “que clichê” que faria caso lesse). Em tão pouco tempo eu me frustrei, aprendi e mudei. Também chorei; sim, eu chorei; com a mesma intensidade que me doei. E não me arrependo de nada. Não vejo as coisas da mesma forma que antes, e tudo isso graças à você.
Então, eu escrevo, dessa vez, apenas para agradecer. Obrigado, muito obrigado. Um novo ciclo se começa, de novo, e, mesmo sem você, eu comemoro, nunca sozinha, mas com tudo o que me deixou.
Não fique com medo dessa tristeza, as vezes sem razão aparente, que te acompanha a tanto tempo sem ninguém notar. Não se culpe por se sentir assim só porque existem pessoas em situações piores. Não é escolha sua.
Agora, sobre a nova doença...
É totalmente impossível. Eu preciso me curar logo disso. Não dá. Não consigo pensar em nenhum ponto positivo pra mim nisso. Mas não paro de pensar nela. Acho que vou fazer uma música... Vai se chamar Doença. Ou disease. Ou sick.
Cura
Eu já me curei de você, mas sempre que me curo de alguém, vem outra pessoa pra me adoecer. Mas agora que me curei de você, você tenta me infectar de novo. Eu não quero sofrer por duas pessoas. Uma doença de cada vez.
Quando estou te apagando, você volta.
Edifican-do. (via adesejar)
Talvez eu seja mesmo apaixonada por você.
Depois de tanto tempo é que eu fui perceber. E eu não sou mais a mesma, com ou sem você.
Melhor sentir raiva do que se sentir triste.
Nobody
Memórias não partem
Eu sempre vi as pessoas falarem sobre os sentimentos que outras deixaram ao sair de suas vidas. De como elas ficaram infelizes, ou aliviadas. Várias pessoas já saíram da minha vida, umas de uma vez, outras, aos pouquinhos. Mas a verdade é que eu nunca parei para refletir sobre isso, simplesmente porque elas não me fazem falta. Parece até orgulho, mas não, muitas eu só reparei nisso depois de tempos…
Porém, recentemente, eu pude provar desses sentimentos que todos diziam. Foi surpresa pra mim, a nossa relação, amizade, já não ia bem. Mas eu pensava que aquela negatividade toda se dissiparia algum dia. Eu mantinha, eu amava a pessoa. Amava tanto que nunca me deixei pensar no caso dela sair da minha vida.
E a pessoa se foi, por livre e espontânea vontade. E eu assisti aquilo tudo sem conseguir demonstrar nada do que sentia (e eu sentia tanto que sufocava), e talvez essa falta de demonstração tenha feito parecer indiferença. Mas não… Eu finalmente havia provado do sentimento de perda verdadeiramente, e claro, não fiquei nada bem. Eu corri atrás, fui em busca de explicações e também me explicar. Não voltei com o coração preenchido, mas voltei com as coisas bem claras pra mim. Foi inevitável a culpa, que havia sido, em grande parte, minha.
Agora eu lido com a saudade, afinal, já não há mais nada que eu possa fazer. Eu me preocupo e procuro, saber como vai, se precisa de algo. E me deparo com uma camada tão expessa de indiferença. Machuca, óbvio, mas a culpa que carrego se sobrepõe a isso, como se eu não pudesse reclamar, sentir a dor que, porra, é inevitável.
Não foi a maior perda da minha vida, mas com certeza a mais impactante, a que, se fosse possível, eu evitaria. Talvez essa baboseira toda nem chegue à pessoa, e se chegar, ela vai saber…
Eu aprendi com isso sim, apesar de tão nova e inexperiente. Aprendi que, como dizem, o amor realmente não prende, não sufoca. Eu deixei ir, mesmo com o coração apertado, porque eu amava. Ainda amo. Não faz bem que alguém fique forçadamente, por dó, ou até mesmo culpa.
Eu quero que volte, é claro que sim. Mas volte por livre e espontânea vontade, assim como partiu. Volte curado do que eu havia causado. Volte querendo minha presença tanto quanto eu quero a sua. E se não voltar, bom, vida que segue, mas a memória, também no coração, na forma de um sentimento sincero, é sempre viva…
Solidão
A solidão é uma presença constante. A gente faz de tudo pra afastar com amizades, amores e etc. Mas a verdade é que ela mora em nós, e não devemos vê-la como inimiga, mas sim nos adaptarmos a ela. Lutar seria em vão, todos sabemos, nós a calamos aos poucos, mas no fundo sabemos que ela sempre vai estar por perto…