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Kalissa pendeu a cabeça para um dos lados, poupando uma resposta a brincadeira da morena — se líquidos, especialmente uísque, fossem considerados alimentos. Ela encarou por alguns segundos o sanduíche, como se realmente escondesse certa desconfiança sob o alimento. “Você me envenenar?” A careta gritava o quanto a situação parecia improvável — envenenamento exigia a discrição que Lee simplesmente era incapaz de fornecer a qualquer situação. Ela deu de ombros, mordendo um pedaço considerável. “Isso realmente está muito bom. Se eu não estivesse aqui para testemunhar, diria que teve ajuda.” As palavras eram proferidas antes mesmo de completar a mastigação. “O que acha de transformamos isso… Em uma refeição líquida?” Questionou, buscando na face de Lee algo que indicasse que teria companhia ao o fazer.
“Talvez meu plano maligno seja te atrair para a cozinha com um sanduíche,” a garota começou, apontando para o lanche nas mãos de Kalissa, “e depois te esfaquear com uma dessas facas.” riu, incapaz de prosseguir com a brincadeira. Jamais machucaria Kalissa, e, caso o fizesse, a situação criada por si de forma cômica requeria mais do que ela poderia oferecer: discrição e frieza. “Oh, você duvidava de minhas habilidades? Vergonhoso, Kali.” ela mordeu o próprio sanduíche, distraída demais para forçar uma expressão decepcionada ou aborrecida. “Deus,” ela reclamou enquanto mastigava, “Você é realmente uma má influência, né?” Leewana levantou-se, retornando apenas quando segurava dois copos. Ao colocá-los cuidadosamente na bancada, a garota sentou-se novamente, cruzando as pernas e concluindo sua mastigação.











