lvgertwood:
“Eu não tenho…” Jax começou, mas parou para um risada entrecortada. “Qualquer intenção de te demitir, senhorita.” Com a passagem livre, tomou o telefone e discou o número de emergência. Ao encerrar a conversa, Jackson informou a loira sobre o seu conteúdo: “Eles já acionaram a companhia que cuida dos elevadores. Quinze minutos, no máximo, e estaremos liberados. A senhorita… por acaso, tem algum pânico de espaços fechados que eu deva saber?” Questionou o médico, preocupado com a falta de sinal no seu celular. Bom, ao menos ele havia solicitado, no telefone de emergência, que informassem ao bloco cirúrgico sobre aquele pequeno incidente e que ele se atrasaria.
“Ufa.” De um jeito nervosamente brincalhão, fez um sinal de alívio ao passar a mão pela testa e riu pelo nariz. Lori batucou o pé no chão e esperou que o homem terminasse a conversa no telefone, rezando por boas notícias. Só mesmo ficar presa na porra do elevador com o dono do hospital pra ser a cereja no topo de seu dia de merda. “Ótimo.” Suspirou. “Já passei nove horas segurando uma pinça para a Dra. Stevens em uma cirurgia, sem poder me mexer e malemá respirar... acho que aguento quinze minutos em um elevador fechado.” Talvez estivesse inconscientemente tentando se mostrar para o médico, e logo percebeu o quanto isso era estúpido. Ele era Jackson Ligertwood, certamente deveria ter presenciado e feito coisas incríveis demais para se impressionar com um apoio besta de uma interna em uma cirurgia.











