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     O fato de ter uma companheira para pintar o deixava extremamente empolgado; mais do que jĂĄ era normalmente, o que o fez sair de casa um tanto adiantado, graças Ă sua ansiedade; no entanto, nĂŁo reclamava de esperar. Sentir a brisa contra seus cabelos, o ar puro invadir seus pulmĂ”es, a paz a fazĂȘ-lo relaxar e o agradĂĄvel clima do local o levavam Ă perda da noção do tempo.
     Apesar de ter crescido na cidade, o enorme jardim presente em seu quintal nunca o permitiu afastar-se da natureza; a mãe nunca o deixou que fizesse, de qualquer forma. Apaixonada pelas plantas e animais, a mulher levou sua paixão para o filho; e após a sua morte, Namkyu usou o verde e as flores para sentir a presença de sua amada progenitora e, consequentemente sentir menos a sua falta.
     A arte foi graças ao pai. Um grande homem de vendas que, porĂ©m, tinha o coração mole como manteiga e a paixĂŁo pela pintura e mĂșsica; assistindo-o pintar e tocar, o filho tambĂ©m apaixonou-se pela arte e, podendo, de certa forma, manter-se prĂłximo dos amados parentes, juntava suas paixĂ”es em seus quadros.
     Paciente, Namkyu deixou seus pertences, os quais usaria para pintar, sobre o chĂŁo, apoiados em sua prĂłpria perna, para aguardar a amiga chegar. NĂŁo notou quanto tempo passou; seus devaneios invadiram-lhe a mente atĂ© que ouvisse a voz conhecida em sua direção, logo cumprimentando-a com um sorriso. â Sim, eu gosto de pintar prĂłximo das ĂĄrvores â afirmou, pegando sua bolsa e cavalete para acompanhĂĄ-la pelo jardim. â Como vocĂȘ estĂĄ hoje, Jiji?
Desde muito pequena fora apaixonada pela natureza, apesar de ter raros momentos em meio a estĂĄ os que tinha eram muito bem apreciados, sendo memĂłrias queridas da mulher. No limbo acabara por descobrir sobre o tal jardim que alguns falavam, indo neste desde seus primeiros dias no pĂłs-vida, fora impossĂvel a mulher nĂŁo se apaixonar.
Desde então era como se o jardim fosse sua segunda casa, passava tardes ali e esquecia por completo do resto. Seu próprio quarto era preenchido por mais e mais pinturas do ambiente, retratando detalhes simples mas que foram capazes que capturar a atenção de Jieun.
Quando sugerira a Namkyu de viram juntos tinha em mente de que este podia negar, mas quando o oposto aconteceu o anjo se viu extremamente feliz. Sabia que o rapaz pintava e tinha certeza de que teriam um bom tempo juntos. E estava certa, não era atoa que té hoje frequentavam o jardim juntos, exatamente como hoje.
Aproximara-se cautelosamente, um sorriso leve foi usado para cumprimentar o rapaz quando iniciaram a conversa. â Ătimo, existem vĂĄrias depois da estufa, Ă© atĂ© bom que evitamos o sol. â Assentiu simpĂĄtica como sempre, caminhando por entre a grama arrumou o bloco de folhas A3 contra o prĂłprio tronco. â Estou bem, e vocĂȘ, Nam? Anda se divertindo bastante? â Questionou prosseguindo a caminhada, logo passaram a estufa e chegaram a parte mais calma do jardim, vĂĄrias flores espalhadas assim as tais ĂĄrvores. Apontando para uma mais ao centro olhou o rapaz. â Acha que aquela ali estĂĄ boa? EstĂĄ bem no centro, podemos ver bem o resto do jardim dali.