from The Good Place Season 1 DVD Gag Reel
@lsabelamadrigal
trying on a metaphor
Show & Tell
AnasAbdin
YOU ARE THE REASON
One Nice Bug Per Day

pixel skylines
Jules of Nature

PR's Tumblrdome
Game of Thrones Daily

★
Sweet Seals For You, Always

Discoholic 🪩
Alisa U Zemlji Chuda
I'd rather be in outer space 🛸
Keni
Three Goblin Art
No title available
Monterey Bay Aquarium
taylor price
sheepfilms
seen from Mexico

seen from United States

seen from United States
seen from Israel
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United Kingdom
seen from United States

seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from Netherlands
seen from United States
@lsabelamadrigal
from The Good Place Season 1 DVD Gag Reel
@lsabelamadrigal
nana goes MPB with relationships: DRIZELLA AND ISABEL
no nosso amor e ódio eterno
eu te imagino, eu te conserto
eu faço a cena que eu quiser.
@lsabelamadrigal
🍺 (drizella)
"Abre la puerta!" Isabela não fala o idioma nativo desde que saiu da casita... A exceção é apenas quando fica bêbada o suficiente para esquecer quem é ou a sua situação atual - só assim acaba negando a dor que sente toda vez que se acha em contato com o menor sinal que seja de sua cultura ou a vida boa que tinha antes de deixar os Madrigal. Contudo, o motivo de ter se embriagado essa noite está muito longe de sua família. Tanto que a porta em que batia, com força, não era na casita e sim a de Drizella. Sua mão doía, mas não parou até ver a figura da ex surgir em sua frente. "Quién crees que eres! Hein? Você acha que eu não estava bem antes de você? Olha pra isso," ela faz um longo gesto com a mão, mostrando seu corpo: um vestido vermelho que era justo no busto e solto nos quadris, saltos altos e o cabelo, como sempre, impecável - embora um tanto bagunçado, parecia ter sido feito de propósito. "Yo no necesito de t-- Eu não... preciso de você. Não é porque eu não consigo te superar... Quieres saber? Eu provavelmente não vou te superar nunca. Vou continuar, noche tras noche, perdendo meu beauty sleep pensando no que foi que eu fiz de errado, que eu não te amei o suficiente, que você precisava de alguém mejor... Que... Não sou eu com quem você vai terminar." Ela sente o queixo tremer, uma mínima perda de controle na voz por culpa dos sentimentos presos na garganta por tanto tempo e para. Cala a boca. Respira. O mundo inteiro ao seu redor começa a rir e Isabela ri.
"E daí, certo? Não é responsabilidade tua se eu não consigo seguir em frente, não é problema teu o que me faz perder o sono, e nem se quando eu finalmente consigo dormir, tu ainda tá rodando meus pensamentos. Nem nos meus sonhos eu tenho paz! Mas não é problema seu. O que eu sinto, se eu ainda... Se eu não... Eu sei que não é. Pero estoy enojada, comigo mesma. Yo soy maravillosa. Eu tenho filas de gente interessada e o que é que eu faço? Eu fico pensando em você." Assumir tudo aquilo em voz alta foi o que faltava para pôr um pingo de sobriedade em sua cabeça afetada pelo álcool. Madrigal olha para o chão, umedece os lábios e joga os cabelos para o lado contrário, usando toda energia que ainda sobrou após isso tudo para soar o mais sob controle o possível. "Se isso tudo foi um jogo, eu com certeza sou a perdedora. Parabéns pela sua vitória."
Era simplesmente pegar um café e sair. Ninguém nem veria Drizella misturada com todas aquelas pessoas animadas. Ela precisava de cafeína. Precisava de alguma coisa que a mantivesse acordada para analisar inúmeros papeis que foram jogados em sua mesa. A hipocrisia de trabalhar em um lugar que teoricamente regulava magia, por alguém que não possuía um pingo em seu corpo. Por enquanto. Ela ainda estava analisando papéis, estudando livros. Tantas pessoas que não usavam seus dons, e Drizella que não pensaria duas vezes em usá-los para conseguir o que pudesse. Como, por exemplo, o casamento com um bom príncipe ou rei. Para que sua mãe finalmente a aceitasse e ela pudesse colocar um fim e qualquer drama que Anastasia pudesse se envolver.
Havia conhecido aquele lugar por causa de Isabela, mas com tantas coisas acontecendo e trabalho era impossível que se cruzassem. Não poderia estar mais errada. "Very classy of you. Não poderia esperar uma educação melhor." Revirou os olhos com o comentário, mas mordeu os próprios lábios se proibindo de realmente olhar para Isabela, pois sabia que seus instintos iriam traí-la. "O que foi? Não pode resolver seus problemas cantando uma música e fazendo uma flor aparecer e decidiu que a culpada do universo não ser bom era eu? Típico." As palavras saíndo frias de sua boca sem nem ao menos filtrar querendo criar mais espaço entre ela e si.
Não poderia esperar uma educação melhor. Isabela enxergou vermelho. Qualquer vontade de sair dali e deixar para lidar com Drizella outro dia foi jogada pela janela, tudo culpa daquela insinuação. Ela se vira, devagar, aproxima-se com o indicador pontuando suas palavras no lado esquerdo da clavícula alheia. "Pelo menos durante a minha educação, eu aprendi a considerar as outras pessoas." Big talk para alguém com um visível complexo de superioridade, mas ela vai morrer jurando que pelo menos nesse quesito, é mais maleável que a Tremaine. Acordando para a cena que estava começando a causar pelo toque numa de suas feridas mais recentes, ela se afasta. Passa a mão pelos cabelos e olha em volta, oferecendo sorrisos forçados para as pessoas em volta.
"Fazer o quê, né? Você é muito boa em estragar o dia dos outros." Alfineta em voz mais baixa, só então tirando os olhos do rosto dela. É um ataque ao seu amor próprio ficar olhando para as expressões ali e se lembrar de quando aqueles olhos lhe faziam sorrir, ou de como esperava por ouvir a sua voz, todo santo dia. "Não acredito que você vem aqui depois de... Depois de tudo." Dessa vez, soa magoada porém segura firme a indiferença como um escudo a lhe proteger.
closed starter for @drizellatrem4ine
Sua cabeça doía quase tanto quanto seus pés. Depois de mais uma longa e exaustiva semana de trabalho, tudo o que Isabela queria era... sua cama. A vida era tão boa antes, quando sua única preocupação era arrumar um idiota com quem se casar. Agora tem contas para pagar, roupas para lavar, até suas plantas parecem precisar de muito mais atenção do que antes e tudo parece tão... injusto. Pelo menos uma vez por semana a filha de de ouro dos Madrigal pensa se teria sido tão ruim assim continuar calada, aceitar o futuro imposto pela avó e ter vivido dias bem mais fáceis do que esses. Eventualmente ela chega à conclusão que fez a coisa certa, mas tem dias... Tem dias em que demora mais um pouco.
Dias, por exemplo, como os em que está tentando aproveitar um pouco de ar puro e termina por encontrar quem não queria. Distraída, bate com as costas de uma mulher. Sua boca se abre para pedir desculpas, cerrando com raiva ao perceber quem é. "Justo quando eu pensava que meu dia não podia ficar pior..." uma sobrancelha ergue na esperança de soar inabalada, que ela segue com uma tentativa de passar por Drizella antes que esta comece a falar alguma coisa.
A cabeça de Soluço estava ocupada em arranjar a cauda de Banguela. Quando estavam a voar, sentiu que algo não estava correto, estando agora a melhorar toda a cauda para que exista uma nova versão. Ao ouvir seu nome, o moreno olhou para a porta e um enorme sorriso apareceu no seu rosto. Haddock retirou os óculos de proteção fora da sua cara, os pausando na sua cabeça "Isabela! Pode entrar, esteja há vontade."
Confusa ainda por conta do porquê ter ido parar ali, Madrigal aceita o convite e adentra o local de trabalho de Soluço. Cheira a cinzas e algo queimando, o que em certo ponto lhe traz angústia, pensando em suas plantas e aquele fogaréu todo. "Você está sozinho hoje ou o Bocão não chegou ainda?"
closed starter for @ssoluso
Murcha e sem vida, Isabela volta de mais um shift noturno no Friar's. Se pudesse, jogaria para o alto o orgulho e voltaria para a casita onde é sempre confortável, seu quarto é como seu próprio reino e nunca precisa chegar na cama com as mãos cheias de óleo de comida. Queria chorar, se jogar no chão e espernear sobre o quão injusto é ter toda essa pressão em cima de si, toda essa expectativa, quando tudo o que quer é só... viver. Ela suspira, exausta mental e fisicamente, quando percebe que seus pés lhe dirigiram até um de seus únicos amigos que não faz parte da família Madrigal. Mas ele parecia extremamente ocupado. "Soluço?"
closed starter for @irmafortona
Visivelmente desconfortável, Isabela se senta no chão com um suspiro cansado e dois copos de suco de laranja. É cedo no dia, o que significa que acabou de chegar do trabalho e não dormiu ainda. Mesmo assim, o desconforto não vem de estar acordada desde o dia anterior e sim do fato desta ser a primeira vez que vê a irmã desde que deixou a casita, seis meses atrás. Ela oferece a bebida fresca à mais nova. Poderia estar se arrastando pelo chão como uma planta morta, aguentaria o cansaço se fosse para atender Luisa. "Aqui não é nada comparado ao meu quarto na casita, mas pelo menos tem sol o bastante que minhas plantinhas não morrem."
Assentiu brevemente, como se aquela fosse uma ocorrência costumeira. Verdade era que bisbilhotava em muito pouco, aquele ponto. Se por repressão da própria curiosidade, discrição ou mera despretensão em tudo não relacionado aos próprios objetivos, não poderia dizer. Não era, assim, tão consciente. Finalizou o congelamento da área externa, erguendo-se, por fim, para melhor observar a outra. ❛ Não é grande fã de patinação, então? ❜ A observação fora bem humorada, apesar dos lábios não se esticarem, exatamente, num sorriso. ❛ Um rinque. ❜ Resumiu, não vendo melhor forma de esclarecer sem parecer uma propaganda automatizada. ❛ Quer conhecer? Já está aqui. ❜ Elsa se aproximaria, mas ainda intentava cobrir as próprias mãos; as luvas abandonadas em uma das mesas da arena.
"Patinação?" Nos seus olhos, toda a animação da criança anterior que há muito deixou de receber atenção. Não tem tanto tempo assim que deixou a casita, mas a mera menção de uma de suas atividades preferidas fez com que sentisse falta de casa, de seu quarto e de tudo o que fazia junto à família. "Não vai te incomodar?" A questão sai em voz baixa, quase insegura, nada costumeiro à Isabela. "Digo.. Posso voltar em horário de funcionamento." Está cansada após seu turno, seria até um favor não se meter com isso agora... Entretanto, queria.
"Não queria deixar minha mãe, pois você sabe como ela é. Não estou afim de que chova todos os dias, e Dolores é tão sensível aos barulhos, mas não consigo mais. Abuelita me chamando de canto dizendo que tenho que casar com alguém com magia poderosa para ter filho poderoso e manter nosso sangue forte. Coitado do Tio Bruno, deve ouvir mais do que eu até." Virou todo o copo da bebida. E pensar que em um tempinho atrás achava que haviam resolvido toda a situação de casa. "Eu entendo o porquê de acharem que colocar um sonífero não pode ser tão legal, mas eles ganharem férias longe e nós nos divertimos aqui seria incrível. Aposto que Casita até faria uma piscina aquecida para nós." Levantou a sobrancelha querendo se divertir e pensando na paz da casa. "Tenho tanto medo do Tio Bruno, mas vou tentar. Quem sabe ele não queira ir para o Hotel também e deixe eu só fingir ser ele....Não acho que ele vá querer ficar em uma festa com os sobrinhos....Você acha que Mirabel vai contar para alguém? Sei que Dolores contaria então vou falar para ela por último. Minha irmã tem que manter a boca fechada."
Isabela põe sua taça na mesa e fica olhando para ela por alguns instantes. É difícil não se sentir culpada ouvindo tudo aquilo, mas respira fundo antes de responder. "Todos eles são adultos, Camilo. E cada um sabe como se virar. Não é responsabilidade sua regular as emoções e reações deles. O mundo não vai acabar se você colocar o pé no chão e decidir fazer algo que tem vontade." Repetiu para o mais novo as mesmas palavras que repetia para si mesma por meses antes de ter coragem de sair de casa. Não espera que ele vá acordar um dia, fazer suas malas e deixar tudo para trás, porém torcia para que pudesse prestar atenção no que dizia. "Não... Conhecendo a abuela, acho que teria que ser algum lugar muito distante para ela não decidir voltar para a casita pra dormir..." poderia ou não estar voltando atrás na ideia dos soníferos, por mais insano que parecesse. "Se quiser minha ajuda, eu sei de algumas plantas que podem, bem... ajudar em um sono mais pesado." Ofereceu, embora não estivesse planejando fazer parte da festa. Sempre que considera voltar à casita, sente um arrepio nas costas. "A Mirabel fica de bico fechado, já a Dolores... a melhor opção é ela ficar sabendo cinco minutos depois da festa acabar." Ironizou.
Ele revirou os olhos. Como se eles pudessem fazer alguma coisa quando sua avó batia o pé. Pelo menos eles podiam tentar. "É por isso que estou pensando em...sair da casita. Ficar um pouco na casa de uns amigos e dar um tempo." Seus olhos suavizaram com Isabela, que era de longe sua prima mais próxima. Por mais que Luisa e Mirabel fossem próximas também e divertidas. Ele sempre sentiu uma conexão maior com Isabela, pois ela parecia sempre entender o que ele sentia ou passava. "Tirando esses problemas, eu estava pensando, e se nós dermos uma grande festa na casita de Ano Novo? Sei que falei que ia sair, mas lá é incrível para festas, e bem, Abuela geralmente vai para a igreja e depois podemos dar uns remédios para ela dormir que ela nem vai perceber a bagunça. Ou podemos dar de presente para os adultos férias em algum hotel já que eles estão sempre cansados. Dizer que o Tio Bruno vigia a gente, e acho que o Tio Bruno não ia ligar muito....Ou ia? Eu posso fingir ser ele e dizer que olho tudo."
"Se tem uma coisa na qual posso opinar com consciência, essa é que sair da casita melhora muita coisa." Para ela, afinal, pois foi só após ter saído debaixo do teto de sua avó que pôde começar a se enxergar além do que era esperado de si. Foi a primeira vez em anos que conseguiu respirar sem alguém em seu ombro, consertando sua postura. "Eu... eu acho que a ideia da viagem pode ser melhor do que drogar a abuela, Camilo." Riu com certo alarde. "Sem contar que ela poderia acordar do torpor no meio da noite e acabar com a sua raça." Passa a bebericar sua própria bebida, uma piña colada geladinha, ponderando a respeito da ideia maluca do primo. "Quanto ao tio Bruno, não deve ser difícil convencê-lo a entrar no seu plano."
"Cortar...o meu cabelinho? Abuelita deve estar maluca. Ela acha que o jeito certo de me "castigar" por ter fugido de alguns jantares e acha que ficarei mais apresentável para conhecer uma noiva. Justo o cabelinho que me dá todo esse charme." Resmungou enquanto tomava uma cerveja na lanchonete da Granny. Rodopiando no banco um pouco entendiado.
Com um suspiro, Isabela estica a mão na direção dos cabelos alheios e os afaga, sem pressa. "Não deixe ela cortar seus cachinhos, Cami." Sua voz é séria, assim como o olhar que fixa no rosto do primo. "Ela não tem esse direito." Como poucos, Isabela sabe a posição em que Camilo se encontra. Já esteve inúmeras vezes num momento entre continuamente deixar sua avó orgulhosa, a detrimento de suas próprias vontades. Não lhe traz gosto algum ver que o primo ainda está preso a isso.
Isabela Madrigal Aesthetic
Shitty Isabela Madrigal aesthetic: now that’s an absolutely bone-shattering case of eldest daughter syndrome if ever i’ve seen one. anyone in that family got magic therapist powers? because hooboy
📍 𝐟𝐫𝐨𝐳𝐞 𝐨𝐯𝐞𝐫 𝐚𝐫𝐞𝐧𝐚 / pós natal.
Dessemelhante quanto fosse aquele momento de sua vida, em especial, ainda seria pouco usual que buscasse por companhia. Não porque assim o desejasse — não, nada tão inevitável quanto o anseio continha-lhe, mas por hábito, solitário e persistente. O familiar, para a monarca, era ambos: um tormento, mas também o que lhe ancorava. Era por isso, inclusive, que não se sentia presa quando sabia que, ali, liberdade não era possível. O que era positivo, se parasse para pensar. Menos frustrante. Foi, então, de sobressalto arrancada das próprias ponderações, as íris gélidas sendo levantadas até a figura de muse. ❛ O que faz aqui? ❜ Não exatamente repreensiva, questionou com curiosidade; as mãos cessando o congelar da área externa da Froze Over Arena. ❛ Não funcionamos nessas circunstâncias, deve saber. Posso te ajudar de alguma outra forma? ❜
"Não era intenção minha chegar aqui..." De fato, nem sabia aonde estava ou que estabelecimento era aquele. Assumiu, pela postura e indagações alheias, que a loira deveria ser dona do lugar ou alguém com confiança suficiente para se fazer de tal. Isabela se encontra exausta, como é de esperado após um de seus turnos no Fat Friar, logo não tem disposição para discutir -- não que fosse, mesmo que tivesse. "Que lugar é esse?" Levou o donut de chocolate aos lábios, apontando com a ponta do queixo para o local às costas de mulher.
adria arjona via instagram