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@luainlibra
.33outonUs.
sigo afinada, e me afinando, com minha energia saturnina.
oscilo frequentemente entre minhas faces lunar e saturnina, e lampejos do meu eu venusiano.
vida após os trinta tem cores e sabores incríveis.
e vibro para que minha raiz saturnina me lance e me faça ocupar os espaços que a mim pertencem, os espaços que devo estar.
deslumbro meus propósitos nesta vida.
por que tem que ser tantos?
a astrologia definitivamente é meu caso de amor mais visceral dentre eles. amo! na mesma intensidade odeio! amor ler as estrelas.. sentir, ver e constatar o que elas me revelam, me sentir embaladas por elas, suas energias, cores e por vezes até seus cheiros. odeio não conseguir me dedicar ao seu estudo e sempre colocá-lo em segundo, terceiro, quarto, quinto plano.. odeio sentir que neste agora eu impulsiono e nutro muito mais a raiz astrólogica de terceiros do que a minha própria. há quantos mais terei que abrir literalmente os céus para que enxerguem a imensidão de si e da existência no todo, para que assim se tornem amantes das estrelas? quantos mais terei que letrar em estrelas? e a mim? quem me letra, a não ser elas mesmas!? que sina ser instrumento estelar e alfabetizar aqueles que conseguem por meio das estrelas ocupar espaços neste agora.
feliz aquele que encarna seu retorno de saturno.
noite planetária azul
eu aperfeiçoo com o fim de sonhar produzindo a intuição selo a entrada da abundância com o tom planetário da manifestação eu sou guiada pelo poder da magia viajo ao meu interior, ordeno-me, alcanço a abundância e semeio sou noite planetária azul sou a sonhadora codificada. aquela que tem como missão amplificar a compreensão sobre o sutil, sobre as energias, símbolos, estrelas, luar, dias e noites, tempos, eras.. vem comigo compreender teus sonhos! a abundância é minha natureza a intuição meu guia o alcance infinito da noite estrelada é o meu lugar de residência. minha origem! das estrelas eu vim e sou.. estou aqui para acende-las no consciente daqueles que cruzam meu caminhar #soudasestrelas #pedagogaastral
Sol in Peixes/Ano Marcial
"...o mais místico dos signos. E místico no sentido de conter em si o mistério. Ou por sua natureza mutável, um signo dado à mistagogia, que é o ato de conduzir ou iniciar alguém em algum mistério. O mistagogo seria o responsável por fazer nascer o mystes - aquele que é iniciado no segredo. O mais curioso é que todas essas palavras - mistério, mistagogo, mystes - derivam de myein, que literalmente significa algo como "fechar", usado aí no sentido de manter oculto. " ~Piloto Júpiter
e assim o sol entra em peixes hoje <3 que as águas fluídicas do teu mistério interior se revelem. pois, o mar íntimo.. sempre está para peixes ;) e por aqui meu existir pensar, tem nascente e transbordamento neste mar. mistagogar.. te iniciar no mar da realidade indizível. realidade intíma.. realidade do todo existente. realidade que está para além da materialidade dos 5 básicos sentidos. com apheto, mercúrio in peixes da ariana que vos fala.
'Que eu seja como aquela que tece o pano na floresta, profundamente escondida.
Que eu possa fazer o meu trabalho sem interrupção.
Que eu seja uma exilada, se é este o sacrifício.
Que eu conheça a procissão sazonada do meu espírito e do meu corpo, e possa celebrar os quartos em cruz, solstícios e equinócios.
Que cada Lua Cheia me encontre a olhar para cima, nas árvores desenhadas no céu luminoso.
Que eu possa acariciar flores selvagens, cobri-las com as mãos. Que eu possa libertá-las, sem apanhar nenhuma, para viver em abundância.
Que meus amigos sejam da espécie que ama o silêncio.
Que sejamos inocentes e despretensiosos.
Que eu seja capaz de gratidão.
Que eu saiba ter recebido a alegria, como o leite materno. Que eu saiba isso como o meu cão, nos ossos e no sangue.
Que eu fale a verdade sobre a alegria e a dor, em canções que soem como aroma do alecrim, como todo dia e na antiguidade, erva forte de cozinha.
Que eu não me incline à auto-integridade e à autopiedade.
Que eu possa me aproximar dos altos trabalhos da terra e dos círculos de pedra, como raposa ou mariposa, e não perturbar o lugar mais que isso.
Que meu olhar seja direto e minha mão firme.
Que minha porta se abra àqueles que habitam fora da riqueza, da fama e do privilégio. Que os que jamais andaram descalços não encontrem o caminho que chega à minha porta. Que se percam na jornada labiríntica. Que eles voltem.
Que eu me sente ao lado do fogo no inverno e veja as achas brilhando para o que vier, e nunca tenha necessidade de advertir ou aconselhar, sem que me peçam.
Que eu possa ter um simples banco de madeira, com verdadeiro regozijo.
Que o lugar onde habito seja como uma floresta. Que haja caminhos e veredas para as cavernas e poços e árvores e flores, animais e pássaros, todos conhecidos e por mim reverenciados com amor.
Que minha existência mude o mundo não mais nem menos do que o soprar do vento, ou o orgulhoso crescer das árvores. Por isso, eu jogo fora minha roupa.
Que eu possa conservar a fé, sempre.
Que jamais encontre desculpas para o oportunismo.
Que eu saiba que não tenho opção, e assim mesmo escolha como a cantiga é feita, em alegria e com amor.
Que eu faça a mesma escolha todos os dias, e de novo.
Quando falhar, que eu me conceda o perdão.
Que eu dance nua, sem medo de enfrentar meu próprio reflexo.
Poesia extraída do livro: A Bruxa Solitária, Rae Beth.
marina
escolhi marina desde a primeira vez que a vi. namorava um cantor de reggae e sempre a via de saias longas num estilo meio hippie de parecer. tinha um sorriso largo, dentes sinceros. não se via e ainda não se vê com frequência uma combinação dessa natureza. alguns anos se passaram e ainda não havíamos nos tornado, de fato, amigas. as vezes nos esbarrávamos pelo benfica ou dentro de algum transporte público, nos cumprimentávamos, ela me sorria largo, parecia gostar igualmente de mim na mesma proporção em que eu gostava dela na esfera de saber quase nada uma da outra. ainda assim era tamanho, o que sentia. nossos namorados eram amigos ou só se conheciam. desse detalhe eu não lembro bem, mas suponho que esse elo foi o que nos fez tomar conhecimento da existência uma da outra e assim podermos nos cumprimentar quando, ocasionalmente e casualmente nos deparávamos uma com a outra por fortaleza. anos muitos se passaram e marina engravidou. ainda com pouco ou quase nenhum contato estreito com ela, eu continuava a admirando de longe, vibrando por encontrá-la, por vir a saber de sua vida. já trocávamos algumas mensagens mais demoradas no período em que se tornara mãe e passei a admirar o que via de sua maternidade, a admirar sua pequena filha e a desejar conhecer e ouvir sobre a sua história. em 2011, ao descobrir que eu estava grávida, quase 1 ano depois de sua filha ter nascido, escrevi para ela narrando sobre a mistura de medo e ansiedade que me tomavam. nem sei se foi a maternidade que edificou a ponte que nos conduziu finalmente a esse encontro, mas suspeito que a semente dessa amizade joguei eu mesma para o universo desde que a vi pelas primeiras vezes. hoje não me apresso em descobrir se por um ou por outro, mas que eu estive conectada a minha intuição desde sempre, disso não há dúvidas. marina é a irmã que não tive por pai ou mãe. é um ser que tem minha confiança e corpo de graça. meus movimentos são todos fluidos e confortáveis na sua direção. compartilhamos nossos mais íntimos percalços e anseios. geramos duas crianças que nasceram sob o sol em leão. enquanto juntos, somos um só elemento: fogo. de natureza felina e ariana. me felicita escrever para o mundo que somos, juntas, e também separadas, as mulheres que admiramos.
bendito seja sempre o nosso encontro.
KRISHNA, marina
tenho uma amiga à quem não me custa prestar homenagens. a tenho, não que ela me pertença, mas nos temos mutuamente numa espécie de dança, coisas de eletricidade e outras definições um tanto singulares, mas a sorte é que desde que nos reconhecemos, nesta vida, nada mais existe que venha com a capacidade de nos refrear. são duas da manhã e um pouco mais, até. e do josé walter ela escreve sobre a minha lua em câncer, a minha vênus em leão, sobre os pães que se aventurou a fazer nesta mesma madrugada em que, do vila união, penso nela com igual carinho, atenção e penso, sobretudo, que jamais deveríamos esquecer que, o que é realmente grandioso, nesse mundo, sempre dá um jeito de se fazer presente.
dos ciclos infindos que em mim habitam! que me proporcionam amor, alegrias, chuvas, florescimentos.. conhecimentos sobre uma menina, mãe, mulher, anciã! desde tenra idade ela me guia! inicialmente por beleza, por encanto.. ao florescer da donzela, por chamado! no luzir do ser mulher foi e sempre será como um manto! ao nascer de uma mãe, por nutrição! e a anciã que em mim habita.. essa que me acolhe na dor, e no resplendor de mim.. me lanças.. sempre! sou grata!! somos uma, sintonizadas por fios cósmicos de um sentir intuitivo que apenas à selvageria feminina pertence! palavras de agradecimento por ser tão viva no meu consciente!! seu amor por mim chama, doce avó!! emanando o vibrar ancestral em cada re.descoberta! grata por permanecer, por acolher e transformar o meu ser feminino! ciclicamente grata sou! com amor à lua!
lua in câncer.. (2014)
e até hoje ainda é.. viver o amor como energia.. e não como sentimento! o amor por si é emancipador! e não há nada mais estimulante do que nos reconhecer, nos encontramos no outro. e isso só será realmente possível quando, minimamente, nos conhecermos verdadeiramente. o amor para mim é e sempre será uma porta para o infinito! no amor me iniciei.. me desenvolvi.. me fundi.. me confundi.. morri.. renasci.. vivi!
e vivo.. de ser serenamente amor!
minguar lunar sagittariuSolar.
sinto o chamado da maternidade desde menina. sempre busquei, revirei e reinventei minhas certezas! dentre elas sempre soube que gestar, parir, maternar, criar e educar era para mim. o chamado veio cedo! junto com a prática ariana da sina de ser a irmã mais velha. sempre soube que seria mãe! que teria filha e filho! assim é! das incertezas.. a que reinava era q talvez eu nunca me embrenhace pelos descaminhos do casório! e cá estou eu.. casada! desvelando diariamente o desenlace diário que é o tal do casamento. sobre “esposar”, sinto q escolhi bem! escolhi bem porque nunca fui de ser escolhida. e sim, àquela que escolhe! e assim o fiz! escollhi ele para ser o pai do meu fruto. pai dos meus frutos! a tal da descrença no casório que sempre existiu aqui dentro, que desde a infância se apresentava como medo, arrependimento atencipado, sinônimo de dor.. é muito mais uma projeçao da vivência da minha referência feminina do que propriamente minha descrença. essa tem sido a certeza mais saborosa que pude constatar neste ano marcial que se esvai com os vendavais que o trouxeram. por hoje não sinto que terei que caminhar pelos mesmos caminhos q meus pais. logo, não terei que enfrentar as tempestades que eles se direcionaram. qd olho para eles, me reconheço neles! porém, sinto que sou o além deles mesmos. e como um além sinto-me a sorte mais bonita do encontro deles dois. sou o fruto do que mais bonito, sincero, verdadeiro e íntimo existiu entre eles. sou a materialização do amor deles! os dois em um só ser.. eu! eu que me sinto nascida, parida, alimentada, nutrida para ir além do que eles próprios foram.. do que eles próprios são.. me sinto mais forte do que eles. me sinto mais sincera, madura e serena do que os dois juntos. logo, enxergo um final bem mais feliz para mim, do que o viver atual que minhas referencias vivenciam no agora. agradeço pela benção do que meu ser maduro vem se tornando. tenho examinado bem os sentir que as gestações me trazem.. o astral que meus fetos recebem, assimilam e absorvem ainda no ventre. constato diariamente a expressão da Meloé, e o quanto do meu consciente e inconsciente da época da gestação pulsa nela. tal percepção tem sido uma das coisas mais incriveis e estonteantes que constatei nesta vida! gestar é mais sério do que supomos! ter tal leitura me faz compreender todo desafio q tem sido a minha relação com a Meloé, somado a gestar o Rudra concomitantemente! mas quem? senão eles dois para ensinar e aguçar em mim a maternidade. eu os honros! honro meu ventre! honro o que me descubro ser através deles! vejo no temperamento da minha primogênita lampejos do meu eu, de quando eu a gestava. ela, hoje no auge da autoexpressão tem escancarado para mim o quanto eu precisei de colo, de ouvidos, de atenção, de me sentir amada durante aquelas 10 luas cheias. percebo o quanto me trancrafiei dentro de mim mesma naquele ciclo. ela nasceu me presenteando, ao poder reconhecer quem ela é e me dando a oportunidade de me curar. minha menina, tão pequena carregando em si uma grandiosidade que nem ela mesma tem conhecimento ainda. se eu tive a sorte de ser fruto do amor dos meus pais, ela tem a sorte de ter caminhando ao lado dela a lealdade materna, nutrida em terra fértil dos mais ternos e profundos amores. Loh sempre existiu dentro de mim! ela é uma parte de mim materializada. uma parte de mim que tem a sorte de ser amparada, cuidada, aninhada, ouvida, acarinhada.. amada por mim mesma! minha amada! enquanto a amo, automaticamente me curo e me amo! meu eu menina mira nela tudo que sempre quis ser quando menina, mas não conseguira por não ter a energia da ousadia nutrida. tal ousadia, nela trasborda! a admiro tanto! apesar de haver mais um tanto de pulsar que meu sentir me pede para ter mais atenção, para orienta-la com sabedoria. com ela me lapido! assim me despeço desta luainlibra que mingua por fora.. mingua por dentro.. agradeço!
Quando você quer preparar Um remédio salutar Põe um cadinho de raio de Sol E um pouquinho da luz do luar E tem que mexer, tem que misturar Um pouquinho de ra...
“ Quando você quer preparar Um remédio salutar Põe um cadinho de raio de Sol E um pouquinho da luz do luar E tem que mexer, tem que misturar Um pouquinho de raio de Sol E um cadinho da luz do luar“ <3
CD Donaleda - Vibe Positiva Janela Verde Apenas olhar sem nada dizer Teu límpido olhar suave prazer Verde é tua janela o segredo é só dela Os raios do sol re...
“Lembra mulher de quando teus pés descalços pisavam na terra molhada, depois da tempestade tão esperada. Recorda quando teus ouvidos sabiam compreender as mensagens que o vento assoprava para o teu espírito. Inspira fundo e sente o aroma daquela época onde viveste próxima aos frutos e às flores e tudo acontecia em tempo certo, sem pressa.” - Marion Zimmer Bradley
“Carmencita Cigana morena Cigana espanhola Que ama tocar castanholas Cigana Carmencita, minha Cigana bonita Minha Cigana encantada Cigana iluminada Fada, faceira! Carmencita brilha em volta da fogueira Dança e enfeitiça Com seu pandeiro de fitas coloridas E tiara de flores nos longos cabelos negros Com seu olhar penetrante Guarda os mistérios da vida Enche de emoção nosso coração Quando gira seus pés no chão Carmencita é bonita Com sua saia rodada abre meus caminhos Nesta longa caminhada É minha luz, é minha guia Bonita Cigana da Andaluzia Protege-me noite e dia Com perfume de jasmim Com suas cartas sagradas Com a energia das pedras trabalha Esta no sol, esta na lua É vento que refrigera minha alma Em sua caravana ninguém ela engana Carmencita minha andaluza Cigana!”
“Bruxas são mulheres sensuais, que não tem medo de demonstrar seus sentimentos, não seguram sua risada, nem suas lágrimas. Sentem 100% tudo ao seu redor, por isso são confusas, doidinhas. Conheço cada uma pelo olhar, um olhar profundo e profético. Elas demonstram no seu cabelo a sua liberdade, expressam sua magia em colares de pedras, amuletos especiais, em suas unhas, cabelos, maquiagem, tatuagens. Você pode encontrar uma Bruxa no supermercado, na sessão de temperos, comprando ervas soltas , mas também na sessão de chocolate, comprando o doce da madrugada e da tpm… Você pode encontrar uma Bruxa na rua, distraída com o céu, tirando foto do Sol, tocando uma árvore com gentileza, conversando com um cão ou gato e até simplesmente respirando fundo. Você pode encontrar uma Bruxa no shopping, toda arrumada e de preto, com seus acessórios diferentes, com sua cara séria mas que sorri com facilidade. Se distraindo na sessão de ocultismo da livraria. Você as enxerga no encontro com amigos, em shows, em escolas, em fábricas… Podem vestir uniformes, manter aquela conduta do seu emprego, mas existe algo nos olhos delas que nos fascinam até hoje. O jeito que ela fala, que ela olha pros lados enquanto trabalha fielmente no seu ofício, o jeito que ela arruma o cabelo num coque bagunçado, não é um jeito normal de fazer as coisas… Isso você pode ter certeza. Encontre uma bruxa e encontrará uma amiga. Ela reconhece quem é igual a ela, por isso nos reconhecemos quando nos encontramos por ai.”
~ autor desconhecido