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Os marotos tem o prazer de te apresentar Marlene Dasha MicKinnon! Possui vinte e um anos, está estudando para ser Estilista e é confundia com Cailin Russo.
Os McKinnon sempre foram uma família grande. Thomas McKinnon era o quarto filho de uma bruxa escocesa e um trouxa inglês. Encontrou-se com a bruxa Ekaterina Plietsky em um intercâmbio durante um dos torneios tribruxos. Não foi amor a primeira vista, muito longe disso, porém depois que Thomas voltou para seu país de origem, os dois começaram a conversar por correspondência e decidiram se encontrar depois de suas formaturas. Ekaterina veio visitar o Reino Unido com dezenove anos e decidiu não ir mais embora. Pouco tempo depois os jovens apaixonados se casaram e em um ano veio o primeiro filho. Marlene foi a terceira, exatamente no meio das cinco crianças que o casal tivera. Devido ao temperamento da garota e da dificuldade natural de conciliar tantas pessoas, o relacionamento de Marlene com a família, principalmente com os irmãos, sempre variou muito. Na infância, ela amava o fato de ter sempre amigos com quem brincar, ainda que tivesse uma diferença de cinco anos com o mais velho e que os gêmeos só tivessem nascido quando Marley já tinha seis anos. A adolescência que foi um pouco conturbada. Foi quando finalmente começou a sentir o tão falado problema dos filhos do meios: o sentimento de que era esquecida. Durante essa época, passava uma boa fração de seu ano longe de casa, por conta de seus estudos em Hogwarts e passava as férias com os amigos, até que a saudades da família foi o suficiente para vencer os pensamentos contrários e ela voltou para casa no verão. A verdade sempre fora que Marlene, apesar de ser a alma livre que sempre externou ser e aparentar não precisar de ninguém, sempre necessitou da companhia da família. Eles são seu porto seguro e sua âncora, salvando-a de suas tendências de sonhar alto demais. Sua primeira tatuagem fora a imagem de uma pessoa alada que voava por seu corpo que servia como lembrança das palavras da mãe ao lhe contar um antigo mito “Nunca voe perto demais do sol, ou acabará se queimando, mas também não voe baixo demais ou irá se afogar”. Depois tatuou a frase por extenso e fez mais algumas tatuagens, todas lembrando alguém de sua família pelo desenho. Foi sua forma de provar a eles que, mesmo que ela fosse aquela pessoa temperamental e um pouco imprevisível, seu amor por eles sempre existiria. Além de seu próprio núcleo familiar, Marlene é muito apegada aos avós. Apesar das viagens serem complicadas, as vezes, era ela quem sempre insistia para que fossem visitar os McKinnon na Escócia ou os Plietsky na Rússia. Seu avô por parte de pai era trouxa e sua avó por parte de mãe era uma bruxa nascido-trouxa então ela adorava visitá-los para ter esse contato maior com o mundo trouxa
Marlene foi selecionada para a Grifinória e ela amou isso. Seu pai fora da Corvinal, sua mãe sequer estudara em Hogwarts, seu irmão mais velho era sonserino e sua irmã, corvina como o pai. Ela era diferente e ficava feliz por isso. Não fora uma grande surpresa, também. Nunca se imaginara em nenhuma outra casa quando ouvia os bruxos mais velhos falando sobre as distintas casas de Hogwarts. Por isso, não demorou para se adaptar à nova casa. Primeiramente ficara encantada com toda a magia do lugar, como não podia deixar de ser e a liberdade, ainda que relativa, de fazer magia dentro dos territórios da escola eram incríveis aos olhos da garota. Não tinha muito contato com os irmãos durante o tempo que estudaram juntos, por conta da diferença de idade e de casas, mas aos poucos Marlene encontrou uma nova família em Hogwarts. Primeiro aproximou-se de suas colegas de quarto simplesmente porque fazia sentido tornar-se amiga de pessoas tão legais com as quais teria que conviver bastante nos próximos anos. Mas, por conta de sua personalidade, acabou conquistando nos anos de colégio amizades que se tornaram tão importante para ela quanto sua família de sangue e espera nunca precisar abandona-los. Não fora uma aluna ruim, apenas impaciente e inquieta demais para conseguir prestar atenção nas aulas que não lhe chamavam tanta atenção. Sua notas em DCAT, Adivinhação e Feitiços sempre foram impecáveis, coisa que não se pode dizer dos resultados de Aritimancia, Herbologia e Poções. Mesmo no primeiro ano, os professores logo passaram a conhecer seu nome, não por conta de seu sobrenome ou de seus irmãos, mas porque ela já possuía aos onze anos a mesma pose irreverente que carrega até hoje que, somada a seu humor e temperamento forte, lhe rendeu várias detenções ao longo dos sete anos porém também lhe rendeu muita diversão em Hogwarts.
Quando a formatura começou a se aproximar, Marlene entrou em crise. Simplesmente não sabia que carreira gostaria de seguir na sua vida. Era boa no time de quadribol (no qual jogara como batedora desde o quarto ano), porém não era boa o suficiente para tentar uma carreira profissional. Não tinha notas para entrar na carreira de medibruxaria e definitivamente não conseguia se imaginar virando auror, por mais que tivesse notas e habilidade para tão profissão. Foi em um momento que estava surtando que a ideia veio. Desde pequena, Marlene estava acostumada a customizar as roupas que herdava da irmã mais velha, costume esse que, depois de tantos anos, lhe forneceu uma habilidade impressionante com a varinha e a máquina de costura. Até aquele momento, porém, a costura e a moda não passavam de um hobbie, algo que ela fazia quando estava estressada demais e precisava relaxar, ou quando ocorria alguma emergência de moda (como ela mesmo chamava) com ela ou suas amigas. Nunca se imaginara no mundo da moda simplesmente por não se encaixar nos estereótipos do meio. Era uma garota forte, tinha tatuagens e não era incomum pintar os cabelos de cores não naturais. Além disso, por ter crescido em famílias miscigenadas, o mundo da moda trouxa sempre influenciou muito em seu próprio estilo. Quando parou para pensar sobre isso, porém, decidiu que era isso queria e nada que qualquer pessoa possa a faria mudar de ideia. Ocasionalmente ainda questiona sua decisão ao pensar demais sobre os amigos e suas carreiras, quase todos seguindo carreira de auror ou de alguma outra profissão naturalmente renomada no mundo bruxo e sente-se deslocada. O sentimento dura pouco, quando se lembra que seus amigos estão ali por ela independente do que aconteça e quando vê que ainda há bruxos que são apegados demais à tradicional moda bruxa que, segundo ela, já deveria ter saído de moda à séculos atrás.
Não é fácil lidar com Marlene McKinnon. Desde pequena ela demonstra uma personalidade forte e um incrível dom para causar confusão. No começo, algumas pessoas, de opiniões um pouco menos relevantes e totalmente desconsideradas, alegavam que era apenas uma fase, culpa de sua posição no meio da família. Mal sabiam eles que o temperamento de Marley apenas pioraria com o passar dos anos. Ela é dona de opiniões fortes e um pavio muito curto que lhe renderam vários problemas de convivência. Ao mesmo tempo, é uma garota determinada e não hesita nem por um momento de usar todos os meios disponíveis para proteger aqueles que ama. Sua irmã mais velha costumava dizer que Marlene pensa em cinco formas de desafiar o mundo antes do café da manhã. É sonhadora e, apesar de sonhar alto demais às vezes, costuma ir atrás de seus sonhos mesmo que quebre a cara depois.
Tendo crescido com a forte influência dos costumes trouxas, vindo de seus avós, Marlene sempre teve uma ligação com o mundo trouxa. Começou a ter um interesse maior no mundo trouxa quando teve seu primeiro contato com o mundo da moda trouxa, em 2011, quando acompanhou sua avó por parte de mãe em um desfile de uma marca de roupas local e que, apesar de não ter sido algo grandioso, encantou a garota e abriu os olhos de Marley para esse mundo.
Engana-se quem pensa que, por conta da carreira que escolheu, Marlene é frágil. Tinha dez anos quando teve seu pedido de praticar artes marciais e seus pais finalmente a inscreveram em uma aula de jiu-jitsu (finalmente convencidos pelo argumento que não havia nada que uma arte trouxa pudesse fazer a ela que não pudesse ser reversível com feitiços médicos). Por conta de logo no ano seguinte ter começado os estudos em Hogwarts, seus treinos na academia passaram a se limitar apenas nos períodos de férias, porém ela sempre tentara encontrar formas de manter seu corpo em forma mesmo durantes as aulas (foi o que a levou a se inscrever nos testes para o time de quadribol) e não foram poucas as vezes que convencera colegas a lutar contra ela apenas para fins de treino.
Ela é apaixonada por bandas de rock trouxas. Sempre que ouve algum rumor de shows de rock em Londres, tenta convencer aos amigos a acompanha-la para o evento, ainda que tivesse que dar um jeito de escapar de Hogwarts para isso quando ainda estudava. Trouxe para sua nova casa a sua enorme coleção de discos de vinil que, apesar de estarem ultrapassados tecnologicamente e Marlene já ter as músicas em seu celular, possuem um valor emocional muito grande para a mulher para que ela se livre deles.
Além da tatuagem de Icarus (que voa constantemente em seu corpo porém que não pode voar alto demais, na altura de seus ombros, ou baixo demais, na altura de suas pernas), Marlene tem mais tatuagens. As mais importantes são as que fizera pensando em sua família. Um diamante no pulso que fora feita no método trouxa, e por isso não se mexe, muda de cor nem nenhuma outra característica mágica, mas que é tão especial como qualquer outra por ter sido feita junto com seu pai. Uma flor no antebraço que desabrocha ou fecha conforme as estações que fez em homenagem a irmã mais velha, que tem o nome de Daisy. Uma cobra, também no método trouxa, que tem suas escamas formando pequenos corações, em homenagem ao irmão. Uma frase em russo de uma cantiga que sua mãe costumava cantar quando era pequena. E, por fim, pequenos pássaros aquarelados nos dedos médios de ambas as mãos em homenagem aos irmãos. Admite que tornou-se viciada em tatuagens e ainda tem mais, além destas. Todos os dias agradece pela existência de feitiços específicos e de maquiagem para conseguir escondê-las quando arranja um trabalho que não as permite.
Sua meta é tornar-se uma estilista de renome porém, como ainda está estudando para tal e não encontrou um trabalho específico na área, acabou aceitando o emprego de modelo como forma de já se inserir no mundo da moda bruxa.
Os marotos tem o prazer de te apresentar Andromeda Black! Possui vinte e três anos, está estudando para ser Medribruxa e é confundida com Adelaide Kane.
Andromeda faz parte da família Black, formada apenas por bruxos sangue-puro que zelam muito pelo status e aparência, desprezando qualquer outro que seja diferente. É a filha do meio de Cygnus e Druella Black, sendo irmã mais nova de Bellatrix e irmã mais velha de Narcissa. Diferente da grande maioria de sua família, ela não se importava com as aparências. Enquanto estes eram cruéis e intolerantes, Dromeda, como é chamada pelos próximos, era amorosa e gentil, fazendo com que esta fosse considerada a ovelha negra da família. Sempre sendo responsável, intuitiva e com instinto maternal natural ela acabava por desempenhar o papel de irmã mais velha. Por terem pensamentos semelhantes, tinha um apreço especial pelo primo Siruis, o considerando seu favorito e melhor amigo.
Apesar do coração puro, Andrômeda sempre teve a ambição da família Black nas veias, não foi surpresa quando o chapéu seletor a designou para a Sonserina. Foi uma aluna muito aplicada e organizada, procurando sempre se manter com notas altas. Era muito talentosa em herbologia, feitiços, não tendo dificuldade para aprendê-los e destaque nas aulas de Defesa contra as artes das trevas. Por ser extremamente focada e ter um forte espírito de liderança, muitas vezes aparentava ser autoritária dificultando a aproximação dos colegas de classe, mas uma vez que permitia que a conhecessem viam como era leal e pronta para ajudar.
Não fora difícil para Dromeda descobrir o que queria seguir de profissão, muito protetora, ela sempre soubera que queria seguir ajudando as pessoas. Como era muito boa em feitiços, logo aprendeu técnicas de healer, curando diversos tipos de doenças e acidentes mágicos, muitos considerados impossíveis. Está estudando para aprender maiores técnicas e seguir na área profissional.
Apesar de sua personalidade madura, muitas vezes Andromeda age sem pensar, deixando que a teimosia e falta de paciência presentes em seu sangue, se tornem aparentes. Mesmo que fique um tempo na defensiva, a morena se mostra educada e gentil. Quando a pessoa ganha sua confiança e amor ela é leal e muito preocupada, buscando o melhor para cada um. Dona de opinião forte, ela não desiste e enfrenta tudo e todos para conseguir o que deseja e para defender o que acha certo.
Considerada a mãe do grupo, é um tanto quanto obcecada com organização e limpeza. Adora cuidar da casa, cozinhar e não admite que tirem o seu lugar de anfitriã das reuniões e jantares que organizam.
Faz estágio no pequeno Hospital de Godric’s Hollow, cuidando dos moradores do vilarejo.
Por ser muito responsável, não aprova as rebeldias de seu primo e amigos, sempre tentando colocar algum juízo nas cabeça destes. Mas acaba sempre se deixando levar por algumas delas.
Os marotos tem o prazer de te apresentar Amelia Ruby Bones! Possui vinte e dois anos, está estudando Direito Bruxo e é confundia com Dove Cameron.
A família Bones vem de uma longa linhagem de bruxos, por vezes apresentando ramificações trouxas. Amélia possui dois irmãos mais velhos, e atualmente mantém um bom relacionamento com ambos, embora costumassem ter desentendimentos recorrentes quando pequenos por conta da pouca diferença de idade entre eles. Os pais da garota sempre deixaram que os filhos crescessem livres, com a possibilidade de serem o que bem quisessem, e ofereciam a eles o mínimo de direcionamento possível; no entanto, Amélia foi sempre muito apegada ao casal. Apesar de ser sangue puro, Amy não se importa com status sanguíneo, e acredita que este aspecto está longe de definir alguém.
Em Hogwarts, Amélia foi selecionada para a Hufflepuff, após um pequeno momento de indecisão do Chapéu Seletor envolvendo a Ravenclaw; a colocação na casa amarela e preta não fora exatamente uma surpresa para a garota, já que essa havia sido a morada de sua mãe em seus tempos de escola. Em seu quinto ano, Amy fora convidada a participar da monitoria, dado suas notas exemplares na maioria das disciplinas; com certo receio, a loira aceitou o cargo. Tinha afinidade com a maior parte das matérias, mas sua verdadeira paixão era Feitiços, o que a levou a ingressar no Clube de Duelos com certo destaque. Na escola, fez uma gama considerável de amigos, e alguns a considerariam uma garota relativamente popular.
Assim que saiu de Hogwarts, Bones não sabia exatamente o que queria seguir em sua vida, e decidiu, portanto, iniciar um estágio de verão no Ministério da Magia. Após esta curta temporada, a garota conseguiu se nortear diante das opções que tinha conhecido, e assumiu um emprego permanente. Atualmente, Amélia trabalha no Ministério, como estagiária no Departamento de Execução das Leis da Magia. Estuda o que os trouxas chamariam de Direito, e sonha em ingressar à divisão de serviços administrativos da Suprema Corte dos bruxos, sendo maravilhada pela ideia de ajudar no processo de fazer justiça.
Amélia Bones sempre foi conhecida por ter uma alma luminosa, sendo alegre e entusiasmada na maior parte do tempo. Possui um humor um tanto ácido, e às vezes fala mais do que deveria, mas nunca na intenção de magoar alguém. Uma das características mais marcantes de sua personalidade é sua força de vontade e determinação inconfundíveis, sendo muitas vezes chamada de “cabeça-dura” por aqueles próximos a ela; definitivamente, quando se convence de algo, Amélia persegue seu objetivo até os confins do universo. É bastante engajada com movimentos de minorias, e luta veementemente pelas causas que acredita.
A garota ama as tecnologias trazidas do mundo trouxa, e sempre se pega ouvindo música em seu celular no trabalho quando seu supervisor não está atento.
Ainda mora com os pais, e seu quarto na casa dos Bones é praticamente o mesmo de quando era criança, com as paredes decoradas e pôsteres de ursinhos; é uma maneira que a garota encontrou para se conectar com a infância, período muito marcante de sua vida.
Amélia adora preparar sobremesas, e vive virando a cozinha de sua casa de pernas pro ar enquanto prepara suas receitas mirabolantes. Pode se orgulhar de seu sucesso na maioria das tentativas, mas realiza verdadeiros desastres às vezes.
A loira é alérgica a pelagem de cães, mas seu amor por estes fez com que ela mesma inventasse uma poção que amenizasse os efeitos da reação para que pudesse ter um cachorrinho de estimação; a receita demorou três anos para que surtisse o efeito desejado de forma satisfatória.
Sente muita falta do Clube de Duelos no colégio, e às vezes duela com seus colegas e irmãos em troca de alguns galeões ou apostas semelhantes.
uma molly seria legal <3
TRAGAM UMA MOLLY OLLY E UM ARTHUR, EU NUNCA PEDI NADA PRA VOCÊS, GENTE!!!!
aceitariam a molly weasley???????
ANON, se você trouxer uma Molly Olly pra gente, eu vou te amar pra todo o sempre!!! sério. Desde que você faça a Molly estudando/trabalhando ali por Godric’s Hollow, ou morando mesmo, pode trazer que a gente vai é te encher de muito amor.
Como ampliamos o plot pra outros personagens que não apenas os marotos e companhia, achamos bom continuar todo mundo em um núcleo só, pra ter esse contato direto.
bom dia! quais outros personagens vcs aceitariam aqui?
OPA, MUITO BOM DIA PRA VOCÊ, ANON!!! a gente tem como intuito aceitar só os chars mais “bonzinhos”, pra podermos fazer uma coisa mais de personagens íntimos mesmo, entende? pelo plot que nós bolamos.
Adoraríamos então um Edgar Bones, Amos Diggory, Greta Catchlove e também aceitamos sugestões, se você tiver alguma em mente.
follow!
Alice Fortescue
Amelia Bones
Andromeda Black
Frank Longbottom
James Potter
Lily Potter
Marlene McKinnon
Mary MacDonald
Remus Lupin
Sirius Black
Peter Pettigrew
Aceitos!
Os senhores Moony, Wormtail, Padfoot e Prongs oferecem seus cumprimentos a Amelia Ruby Bones! Seja bem vinda, Hope!
Os senhores Moony, Wormtail, Padfoot e Prongs oferecem seus cumprimentos a Andromeda Black! Seja bem vinda, Mar!
Os senhores Moony, Wormtail, Padfoot e Prongs oferecem seus cumprimentos a Marlene Dasha McKinnon! Seja bem vinda, Bea!
Não se esqueçam de nos enviar o tumblr do personagem em até 24h, por gentileza.
reservas!
Amelia Bones
de qual personagem ainda precisam?
Vem comigo, galera! As vagas iniciais já foram todas preenchidas e/ou estão reservadas, mas como a busca tá que tá, nós decidimos abrir para mais personagens bonzinhos porque essa é a ideia do nosso nxn.Então, vamos aceitar fichas de gente como Edgar e Amelia Bones, Andromeda Black, Ted Tonks, Amos Diggory, Greta Catchlove etc.
reservas!
Dorcas Meadowes.
Marlene Mckinnon.
reservas!
Frank Longbottom
Marlene Mckinnon
Alô alô, galera da tag!! estamos aqui mais uma vez para divulgar o nosso nxn dos marauders. Nos reunimos em algumas players pra jogar em um grupo fechado e da melhor maneira possível: SEM GUERRA, OU SEJA, TODOS OS PERSONAGENS VIVÍSSIMOS E FELIZES! Pela ausência da guerra, o nxn é AU, entretanto contém o mundo bruxo e tudo que tem direito, apenas sem um bruxo das trevas. Ao contrário disso, nossos personagens preferidos estão seguindo com suas vidas e morando no mesmo povoado: Godric’s Hollow. Estamos precisando de uma Marlene McKinnon e Frank Longbottom, então por que não vem você preencher essas vaguinhas, hein? Caso alguém tenha interesse, aqui tá nosso plot completo e aqui a ficha pra ser mandada. Aceitamos reservas de personagens e fcs por 48hrs, além da nossa ask estar sempre aberta pra dúvidas e sugestões. Nox!
Os marotos têm o prazer de te apresentar Alice Fortescue! Possui vinte e dois anos, está estudando para ser auror e é confundia com Danielle Campbell.
Dono de uma sorveteria no beco diagonal, o David Fortescue conheceu Aubrey Fortescue, professora de defesa contra as artes das trevas em Hogwarts, quando ainda eram jovens, em uma das viagens da mulher para o beco. Bastou mais algumas visitas até a sorveteria para que os dois começassem a sair e iniciassem um namoro duradouro, que resultou em um casamento quando Aubrey descobriu estar grávida de Alice. Não poderiam estar feliz, e a chegada da menina na família foi uma das melhores coisas que aconteceu. Apesar de sangue puro, a educação que Alice sempre teve foi que sangue e afins não importavam, a única coisa que valia a pena era a índole de alguém. Teve uma educação excelente, sempre foi criada com muito amor e carinho e ensinada a passar isso adiante. Nunca teve nenhum irmão, mas sua casa constantemente era abarrotada com alguns primos, o que a fez crescer em um âmbito familiar muito unido.
O chapéu seletor demorou algum tempo para selecionar sua casa, mas a morena foi selecionada para a Gryffindor diante do coração tão valente que tinha, mesmo que seu senso de justiça quase a tivesse enviado para a Hufflepuff. Suas notas eram excelentes, exceto em herbologia, da qual a menina era um desastre. Foi em Hogwarts que fez seus melhores amigos, James, Lily, Dorcas, Marlene e Mary, Remus, Sirius e Frank, tendo um sentimento a mais pelo último. A garota sempre foi uma excelente aluna, mas vez ou outra se juntava aos marotos e quebrava algumas regras, mesmo que isso fosse lhe custar peso na consciência mais tarde.
Aubrey nunca deu aula para Alice pois se aposentou antes que a menina entrasse na escola, mas por ter tanto contato com defesa contra as artes das trevas, desde pequena a bruxa sempre foi apaixonada pela matéria e, principalmente, pelo que tinha por trás dela. Achava os aurores verdadeiros heróis quando criança e colocou em sua cabeça desde muito nova que queria se tornar uma. Como suas notas sempre foram muito boas, não demorou muito para que a menina começasse a amadurecer esse sonho e hoje estuda para se tornar uma e trabalha para o Ministério da Magia.
Alice possui uma índole extremamente doce e pura. É meiga, alegre, e tenta sempre ver o lado positivo em tudo. Tem uma paciência sem limites, é quase que raro vê-la sem um sorriso enfeitando seu rosto, mas quando está em seus dias ruins, esses podem ser os piores. Tem uma bondade sem fim e uma personalidade forte, extremamente teimosa, quando coloca uma coisa na cabeça, é praticamente impossível mudar sua opinião. Apesar de ser muito bondosa, a última coisa que Alice possui é ingenuidade. Muito intensa, com Alice ou é oito ou oitenta. Se dedica totalmente aos seus objetivos e amigos, e seus sentimentos são igualmente intensos: se ama uma pessoa, ela ama demais, e se não gosta de uma pessoa, ela odeia. Confia muito fácil nas pessoas, mas perde a confiança igualmente fácil. Totalmente liberal, Alice luta diariamente pelo fim dos estereótipos, especialmente aqueles que envolvem linhagem e sangue.
Por ser filha do dono de uma sorveteria, desde criança, sua sobremesa preferida era sorvete, e seu sabor preferido sempre foi morango. Na verdade, qualquer coisa que inclui morango é o prato certo para conquistar a Fortescue.
Desde que começou a estudar, os pais alugaram um apartamento para que ela morasse sozinha, fica apenas a uma quadra da casa de James e Lily e de Sirius e Remus.
Alice adora gatos e assim que foi morar sozinha adotou uma. Seu nome é Atena.
Os marotos tem o prazer de te apresentar Remus John Lupin! Possui vinte e dois anos, está estudando para ser Professor de Defesa Contra as Artes das Trevas e é confundido com Tom Webb.
A história de Remus John Lupin iniciou-se antes mesmo de seu nascimento, um destino selado quando ainda no ventre da mãe. Hope deixou para trás a vida mundana quando apaixonou-se por Lyall. Lyall e sua magia, Lyall e seu sorriso, Lyall e sua sinceridade. Aos seus olhos, ele era um cavaleiro de armadura brilhante (ou bruxo seri melhor?). De qualquer forma, a mulher que levava uma vida simples como contadora nunca pensou que se apaixonaria-se tão perdidamente e, meses após o primeiro encontro dos dois (envolvendo um boggart nada majestoso), casaram-se. Foi desse união que surgiu Remus, num dez de março de tarde tranquila e céu azulado; muitos disseram um milagre para aquela época do ano. Seus primeiros anos de vida correram exatamente como deveriam correr, recheados de amor, risos e choros infantis e uma espontaneidade típica de criança, dando sorrisos sem dente a torto e a direito a qualquer um que passasse pela rua. Remus era uma criança extremamente alegre e assim se manteve, até seus quatro anos. Foi pelo trabalho do pai e sua dita honestidade, conquanto, que tudo mudou. Embora não fosse o intento de Lyall causar o que causou, era diretamente ligada a ele a desgraça que recaiu sobre o filho. Em seu trabalho no Ministério da Magia, no controle de Criaturas Mágicas, Lyall Lupin lidava com absolutamente todo tipo de gente e foi através dele que conheceu Greyback. Homem de hálito podre e feições animalescas, a licantropia era por ele considerada uma benção e a usava em seu próprio bem, inclusive para matar. Desprezá-lo foi extremamente fácil para Lyall, o que foi difícil foi segurar a língua. Julgava que ele merecia a morte, humilhando-o, inclusive, na frente dos colegas. As mudanças, sendo ele ainda tão criança, eram extremamente dolorosas e, embora tenha sido levado a diversos curandeiros, Lyall e Hope nunca encontraram qualquer solução para ajudar o filho; e nunca deixaram de se culpar por tal coisa também. Remus tornou-se, então, naturalmente mais fechado e, embora sua manifestação mágica tivesse ocorrido tão cedo, não julgou que teria qualquer possibilidade de adentrar Hogwarts por sua condição. Ademais, foi surpreendido quando a carta chegou em seu aniversário de onze anos - Albus Dumbledore o acolhera e certificara-se de ter um lugar especial, no qual Remus teria liberdade para passar as noites de lua cheia sem incomodos ainda maiores do que os que já tinha. Greyback fugiu, é claro, mas usou da fuga justamente para arquitetar seu mano. Foram durante semanas depois, quando apenas Hope encontrava-se em casa e o marido trabalhando que ele agiu. Remus dormia tranquilo em sua cama de menino crescidinho e a mãe, igualmente tranquila, não pensou quer seria ruim deixar o filho sozinho por alguns instantes enquanto ia até à vizinha, emprestar algumas ervas para preparar o jantar para seus meninos. O mau estar sentido pela mulher, conquanto, enquanto na casa da dita vizinha não foi a toa. Quando ela retornou para casa, porém, já era tarde demais. Greyback mordera Remus e, embora Lyall tenha chegado rapidamente e repelido-o com milhares de feitiços poderosos, obrigando-o a ir embora, o malfeito já estava feito: Remus adquirira licantropia. Foi em Hogwarts, então, que Lupin conheceu James Potter, Sirius Black e Peter Pettigrew, que viriam a tornar-se seus melhores.
Remus foi selecionado para Gryffindor, o que não foi de todo uma surpresa aos pais. Embora fosse extremamente inteligente e responsável, sua paixão não se limitava os livros. Mesmo com todos os percalços de sua caminhada até então, Remus amava a vida, ele era leal e justo e corajoso o suficiente para defender seus pontos de vista mesmo que fossem negados por todos, sendo tais características as responsáveis por ele ter terminado na Gryffindor ao invés de Ravenclaw. Seus colegas de quarto, James, Sirius e Peter, tornaram-se rapidamente, então, sua segunda família. Por mais que, inicialmente, tivesse desejado esconder sua condição dos amigos, contar a verdade acabou por mostrar-se mais fácil e, no fim, eles passaram a ajudá-lo a chegar na pequena casa protegida que Dumbledore lhe preparara para as noites de lua cheia, a “Casa dos Gritos”. Dizer que tornara-se tão inseparável quanto um irmão dos três, a partir disso, seria mínimo. Remus também era o mais sensato dos garotos, era normalmente ele o responsável por querer fazer os amigos, tão arteiros, repensarem suas decisões antes de aplicar as tantas pegadinhas que faziam, mas era raríssimo que obtivesse sucesso; e para evitar que acabassem fazendo besteira demais, acabava por sempre ajudá-los. No final das contas, Remus John Lupin também era pessoa arteira e várias vezes riu do que armavam, mesmo querendo fingir que não. Apelidaram-se logo de Os Marotos e, utilizando-se de codinomes para se protegeram, criaram juntos um mapa mágico, através do qual era possível se ver toda Hogwarts. Honestamente? Aquele mapa e as pessoas que amavam eram seu grande orgulho e, rapidamente, o apelido Moony tornou-se parte de si, abraçando-o com carinho.
Mais do que para fazer traquinagens, conquanto, a aptidão de Remus para feitiços, bem como estudos no geral, mostrou-se desde sempre gigantesca e isso foi visto por Dumbledore, que nomeou ele e Lily Evans, sua melhor amiga, como monitores da casa em seus anos finais na instituição - no fim, ele bem sabia, o diretor esperava que ele conseguisse exercer algum controle sobre os melhores amigos, mas isso só ocorria de vez em nunca.
Ao findar de seus anos em Hogwarts, Remus já sabia o que queria fazer. Mais do que aprender ele desde sempre gostara de ensinar e, assim, a ideia de tornar-se um docente na instituição lhe veio com clareza e com facilidade ela foi aceita pelos pais, que em tudo apoiavam o filho tão amado. Foi assim que entrou no curso preparatório oferecido pela própria instituição e, após rigorosos testes, viu-se aceito no programa que garantiria que, um dia, tornaria-se o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, como desejava ser. Atualmente, trabalha como professor assistente do professor de feitiços, esperando pacientemente pela oportunidade de trabalhar com a matéria que era sua favorita.
Remus é, na maior parte do tempo, dócil. Sua docilidade, conquanto, não deve em qualquer tempo ser confundida com tolice. É extremamente inteligente, dono de mente ágil, sempre conseguindo ver além do quadro geral. É pessoa extremamente justa e leal, não havendo nada do que lhe importe mais que a fidelidade; não suporta mentiras. Apesar disso, perdoar não é algo que lhe vem com tremenda dificuldade; erros, em sua opinião, fazem parte do crescimento humano. Utiliza-se de ironias, por vezes, mas não é realmente maldoso em nenhuma delas, simplesmente gostando de implicar com os amigos de vez em quando. Dos três amigos, Remus só não é mais quieto que Pettigrew, tendo suas inseguranças e sendo mais introspectivo do que extrovertido como James e Sirius.
Por vezes, Remus gosta de ficar sozinho, encarando o mundo fora de sua janela enquanto a chuva caí e apreciando do silêncio da própria mente, tendo um bom livro como companheiro para apreciar melhor tal jornada; afinal, literatura é sua paixão pouco secreta. De vez em quando, o mundo lhe parece caótico demais, desesperador demais; em especial, próximo à noites de Lua Cheia. Por mais que não ouse admiti-lo em voz alta, julga-se inferior às pessoas que o rodeiam, não acreditando ser merecedor de sua atenção e afeto como acaba ocorrendo. Isso é suprimido por sua relativa teimosia, sendo o tipo de pessoa que finge que está tudo bem enquanto o mundo parecer despencar ao seu redor. Quando as coisas estão difícil demais, porém, tende a confidenciar-se com os melhores amigos se levemente pressionado. No fim, ele não sabe enganar os marotos e nem a si mesmo direito.
Foi dois anos após conhecê-lo que Remus descobriu-se apaixonado por Sirius Black. Embora por algum tempo tenha negado o sentimento, julgando na época não ser mais do que admiração infantil, ele logo percebeu que seus sorrisos com o moreno eram mais largos do que com qualquer outra pessoa e que seu riso, no fim, soava infantil e por demais sincero. Nunca se abriu, conquanto, não até atingir já seus vinte anos. Foi nesse período que revelou a Black seus sentimentos e viu-se surpreso quando, após alguns vários por menores, o indolente Sirius demonstrou estar apaixonado por si também. O namoro começou meio as avessas e, embora apreciado pelos pais de Lupin, não o era pelos de Black. Isso, é claro, não os impediu de nada. Atualmente, moram juntos em uma casa pequenina e aconchegante, e são vizinhos de James e Lily, seus melhores amigos, que também se apaixonaram e casaram-se.
Remus, por mais que tente não ceder a Black em tudo, acabou por de algum modo aceitar adotar os dois cachorros que o namorado achara na rua. O suspiro de cansaço todas as manhãs não era por nada e normalmente envolvia baba canina na hora errada. A verdade é que tinha coração extremamente mole para animais e, tal característica, acabou por também ser a responsável pela adoção de um gato que achou na rua, Ernest. Dizer que Sirius odeia o animal (infundadamente) é apelido, mas então, as reclamações do rapaz tornam-se motivos de gargalhada de Lupin.
É completamente apaixonado por comer, ainda que cozinhar seja algo que faz de forma mediana; ele pelo menos nunca queimou nada, mas não ousa tentar pratos mais elaborados, atendo-se à simplicidade quando atrás do fogão. O que Remus mais ama no mundo, porém, é chocolate. O doce sempre o anima, mesmo em seus piores, em seus piores momentos.
Embora não seja muito esportista, Remus gosta muito de voar. Passada a lua cheia, quando sente-se extremamente mal, gosta de vez em quando de buscar por sua vassoura e trafegar pelo céu por algum tempo, sentindo o vento gelado bater contra a pele e o ar puro lhe preencher os pulmões, trazendo-lhe calmaria tão necessária e alento. Trata-se, no fim, de algo no qual é bastante hábil.
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Tarjei Sandvik Moe e Peter Pettigrew.
Barbara Palvin e Dorcas Meadowes.