「 ♡ 」 𝑻𝑨𝑺𝑲 » a happy soul is the best shield for a cruel world
Nome: Bluebell
Sexo: Masculino
Animal representante: Borboleta azul. A borboleta é considerada o símbolo da transformação e entre outras coisas simboliza felicidade, beleza, inconstância, efemeridade da natureza e renovação. A borboleta azul é símbolo de boa sorte e os estágios pelo qual ela passa (lagarta, crisálida e borboleta) significam respectivamente vida, morte e ressurreição. Há também uma lenda oriental, em que a borboleta azul representa a nossa vida e escolhas, e diz que o presente e o futuro estão exclusivamente em nossas mãos. Ela representa as nossas vidas, e a lenda diz que somos nós quem criamos a vida que queremos e assim é com Marlowe a qual está sempre criando a sua própria vida e a sua realidade. Outra coisa interessante é que o animal no espiritismo é considerado como um mensageiro espiritual e assim é a garota, ela está constantemente concedendo informações que em um primeiro momento podem parecer sem sentido, mas que no fundo apresentam um teor importante.
Características: Possui vinte e dois centímetros e apresenta uma cor de azul-metálico brilhante nas asas, com reflexo de seda e bordas pretas. O timbre de sua voz é grosso, ecoante e incomum. A impressão é de algo vindo de fora do mundo, criada em uma alucinação, uma loucura que adquiriu palavras. Em contrapartida, a sensação que passa é de falar com alguém sábio, que tem muito a dizer e vai te ajudar. Ou, apenas alguém com consequências graves após ingerir um entorpecente. Assim como Marlowe, Blue parece ser etéreo e frágil, bem como fadas dançando no ar. Parece que a borboleta inclusive voa de maneira “saltitante” tal qual a sua dona.
Personalidade: Bluebell costuma prestar atenção em tudo a sua volta, ou seja, a borboleta é completamente o oposto de sua dona que costuma ser avoada e registrar somente o que realmente lhe interessa, deixando passar vários aspectos ao seu redor. Acaba que ambos se complementam, no entanto, Marlowe tende a não ouvir os comentários do daemon ou quando os ouve pensa não passar de alucinações o que acaba complicando um pouco as coisas. Além disso, a borboleta está sempre lançando questionamentos existenciais à garota e vive criando teorias da conspiração ou acrescentando ainda mais ideias malucas na mente dela.
Relação do seu personagem com o daemon: Bluebell pode passar como uma borboleta qualquer. Ele não conversa muito com outros daemons, apesar de sempre servir como ponte de comunicação entre Marlowe e outros seres como ele. Em linhas gerais, ele é o intérprete para a dona com a qual possui uma relação bastante harmônica. Eles se compreendem por mais que discordâncias possam surgir uma vez ou outra. Como Eleanor é bastante avoada, ela está quase sempre ignorando os alertas e comentários de Bluebell e isso acaba fazendo com que briguem.
Primeira reação do seu personagem ao encontrar o daemon: Marlowe não percebeu que tinha um daemon por uns bons dias. Como um animal diminuto, ele foi um dos primeiros a tomar forma, mas a garota pensou não passar de uma alucinação como outra qualquer. Somente quando os demais aprendizes começaram a ter animais é que ela compreendeu o que Bluebell de fato era. De modo geral, ela lidou com esta novidade de maneira natural. Não é como se ela não visse todo tipo de coisa no dia a dia e ter uma borboleta conversando com ela não foi nada fora do comum.
Como foi o primeiro contato do seu personagem com o daemon e como está agora? Quando Bluebell começou a segui-la por todos os cantos do Instituto e a conversar utilizando-se inclusive da telepatia, Marlowe seguiu sua rotina normalmente, acreditando não passar de um efeito de algum entorpecente muito forte. Afinal, como era possível uma alucinação durar tanto tempo assim, não é mesmo? E, quando os demais colegas começaram a ter a manifestação da alma através de animais, ela simplesmente abraçou esta ideia e geralmente se dá muito bem com o seu daemon. Isto não exclui, porém, as brincadeiras e até discussões que vez ou outra se fazem presentes e em sua maioria são bobas e facilmente esquecidas.











