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"Listo, Almita! Agora do jeito que a gente ensaiou". A cadelinha estava mais do que pronta para ajudar, piscando de uma forma que nenhum outro cachorro conseguiria, não bastou nem um segundo para que ela se jogasse no chão. Barriga para cima e até língua para fora. Foi preciso muita força de vontade do avalor não afagar a dimon, se rendendo a fofura da mesma e prosseguir com seu plano. Se aproximando então da menina mais próxima. “Essa nao! Acho que minha daemon se machucou, o que eu faço??? Estoy mui triste. Acho que preciso de um abraço.”
ofwithyourhead:
♧ ˙ ˖ ✧ “A linha entre o bem e o mal é muito mais tênue do que você pensa, minha cara Alice.” Um riso pode escapar dos lábios da wonderlense enquanto balançava uma das pernas que estava pendurada fora do galho e as íris se voltaram para admirar o céu acima deles. “Acho que qualquer pessoa viria checar uma arvora que brotou do chão do nada, não é mesmo?” Agora Scarlett havia de levantado, saltitando pelo galho enquanto cantarolava uma melodia aleatória de sua cabeça. Talvez daquele marinheiro de alguns anos atrás? Não sabia ao certo. “Eu estava indo atrás de uma bela torta quando BUM! Essa beleza brotou do chão ao longe. Achei que era minha mãe mandando algo me espionar, mas não tem nada Wondertástico nessa árvore.” Limitou a parar deus saltos, para inclinar o tronco levemente para frente enquanto encarava Hadrían com um sorriso. “E você?” ♡ ˖ ˙ ♤
“No, no. Hadrían! Me chamo, Hadrían!” Corrigiu, não muito ligeiro ao identificar que ela citava algo de seu conto. Bem, Hadrían não era um leitor ávido a ponto de saber citações de cor, talvez não soubesse nem as do próprio conto se não tivesse sido obrigado a escutá-lo quando criança. “É, tem razão. Mas acho que nem todo mundo leva esse trabalho tão a sério.” Comentou, mas agora que pensava nisso, gostava que a menina tivesse subido na árvore, parece uma ideia divertida o suficiente para que ele se chateasse de não ter tido primeiro. “Como é a vista ai em cima?” Agora que ela falava sobre Wonderland, a ideia de ter flores que falavam e cantavam parecia realmente familiar e uma ideia de ter uma árvore espiã não era tão estranha. “Fico feliz que não seja sua mãe! Eu odiaria ter a Dona Elena me observando por aqui.” A ideia era realmente temida pelo avalor. “Bem ouvi dizerem que tinha uma árvore que surgiu do nada e decidi vir averiguar.” Deu dois chutes nas raízes altas que saiam do tronco grosso antes de perceber que havia pouco de realmente interessante na árvore além de seu surgimento aleatório. “Já terminou sua inspeção?”
notmaddiecine:
—Anjo sou eu? Sabia não disso. — Comentou realmente surpresa, olhando agora para as próprias costas em busca de asas e acima da cabeça, mas nada ela conseguiu achar. Então, balançou a cabeça de forma negativa, indicando que ele estava errado quando a ela ser um anjo, mas não se estendeu muito no assunto. E novamente não havia entendido uma palavra sequer que ele havia usado, mas preferiu acreditar que ele concordava consigo. —Combino eu muitas coisas, invenções minhas deveria ver! — Concordou pensando que ele falava sobre as invenções e poções criadas por ela, ainda completamente alheia ao flerte alheio. Balançou a cabeça em afirmação algumas vezes. —Yes, Yes, Yes! Eu penso de mim como sã, não você?
Hadrían riu com gosto da reação dela, observando-a procurar pelas asas como um cãozinho tentando pegar o próprio rabo. Não o fazia por maldade, apenas gostava de como a loira não o achava burro, ou talvez, porque fosse insana o suficiente para sequer notar a falta de intelecto do rapaz. “Bom, eu adoraria ver suas invenções! Quando podemos ir?” Deu de ombros, disposto a segui-la se ela quisesse lhe mostrar. “Eu te acho bastante sã também.” Comentou, o sorriso era doce quando voltou a aparecer nos lábios do moreno, pegando o jeito da conversa com a Kingsleigh. “Não que isso importe, é claro.”
florencedrose:
“Bom dia?” respondeu confusa, aguardando por respostas, enquanto forçava a memória para lembrar e entender como aquilo foi acontecer. “Não sei se acredito, se bem sei, você deve dizer isso para todas” alfinetou-o levemente ressentida, se lembrava do jogo, de entrar no armário com ele, mas e depois? se lembrava que queria aproveitar o máximo aquela noite, aproveitar o máximo de sua vida antes que de fato viesse a se casar. Quando a próxima sentença veio ela olhou por debaixo do lençol, ambos completamente despidos, os olhos se arregalaram, se jogou de volta na cama ao mesmo tempo que julgou que talvez ter curtido a noite com o outro não tivesse sido tão mal, afinal, ele era uma cafajeste, mas sabia conquista-la e por isso jamais verbalizaria algo assim. “Então ainda resta um pingo de dignidade em você?” estar deitada ali, o cheiro dele infestado na cama e na sua pele, em todo o quarto, sua memória revisitou a noite anterior, quando sentiu a boca dele explorar sua intimidade, ao mesmo tempo que isso lhe despertava timidez, lhe despertava uma certa euforia, uma sensação de algo que jamais havia sentido antes.
Hadrían não entendi essa fixação feminina com a exclusividade. Ele podia muito bem dizer isso para mais de uma pessoa e ser verdadeiro no que dizia, afinal, quando estava com alguém, o Castillo estava cem por cento ali, sua mente nunca vagava para pensar em outras até ser lembrado disso. “Eu não te culpo, nena... Não sei se acreditaria em mim, também.” Ponderou, e chegou a conclusão que bem, ela tinha certa razão em desconfiar dele, ele não fazia questão de ser confiável. Hadrían riu da afirmação feminina, achando graça de verdade no que dizia. “Eu não iria tão longe, mas bem...” Ele suspirou, levando os braços preguiçosamente para cima da cabeça. “Se você não contar pra ninguém eu também não conto.” Dificil saber se ele falava sobre a noite passada ou sobre o fato dele ter algum tipo de dignidade em si, mas como que abusando de sua sorte, Hadrían aproximou o rosto do dela, tocando as bochechas alheias com a ponta dos dedos. “Você se arrependeu?” Perguntou genuinamente, porque apesar de ser um cafajeste ele ainda se preocupava com certas coisas.
viaziz:
“E quem disse que eu estou sóbrio?” questionou erguendo uma das sobrancelhas antes de cair num riso divertido, verdade era que Az, não era lá muito inteligente, ele era apenas… esperto. Quando o nome veio, os dois olhos se arregalaram como se visse um vasto mundo no interior do carvalho. “Suzana” repetiu baixo para si mesmo. “Gostei! Melhor que fantasma, Suzana tem personalidade, tem um certo carisma… me parece um bom nome” concluiu. Se Aziz estava falando sério? Seríssimo! Afinal qual era o problema em uma arvore se chamar Suzana? “Espera, e se a gente plantar uma arvore do lado dessa? Pode ser a Suzana um e Suzana dois, afinal melhor que isso, só dois disso!” comemorou.
Os olhos castanhos repararam na figura do amigo, como se tivesse deixado escapar algo alarmante, como uma sujeito no rosto alheio ou coisa assim. A verdade é que costumava ver Aziz bêbado com frequência, não notar que ele estava alcoolizado era, de alguma forma, ofensivo para o Castillo. “Bom, isso explica muita coisa.” Murmurou por fim, os olhos castanhos encarando-o por um segundo longo antes de continuar. Concordava com o árabe. Suzana tinha mesmo uma ótima personalidade, carisma... “Você tinha que ver a bunda.” assobiou baixinho, como se aquela conversa trouxesse memórias das mais doces a mente do avalor. “Você é um gênio.” Exclamou, batendo as palmas em empolgação. “Bem, eu não sei plantar, mas eu não ligaria pra Suzana em dose dupla, se é que você me entende.”
sirdulac:
negou lentamente com a cabeça enquanto o encarava, os braços cruzados a frente do peito. ela queria dizer que o filho de elena não tinha nenhum efeito sobre ela quando falava daquele jeito, mas estaria mentindo, e uma feérica não podia mentir. “ você provou que pode repetir a mesma frase para um número exorbitante de garotas diferentes, foi isso que você provou ” alguém que observasse mais de perto poderia dizer que suas palavras tinham uma pitada de ciúme, mas era em tom leve que falava com o moreno, sabendo que dificilmente consideraria seu comportamento problemático. “ tenho certeza que pode pensar em outros acessórios para me dar. seja criativo ” o sorriso se alargou, no que poderia ser nova provocação. “ verdade. eu posso estar ofendendo os primeiranistas assim. e ‘ellie’ seria um ótimo apelido para a sua mãe, não pra mim. já tentou usar com ela? ” ofereceu, apenas para manter a pose durona.
Ela não deixava de ter razão, o fato do avalor ter uma atitude galanteadora com várias aprendizes era de conhecimento popular, e mas, se valia de alguma coisa, quando era a feérica a apontar tal coisa, ele quase se encolhia, como uma criança sendo pega ao alcançar um pote de biscoitos sem autorização. “Bom, você conhece o ditado: Água mole em pedra dura...” Ele não terminou, porque o ditado era famoso demais para que ela entendesse a referência. Ainda que ficasse vago se ele era a pedra ou a água, bem, o que importava era que eventualmente esperava que seus flertes funcionassem, não para com qualquer uma, mas com ela, era ridiculamente positivo a esse ponto. “ Já que mencionou, acho que consigo pensar em uma coisa ou outra pra te dar.” Concordou, maneando com a cabeça, o sorriso sujo dando as caras novamente, e era claro que ele não estava falando de lenços. Teria continuado seu flerte quando a ideia de chamar a mãe com um apelido o fez explodir em uma gargalhada gostosa, livre mesmo. “Se eu já tentei chamar Dona Elena por uma apelido? Bem, eu estou aqui parado na sua frente, não estou? Isso responde a sua pergunta.” Ele murmurou, o peito ainda vibrando em decorrência das risadas. “Qual o problema, mami? Achei que já tivesse superado essa sua aversão a apelidos.”
nothecocktail:
—Aprendi da pior forma, no? — Retrucou ainda ácida, não era capaz de mentir, logo era incapaz de qualquer simpatia ou gentileza para com ele, mesmo que quisesse ser falsa, não estava apta a tal coisa. Revirou os olhos diante da falta de preocupação alheia com o tema em questão, não lhe era novidade tal atitude vinda dele, ainda que fosse um tanto irritante. —Por que no es normal? Árvores não nascem do nada. — E de árvores ela sabia bem visto do reino que era, o contato com a natureza havia sido presente em sua vida desde que nasceu, ainda que não possuísse tanto conhecimento assim em herbologia e botânica. —Não acho que seja um problema de jardinagem, se coisa pior aconteceu por menos, por que uma árvore surgir do nada não seria um mal presságio? — Indagou ainda que começasse a duvidar da capacidade alheia de acompanhar o que ela dizia, —Poderia facilmente dizer que sempre fui a mais tudo entre nós dois! Porém, ainda não tenho certeza do que isso pode representar, mas duvido que seja algo realmente bom, minha intuição me diz que tem algo errado. .
Hadrían gostaria de apontar que ele mesmo tinha dito que não era lá muito digno de carregar as expectativas alheias --- apenas porque havia crescido apenas para decepcionar todo aquele que colocava qualquer esperança no avalor --- e que se a Vogelmann tinha decidido acreditar nele, em algum caminho da redenção ou coisa assim, bem, ela só tinha ela própria a culpar, mas tinha aprendido, após muitas tentativas, que lembrar aquilo nunca terminava bem para ele, de modo que apenas assentiu com a cabeça uma vez, como que resignado a ideia de ser uma decepção para ela também. “Olhe em volta, mi amor. Nada o que acontece por aqui é normal.” Lembrou ele, cruzando os braços na altura do peitoral, após fazer um gesto amplo para Aether, como se o lugar inteiro fosse amaldiçoado. “Mi abuela sempre diz que más notícias vem a cavalo, isso quer dizer que se algo ruim fosse acontecer, já teria acontecido, não acha?” Ele arqueou uma sobrancelha em direção a ela, curioso para saber sua opinião. “Touché.” Murmurou apenas, porque não tinha sentido em discutir com fatos. “Bom, se sua intuição diz então devemos cortar essa árvore antes que algo ruim aconteça. Cortar é o suficiente ou você prefere um incêndio?”
a-hood:
A sentença dele acendeu uma luz em Alexis, a qual se viu questionando sobre qual teoria o Avalor teria ouvido falar. Será que tinha sido as mesmas que ela ouvira? Será que se assemelhavam ao que ela tinha elaborado? ❝ — Todo mundo tem uma teoria, mesmo. O que você andou ouvindo por aí, Raul? — ❞
O mais velho deixou que uma gargalhada escapasse pelos lábios, negando com a cabeça de um lado para o outro ao mesmo tempo que coçava a barba por fazer. “Nada disso, mami. Não vai escapar tão fácil assim! Yo perguntei primero.” Murmurou, atento a tentativa dela de escapar de sua pergunta pela tangente. “Você me conta o que ouviu por ai e eu conto o que eu ouvi por ai. O que acha?”
simuls:
Aquela árvore não fazia qualquer diferença na vida do príncipe que ficou apenas com os olhos direcionados para ela, os braços cruzados e um cheiro estranho, sempre achou que verde tinha um cheiro esquisito. Quando o outro fizera aquele comentário, Simon apenas riu em desdém e desviou a atenção para evitar de rir na cara dele. “Nossa, que criativo, você é muito esperto, cara” O tom de voz foi totalmente sarcástico, não mudou em nada sua posição. “Vai lá, boa sorte. Será ridicularizado para o resto de sua vida, diversão pra uns que não pode ser tanto assim pra você”
Não que Hadrían fosse estúpido o suficiente para sequer reparar quando tiravam sarro dele, mas as vezes ele preferia apenas ignorar. Acontece que o Avalor não era bom em esconder seus sentimentos, e eles ficavam ali, expostos no rosto dele como um livro aberto. “Gracias.” Murmurou apenas uma vez, mas o sorriso leve e quente que era frequentemente visto no rosto do rapaz era apenas uma linha, algo muito incomum. “E quem é que vai me ridicularizar? Você?” Perguntou apenas para que a risada finalmente surgisse, a ideia o divertindo verdadeiramente. “Tudo o que realmente vale a pena começa com uma péssima ideia.” Ele deu de ombros começando a escrever as palavras fantasma seguida de seu nome em uma folha de papel, apenas para se abaixar e colocar na base da árvore.
nevinhaholmes:
•••• “yggdrasil, a árvore que sustenta o universo e abriga os nove mundos. se os contos nórdicos dizem que ela é real, ela deve estar em algum lugar de mítica, não acha?” explicou, distraída com o assunto, mas o encarou com uma das sobrancelhas levantadas ao continuar falando. “y no soy tu amor, não me chame assim.” deixou, porém, que ele pegasse sua mão, sorrindo de canto com o beijo. “ser fluente na arte do amor é bem pouco útil na vida real, até porque o amor é só uma série de apegos e reações químicas. me llamo naveah, pode me chamar de vee, mas não pode me chamar de amor ou de mami.”
“Bom, se ela já está por ai seria um nome bem ruim para essa árvore.” Murmurou, dando de ombros, como se fosse óbvio. “A ideia é que fosse algo original e único, algo que eu batizei. Nunca ouvi falar de uma árvore fantasma, e você?” Vee parecia do tipo que cultuava com os livros, o que queria dizer que ela podia acabar com seus sonhos com sua próxima fala, e a ele só restava ser positivo. “Porque?” Apesar de ser repreendido, a reação dela o fez rir, o sorriso crescendo visivelmente ao vê-la tão incomodada com os apelidos. “Vee” Repetiu, como se testasse o nome nos lábios. “Vai me dizer então que nunca se apaixonou?”
—- “shiiiu!” myn mandou que ele ficasse quieto, empurrando-o com os ombros. “nem fala essas coisas, porque é sempre assim que começa. daqui a pouco a árvore ganha vida e ataca todo mundo e a culpa vai ser sua por ter desafiado o narrador.” a loba encarou a árvore com suspeita quando o príncipe chutou as raízes, como se esperasse por uma reação, mas não fez questão de esconder a risada que evidenciava que sua preocupação era apenas brincadeira. não descartava a possibilidade, é claro, mas brunhilde nunca foi conhecida por pensar no futuro. “ei! eu curto a natureza, ok? sou quase uma ninfa de tanto que eu curto a natureza. mas eu curtiria ainda mais a ideia de cerrar o grande hadrían ao meio.” piscou um dos olhos, já adotando aquele nome para o carvalho apenas pela brincadeira. myn franziu o cenho ao reparar no líquido, se aproximando para tocar com o indicador e médio da mão direita. podia ser seiva, apesar da cor. provavelmente era algum efeito de magia que ela não era capaz de entender. “não consigo reconhecer o cheiro, mas parece ser algum tipo de seiva, talvez? definitivamente mágica, não existe seiva dourada assim…”
Levou os dedos até os ombros, onde ela tinha o empurrado, massageando a região, apertando os músculos ao ouvir a repreensão alheia. “E como eu desafiei o narrador, huh?” Perguntou, um pouquinho alarmado. “Só estou dizendo...” Deu de ombros, porque essa era a única desculpa que tinha e sequer era boa. Talvez a mera menção da possibilidade fosse o suficiente para dar ideias ao narrador, e se esse fosse o caso, era melhor mesmo que se cala-se, mas acontece que o avalor não tinha tanta fé assim nessa entidade super poderosa. Se ele existisse, já não teria feito algo para ajudar? “Se você tem tido ideias com o grande Hadrían a gente pode pensar em coisas mais divertidas para fazer do que cerrá-lo ao meio.” Ele comentou, e o duplo sentido estava impregnado em cada sílaba. Por um instante, inclusive, se distraindo do líquido mágico que vazava da árvore. “Será que já pegaram uma amostra para analisar, ou coisa assim?” Perguntou, curioso sobre o que fazer, já que a falta de informação sobre a árvore e tudo relacionado a ela deixava muitas perguntas não respondidas.
momentforviv:
🌹 ‘゚ —— O comentário seguinte vindo do garoto fez com que Vivienne revirasse os olhos de uma maneira não tão discreta. A loira fechou o livro em sua frente. e começou a separar as anotações que tinha feito para passar para o garoto, porém, sua concentração foi interrompida com a fala do outro, ela ergueu o olhar na direção dele e abriu um pequeno sorriso - “Isso seria algum esteriótipo de tutores? Ou de pessoas inteligentes?” - perguntou erguendo uma sobrancelha na direção dele apoiando as mãos na mesa. - “Se isso for ajudar você a se concentrar no que precisa aprender, posso considerar a história do terno, mas óculos seriam meio inúteis já que não preciso deles.’ - comentou de uma maneira quase séria de mais, e se portando quase como uma professora.
A pergunta visivelmente pegou Hadrían desprevenido, já que não esperava que sua gracinha fosse levada a sério. “Ahn, dos dóis?” Tentou ele, o rosto deixando claro que não tinha certeza da resposta. Se ele tivesse pelo menos um pouco mais de noção, poderia perceber que o que dizia podia ser considerado ofensivo pela princesa, algo que ela não fazia deliberadamente, mas acabava conseguindo mesmo sem tentar. O arrepio que surgiu na coluna do avalor ao imaginar a loira como uma espécie de professora sexy foi convertido em apenas um sorriso sujo. “Ah, não precisa se preocupar comigo tanto assim.” Ele riu, como se a proposta da outra fosse real e não tivesse apenas curtindo com a cara dele. “Mas se for para realizar algum tipo de fantasia eu vou ficar feliz em te ajudar. Porque eu sou assim... Se um amigo meu precisa, eu ajudo.”
morningstarory:
🌟 ‘゚ —— Uma risada escapou dos lábios de Rory, ela estava brincando quanto ao fato de alguém se utilizar daquela ideia, porque ela não entendia muito bem o sentido em querer batizar uma árvore, mas isso parecia ser muito importante para o garoto, ele tinha se apegado a ideia, então porque não ajuda-lo. - “Acho que teríamos que fazer a placa, agora o ponto é que eu não faço ideia de como… Trabalho manuais que não sejam desenhos em papel ou em tela não são muito a minha praia.” - disse movendo os ombros mordendo o canto do lábio pensativa sobre como poderiam fazer aquilo. - “Eu posso escrever com areia, mas não sei quanto tempo duraria… Alguma outra ideia?” -
A ideia de batizar a árvore tinha surgido do nada, e teria ido tão rápido quanto surgiu se não tivessem endossado sua ideia, ele geralmente não se magoava quando riam das ideias esdrúxulas que tinha, porque sabia o quão absurdo podia ser, mas depois de ter sido incentivado era difícil ignorar uma das suas poucas ideias que eram considerada boa. “Você sabe desenhar?” As sobrancelhas se arquearam em um misto de espanto e animação. “Porque não fazemos assim: Você desenha algo em papel e eu peço para a turma da marcenaria para tentar replicar seu desenho em uma placa?” Ele não sabia bem como funcionava a conversão, mas ele não precisava saber.
.︰˙. TODO UN CABALLERO — 𝐇𝐀𝐃𝐑𝐈𝐀𝐍 𝐂𝐀𝐒𝐓𝐈𝐋𝐋𝐎 . ❜
Bebé, tú me conoce' sabes que nunca he sido de una sola mujer! No busques que el corazón te lo destroce. De la forma en que me quieres no me puedes querer : Bebé, le estás pidiendo el cielo a un diablo — MALUMA
.︰˙. ─ the mutt | 𝚊𝚕𝚖𝚊 . ❜
“How are we gonna do that unless we give it a shot and hope for the best?”
― Dory Alma
nevinhaholmes:
•••• nevaeh riu, em parte pela escolha do nome e parte por não estar esperando aquele comentário. ele parecia tão concentrado que vee estava esperando alguma fala mais profunda do que ‘vamos nomear essa árvore que surgiu do nada’. “se vamos nomear a árvore misteriosa, eu voto pelo nome de yggdrasil. combinaria com a aura mágica dela, apesar de que eu aposto que a verdadeira yggdrasil seria bem mais majestosa e indiscreta que um carvalho.”
"Iggy o que? Perdoname, mi amor, mas não sou fluente em referências complicadas." Disse, muito embora conhecesse a história da árvore nórdica que sustentava os vários mundos. Embora não fosse de seu conto, Hadrían era um guerreiro e era impossível não ouvir falar da famigerada Valhalla. Mas, além de guerreiro, ele era também um mulherengo aproveitador e ele se gabava de usar as oportunidades que a vida lhe dava. "Mas sou fluente na arte do amor.” Piscou para ela, puxando a destra alheia até os lábios. “Como te llamas, mami?”