𝓦𝒆𝒍𝒄𝒐𝒎𝒆 𝓣𝒐 𝓜𝒚 𝓢𝒂𝒏𝒄𝒕𝒖𝒂𝒓𝒚
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𝓝𝒆𝒘𝓟𝒐𝒔𝒕 ﹠ 𝓐𝒓𝒄𝒉𝒊𝒗𝒆𝒔
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I'd rather be in outer space 🛸
Keni
YOU ARE THE REASON
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祝日 / Permanent Vacation

⁂

★
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Alisa U Zemlji Chuda
Cosimo Galluzzi

❣ Chile in a Photography ❣
he wasn't even looking at me and he found me
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quando o mingyu for pro exército eu vou ficar insuportável
toda semana um edit diferente com sertanejo triste
tô avisando já
𝓐𝒓𝒄𝒉𝒊𝒗𝒆𝒔
• ────── ✶ · ❛❛ 。 IN THE GARDEN OF ASHES, WE ARE THE ONLY FLOWERS THAT REFUSE TO WITHER. 。 ❞
✶ 𝒊 · 𝓐𝒃𝒐𝒖𝒕 𝓜𝒆. ✶ 𝒊𝒊 · 𝓐𝒃𝒐𝒖𝒕 𝓑𝒍𝒐𝒈. ✶ 𝒊𝒊𝒊 · 𝓒𝒐𝒍𝒍𝒆𝒄𝒕𝒊𝒐𝒏.
✶ 𝒊𝒗 · 𝓛 𝒆𝒕𝒕𝒆𝒓𝒃𝒐𝒙𝒅. ✶ 𝒗 · 𝓢𝒑𝒐𝒕𝒊𝒇𝒚. ✶ 𝒗𝒊 · 𝓟𝒊𝒏𝒕𝒆𝒓𝒆𝒔𝒕.
• ────── ✶ · ❛❛ 。 WE ARE BOUND NOT BY LIGHT, BUT BY THE SYMPHONY OF OUR SHARED SCARS. 。 ❞
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O mark oque???
ontem eu entendi o que é um homem diferenciado, ficar com um cara mais velho é outro patamar
O Heeseung saiu do enhypen e, por mais que doa como fã (dele quanto do grupo), nosso papel agora é respeitar a decisão dele. Entendo que deve ter sido um passo difícil de dar, mas se ele sentiu que era preciso, devemos apoiar. Torço para que ele tenha muito sucesso daqui para frente.
EYES DON'T LIE. ☆ HIRAI M.
“ my eyes say everything i haven't had courage to say yet. ”͏ ͏
• ────── 𝓅. ❨ twice ❩ ✶ · ❛❛ 。 coworker!hirai momo. ﹢ 𝑓!reader . . ✶ 'momo' 。 ❞ ╱ 𝓖𓈒 ◦ smut. 𓏺 𝓦c𓈒 ◦ 6962! 𓏺 𝓝𓈒 ◦ não foi revisado. 𓏺 ❨⠀❤︎ ᰍ ✿ ͟ 𝒍𝒊𝒔𝒕𝒂 𝒅𝒆 𝒍𝒆𝒊𝒕𝒖𝒓𝒂 ❩
𝑟𝑒𝑏𝑙𝑜𝑔𝑠 ﹠ 𝑓𝑒𝑒𝑑𝑏𝑎𝑐𝑘
𝓦𓈒 conteúdo +18, conteúdo sáfico, sexo explícito entre mulheres, sexo oral, dedilhado, uso de brinquedo, menção a bebida alcoólica, linguagem imprópria, dinâmica de submissão e um pouco de degradação. ﹙este conteúdo não é apropriado para menores. peço com gentileza que abstenha-se de interagir ou consumir.﹚
───── ❛❛ 𝓔ra mais uma daquelas segundas-feiras caóticas na agência de entretenimento, na qual você trabalhava. O limite era uma linha tênue e a sensação de um surto iminente estava à flor da pele, alimentada por um bombardeio de estímulos sensoriais que se tornavam insuportáveis.
O som de vozes alteradas ecoava pelos corredores estreitos. O fluxo apressado de pessoas impedia a cortesia dos pedidos de desculpas. Ombros se chocavam, pilhas de papéis eram empurradas de mão em mão e copos de café jaziam esquecidos em mesas alheias. Os olhares quase nunca se encontravam, cada um estava preso à própria pequena catástrofe diária, que exigia resolução imediata.
Era um caos coreografado e exaustivo, onde tudo funcionava à beira do colapso. O tempo simplesmente não passava. Toda vez que você erguia o olhar para o relógio, tinha a nítida impressão de que os ponteiros conspiravam contra si, ora estagnados, ora pior ainda, avançando rápido o suficiente para lembrar do prazo absurdo que seu chefe aplicou a sua tarefa. No meio disso tudo, permanecia a sensação de estar sempre um passo atrás, lutando para se manter em pé no olho de uma tempestade que nunca, jamais, parecia estar disposta a cessar.
Sobre sua mesa, a pilha de relatórios parecia crescer exponencialmente a cada piscar de olhos, contratos de artistas em ascensão, planilhas de orçamentos estourados e briefings de eventos que, segundo a lógica distorcida da agência, deveriam ter sido aprovados ontem. E, claro, todos vinham acompanhados de prazos absurdos, irreais, como se o calendário da empresa operasse em uma dimensão paralela onde o tempo corria para trás e o atraso fosse um pecado imperdoável. Cada documento era um lembrete de que não importava o quanto você se esforçasse: sempre haveria mais uma demanda surgindo do nada, pronta para se empilhar sobre as outras e testar, pouco a pouco, o limite da sua sanidade.
Sabia que precisava de um café, talvez até dois, mas era impossível levantar da cadeira que rangia sob o peso da exaustão. Você passou a mão pelo rosto, tentando afastar a névoa de fadiga que turvava sua visão. Pensou em ceder ao impulso de pedir ao estagiário que buscasse uma xícara, sim, o garoto de olhos arregalados que corria de um lado para o outro, felizmente, ou não, você ainda possuia um resquício de integridade que a tornava incapaz de cometer tal maldade. Ele já carregava bandejas vazias e documentações que precisavam ser assinadas urgentemente o dia todo, suando sob um ar-condicionado que clamava por manutenção, transformá-lo em mordomo pessoal seria o passo final para a degradação total. Sem alternativa, teve que se contentar com a própria vontade e voltar o foco, à força, para a planilha, tentando resistir o cheiro de café recém-passado era um convite cruel ao qual ele não podia atender.
A tensão nos seus ombros só aumentava, fruto de horas sentada, imersa em números, estatísticas e propostas. Enquanto lutava com os últimos dados de uma planilha que insistia em apontar erros invisíveis em suas fórmulas, foi então que, quebrando a tensão, uma voz familiar e mansa ecoou por perto.
— Trabalhando duro como sempre, hein?
Momo estava ali, recostando-se casualmente na sua mesa. Um sorriso divertido iluminava seu rosto, esse que exibia linhas sutis de exaustão ao redor dos olhos, mas ainda radiantes, enquanto segurava dois copos. O aroma do café de máquina, preencheu seus pulmões com algo além do ar saturado do escritório, fazendo você soltar um suspiro de alívio após horas de tensão, permitindo-se desacelerar. Era como se a mera presença dela tivesse o poder de dissipar o caos em sua mente.
Tudo girava em torno de Hirai. Além da precisão e do método analítico que aplicava como designer sênior, seu instinto de liderança era o que realmente mantinha tudo nos eixos. A mulher era sempre pontual. Chegava às 8 horas com o laptop sob o braço e o cabelo preto ondulado caindo sobre os ombros. Seus olhos castanhos varriam a sala enquanto ela se instalava na mesa vizinha, vestindo terninhos cinza justos que abraçavam suas curvas generosas. Os seios firmes eram realçados pelo decote sutil da camisa branca, e os quadris largos balançavam com uma confiança hipnótica ao andar, com pernas torneadas surgindo sob saias lápis que subiam perigosamente ao se sentar. Uma gravata fina de seda preta pendia provocativamente, enquanto seus lábios carnudos, sempre em tom vinho matte, curvavam-se em sorrisos discretos que faziam o seu estômago gelar.
Sua atuação como analista de projetos exigia uma rotina dedicada ao suporte contínuo de Hirai. Cabia a essa função a responsabilidade pela gestão de prazos e pela qualidade dos briefings, assegurando que cada entrega chegasse ao cliente com máxima pontualidade e precisão, livre de erros críticos.
Sua paz ia por água abaixo a cada interação. Bastava vê-la se inclinar sobre a mesa de conferências, o decote revelando a renda preta do sutiã enquanto o cheiro do perfume dela invadia o espaço como uma névoa inebriante. “O que acha dessa ideia aqui?” A mulher questionava, com a voz rouca de quem fumava ocasionalmente nos intervalos, os dedos longos roçando os seus ao te entregar um relatório impresso. Sentia o formigamento subir pela espinha, era impossível não imaginar aqueles dedos em ti, desatando a tua gravata, abrindo os botões da sua camisa um a um.
Contudo, você preferia culpar sua mente iludida por tais pensamentos nada profissionais, afinal, Momo não passava de uma colega dedicada, obcecada por prazos e cafés pretos triplos, com sardas salpicadas no nariz arrebitado e um piercing discreto no lóbulo da orelha esquerda que brilhava sob as luzes. Aqueles toques acidentais, como quando ela se esticava para pegar um marcador e o braço roçava a lateral do seio, macio e quente, deviam ser apenas estresse do expediente te pregando uma peça. Era o que a lógica tentava te convencer, mas seu corpo era mais teimoso, o calor úmido que se acumulava entre suas coxas traía qualquer tentativa de ser racional.
Você sai do seu transe assim que ela pigarreia, como um lembrete gentil da realidade.
— Achei que você precisava de um pouquinho de energia. Não quero que 'cê desmaie e bata com a cara na mesa. — Hirai brincou, os olhos castanhos fitando-a com certa malícia enquanto estendia o copo de café para ti.
Ao pegar o copo, seus dedos roçaram levemente nos dela, um contato breve, mas incendiário. A pele macia e quente da mais velha enviou um arrepio direto para o seu núcleo, e um calor súbito subiu pelo pescoço, tingindo suas bochechas. Você imediatamente tentou disfarçar sua reação com um gole rápido no expresso, o líquido escaldante queimou sua língua, quase como uma punição pela distração.
— Obrigada, Momo, você é um anjo. Sempre salvando meu dia.
— Aaa, qual é, não sou tudo isso. — Ela respondeu, soltando uma risadinha baixa, enquanto você se via forçada a desviar o olhar para os relatórios espalhados. — Mas, sério, é preciso pegar leve. Esses papéis não vão a lugar nenhum.
— E perder minha reputação de melhor funcionária? Jamais. — Rebateu com uma risada forçada, girando a caneta entre os dedos para disfarçar o nervosismo. — Além disso, todo este material deve estar na mesa do diretor antes das 15h.
A mulher apenas a observou por um momento, os olhos castanhos brilhando com algo indecifrável, seria diversão ou preocupação? Antes que a conversa pudesse se estender e você dê com a língua nos dentes, a designer endireitou a postura e deu um passo para trás, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha.
— Olha, preciso dar um pulo na sala de reuniões agora, o pessoal do marketing chega em breve para alinhar as novas estratégias da campanha e quero deixar tudo impecável. Mas prometo que volto logo para garantir que você não seja sugada por essa montanha de relatórios. Aproveita para descansar um pouco, ‘tá bem?
Ela pisca para ti, e sai da sala com um balanço sutil nos quadris. Você sorri sozinha, sentindo o coração bater um pouco mais rápido e as bochechas ainda quentes. Era difícil não se encantar pela forma como Hirai cuidava de todos no escritório. No entanto, o problema era justamente esse, para o seu azar, aquela atenção não parecia ser um privilégio exclusivo. Afinal, ela era assim com qualquer um que cruzasse seu caminho... não era?
Você toma mais um gole de café e balança a cabeça, esforçando-se para focar no que realmente importa, que são números, prazos e relatórios. Mas, obviamente, era apenas mais uma tentativa fracassada de ignorar todo o resto.
Os minutos se arrastavam, mas o relógio traiçoeiro avançava. O chefe passou pela terceira vez, murmurando algo sobre “executivos esperando perfeição”. Você assente positivamente, forçando os dedos a trabalharem com mais rapidez, mas sua mente teima em vagar de volta para Hirai.
Uma notificação piscou na sua tela: a entrega do projeto em que estava trabalhando foi oficialmente adiada. O cliente acabou não enviando as informações necessárias, dessa forma não seria possível dar sequência. Perfeito. O arquivo foi salvo e, logo em seguida, você alongou o seu corpo sentindo um alívio momentâneo dissipar toda a tensão acumulada.
Era hora de uma pausa rápida, jogar uma águinha gelada no rosto e respirar fundo. Ao se levantar, notou a mesa vizinha vazia. O laptop de Momo ainda estava aberto, exibindo o layout da campanha. Curiosa, você se aproximou. No canto da tela, viu uma foto de perfil dela, pelo visto a Hirai estava em uma praia, usando um biquíni preto colado ao corpo molhado, deixando-a ainda mais gostosa.
Você piscou, percebendo que estava encarando a tela por tempo demais.
— Ok… Pausa. — Murmurou para si mesma.
A tensão do dia ainda pesava nos ombros, então decidiu seguir o plano inicial. Caminhou pelo corredor até o banheiro, o som dos passos ecoando levemente no piso. Ao entrar, o ar mais fresco trouxe um pequeno alívio.
Você jogou água fria no rosto, sentindo as gotas escorrerem pelo queixo e pingarem no colo de tua blusa enquanto encarava seu reflexo no espelho, olheiras leves sombreavam seus olhos e suas bochechas estavam coradas, como se tivesse corrido uma maratona. Tudo culpa dela, daquele café amargo, do sorriso que desestruturava sua mente sem piedade.
Ao secar as mãos no papel toalha de qualidade questionável, áspero como lixa, que irritava a pele já sensível, a porta se abriu com um rangido. Pelo vão, infiltrou-se o burburinho do escritório antes de o silêncio retornar.
Seu coração deu um salto, mas você não se virou de imediato. Através do reflexo embaçado, viu Momo entrar, o som dos saltos ecoando no piso gasto. A designer parou por um instante, surpresa ao encontrá-la ali, mas logo esboçou um sorriso cúmplice.
— Olha o que temos aqui. — Cantarolou, a voz baixa e rouca, fechando a porta atrás de si com um clique suave, antes de se aproximar.
Momo inclinou-se sobre a porcelana da pia, alheia ao fato de que o decote revelava o sutiã de preto de renda e o contorno sutil dos mamilos endurecidos sob o tecido fino. Era uma visão capaz de tornar o ar rarefeito e acelerar o pulso de qualquer um que ousasse observá-la.
— Finalmente dando um tempo?
— Sim... Precisava acalmar os ânimos. — Sua resposta veio carregada de timidez, provocando uma risadinha em Hirai que, sem hesitar, estendeu a mão para afastar uma mecha úmida que insistia em cair sobre a sua testa. O gesto a fez engolir em seco, com o coração martelando em teu peito. — E você, terminou de organizar a sala de reuniões?
— Graças a Deus. — Suspirou, genuinamente aliviada. Com um sorrisinho, afastou a mão e debruçou-se sobre a pia novamente, lavando o rosto. Quando se ergueu, gotas trilharam lentamente pela pele pálida, deslizando do pescoço até o vale entre os seios.
Houve um silêncio absoluto quando os olhos castanhos dela encontraram os seus. O ar no banheiro tornou-se denso, difícil de respirar, o mundo além daquela porta deixara de existir. A vontade era de prensá-la contra a parede fria, desatar aquela gravata e, finalmente, devorar cada centímetro de Momo, transformando o seus sonhos em algo que pudesse, enfim, saborear.
— Sabe, ouvi alguns comentando que hoje vão se reunir naquele bar próximo a Shibuya... Você também vai?
— Bom, estou exausta, então acho que desta vez eu passo.
— Qual é, vamos... — Insistiu, o tom de voz suave e persuasivo. — Não terei ninguém lá, e sem você é chato.
Ela inclinou o corpo mais perto. o calor da pele contrastando dela com o ar gélido do ambiente. Seus olhos desceram para os seus lábios da designer, demorando-se ali por alguns segundos a mais do que o convencional. Momo mordeu o lábio inferior de leve, os dentes brancos reluzindo sob a luz fraca da lâmpada fluorescente, enquanto a gravata preta solta pendia tentadoramente entre os seios, roçando contra o tecido fino da blusa.
— Me faz companhia. Só horinha, prometo que vai valer a pena. — Pediu, o sorriso agora era um convite aberto e os olhos semicerrados, desafiava qualquer tentativa de recusa.
A hesitação foi breve, mas profunda, o cansaço acumulado pesava, mas o formigamento na espinha era um aviso de que o corpo ainda tinha sede. Shibuya à noite era uma tentação e, com Momo ao lado, você sabia que não teria forças, nem vontade, para resistir ao que poderia acontecer naquela noite.
— Está bem, me convenceu. — Cedeu, um sorrisinho escapando dos lábios, traído pelo calor que subia ao rosto. O cansaço de minutos atrás parecia distante agora, dissolvido pelo magnetismo de Hirai.
❨ ... ❩
O tempo voou, e o final do expediente chegou sem que você percebesse. Já passava das 18:45 quando finalmente desligou o computador, a tela escura refletindo seu rosto cansado.
Você desceu pelo elevador lotado de colegas exaustos, sentindo o ar-condicionado gelado arrepiar a pele sob a blusa fina. Havia um silêncio pesado, interrompido apenas por suspiros exaustos, todos com olhares vidrados nas telas dos celulares, buscando uma válvula de escape para se livrar do fardo opressor de mais um dia árduo trabalhado. Quando as portas se abriram no térreo, você quase foi empurrada para fora devido ao fluxo de pessoas.
O crepúsculo tingia Tóquio enquanto as luzes da metrópole acendiam-se aos poucos, iluminando as avenidas lotadas. O ar gélido de janeiro castigava seu rosto, mas trazia o alento do aroma de ramen que subia dos caldeirões das barraquinhas de rua.
Você caminhou até o ponto de encontro, que ficava próximo à entrada do escritório, esquivando-se de pedestres apressados e casais de mãos dadas completamente distraídos.
E lá estava ela, te esperando sob o toldo de uma lojinha de conveniência. Momo já havia tirado o carro do estacionamento exclusivo para funcionários daquele edifício e agora se escorava nele, fingindo ser paciente, mas a verdade era que a mulher só estava disfarçando o fato de que, internamente, se encontrava em surto, contando os segundos para vê-la. Assim que se aproximou, ela ergueu o olhar.
— Demorou — Disse ela, num tom baixo, provocativo, embora os olhos denunciassem o alívio. — Achei que ia me deixar esperando.
Você sorri culpada, ajeitando a bolsa em seu ombro, antes de murmurar uma desculpinha qualquer, baixa demais para soar convincente.
Isso bastou para arrancar dela uma risadinha nasal, curta e incrédula, enquanto balançava a cabeça de leve.
— Ah, claro… — Ela disse, a voz carregada de sarcasmo. — Entra ai vai, antes que eu mude de ideia. — Abriu a porta do passageiro.
Mas quando você fez menção de passar por ela, a mulher segurou seu pulso por um instante, tempo o suficiente para te fazer esquecer tudo ao teu redor.
— ‘Tô feliz que você veio.
Ela soltou sua mão logo depois, como se nada tivesse acontecido, e apontou para o banco do carro, retomando a postura casual de sempre, embora o leve rubor nas tuas bochechas denunciasse o contrário.
— Pronta para fugir dessa loucura? — A Hirai pergunta, mantendo a porta do carro aberta para que você pudesse entrar.
Você se acomoda no banco do passageiro e puxa o cinto, enquanto ela contorna a frente do veículo e assume o volante. O motor ronca baixo quando Momo arranca, guiando por alguns quarteirões, que na sua humilde opinião, eram iluminados demais. A conversa flui solta, pontuada por queixas sobre o dia e risadinhas bobas. Ao se aproximar do barzinho, ela reduziu a marcha à procura de uma vaga, manobrou o veículo executando uma baliza impecável.
Vocês duas desceram do carro juntas e, de longe, avistaram alguns colegas que haviam acabado de chegar, eles já cruzavam a porta do estabelecimento, entrando conforme o combinado.
Momo se certificou de que o carro estava trancado e posicionou-se ao teu lado. Juntas, seguiram em direção à entrada. Havia uma sensação latente de que a noite estava apenas começando, prometendo muito mais do que um simples encontro pós-expediente.
A Hirai escolheu uma mesa nos fundos, um pouco mais isolada das demais. O supervisor do grupo logo pediu uma rodada de saquê sem consultar ninguém, mas que obviamente todos iriam aceitar de bom grado.
Assim que as bebidas foram servidas, decidiram brindar. Ao primeiro gole, o álcool desceu rasgando pela garganta, uma ardência bem-vinda que aliviou a tensão em teus ombros e permitiu que você finalmente relaxasse.
Alguns drinks foram o suficiente para que perdessem a noção do tempo. Quando deram por si, a terceira rodada já estava sobre a mesa. As risadas bobas soaram assim que começaram a ridicularizar as manias do chefe e a desabafar sobre a tirania dos relatórios intermináveis, aquela rotina desgastante que, até então, parecia drenar a energia de todos até a última gota.
Momo inclinava a cabeça para trás, rindo de uma história sobre o estagiário que derrubara café no computador do supervisor na semana passada. A mão dela subia por sua perna ocasionalmente, provocando uma resposta instintiva que seu corpo simplesmente não conseguia, ou não queria, evitar.
Então, de repente, um funcionário do setor financeiro, um homem de trinta e poucos anos, com a gravata frouxa e o ego inflado por bônus trimestrais, aproximou-se com um sorrisinho canalha, segurando duas doses de tequila.
— Ei, gatinha… Você é a analista de projetos, correto? — Ele a cantou com a voz pastosa, arrastada pelo excesso de álcool que consumiu. — Eu sou o Hyun, mas cê já deve saber, né?— Dá uma risada baixa, como se a resposta fosse a coisa mais óbvia do mundo. Ao se aproximar, cambaleia levemente. Não o suficiente para cair, mas o bastante para denunciar que já passou da conta. Ainda assim, usa o desequilíbrio como pretexto para diminuir a distância, ignorando completamente o bom senso e invadindo o espaço pessoal alheio. — Sabe, infelizmente, não sou o gênio da lâmpada, mas posso tentar realizar todos os seus desejos essa noite. — Com um sorriso enviesado, estende uma das doses na sua direção, como se aquilo fosse um convite irresistível.
A proximidade indesejada trouxe consigo o odor enjoativo e sufocante de álcool barato, impregnado em sua respiração pesada, misturado ao aroma artificialmente adocicado do vape que ele provavelmente tragara instantes antes de entrar.
Sentindo o desconforto crescer, você recuou alguns centímetros, comprimindo-se contra o encosto rígido da cadeira numa tentativa vã de recuperar espaço, qualquer espaço, que a separasse daquele homem. O couro frio sob suas costas contrastava com o calor opressivo que emanava dele. Seus ombros se encolheram instintivamente, e os dedos apertaram a borda do assento como se aquilo pudesse ancorá-la ali, protegê-la.
O formigamento que antes percorria sua pele, dissipou-se abruptamente, substituído por uma náusea crescente que embrulhava o estômago. O homem, porém, não entendeu, ou fingiu que não entendeu que você não estava se sentindo a vontade com aquela situação, pois ele chegou ainda mais pertode ti, invadindo o pouco de espaço que restava entre vocês. Foi então que seus olhos vidrados, turvos pelo álcool, desceram sem pudor, fixando-se descaradamente no seu decote.
Momo, que até então bebia em silêncio com os olhos semicerrados, endireitou a postura. O maxilar tenso denunciava seu incômodo, enquanto sua mão, agora possessiva, deslizava com firmeza por sua coxa.
— Presta atenção, Hyun. Ela não está interessada, até porque é comigo que ela vai passar a noite. — Rosnou Hirai.
O silêncio que se seguiu foi quase constrangedor. O homem riu sem graça e tentou insistir, mas o olhar de Momo era decidido demais, gélido, cortante e carregado de uma promessa de retaliação, forçando-o a perceber que sua presença ali era um erro grosseiro. Não demorou para que ele recuasse, tropeçando na cadeira, o rosto empalideceu como se tivesse encarado um predador de frente.
— Você não precisava… — Você se virou para ela, encontrando aquele maldito olhar que parecia ler seus pensamentos mais obscuros. A mulher soltou um riso anasalado, quase imperceptível, e apertou um pouco mais sua coxa sob a mesa.
Ao se aproximar devagar, a respiração pesada de Momo lhe provocou arrepios ao roçar no lóbulo de sua orelha.
— Precisava, sim. — Confessou. — Fiquei com ciúmes. Não gosto que permita que esses idiotas deem em cima de você.
Você engoliu em seco, o saquê ainda queimando na garganta, e murmurou:
— Ciúmes, é? Não sabia que você era tão possessiva com seus colegas de trabalho, Momo. — Sua voz saiu rouca, uma provocação direta que testava os limites de Hirai. Por mais que tentasse sustentar a pose, o corpo cedia à proximidade, as coxas se abrindo ligeiramente sob a mesa eram o sinal claro de que o controle fora perdido há muito tempo.
— Ciúmes é um eufemismo. O que eu tô sentindo agora é muito pior do que isso. — Murmurou, a voz descendo uma oitava, perdendo toda a polidez anterior. — E "colega de trabalho" é uma definição criativa demais para alguém que eu tô louca ‘pra foder.
Ao umedecer os lábios, ela sentiu seus olhos acompanhá-la, já que você não conseguia desviar o olhar, de tão hipnotizada e faminta que estava. Naquele instante, Hirai percebeu que as hierarquias da empresa não significavam nada. A única lei que regia aquele espaço era a da atração.
— Sabe… 'Cê adora testar meus limites. — A japonesa começou, deixando as formalidades de lado. — Mas essa noite, te quero só 'pra mim.
A mão dela avançou sem hesitar, os dedos deslizando por baixo da saia até roçarem a umidade através da renda fina da sua lingerie. Você prendeu a respiração, as unhas cravando na madeira da mesa. Ao redor, os colegas não passavam de borrões distantes, ninguém notava, ou talvez estivessem todos ocupados demais fingindo que não viam.
— Momo... Aqui não. — Enquanto dizia “aqui não”, seu corpo a traía, arqueando-se em direção à mão da mulher em um reflexo instintivo, faminto pelo contato.
Hirai soltou uma risada contida, os olhos cravados nos seus. Ela afastou a mão devagar, levando os dedos aos lábios para saboreá-los com uma lentidão deliberada. Só então, com uma naturalidade perturbadora, envolveu o copo de saquê, como se nada tivesse acontecido.
— Então vamos embora. Meu apartamento fica a dez minutos daqui. Lá, eu vou te mostrar exatamente o quanto te desejo, e vou te provar por que nenhuma dessas pessoas aqui chega sequer aos meus pés. — Piscou para ti.
Ela se levanta primeiro, alisando a saia com um gesto casual, o sorriso super educado mascara todos os seus pensamentos sujos.
— Gente, vou nessa. Preciso descansar, pois amanhã vai ser um dia longo. — Mente a mulher.
A maioria solta um resmungo coletivo, protestando com frases como "Ah, fica mais um pouco!" ou "Se ficar, a próxima rodada é por minha conta!", mas ela faz pouco caso, despedindo-se com um breve adeus.
Aguardando ali por alguns minutos, com o coração batendo de maneira descompassada, até que finalmente reúne coragem para se levantar e murmurar um adeus acanhado. Apenas alguns alguns tchauzinhos lhe são dirigidos, afinal eles já estavam conformados de que nem todos estavam a fim de encher a cara quanto o resto do grupo.
A mulher te espera na entrada e vocês saem juntas, atravessando a rua movimentada. Você olha para trás de relance, conferindo se algum colega curioso as segue com o olhar, mas não vê ninguém.
As portas do veículo foram se destravadas e você logo entra, sentando-se no banco do passageiro, sentindo o couro frio contrastar imediatamente com o calor latejante entre suas pernas. Ela dá a partida, as mãos firmes no volante enquanto manobra para fora da vaga. O silêncio dentro do carro é quase ensurdecedor, o que te faz surtar internamente até que ela estende a mão livre, entrelaçando os dedos nos seus e apertando-os com certa possessividade.
— Aguenta aí. Já estamos chegando. — Te tranquilizou.
O prédio surgia como uma torre imponente, um condomínio de luxo de 25 andares com fachada de vidro fumê que refletia as luzes da cidade. A mais velha estacionou de qualquer jeito em uma vaga reservada na garagem subterrânea. Ao sair, ela fez questão de dar a volta, os saltos ecoando no piso áspero, e abrir a porta para você. Seus olhares se cruzaram no instante em que ela estendeu a mão, entrelaçando os dedos para conduzi-la gentilmente para o lado de fora.
Seus corpos se chocaram de leve contra a lataria do carro. A Hirai ameaçou beijá-la, apenas para recuar no último instante, guiando você em direção ao elevador com um sorriso sugestivo.
O elevador rangeu ao subir, as paredes espelhadas capturando cada detalhe, a camisa dela, aberta o suficiente para exibir a renda preta sobre o busto farto, e o seu próprio reflexo, visivelmente ofegante e ansiando por mais.
As portas se abriram no 18º andar, um piso exclusivo com apenas 2 apartamentos. Momo a conduziu com pressa pelo corredor mal iluminado, onde os pés afundavam em tapetes persas que abafavam qualquer ruído. As paredes eram forradas de madeira escura, com luminárias embutidas, enquanto o aroma sutil de jasmim de um difusor pairava no ambiente.
Assim que entraram no hall amplo do apartamento, com piso de porcelanato e janelas do chão ao teto revelando a cidade, a porta bateu com força atrás delas. A japonesa a empurrou contra a parede texturizada, lábios famintos devoraram os seus em um beijo voraz, enquanto mãos ávidas a exploravam com desespero.
O beijo de Momo era viciante. Suas mãos, ágeis e possessivas, deslizaram por baixo da sua blusa, traçando a curva da cintura antes de subir para apertar seus seios. O toque dela arrancou um gemido abafado da sua garganta. Você se arqueou contra ela, sentindo o peso do corpo dela prendê-la à parede, os quadris se encaixaram perfeitamente nos seus enquanto a língua dela dançava com a sua, provocante e dominante.
Ela se afastou por um segundo, apenas o suficiente para morder seu lábio inferior e sussurrar, rouca, contra sua boca:
— Você é minha agora.
Antes que qualquer palavra fosse dita, ela a pegou no colo, forçando-a a enlaçar sua cintura enquanto atravessavam o apartamento em direção ao quarto. Ali, Momo a colocou na cama, caindo sem hesitação de joelhos entre suas pernas abertas.
Seus dedos ágeis engancharam na borda da saia justa, puxando-a para baixo tão lentamente que fazia sua pele arrepiar todinha de antecipação. O tecido roçava contra suas coxas, descendo junto com a calcinha de renda fina, essa que já se encontrava encharcada, assim expondo-a completamente ao ar fresco do apartamento. Vulnerável e latejante, seu clitóris clamava pelo menor sinal de contato, uma sede que apenas o toque poderia saciar. O olhar escuro e faminto da mulher travou ao seu, enquanto um sorriso predatório curvava seus lábios úmidos. Ela lambeu o lábio inferior, devagar, sem nunca desviar a atenção, como se saboreasse antecipadamente.
Sem pressa, ela afastou suas coxas com as palmas quentes. Os polegares traçavam círculos lentos na pele sensível da virilha antes de mergulhar entre elas. O choque do hálito quente contra a sua pele foi o estopim, fazendo seus quadris buscarem o contato de forma involuntária.
— Olha só ‘pra você, ficou toda molhadinha só de me beijar. — Desdenhou com um sorriso cínico enquanto recuava. — Eu adoraria te comer agora, mas não vou facilitar as coisas 'pra tu. Antes, eu quero ver do que você é capaz.
Ela a colocou de pé, apenas para forçá-la a se ajoelhar diante de si.
— Abre essa boquinha gulosa ‘pra mim, vadiazinha. — Sibilou ela, pairando sobre ti.
A mulher ergueu a saia lápis, colocando a calcinha de lado, revelando a buceta inchada e encharcada, que pulsava de tesão. Os lábios maiores eram carnudos e rosadinhos, cobertos por um líquido pegajoso que escorria até a parte interna de suas coxas. A excitação era visível, os lábios menores projetavam-se inchados, e o clitóris formava uma saliência protuberante, que implorava por atenção.
Ela agarrou teu cabelo, empurrando seu rostinho contra si e esfregando-se na tua língua, que logo mergulhou faminta nas dobras da bucetinha dela. O sabor agridoce inundou sua boca enquanto sugava o brotinho inchado.
Enquanto se dedicava a usar a boca da melhor forma possível, lambendo e chupando o brotinho dela com devoção, alternando círculos com a língua e sucções que faziam o corpinho de Momo tremelicar por inteiro, ela desabotoou a própria camisa com impaciência. Abriu os botões um a um, revelando mais de sua pele, até que ela arrancou por completo o tecido dos ombros e o jogou para o canto escuro da sala. A próxima peça de que se desfez foi o sutiã de renda preta, que destravou com um clique rápido nas costas, deixando-o deslizar pelos braços e cair aos seus pés.
Hirai gemia alto agora, os seios fartos balançando livres e pesados a cada arqueada do quadril contra a sua boca. Ela capturou um deles na própria mão, apertando com força enquanto beliscava o mamilo rosado e rígido, torcendo-o entre os dedos até que um gemido mais agudo escapasse.
— Porra, que delícia… — Praguejou antes de puxar a sua cabeça para longe dela com um grunhido satisfeito, fios viscosos ainda ligando seus lábios lambuzados à buceta dela. — Poderia ficar assim por horas, mas devo admitir que não aguento mais a vontade de te comer, como sempre quis. Agora deita e abre essas perninhas ‘pra mim, amor.
Não houve tempo para formular algum tipo de resposta, pois você foi rapidamente empurrada contra o colchão pela mulher, que se posicionou entre suas coxas novamente. Os olhos dela devoravam cada centímetro de sua tez exposta.
— Que visão do caralho! Vou te foder bem devagarinho, tanto que você vai implorar ‘pra gozar.
Sem pressa, Momo separou os lábios com os polegares, expondo o interior rosado e úmido, as paredes internas contraindo-se visivelmente em torno do nada. O ar quente que ela soprou sobre seu clitóris foi certeiro, fazendo-o inchar e pulsar em uma resposta imediata ao estímulo. Deslizou o dedo indicador ao longo da fenda, coletando o mel viscoso que escorria, e o levou à boca, chupando com um gemido gutural.
— Hmm, melhor do que imaginei. — Elogiou, antes de se inclinar para dar a primeira lambida lenta, da entrada até o topo. A língua plana percorreu toda a extensão, saboreando o seu gostinho.
Ela parou propositadamente no montinho de nervos, circundando-o com a ponta da língua em círculos preguiçosos, leves como uma pluma, sentindo a carne enrijecer mais contra ela a cada nova volta.
Agora, ela mergulhou mais fundo, enfiando a língua na entrada apertada, fodendo devagar com movimentos curtos e ritmados, chupando o mel que jorrava enquanto as paredes internas praticamente sugavam sua língua de volta para dentro.
— Porra… — Você deixa escapar.
Ela alternava com beijinhos molhadinhos nos lábios maiores e mordiscando levemente os menores, puxando-os com os dentes, assim deixando-os ainda mais vermelhos e sensíveis. Introduziu um dedo, em seguida curvando-o para acertar seu ponto G, sentindo teu corpinho convulsionar todinho. Adicionou um segundo dedo, esticando a entradinha com movimentos lentos de vai e vem.
Suas mãos agarravam os lençóis conforme seu corpo buscava ceder ao limite. Contudo, o peso dela a subjugava, mantendo-a imóvel e entregue.
Entregue ao próprio prazer, ela deslizava a mão por entre as pernas, estimulando-se com fervor. Bastou ela persistir um pouco mais para que o seu ápice chegasse de forma avassaladora, te fazendo esguichar jatos quentes no rosto de Momo, que sorria perversamente.
Ela ergueu o rosto, exibindo os lábios e o queixo reluzentes sob a luz. Lambeu-os de maneira provocante, sustentando um sorriso devasso enquanto rastejava sobre você. O corpo nu roçava o seu, até que ela parou, deixando que seus seios pairassem a milímetros do rosto dela.
— Espero que não esteja cansada, pois ainda não acabei contigo. — Avisou, antes que suas mãos grandes alcançassem os teus seios, apertando-os como se lhe pertencessem, os polegares roçando os bicos rígidos e inchados, beliscando-os até causar aquela dorzinha prazerosa.
Com determinação, ela se inclinou e abocanhou um mamilo, sugando-o com vigor, antes de alternar para o outro, castigando a auréola sensível com mordiscadas até arrancar de você um gemido profundo.
A mulher riu baixinho contra tua pele, o hálito quente enviando arrepios. Satisfeita com os tremores que provocava, deslizou para o lado da cama, abrindo a primeira gaveta da mesinha com um clique.
A mulher soltou um riso contido contra sua pele, o hálito quente enviando arrepios por todo teu corpo. Ao notar seus tremores, sorriu vitoriosa e se afastou para a borda da cama, para que pudesse alcançar a mesinha de cabeceira e abrir a primeira gaveta da mesma. Dali, ela tirou um brinquedo intrigante, um vibrador curvo, moldado para alcançar cada ponto estratégico. Ao ligá-lo, o zumbido baixo e constante passou a preencher o silêncio do quarto.
O brilho de malícia nos olhos dela era inegável enquanto posicionava o aparelho na sua entrada, roçando a ponta gélida contra seus lábios inchados e pulsantes.
— Vamos ver quanto aguenta isso, amor. — Disse, empurrando o brinquedo devagar, centímetro por centímetro. Ela sentiu as paredes internas se contraírem, conforme o enfiava até a metade, girando-o para massagear aquele pontinho especial dentro de ti. O vibrador pulsava em ondas ritmadas, fazendo seu corpo tremer de forma incontrolável.
Os movimentos eram lentos, quase indolentes, fazendo comentários que seu quadril ergue-se involuntariamente, implorando por mais, mas ela pressionava a coxa contra você, mantendo o controle absoluto.
Ela gemeu, sentindo os próprios dedos escorregarem entre as pernas para retomar o toque, sincronizando-se a cadência do vibrador que a invadia. O prazer era um suplício e após uma sequência de movimentos torturantes, ela o retirou bruscamente de ti, sem desviar o olhar, lambeu o brinquedo, antes de descartá-lo ao lado.
Tomada por uma impaciência crescente, Momo encurtou a distância, entrelaçando as pernas às suas, buscando o encaixe ideal para que ambas as bucetas tocassem uma na outra. O roçar contínuo trazia um deleite imediato enquanto ela iniciava um movimento ondulante, lento e preciso, até encontrar o ângulo perfeito que potencializava cada sensação.
Os quadris dela colidiam contra os teus implacavelmente, e a lubrificação abundante fazia com que cada choque soasse de maneira explícita. A cada investida vigorosa, a sensibilidade era levada ao limite, os clitóris se chocavam, garantindo que o prazer fosse tão inevitável quanto avassalador.
— Isso, porra, geme ‘pra mim. — Exigiu entre dentes. Enquanto mantinha o ritmo firme, a mão dela desceu, pinçando e girando o polegar sobre seu clitóris com uma rapidez impiedosa. O choque de prazer, beirando a agonia, fazia seus músculos se contraírem em espasmos desesperados, um clamor silencioso pelo preenchimento que parecia estar ao alcance, mas que permanecia torturantemente ausente.
Você a puxou para si, os dedos enterrados com firmeza na nuca dela. Ao trazê-la para perto, o selar dos lábios tornou-se um refúgio e uma tortura. O beijo era sedento, uma sincronia perfeita onde o movimento das línguas tentava acompanhar a cadência implacável dos quadris.
— ‘Cê tem noção do que ‘tá fazendo comigo? — Sua pergunta escapou quase como um desabafo, aquela mulher possuía, de fato, o dom de desorientar seus sentidos, fodendo com sua mente por completo.
— Eu sei exatamente o que estou fazendo e o efeito que causo em você, e talvez esteja usando isso a meu favor. Ou você realmente acredita que é por mero acaso que eu vim parar entre as suas pernas?
— Ah, é? Então poupe as justificativas e me mostre do que ‘cê é capaz, querida.
— Olha só, a princesinha mimada resolveu ser exigente. — Ela soltou uma risadinha baixa, negando com a cabeça. — ‘Cê deve 'tá quase lá, né? Mas eu ainda não vou te deixar gozar. — Desacelerou de propósito para te torturar, ondulando os quadris com uma calma exasperante. Seu corpo tremia, implorando por mais, mas Hirai mantinha o controle. Com as coxas flexionadas, ela te manteve presa. O contato úmido entre suas bucetinhas propagava ondas de prazer, esse que foi repentinamente interrompido, resultando em espasmos de frustração por todo o seu corpo. Sob um olhar de matiz sádica, ela observava sua reação, mordendo o lábio com volúpia, sorvendo com deleite cada lamento que você tentava, em vão, sufocar.
— Pede ‘pra mim. Diz que quer gozar. — Com um roçar de dentes contra a pele sensível, Hirai saboreou o suor em seu pescoço, arrancando-lhe um suspiro instável enquanto a provocação surtia efeito.
Seu quadril se ergueu em uma tentativa desesperada para conseguir mais fricção, contudo, a reação dela foi imediata e implacável, subjugando-a à total imobilidade.
— Momo, por favor. — Suas palavras saem num sussurro entrecortado. A menção ao nome dela, desprendendo-se de seus lábios como uma súplica desesperada, serviu como o estopim definitivo. Qualquer resquício de lucidez que Momo ainda preservava desapareceu por completo.
— Isso, princesinha... Implora mais. — Pediu, antes de capturar teus lábios num beijo faminto, a língua invadindo sem piedade enquanto seus dedos cravavam nas tuas coxas, abrindo-as ainda mais. — Goza agora, porra. — Pediu, dando tapinhas na tua buceta.
Suas paredes internas contraíram-se severamente no instante em que alcançou o orgasmo, a mulher à sua frente a observa, quase que hipnotizada. Os jatos quentes que saem de você molhando ela, escorrendo por suas coxas e pingando no lençol já encharcado. Já você, grita pela mulher ao mesmo tempo que arranha as costas dela, as unhas cravando-se na pele, no momento em que o prazer a domina por completo.
Os olhos da Hirai brilham com uma mistura de triunfo e desejo insaciável, enquanto ela morde o lábio inferior, sentindo as contrações da sua bucetinha apertarem ao redor dos dedos que foram, recentemente, socados dentro de ti. Momo não parou, continuou rebolando contra ti, prolongando o êxtase até teus tremores virarem soluços exaustos. Só então ela desacelerou, colapsando sobre teu corpo suado, o riso rouco ecoando no teu ouvido.
— Eu avisei, não avisei? Não vou deixar você chegar lá até que eu decida que é a hora. — Diz ela, retirando os dedos lentamente para contemplar o estrago. Leva-os à boca, saboreando cada gota com uma calma que contrastava com o caos interno. No entanto, o que havia entregue até ali era pouco, Momo era movida por uma necessidade premente, uma fome visceral que nenhum orgasmo, por mais profundo, seria capaz de saciar. — Não pense que acabou, querida... — Sussurrou ela. — Ainda temos a noite inteira pela frente, meu bem. — Sem aviso, ela se inclinou para frente, decidida a montar em teu rosto.
Com cuidado, ela posicionou os joelhos de cada lado da sua cabeça, as coxas torneadas tremendo levemente de antecipação. A intimidade dela, pairava diante de ti, a pouquíssimos centímetros de distância. Seu nariz roçava o monte púbico dela, sentindo a leve textura dos pelos curtos e úmidos, enquanto gotas quentes de excitação escorriam devagar, pingando exatamente sobre a língua à espera, pronta para saborear o gosto da mais velha.
— Lambe tudo, sua putinha. — Ordenou, descendo o corpo até que a pressão de sua intimidade carente quase te sufocasse. Você não se conteve e cedeu na hora, sua língua mergulhou fundo nos lábios carnudos, lambendo com voracidade. Sugou o brotinho inchado, gemendo contra ela, que rebolava devagar, esfregando a bucetinha carente no teu rosto, que a cada segundo, ficava ainda mais lambuzado com todo aquele líquido viscoso. As mãos dela voaram até seus cabelos, agarrando-os e forçando sua boca ainda mais contra si para descontar o prazer acumulado que sentia.
— Isso! — Gritou ela, acelerando o ritmo, cavalgando no teu rostinho. Tuas mãos subiram instintivamente, apertando as nádegas dela com força, os dedos afundando na carne macia. Ela estava completamente encharcada, o melzinho dela escorria generosamente, inundando sua boca, escorrendo pelos cantos dos lábios e molhando o travesseiro abaixo. Seu nariz enterrado no clitóris inchado inalava o cheiro almiscarado de sexo puro, e você a chupava como se sua vida dependesse daquilo.
A entrega foi total quando ela inclinou a cabeça, expondo a garganta. Seus seios acompanharam o movimento, balançando livremente e destacando os mamilos endurecidos, que pareciam suplicar por atenção, e você dificilmente ignoraria por muito tempo.
— Porra. — As unhas de dela encontraram o teu couro cabeludo em um aperto firme, quase doloroso, puxando-te para mais perto de sua buceta.
Momo tremia por inteiro, usando as coxas grossas para te prensar, quase roubando seu fôlego enquanto te sufocava contra si. As paredes internas reagiam ao seu toque com pulsações involuntárias, fechando-se ao redor da sua língua faminta como se tentassem segurá-la ali para sempre.
— Tô gozando, caralho! — Gritou ela, esguichando forte direto na sua boca. Jatos quentes e abundantes jorraram sem piedade, enchendo sua boca, escorrendo pelo queixo e pingando nos seus seios expostos. Você sorveu o quanto lhe foi permitido, a essência transbordando por seus lábios enquanto ela movia o quadril em uma cadência desenfreada, prolongando o prazer que você lhe proporcionava.
Finalmente, a resistência dela cedeu ao esgotamento, apoiando-se sobre o colchão enquanto buscava o fôlego perdido. O olhar dela, obscurecido por luxúria, fixou-se ao seu, um sorrisinho de escárnio e satisfação insinuou-se em seus lábios enquanto ela percorria o contorno de seu rosto com as pontas dos dedos, como se estivesse memorizando cada detalhe seu.
Com os corpos ainda colados e a pele pegajosa de um calor febril, ela depositou um beijo suave em sua testa suada. Seguiu para as pálpebras cerradas e as bochechas que ainda ardiam, murmurando elogios em um tom de voz que só você podia ouvir. Com extrema cautela, ela usou o lenço da mesinha ao lado para te limpar.
— Você foi perfeita, amor. — Sua mão livre massageou suas coxas doloridas e as áreas sensíveis ao redor. — Quer um pouco de água? Ou algo mais?
— Não, eu ‘tô bem. Só quero você aqui comigo.
Ela atendeu ao seu pedido sem pensar duas vezes. Momo te envolveu em uma conchinha onde ela, sendo a maior, envolvia o seu corpo por inteiro.
O silêncio do quarto era quebrado apenas pelo ritmo sincronizado das respirações que, aos poucos, se acalmavam. Com as unhas curtas, a mais velha desenhava formas abstratas em suas costas enquanto sussurrava confissões bobas sobre como se apaixonou por ti. Naquele instante, a insegurança deu lugar à convicção absoluta de que aquele sentimento era, enfim, correspondido e verdadeiro. ❞
• ─────── ﹙ 𝓝𓈒 ﹚ ✶ ❛❛ eu deveria ter vergonha de reaparecer depois de tanto tempo com algo escrito assim, meio às pressas. mas a verdade é que essa história nasceu de um surto de madrugada, logo após um vídeo da Momo cruzar a minha for you, e como sou uma cadelinha dessa mulher, tive que escrever algo com ela. enfim, espero que tenha gostado. <3. ﹙ não foi revisado ﹚ ❞ 。
2026 ⋅ @/mitsuyart
Oi nay como vc está? e as coisas com seu namorado que você havia comentando estão na mesma?
Oieee, anon. Estou bem, agradeço por ter perguntado, espero de verdade que você também esteja bem 💛
Muitas coisas aconteceram nesses últimos dias e, depois de uma conversa longa, finalmente chegamos a um consenso de que o melhor para nós era nos separarmos. Desde que tomei essa decisão, tenho me sentido muito aliviada. É como se um peso enorme tivesse saído dos meus ombros. Não preciso mais ficar dando satisfações para alguém que não fazia nem o mínimo por mim, e pior, quando eu cobrava o básico, o que era justo, eu ainda era tratada como se fosse um monstro por exigir um pouquinho de respeito.
No meio de tudo isso, aprendi muita coisa. Principalmente que eu preciso superar essa minha dificuldade de me impor. Não quero mais permitir que ninguém pise em mim ou me faça de trouxa só pq eu tenho medo de falar, de desagradar ou de me posicionar. Estou entendendo que me calar para evitar conflitos só me machuca mais.
Um desabafo aqui...
Se relacionar com pessoas é algo extremamente complicado, ou talvez seja a pessoa com quem estou me relacionando que esteja despertando esse tipo de reflexão em mim. Esse é o meu primeiro relacionamento sério. No início, eu estava tão boba e envolvida que nem percebi alguns sinais de alerta que já existiam. Meu namorado é bastante hipócrita: ele pode tudo, e a família dele é tratada com carinho e respeito. Eu sempre tentei ser educada, atenciosa e paciente com eles, mesmo quando se mostram invasivos comigo. Porém, quando se trata da minha família, tudo muda. Ele não gosta deles, ignora, não os trata com a mesma educação que eu trato os familiares dele. Se alguém da minha família faz qualquer questionamento, ele surta e vem me cobrar, falando um monte de asneiras. Mas, quando é a mãe dele fazendo o mesmo, isso é sempre justificado com a desculpa de que ela “só quer conhecer melhor a pessoa com quem ele se relaciona”.
Quando o convido para almoçar aqui em casa, ele chega com mais de uma hora de atraso e ainda diz que já comeu na casa dele. Em uma situação específica, ele me chamou para jantar, e eu disse que veria se conseguiria ir. Nesse dia, precisei acompanhar meu pai até a casa do meu avô e não voltei a tempo, até mandei mensagens avisando ele sobre isso. Mesmo assim, ele me ignorou e disse apenas que precisaríamos conversar sério. Assim que cheguei, fui até a casa dele, e ele só me cumprimentou e ficou jogando por mais de uma hora, como se eu nem estivesse lá. Quando disse que iria embora, ele não deixou, falou que terminaria a partida primeiro e só depois me levaria. Eu disse que não era necessário, mas ele insistiu. No carro, ele disse que eu precisava melhorar minha comunicação e avisar com antecedência quando não pudesse comparecer a algum compromisso, sendo que ele faz exatamente a mesma coisa, mas quando é ele, tudo parece aceitável.
Antes, ele elogiava meu bom gosto. Hoje, trata tudo o que eu gosto, tipo filmes, séries, músicas e outras coisas como se fosse algo ruim ou inferior, enquanto o gosto dele é sempre o certo, sempre superior ao meu. Quando fazemos algo juntos, precisa ser o que ele quer, porque tudo o que eu escolho nunca é bom o suficiente. Tenho que admitir, isso me magoa um pouco.
Outra situação que me incomoda é o fato de ele pegar meu celular e ler minhas conversas com amigos. Eu não tenho nada a esconder, então isso, em si, não me incomoda tanto, mas acho estranho, principalmente porque eu não posso fazer o mesmo com o celular dele 🤔.
Por ser meu primeiro relacionamento, minha mãe tem algumas ressalvas e estabeleceu limites dentro de casa, como não querer que a porta do quarto fique fechada quando subimos. Ele não respeita isso e sempre quer fechar a porta. Nunca conseguimos simplesmente assistir a um filme, porque ele sempre insiste em subir para o meu quarto, que é quente (ainda mais nesse calor de rachar a cuca) mesmo com o ventilador ligado. O motivo é claro: ele quer que tenhamos relações sexuais. Eu já conversei com ele e deixei claro que ainda não me sinto confortável com isso. Mesmo assim, ele insiste, e quando nego, ele se irrita. Quando digo definitivamente que não vai acontecer, ele simplesmente fala que vai embora para a casa dele, como se estivesse ali somente para isso. Isso me faz sentir que ele não gosta realmente de mim, e que só quer me usar pra conseguir oque quer, até porque mal conversamos de verdade (oque geralmente casais fazem) e sinto que nem o conheço direito.
Como disse anteriormente, não tenho muita experiência com namoro, mas tenho certeza de que não era assim que eu deveria me sentir em um relacionamento.
Isso é apenas algumas das muitas coisas que me incomodam. Enfim, só tomo no cú.
Obrigada a todas que me aconselharam. Eu realmente precisava colocar em palavras tudo o que estava me causando desconforto. Em breve tomarei uma decisão. Apesar de já estar saber do que preciso fazer, ainda estou criando coragem, pois sinto que a reação dele não será das melhores. Além disso, sei que não será fácil evitar cruzar o caminho dele, considerando que moramos no mesmo bairro, compartilhamos a mesma carona e a mesma faculdade.
Sobre o que vc postou sobre seu relacionamento, me desculpe se soar rude, mas não há caminho a não ser terminar.
O principal num relacionamento para funcionar é o respeito mútuo, e isso não há! Infelizmente está bem nítido que ele não vai mudar, ou que sequer esteja preocupado em tentar mudar, já que ele não se vê como errado.
Independente do lado que vc seguir, espero que dê tudo certo pra ti ❤️
Tenho refletido bastante sobre o que você disse, sobre ele não demonstrar mudança nem parecer realmente preocupado em mudar. Infelizmente, reconheço que isso faz sentido, e que o comportamento dele tende mesmo a se agravar com o tempo. Agradeço de coração pela preocupação e por desejar o melhor pra mim ❤️
Espero conseguir tomar uma decisão em breve.
Um desabafo aqui...
Se relacionar com pessoas é algo extremamente complicado, ou talvez seja a pessoa com quem estou me relacionando que esteja despertando esse tipo de reflexão em mim. Esse é o meu primeiro relacionamento sério. No início, eu estava tão boba e envolvida que nem percebi alguns sinais de alerta que já existiam. Meu namorado é bastante hipócrita: ele pode tudo, e a família dele é tratada com carinho e respeito. Eu sempre tentei ser educada, atenciosa e paciente com eles, mesmo quando se mostram invasivos comigo. Porém, quando se trata da minha família, tudo muda. Ele não gosta deles, ignora, não os trata com a mesma educação que eu trato os familiares dele. Se alguém da minha família faz qualquer questionamento, ele surta e vem me cobrar, falando um monte de asneiras. Mas, quando é a mãe dele fazendo o mesmo, isso é sempre justificado com a desculpa de que ela “só quer conhecer melhor a pessoa com quem ele se relaciona”.
Quando o convido para almoçar aqui em casa, ele chega com mais de uma hora de atraso e ainda diz que já comeu na casa dele. Em uma situação específica, ele me chamou para jantar, e eu disse que veria se conseguiria ir. Nesse dia, precisei acompanhar meu pai até a casa do meu avô e não voltei a tempo, até mandei mensagens avisando ele sobre isso. Mesmo assim, ele me ignorou e disse apenas que precisaríamos conversar sério. Assim que cheguei, fui até a casa dele, e ele só me cumprimentou e ficou jogando por mais de uma hora, como se eu nem estivesse lá. Quando disse que iria embora, ele não deixou, falou que terminaria a partida primeiro e só depois me levaria. Eu disse que não era necessário, mas ele insistiu. No carro, ele disse que eu precisava melhorar minha comunicação e avisar com antecedência quando não pudesse comparecer a algum compromisso, sendo que ele faz exatamente a mesma coisa, mas quando é ele, tudo parece aceitável.
Antes, ele elogiava meu bom gosto. Hoje, trata tudo o que eu gosto, tipo filmes, séries, músicas e outras coisas como se fosse algo ruim ou inferior, enquanto o gosto dele é sempre o certo, sempre superior ao meu. Quando fazemos algo juntos, precisa ser o que ele quer, porque tudo o que eu escolho nunca é bom o suficiente. Tenho que admitir, isso me magoa um pouco.
Outra situação que me incomoda é o fato de ele pegar meu celular e ler minhas conversas com amigos. Eu não tenho nada a esconder, então isso, em si, não me incomoda tanto, mas acho estranho, principalmente porque eu não posso fazer o mesmo com o celular dele 🤔.
Por ser meu primeiro relacionamento, minha mãe tem algumas ressalvas e estabeleceu limites dentro de casa, como não querer que a porta do quarto fique fechada quando subimos. Ele não respeita isso e sempre quer fechar a porta. Nunca conseguimos simplesmente assistir a um filme, porque ele sempre insiste em subir para o meu quarto, que é quente (ainda mais nesse calor de rachar a cuca) mesmo com o ventilador ligado. O motivo é claro: ele quer que tenhamos relações sexuais. Eu já conversei com ele e deixei claro que ainda não me sinto confortável com isso. Mesmo assim, ele insiste, e quando nego, ele se irrita. Quando digo definitivamente que não vai acontecer, ele simplesmente fala que vai embora para a casa dele, como se estivesse ali somente para isso. Isso me faz sentir que ele não gosta realmente de mim, e que só quer me usar pra conseguir oque quer, até porque mal conversamos de verdade (oque geralmente casais fazem) e sinto que nem o conheço direito.
Como disse anteriormente, não tenho muita experiência com namoro, mas tenho certeza de que não era assim que eu deveria me sentir em um relacionamento.
Isso é apenas algumas das muitas coisas que me incomodam. Enfim, só tomo no cú.
Feliz ano novo pessoinhasss 💛💫
só queria dizer que vc tem um dos perfis mais aesthetic dessa rede social ♡
muito obrigada pelo elogio <3 já eu acho ele simples demais e meio xoxo
ELE ME BEIJOU
picrew tag game YIPPEE 🤩
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11:55 | THIS IS SO CUTE OMG 😭😭😭
(( @nebularsung knows i look EXACTLY like this, only with a hair a little bit shorter
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obrigadaaaa por me marcar, eu amei! ♡
ficou beem parecida comigo (inclusive, acho que a gente se parece um pouquinhokkkkkk
tags: @mitsuyart @lovesuhng & quem quiser fazer :)
obrigada gigi, o seu ficou um arraso!!
finalmente um que tem a cor parecida com meu cabelo
tags: @stefanyhttps-blog @wolvesland
Ficou lindo demais seu blog 🫶🫶🫶🫶🫶
obrigadoooo, amor ❤️
troquei de curso antes mesmo de começar kakakaka eu me odeio