“As pessoas que mais amamos são as que mais nos decepcionam, pois achamos que são perfeitas e esquecemos que são humanas.”
— Autor Desconhecido.
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“As pessoas que mais amamos são as que mais nos decepcionam, pois achamos que são perfeitas e esquecemos que são humanas.”
— Autor Desconhecido.
“Não sou pra todos. Gosto muito do meu mundinho. Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu azul, outras tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos. Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso. São necessárias.”
— Caio Fernando Abreu.
No pedía mucho, únicamente necesitaba a alguien que me hiciera mimitos para calmar mis crisis existenciales en lugar de burlarse o que me tratara mal. Y pensándolo bien, tal vez ese sea el error… No pido mucho, pero necesito bastante.
“———-Alvorecer do Desespero———- É pensar que tem algo de errado contigo É se achar um erro e não sentir-se preenchido É achar que as pessoas te acham esquisito É achar que nunca vai vencer os teus vícios É lutar mil vezes para não cair novamente É querer pular da beira do precipício, por não estar contente É olhar pra vida e se perguntar pra onde está indo É olhar para o céu negro e não enxergar nenhum brilho É olhar os anos passarem e não ter conseguido mudar É ter um sentimento horrendo dentro de você que cada vez tenta te sufocar É não conseguir sorrir verdadeiramente É tirar várias fotos e pensar que não estão boa o suficiente É se sentir podre por dentro, inferior e fedorento É não conseguir explicar com palavras o que tem dentro É não saber como demonstrar sentimento mesmo em enterros, não consegue derramar uma lágrima onde a maioria está em tormento É aliviar a abstinência e sentindo-se culpado depois É o não fazer o agora e deixar sempre pra depois É sentir a falta de alguém que não volta mais É ter medo perder seus pais e não conseguir realizar os teus sonhos É ficar abandonado pelos filhos na velhice É sentir a dor das marcas que deixaram cicatrizes”
— William Wander
teu jeito manso equilibra meu peito agitado.
ei r,
eu te escrevo agora para tomar coragem de dizer o adeus ensaiado que vem preso na minha garganta há uns dias. eu queria ficar no teu abraço por mais um milênio mas preciso entender que as coisas acabam e nem sempre eu vou poder fazer algo pra consertar. que fogo por mais que seja intenso e quente, se apaga.
eu queria dizer que ir embora agora talvez seja a coisa mais difícil que eu posso fazer. eu queria sentir dentro de mim que minha mente me engana e que na verdade nosso laço vai durar por tempo demais para se contar
mas eu sei que não. e você também sabe.
acho que queria ter te amado um pouco menos, porque talvez agora meu peito não estivesse doendo tanto assim.
eu vou embora agora, tá bom? carregando comigo nossas lembranças, as fotos que nunca tiramos (mas que ficaram gravadas na minha memória) e todo o amor que eu sinto por você que preciso transformá-lo em outra coisa.
e torço para que um dia, ou muito em breve, você conheça seu sol. alguém que te ame demais e que ilumine todos os seus dias nublados. alguém que te faça querer ficar o tanto que eu não consegui fazer. alguém que ria das suas piadas e entenda suas referências.
tudo bem acabar. tudo bem chegarmos ao fim. vivemos entrelaçados tempo suficiente para deixarmos lembranças um no outro.
eu preciso ir agora, antes que o sufoco no meu peito me faça querer ficar mais uma vez.
obrigada por ter deixado um pedaço de si em mim. vou olhá-lo e guardá-lo sempre com gratidão.
foi bonito, não foi?
até alguma esquina da vida,
voarias.
“Existem jeitos e jeitos de dizer as coisas. Não dá pra abrir a boca e despejar palavras. Elas precisam se alinhar, uma tem que segurar a mão da outra, fazer um carinho, prestar atenção, conversar. Elas precisam dançar e sair da boca com leveza. Dizer tudo que pensa de uma forma agressiva não é motivo de orgulho. Acho, inclusive, vergonhoso. Sinceridade não é grosseria, muito menos falta de educação. Sinceridade é ser fiel ao que você sente e passar isso para o outro da melhor e mais bonita forma possível. Caso a emoção seja violenta, sinceridade é ser fiel ao que você sente e passar isso para o outro sem a intenção de magoar ou ferir. Sinceridade não é dizer o que pensa, mas cantar o que sente. Simples assim.”
— Clarissa Corrêa.
“Nenhuma palavra foi dita. Nenhum gesto foi demonstrado. Nenhuma atitude foi iniciada. No ar, somente suspiros… E nesse momento eu soube: não nos pertencíamos mais.”
— Pedro Pinheiro.
“Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo. Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas e frias e mortas; eu não tinha este coração que nem se mostra. Eu não dei por esta mudança, tão simples, tão certa, tão fácil: Em que espelho ficou perdida a minha face?”
— Cecília Meireles
“Que você precise de mim. Seja para dar a volta no mundo, ou simplesmente no quarteirão. Para apresentar um discurso ou apenas jogar conversa fora. Mas que seja eu, sempre, a sua primeira opção.”
— Pedro Pinheiro.
“Sempre me senti última opção, mesmo quando a minha maior vontade era ser a primeira. Acontece, aconteceu. E agora? Agora não importa mais. Aprendi que em primeiro lugar é sempre eu.”
— Pedro Pinheiro.
“Machucada demais por uma pessoa que me amou de menos, profunda demais para alguém que me amou tão raso. […] Eu sou intensa, não gosto de metades. Pois já me quebraram demais, e eu já não sou mais inteira.”
— Gabriela.
“Eu podia passar horas aqui enquanto tento explicar o quão profunda foi a fossa que eu consegui ir, por conta própria, por querer acreditar que você me salvaria como eu sempre sonhei que supostos amores fariam. E podia te culpar por dias, até mesmo por anos, pelas minhas expectativas frustradas e falta de amor próprio. Mas não vou fazer isso. Jamais te culparia por não conseguir me amar ou ver potencial no nosso (im)possível amor. Sei que juras de amor eterno assustam depois de uma desilusão, e posso dizer porque, depois de você, elas deveriam me assombrar com qualquer um que tente se aproximar demais. Porém, o meu caminho sou eu quem faz, e nele não haverá fantasmas do passado. Não vou me permitir verter novamente naquela mesma curva sinuosa que foi seu sorriso ao aveludado som de suas juras falsas. Mesmo que perdido, sem rumo certo, sei para onde não devo voltar. E você é esse exato lugar que eu, particularmente, chamaria de fundo do poço. Pode até parecer confortável e convidativo às vezes. Mas a noite é sempre fria e escura com você, sem qualquer garantia, o que, com toda certeza, não é para mim. E não posso te culpar por eu não ter visto isso antes. Contudo, já não posso te entender quando você diz que não sabe o que você quer. Porque eu sei o que eu quero. Sei o que mereço. E já faz tempo que não aceito menos de ninguém. Desde de você. O impacto do fim do nosso (im)possível amor foi tão intenso que me deixou quebrado por muito tempo. E ninguém podia me consertar. Os cacos foram espalhados minuciosamente pelo cômodo onde fizemos juras de amor eterno e nos entregamos de carne e alma um ao outro. Onde fomos quase fiéis com nossos sentimentos e quase amamos sem que houvesse um amanhã. Quase, porque foi só da minha parte. Você me alucinou de uma forma que tirou toda minha pouca e qualquer sanidade de poder compreender as coisas. E eu não compreendia. Você me tratava da sua maneira egoísta e eu, perdidamente apaixonado, aceitava. Mas não merecia. Eu merecia mais, só não conseguia enxergar. Ou não queria enxergar. Porque o pior cego é o que não quer ver. E o meu medo era de abrir os olhos e enxergar toda a verdade, todo o amor não recíproco e a responsabilidade não afetiva que você tinha. Naquele momento eu não estava preparado para perder você, então eu continuava mascarado, sabendo de tudo e tentando acreditar que não sabia de nada. E esconder a verdade não foi suficiente para manter o que a gente tinha. Você se desfez de tudo, como num daqueles passes de mágica em que o coelho sai da cartola, você saiu de mim. Foi nesse momento que me vi afundando nas minhas próprias angústias, a vida se tornou monótona, os filmes eram preto e branco, o sol não brilhava, as pessoas não eram interessantes e pensar em você se tornou uma rotina de tortura. Doeu, doeu muito. Mas sou grato por cada detalhe por ter me tornado o que sou hoje. Por ter descoberto que antes de qualquer pessoa, eu venho primeiro. Por isso queria te agradecer, o nosso amor não rendeu um futuro mas me rendeu uma surra de amor próprio. Então: obrigado. Você me deixou no fundo do poço, e eu aprendi que é para cima que se olha.”
— Diego Castro e Pedro Pinheiro.
“Querido diário, “felicidade” é uma palavra pequena para descrever como me sinto. Os tons de cinza que eram meu mundo ficaram brilhantes com cor. Tão brilhantes que posso vê-los com meus olhos fechados. O horizonte parece limitado pra mim agora, como se eu fosse um pássaro voando. Eu sou uma tola, ou o amor abriu meu coração?”
— American Horror Story.
“Tem gente que vale a pena, vale a tentativa, vale o tempo, vale a conversa. Mas sem querer parecer fria, são bem poucos os que se enquadram nessa categoria. A maioria dá cansaço, dá até preguiça só de pensar em percorrer de novo a mesma estrada. Algumas portas ficam melhores fechadas.”
— Fernanda Marques.
““Agora é assim, primeiro eu. Quem não gostar das regras, não joga. Tô feliz, acredita? Olha só a irônia, fui buscar o amor e já tinha. Fui tentar ser feliz e já era. Fui tentar me encontrar e me perdi. E, que loucura, precisei me perder pra me valorizar. Coração vazio e sorriso cheio, que assim seja.””
— Tati Bernardi.
“Por que você se afastou? Eu te disse desde o primeiro momento que eu não era uma pessoa fácil de lidar. Eu te contei sobre os meus defeitos, sobre minha arrogância, minha grosseria, minha falta de jeito, sobre as minhas manias. Mas você disse que não importava, que nada disso importava. Você prometeu não desistir de mim, me fez acreditar que sempre estaria ao meu lado. Então te pergunto, onde está você? Onde estão as tuas promessas?”
— Querido John.