
Origami Around
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Monterey Bay Aquarium

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@myfanficsqk
Febe - projeto avulso
OH NÃO, VOCÊ NÃO VAI ME PEGAR, MUAHAHAHAHA! Eu estava no meio de outro jogo de gato e rato com minha enfermeira, Isabela. Era como uma conta de Álgebra da oitava série, em que um gato corria atrás de um rato, o gato ia a 10cm por minuto, o rato a 7cm/m, com 40cm de frente, em algum momento ele seria alcançado. Porém, a conta não dizia que:
a) o gato pesava 70 quilos e carregava um prato de mil calorias ração de hospício;
b) o rato tinha 47 quilos e corria com a agilidade de uma lebre;
c) o rato tinha seis meses de exercício para fugir, o gato, apenas uma semana.
A última enfermeira, Angela, havia ido embora, mudado de paciente com uma novata ingênua ou que perdera uma aposta e estava com a paciente assumida mais problemática da ala DMA. Eu estava sempre batendo os recordes, além de ser a única da ala. DMA significava Distúrbios Mentais Amadores, como era conhecido entre as enfermeiras legais do refeitório.
Nos seis meses que passara no IMCJC (Instituto Mental Castro para Jovens de Cabo, ou Instituto para Maníacos Caçadores de Jogo da Corda), aprendera a diferenciar os tipos de enfermeira como em uma guerra. Havia três tipos:
1. as que auxiliavam no alistamento, ajudando os médicos com novos paciente;
2. as que preparavam a comida e cuidavam do lazer e refeitório, o melhor tipo, que me davam Tic Tac e leite, faziam piadas sobre os médicos, pacientes e enfermeira do lugar, e o mais importante: fofocavam sobre a vida lá fora;
3. as valentes da linha de frente, as megeras e coitadas, que cuidavam dos pacientes diretamente, tentavam alimentar os mais loucos no quarto (Presente!) e dar medicamentos. Em suma, as babás.
É claro, eu preferia o segundo tipo, que me fazia me lembrar da minha avó, Elisa, que fazia cookies diet, lia romances e me fazia engolir seus filmes antigos favoritos, que acabaram sendo os meus filmes favoritos. A fórmula para uma boa vida no IMCJC era ignorar as alistadoras, amar as cozinheiras e fugir das sargentas. No final das contas, eu mal me sujava com a lama das trincheiras.
Enquanto eu corria na direção da cozinha, que ficava nos fundos do hospital psiquiátrico, alguma força superior decidiu que era hora de colocar alguém no meio da corrida do rato, um obstáculo aka um belo camundongo. O garoto que parecia fugir da cruz trombou em mim, fazendo com que eu caísse no chão. Ainda mais essa?
- Saia do meio, ela está vindo! - pare de me encarar, seu idiota. Você é surdo? Saia do meio. - Saia do meio rápido, seu idiota - esse é o hospício, seu bastardo, não a escola de retardados. - Por que não olha por onde anda? - reclamei levantando-me sozinha, mas o garoto havia caído no meio do caminho, impedindo que eu continuasse passando.
Ele me encarou com olhos castanhos de cachorro sem dono, e eu fiz uma cara de tédio.
- Eu... Eu não sou louco - sentenciou e sorri, começando a me divertir. Era um dos recém-chegados, e havia pego o azar de me pegar para ser sua guia turística.
- Claro que não, Big Guy, você não é louco. Ninguém é. - eu sou. Eu sou louca - Somos todos mal compreendidos pela sociedade. - debochei de seu jeito perdido. - Mas e aí, dá para sair do meio? Você é do tamanho do guarda roupa da minha avó.
O garoto tomou noção e levantou-se, inclinando-se para que eu passasse. Continuei fugindo da enfermeira e quase ri ao imaginar a cara do garoto. Educação não era meu forte, não às onze da manhã quando eu estava morrendo de fome fugindo de Isabela.
- Ei, eu sou Andersen, qual é o seu nome? - o garoto gritou, fazendo-me parar para encarar o recém chegado. Eu tive vontade de falar meu nome, de falar como minha mãe me chamava, de manda-lo parar de se meter no nome alheio. Eu não era tão louca quanto parecia, afinal.
- Não falo com estranhos, Big Guy - sorri maleficamente procurando algum comentário para me passar por insana. - À propósito, bela bunda.
Eu nem havia olhado para o traseiro do garoto, mas desatei a rir e a correr quando vi uma enfermeira aparecer na ponta do corredor.
- Câmbio, desligo.
É, Andersen, você quase fez o rato ser pego. Mal garoto.
Andy - projeto avulso
A ENFERMEIRA ABAIXOU a luz em meus olhos, me fazendo agradecer à Deus. Dei uma breve olhada em minha mãe no fundo da sala, os braços cruzados, o rosto envelhecido curvado em preocupação, a bolsa pendendo na mão e o cabelo desbotado. Ela não merecia ter tido um filho como eu, mas não acho que eu podia fazer muita coisa.
- Qual é seu nome? - a médica que estava ao lado da enfermeira perguntou e eu balancei as pernas por um tempo, fingindo hesitar.
- Andersen - respondi sem elevar a voz, não vendo necessidade naquilo.
- Completo.
- Andersen Moura. - resmunguei.
- Qual é o nome da sua mãe?
- Maria Moura. - respondi indiferente.
- Quando você nasceu?
- 3 de Julho.
- Qual o nome da sua professora do segundo ano?
- Isabel. Qual a necessidade disso? Eu não estou amnésico, sabe. - no fundo da sala, minha mãe torceu a boca e me lançou o olhar do tipo "Andersen, por favor, não piore tudo".
- Qual o nome do seu pai?
Encarei a médica como se perguntasse se estava para brincadeiras.
- Não sei, mas pode ter certeza de que isso não é uma lacuna de memória.
Ela voltou a verificar minha ficha e passamos um bom tempo em silêncio.
- Bom? - minha mãe perguntou aparentando preocupação.
- Sem amnésia. Ele possui amnésia retrógrada, mas sua mente se recusa a admitir, criando falsas memórias.
- Como é?
- Andersen, repita para mim as respostas das duas últimas perguntas.
- A minha professora do segundo ano se chamava Lúcia e meu pai deixou minha mãe quando descobriu sua gravidez, eu não o conheci. Como isso vem ao caso?
- Você havia dito que ela se chamava Isabel, Andersen. O nome dela era Mariana e você tem um pai, ele se chama Oto Moura.
Encarei minha mãe e a médica alternadamente. Aquilo só podia ser uma brincadeira. Uma pegadinha de meus colegas de escola. Mas os olhos de minha mãe estavam úmidos e eu sabia que ela estava se segurando para não chorar. A enfermeira, calada, tinha uma expressão de quem sentia pena do outro garoto louco.
- Isso não pode ser verdade, vocês estão mentindo! Eu não sou louco. Mãe, diga a elas! - eu pulei da maca, provavelmente parecendo insano enquanto minha mãe olhava para cima na tentativa de não chorar. - Doutora, isso só pode estar errado - vire-me para a médica, segurando seus braços e balançando-os desesperado. - Conte a ela que eu não sou louco, por favor. Eu não sou louco!
- Querido, por favor, solte-a. Andersen...
Eu abri a porta da sala e comecei a correr desesperado pelo corredor do hospital psiquiátrico. Eu não sou louco. Você é insano. Eu não sou louco. Sua mãe tem medo de você. Eu não estou doente. Pare de ser idiota, Andesen. Elas estão zombando de você agora, seu louco patético.
Gritei com minha mente. Uma, duas, três vezes.
Uma, duas, três vezes.
Quatro, cinco, seis vezes.
Eu não sou louco Você é louco Eu não sou louco Você é louco Eu não sou louco Você é louco Eu não sou louco Você é louco Eu não sou louco Você é louco
Trombei com alguma coisa pequena no meio de meu percurso, fazendo-me desequilibrar e cair no chão. Era uma garota, o cabelo desbotado quase branco e que chegava aos ombros anunciou isso antes da sua voz aguda começar a me xingar.
- Saia do meio, ela está vindo! Saia do meio, rápido, seu idiota, por que não olha por ande anda? - ela levantou-se mais rápido do que eu do chão, mas algo a impedia de continuar correndo.
- Eu... Eu não sou louco - murmurei e ela fez uma careta.
- Claro que não, Big Guy, você não é louco. Ninguém é. Somos todos mal compreendidos pela sociedade. - ela disse sarcasticamente enquanto me observava me levantando. - E aí, dá para sair do meio? Você é do tamanho do guarda roupa da minha avó.
Eu me inclinei um pouco para o lado e a garota, magra como um espeto, continuou a andar apressadamente pelo corredor. Será que todos naquele lugar corriam?
- Ei, eu sou Andersen, qual é o seu nome? - gritei antes que ela desaparecesse da minha vista.
- Não falo com estranhos, Big Guy - ela sorriu maliciosamente. - À propósito, bela bunda. Câmbio, desligo.
A garota louca e sem nome disparou pelo corredor ao ver que minha enfermeira entrava pela outra ponta. Só então eu me lembrei de que também estava correndo de alguém. E que não era louco.
Então as palavras da garota louca retrucaram com minha voz na minha mente. Claro que não, Big Guy, você não é louco. Ninguém é.
"Ah, vá se ferrar" resmunguei mentalmente em resposta.
ATT! REFLEXO ATUALIZOU! CORRE NEGADA PRA VER O CAPÍTULO DOIS EM /reflexo!
Dream Cast Reflexo (girls)
PP (reflexo)
Elle Fanning (nome não interativo, Dani)
PP (concreto)
Dakota Fanning (nome não interativo, Elle)
PPs (as duas)
Concreta no colo da reflexo
Amiga da PP (reflexo)
Karen Gillian (nome não interativo, Bridget)
Amiga da PP (concreta)
Rachel Hood-Wood (nome não interativo, Brigitte)
"Está fazendo tudo errado!"
- PP, Capítulo 2.
(não, PP, você está fazendo tudo errado)
"Histórico de acontecimentos decadentes da vida de <nome da pp>"
Essa é a melhor parte do capítulo 2, eu prometo (estou revisando õ/!)
— Acho que encontrei. — murmurei fazendo-o seguir meu olhar. — Pode ficar de olho nela por um tempo? Eu preciso ir ao banheiro, hm... Depilar o pé.
Reflexo (novo capítulo a caminho!)
Enquanto isso....
Fiz uma nova one-shot que postei em /lucky, espero que gostem, é bem curtinha e tal, mas eu gosto tanto <3
Reflexo Quote
"Se eu quisesse ficar inteira, precisava manter contato com a concreta, mesmo que aquilo pudesse implicar minha destruição."
AVISO
Para quem lê alguma das fanfictions interativas, eu estou com bloqueio criativo (sei que isso é vaquice minha), mas prometo postar assim que puder. É sério, tenho umas quatro páginas prontas de Reflexo, mas falta a coragem de passar para o Word. Tentarei ser breve, prometo.
Não esquecer ideia
Cantarolando e sem rumo. É assim que NOME DA GAROTA está enquanto vaga por uma ruela escura e solitária. É assim que é recebida pela família dos SOBRENOME QUALQUER, que a conhecem de longa data e sabem mais do seu passado do que a mesma. Ao que parece, é a antiga melhor amiga de OUTRO NOME até sumir da face da terra.
O ar era doce e fumacento, haviam insetos brilhantes, uma fumante e um beco. E uma melodia. Ah, uma melodia desconhecida, mas que não saía da boca, já que cantarolava a mesma sem parar desde que dei por fé. Desorientada, sem nome, sem história e sem nada, era assim que estava. À meia luz, tudo parecia misterioso, então cheguei à conclusão de que os habitantes do local não saíam muito de casa, ou pelo menos, não durante a noite.
Quando alcancei o final da ruela, olhei para os dois lados, hesitante. Havia uma luz azulada vindo na direção da esquerda, que era, de longe, a mais agitada, embora igualmente vazia. Decidi seguir por lá, embora a mente não estivesse muito em foco, e sim os pés. Passava por uma casa de um muro branco e com pontinas de tinta estranhamente familiar. Ao passar pelo portão, não tentei resistir ao impulso de tocar a campainha. Apenas apertei no botão e respirei fundo, concentrando-me na melodia que não cansava de cantarolar.
A surpresa veio quando vi uma silhueta feminina surgir de algum lugar perto das paredes para abrir o portão. Seu rosto estava pouco iluminado, seus poucos traços visíveis me eram conhecidos, mas não porque eram comuns, mas porque pareciam estar em algum lugar no meu passado. A garota analisou meu rosto antes do seu assumir uma expressão de quem havia visto uma assombração.
- Clara? - perguntou com a voz falha enquanto estendia a mão na minha direção.
- Me desculpe, mas eu a conheço? - perguntei enquanto ela balançava a cabeça negativamente e se apressava em abrir o portão.
- Deus, eu não sei o que você está fazendo aqui. Mas não pode ficar aí fora em um horário desses. Venha.
Não tive reação explícita enquanto aquela estranha (que me dera um nome) me puxou jardim adentro. Não olhei para trás também, porque quem quer que fosse, havia me dado um pedaço do meu passado confuso.
Clara. Meu nome.
Talk Show com Arma Z
Apresentadora: HEEEY CAMBADA! Bem-vindos a mais um talk show com os personagens de ARMA Z! E a primeira pergunta é da inbox para Savannah!
Savannah: olá! Estou muito animada por ter sido convidada.
Apresentadora: você não parece muito feliz, mas... Opa! Ok, vou começar logo. "Por que você odeia TANTO assim o Collins?"
Savannah: Bem, eu não odeio David, ele apenas é bem irritante e não consigo perdoa-lo pelo que ele fez com Ivne.
David: Hey, antes disso, você já não ia com a minha cara.
Savannah: Cale a boca, imbecil. Você era um idiota na faculdade.
David: eu sei que isso é paixão reprimida, Savie.
ignorem a legenda
Savannah: SAVIE?
Apresentadora: ISSO É UM SHIP NOVO? DAVANNAH?
Savannah: Epa, epa, epa, isso tá errado, não existe Davannah.
Escritora: Eu não escrevi 'sa porra, (embora tenha pensado) mas é um ship legal, embora NÃO SEJA REAL, pelo amor!
*babando nesse gif*
Savannah: Viu, eu disse. Como assim, você PENSOU QUE PODERIA HAVER ALGO ENTRE EU E ESSE DEMÔNIO?
Apresentadora: gente, parem de se exaltar. Pra a próxima pergunta, por favor. Que é... Para Collins! Vamos lá. "Por que você detesta tanto Grace? Ela não, tipo, reflete a imagem da mãe dela? Afu, homem revoltz" de m-issn.
ignore o fato de que é uma garota
David: Eu tenho que odiá-la, sabe? Ela é a filha do cara que eu odeio, Williams, com a mulher que eu amava, Ivne. Não há um manual do vilão, mas se existisse, seria proibido gostar da filha do seu rival. Ela não é a imagem cuspida de Ivne, olhe para os cabelos e os olhos! Existem alguns traços similares na personalidade, imagino, mas... É complicado.
Apresentadora:
Grace:
Williams:
Savannah:
Sofia:
fantasma de Ivne (aparição especial):
MUNDO:
Escritora: Ok, parem com a bagaça. Eu não tenho nada a declarar, porque é isso. É como uma regra de vilões.
Apresentadora: Tudo bem, o momento "bugay" acabou. A próxima pergunta também é para David, então... Aqui vai. "VOCÊ SABE QUE A SOFIA ERA APX POR VOCÊ?" Santo Caps Lock dessa garota, hein? o.O
David: Sofia? Na época que éramos amigos?
ignorem NOVAMENTE o fato de ser mulher '-' eu não tenho fotos de homens
Sofia: Sim... Bem, é verdade.
David: mas Ivne... Oh, Deus, desde antes dela?
Sofia: Pare de sorrir! Essa parte do meu passado não interessa, porque já era, ok? Pare. A Kalyn é cruel.
Kalyn: ah, Sofia, vemk migs, vamos fazer a dancinha das amigas do coração quebrado *puxa a apresentadora*
Kalyn: *grita* CAMEHAMEHAN! Eu sei que não escreve assim, mas é como fala, calabok.
Apresentadora: *dá um pé na bunda da Kalyn* sai sua esquisita. Vamos voltar ao talk show. A próxima pergunta é para a Sofia e promete continuar acabando com os nervos da coitada. "O que você viu em Collins?"?
Sofia: Eu já falei que é um assunto complicado, mas vocês não se mancam, né?
Apresentadora: Não. RALA BABY, RALA!
Sofia: Ok. Ele era fofo, gentil, atencioso e atraente, além de meu melhor amigo. O que mais eu poderia querer na época?
Todos (apenas o início do gif):
David: uau, Sofia, na época, se você tivesse me dito isso, talvez eu... Bem...
Todos: *own coletivo*
Todos: Kalyn, por que tão má?
Kalyn: eu?
Todos: é, sua destruidora de corações. Cala a boca, sua chata.
Kalyn: mas eu não fiz nada!
Todos: sabe muito bem o que fez, sua chata, a gente tá de coração partido por esse ship.
Kalyn: não briguem comigo, eu tenho todo o poder de fazer o que bem entendo *dá a língua*
Apresentadora: *espanta Kalyn* Enfim, próxima pergunta. "Tinha sonhos com ele? Safadenha…" UH, FIQUEI CURIOSA!
Sofia: *corando* Como assim 'sonhos"? COMO ASSIM SAFADENHA?
Apresentadora (e David): responda a pergunta, Sofia, nós queremos saber.
Todos: é, queremos!
Sofia: eu tinha tantos sonhos com ele quanto é normal amigos terem sonhos uns com os outros. Eu não era uma tarada pelo Collins, okay? Na minha época, isso não se fazia.
Apresentadora: Ok metcheroza *fuça arquivos que surgiram do nada* Mas eu achei essas imagens dos seus sonhos aqui que um passarinho turquesa *cof* Kalyn *cof* me deu... *mostra arquivos para Sofia* Reconhece?
Sofia: *fica branca como papel* não reconheço
Apresentadora: Então, tudo bem se eu mostrar no telão, não é? *aponta para telão que brotou com controle que também brotou*
Sofia:
Apresentadora: Sim? Ok. *mostra*
/***************************** IMAGENS--------QUE--------APARECERAM--------NO--------TELÃO*****************************\
Sofia: AI JESUS AMADO
*apenas o começo do gif*
David: Sofia? O que é isso?
*ignore o fato de que é uma garota*
Sofia: KALYN E APRESENTADORA, VOCÊS VÃO MORRER HOJE!
Kalyn: corre!
FIM!
*cena pós-créditos*
Apresentadora: Hey gente, mandem perguntas para o próximo talk! Obrigada pela audiência, tchau.
Holly
Holly Hook Toloza é...
uma descendente de imigrantes ingleses (parte de mãe) e italianos (parte de pai), habitante da cidade Argopolis (pronuncia-se argopôlis) e filha única.
Conhecida como Holly Ho, ou simplesmente Hol. Faz parte da mesma turma de Filosofia de Ava e mora em uma casa próxima a escola, sendo uma das poucas que não mora no condomínio Soutto, nas proximidades do subúrbio da cidade.
Amiga de Ava.
DE JANE PARA AVALON
Mudei o nome da personagem, porque é bem mais "original", acho que possuiu um toque de diferença
Avalon (exercício de composição)
Aparência física: olhos castanhos cor-de-mel, cabelos da mesma cor, longos e cacheados, pele clara, sardas, altura média (1,66), pesa 60kg, olhar voraz e tímido ao mesmo tempo, lábios cheios e rosados, bochechas não-aparentes;
Forma de se vestir: roupas folgadas, não costuma usar jeans ou shorts, mas sim saias ou vestidos, na escola, usa a (única) calça jeans, camisas folgadas e um agasalho três vezes maior, para se esconder;
Postura física: não costuma ter a coluna muito reta, mantendo a cabeça baixa na intenção de passar despercebida;
Movimento/ritmo: costuma falar rápido e agitando os braços, não corre muito, mas tem movimentos ágeis, apesar de pouco frequentes;
Jeito de falar: raro, porém alto e rápido, defende as ideias e encara as pessoas quando disputa algo verbalmente;
Hobby: ajudar Veronnica, a bibliotecária local, em seu trabalho, e ler enquanto isso;
Nível educacional: cursa o Ensino Médio;
Antecedentes familiares: criada em um lar comum, os pais vivem em harmonia, é filha única (mas no começo da história, a mãe está grávida), possui uma família exótica, ligada apenas à avó materna e alguns primos do mesmo lado da família;
Ambiente social: a família é de classe média alta, vive em um condomínio de custo não alto há seis anos;
História pessoal: não possui amigas devido a algumas brigas no passado, se recusa a cortar o cabelo, não fala muito porque não confia nas pessoas e é relativamente tímida, se abrindo completamente nas pessoas em quem confia, como sua mãe, Ariel, Veronnica, a bibliotecária, o primo David e posteriormente (depois do início da história) com a amiga, Holly;
Preferência amorosa: prefere rapazes introspectivos, porém mais sociáveis do que ela, "aparência não importa", diz sempre que perguntada por Holly;
Preconceitos, manias e defeitos: rói as unhas constantemente, chega a ser irritante quando derrotada em algo, é antipática com novas pessoas, não suporta que a contrariem, detesta pessoas "supersociáveis", ou seja, que amam todo mundo e possuem vários amigos;
Necessidades, desejos e objetivos: necessita estar sempre ocupada, mexendo partes do corpo, produzindo algum ruído ou em movimento, almeja achar alguém que a compreenda, também se formar no Ensino Médio com nota suficiente para entrar na faculdade de Psicologia, e algum dia conseguir seu consultório tão sonhado;
Falhas: na busca pela perfeição, acaba sendo rude em alguns momentos e é péssima em falar com pessoas, também sendo exagerada;
Arrependimentos e rancores: em alguns momentos, arrepende-se de ter criado uma casca de timidez ao seu redor, possui rancor de Ethan Argos (o irmão mais novo de Raphael Argos) por brincadeiras e humilhações as quais era submetida pelo mesmo, dois anos antes do início da história;
Características que podem arruiná-la: exposição e humilhação pública, coração partido, ser traída por algum amigo;
Meu arquivo de nomes
Femininos
Ariella
Ariel
Ava
Avalon
Anne
Amelia
Jane
Holly
Lucy
Evie
Katherine
Siena
Charlie
Claire
Sophie
Savannah
Morgan
Grace
Masculinos
Freddie
Raphael
George
Andrew
Albert
Justin
Adam
Ethan
Oliver
Arthur
Max