John 😭
That's my favorite...
Ok,I'm back with Mclennon (or not)🥺

⁂

Kiana Khansmith
Xuebing Du

titsay
Jules of Nature
he wasn't even looking at me and he found me

★
cherry valley forever

祝日 / Permanent Vacation
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
occasionally subtle

#extradirty
No title available

Janaina Medeiros
will byers stan first human second
Alisa U Zemlji Chuda

Love Begins
ojovivo
hello vonnie
Peter Solarz

seen from United States

seen from Australia

seen from United States
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seen from United States
seen from United States
seen from United States
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seen from Singapore
seen from United States

seen from Singapore
seen from Malaysia
seen from Singapore
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seen from Thailand
seen from Brazil

seen from Colombia
seen from Ireland

seen from Canada
seen from Japan
@myshipsandmyproblemsreal
John 😭
That's my favorite...
Ok,I'm back with Mclennon (or not)🥺
"Of course you were,love"
Okay,is too much for me,AAAAAAAA * Histerical Screams*
Dreams...😏
Yeah,i know
An Archive of Our Own, a project of the Organization for Transformative Works
Chapters: 1/? Fandom: Good Omens - Neil Gaiman & Terry Pratchett, Good Omens (TV) Rating: Not Rated Warnings: Creator Chose Not To Use Archive Warnings Relationships: Aziraphale/Crowley (Good Omens), Aziraphale & Crowley (Good Omens) Characters: Aziraphale (Good Omens), Crowley (Good Omens) Additional Tags: To Read Summary:
A story that runs through the relationship of an angel and a demon. Crowley and Aziraphale live their days together and so does the difference. However, like every relationship there is on the sweet and bitter side
An Archive of Our Own, a project of the Organization for Transformative Works
Chapters: 1/? Fandom: Masters of Sex, Broadchurch Rating: Mature Warnings: Creator Chose Not To Use Archive Warnings Relationships: Alec Hardy/William Masters, Alec Hardy & William Masters Characters: Alec Hardy, William Masters, Betty DiMello, Virginia Johnson, Ellie Miller (Broadchurch) Summary:
Alec Hardy and William Masters are the types of men who seem to have no pending issues with their respective pasts, but this turns out to be a mistaken conclusion when the two meet by chance
John being a diva!💖
He is a naughty perfect baby? Ownn💖
Soooooooooooo cuuuuuuuuteeeeeee❣️
They was so perfect toghether,Alan was my First ídol and he inspire me so much in many aspects of my life, your death was very hard to me,no actor Will be so important and significant to me like him
How much time...Happy new year for everyone❣️
So i did that for my fanfic,is very simple, but i loved!
Huges😍
It’s been a big 52 weeks on Tumblr.
Maybe it was all part of a great big ineffable plan, but Good Omens was the most popular thing on Tumblr in 2019. Bigger than BTS by exactly 4.43%, but who’s counting? As for BTS…well, they deserved a break, but it did cost them the crown. Meanwhile, Marvel had a huge year. We could try to count how many Marvel-related tags are in Year in Review, but it’d definitely be at least 3,000. Steven Universe came to an end as a series, but came back as a beautiful feature-length film; the future’s looking bright. And how many SKAM remakes will make the TV list this year? There are two on this one—we see you, Germany and France. Game of Thrones also reached its conclusion (did we actually sit through all of those seasons for THAT?). Moving on to the Galar Region, Pokémon gave us the biggest gift of the summer: Wooloo. Thank you, Nintendo. Critical Role returns to this list after a long adventure with the Mighty Nein across Wildemount. And finally, we round things off with the Ship of the Year, our Ineffable Husbands, Aziraphale and Crowley. This is Tumblr’s Week Year in Review.
Good Omens
BTS
Marvel
Steven Universe
Druck
Game of Thrones
SKAM France
Pokémon
Critical Role
Ineffable Husbands | Aziraphale & Crowley, Good Omens
Only pride❣️
Alec and Bill, are you,boys?
Two adorável idiots💖
Il tuo cantante
Casal : Aro Volturi / Peter Vincent
Censura : Rated T/ +16 anos
Sinopse : Peter tem um crush em Aro desde a adolescência mas, ele se recusa a aceitar. Até o dia em que se encontram.
- Então, pode ser que o Aro tenha ficado mais dark e que eu tenha modificado algumas coisas. Se divirtam lendo 🖤
****
Peter Vincent se orgulhava de ser um
ótimo caçador de vampiros e de odiar os desgraçados o suficiente, muito obrigado. Malditos sanguessugas do inferno. Peter era um mago ilusionista, vivia de fazer shows e caçar os malditos, tudo ia bem até Charlie aparecer pedindo ajuda e uma coisa levou a outra. Toda a confusão que deu ao matar o desgramado do Jerry, enfim, ele se vira obrigado a voltar para a Inglaterra, não era ruim, na maior parte do tempo ele até sentia falta de casa e agora ele era um ilusionista famoso, tinha um dinheirinho sobrando. Voltar para casa era ótimo, ele olhava tudo meio espantado e admirado, observando as mudanças que haviam ocorrido em sua ausência e como algumas coisas permaneceram as mesmas. D
Chegar na sua antiga casa tinha sido simples. Era uma casa simples em um bairro popular de Londres, tinha dois andares e algumas janelas, muro baixo e um gramado feio pelo tempo que estava abandonada. Peter entrou, girou a chave na fechadura e entrou sendo recebido por uma grossa cortina de poeira e uma tábua solta no chão de taco. Ele iria ter que arrumar tudo direitinho. Abrir as janelas e tirar os lençóis brancos que cobriam tudo, fora cansativo porém quase não tinha poeira nos móveis e ele sò tivera que varrer e passar aromatizador de ambientes na local, e para a sua sorte ele não teria que fazer comida, era só pedir o delivery e pronto. Agora era só beber um gole de whisky e subir para o andar de cima, ele precisava de um local para descansar, iria fazer um show aquela noite em um teatro no West End. Peter subiu as escadas cantarolando baixo.
Seu quarto continuava o mesmo : paredes azuis, posters de bandas goticas, um poster de Dracula com uma adaga no peito, alguns clássicos da literatura de terror, as janelas cheias de pó fazendo a luz do sol mal entrar no cômodo. Peter pegou uma vassoura e começou a varrer o chão empoeirado, ouvindo uma música alta. Ele estava no meio da limpeza, estava mexendo debaixo da cama quando achou uma caixa de madeira com cadeado. Ele franziu o cenho. O que era aquilo ? Ele não lembrava de ter lacrado a caixa e muito menos que ela estava ali. A campainha tocou o fazendo lembrar do delivery, ele desceu os degraus apressado abriu a porta, pegou seu pedido e bateu a porta na cara do entregador. Peter voltou para o quarto, sentou no pedaço limpo de chão e voltou a observar a caixa que era de madeira escura, ao observar o objeto seu coração disparou e ele sentiu um leve arrepio. Aquilo não era bom, não era mesmo. Com um pequeno truque ele conseguiu abrir a caixa, ao levantar a tampa aquela sensação que se assemelhava bastante a um nervosismo, pareceu se intensificar. Eram seus livros sobre os Volturi. Quer dizer, apenas um livro era sobre ‘Os Volturi’ o resto era tudo sobre um único Volturi. Pequenos scrapbooks, pouquíssimas fotos modernas, fotos de pinturas datadas da revolução francesa e relatos, todos sobre Aro. Aro pelo que Peter tinha lido era um dos mais poderosos do clã, um toque e ele saberia sobre sua vida inteira, ele podia sentir o cheiro do seu sangue e ler seus pensamentos. Quando adolescente Peter se convencera de que ter e saber tantas coisas sobre Aro era um modo de conhecer o inimigo e daí, ele olhava para os recortes das pinturas e seu coração e seu estômago faziam uma coisa engraçada, que o deixavam com um frio na barriga inexplicável.
As coisas começaram a ficar um pouco mais óbvias, quando Peter completou 18 anos quando passara a sonhar com Aro, e eram sonhos estranhos, para se falar o mínimo na opinião de Peter. Em alguns de seus sonhos ele estava dançando uma valsa com Aro por salões italianos do século dezoito, outras ele apenas se oferecia em sacrifício e eram sonhos prazerosos e de vez em quando ele acordava se sentindo mal por isso.
As vezes ele lia, artigos científicos apenas para se certificar que era invenção de sua mente, quando ele sabia não ser. Peter fechou a caixa, ele não queria mais ver aquilo.
Aro por mais encantador que fosse continuava sendo um maldito vampiro e ele se recusava a ter sentimentos por aquele maldito.
***
Aro estava empolgado. Havia tirado férias, estava tudo em paz e ele as merecia ele queria ver mais do mundo. Bem, não do mundo, ele se recusava a ir nos Estados Unidos novamente. Ele resolveu começar pelo lugar que ele mais havia simpatizado e que o permitiria explorar as lojas de grife durante o dia. Londres, é claro. Aro alugou uma casa modesta em um bairro simples, se é que uma casa em Mayfair pode ser simples e se estabeleceu por lá. Ele precisava descansar pois a noite iria fazer algo humano, ele havia comprado um ingresso para um show de mágica em um teatro no West End e ele estava empolgadíssimo, nunca havia assistido um show de mágica antes, quer dizer não nesse tempo moderno e de incrédulos.
Aro adorava as frivolidades dos humanos. Ele achava divertido como os humanos transfomaram algo que temiam imensamente no passado, em algo para se diverti nos dias de hoje.
Ele se olhou no espelho de corpo inteiro no quarto, o terno bem cortado caindo feito uma luva, em seu corpo, ele quase parecia normal não fosse o cabelo comprido e fora de moda nessa época. Aro pegou tesoura e cortou o cabelo, que com certeza cresceria novamente até a manhã seguinte, adotando um corte mais comum, curto e moderno para se misturar melhor com os mortais, colocou o óculos de sol e saiu pela noite, caminhando até o teatro, não era uma caminhada longa para alguém como ele.
Ele sentou em uma das primeiras fileiras para acompanhar tudo de perto quando sentiu uma inquietação surgir dentro de si, era ruim, sussurros pareciam encher sua mente.
Me encontre, me encontre, eu estou aqui, meu bem.
Os sussuros pareciam falar, Aro balançou a cabeça e tentou calar a voz que parecia uma canção hipnotizante em sua mente. Baixa, lenta e sensual.
As luzes do palco baixaram e ele tirou os óculos para ver o espetáculo melhor, os sussurros cessaram por um momento até que ele viu o ilusionista. Uma tontura o atingiu, sua boca encheu do veneno que produziam e não eram o que usavam para matar e sim o que usavam quando queriam prazer, era doce. Suas presas já estavam projetadas e seu corpo inteiro parecia voltado para aquilo.
Seus olhos se encontraram com os do ilusionista e o mundo parou, o rapaz parecia tão surpreso quanto ele, a mente dele era uma mistura de sentimentos. Apenas o jovem mágico existia naquela ocasião, o cheiro do sangue dele invadia todos os seus sentidos. Inebriante. Os sussurros em sua mente diziam : Você me encontrou !!! Finalmente!!.
O sangue do jovem humano estava cantando para ele. Ah, a ironia.
Aro precisava saber quem era aquele homem que acabava de lhe enfeitiçar por completo, o nome daquele que parecia ser o seu amante. Ele precisava saber. O jovem mágico havia desviado o olhar do seu. Aro se resignou a continuar desejando que seus olhares se encontrassem novamente . Aquele homem era seu agora.
Another amazing fanfic of the project!
No comments! 😂💖
Unlikely Husbands
Personagem do Michael Sheen:
Roland Blum (The Good Fight)
Walt Jodell (Camping)
Personagem do David Tennant:
Sinopse:
Walt está se divorciando de sua esposa após a relação se tornar insustentável e para isso ele parte em busca de um advogado e acaba encontrando o melhor deles na firma Blum & Associados. Porém Walt e Roland acabam criando uma conexão muito além de apenas cliente e advogado.
Censura: Contém alguns palavrões, sem linguagem sexual explícita.
Boa Leitura!
(Perdoem qualquer erro, primeira fic q escrevo, mas revisei tudo antes de publicar)
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Roland Blum tinha acabado de reestabelecer seu escritório, agora em uma nova cidade, onde ele podia exercer sua profissão. Qualquer caso era bem vindo e as portas estavam abertas pra qualquer cliente, qualquer um que Roland visse que valesse a pena na realidade.
Era uma segunda feira, 9h da manhã, Roland estava dormindo na sua sala que, literalmente tinha uma cama, era um quarto, íntimo e casual como ele gostava de ser 100% do tempo. Como de costume, ele estava um caos, jogado na cama só de camisa social, não era possível ter certeza se ele estava usando uma cueca naquele instante, ou em qualquer momento na vida dele. Na cama com ele algumas caixas de remédios que ele provavelmente não precisava mas tomava e sua calça estava em algum lugar do quarto/sala.
O telefone toca, a secretária de Blum, que mas parecia uma modelo dessas de revista, atende da recepção e o barulho acaba fazendo Roland acordar.
_ Escritório de Blum & Associados, como posso ajudar?
Uma voz insegura, vagarosa e cheia de intervalos responde:
_ Eu... É... Meu nome é Walt Jodell, eu vou me divorciar... – Uma pausa que soou como indecisão – E preciso de um advogado.
Roland estava se levantando após ser acordado pelo telefone, se vestindo com dos seus ternos elegantes e cheios de estilo, um óculos escuro foi necessário devido as condições que ele estava (a noite passada deve ter sido regada as 3 coisas favoritas de Roland depois de vencer um caso: drogas, bebidas e sexo. Tal qual um rock star). Ele realmente não se importava do lugar estar bagunçado, quanto mais natural e informal melhor. Sentou-se na mesa e ligou para secretaria:
_ Quem foi o filho da.... – Antes que conseguisse subir mais o tom de voz para terminar, ela o interrompeu.
_ Um cliente sr. Blum. Divórcio. Ele vem ver o sr. Smith as 10h.
Divórcios não eram de fato a área de Roland, ele tinha associados que cuidavam dessa parte.
_ Droga, certo. Agora faça a gentileza de trazer meu Detox, eu realmente preciso dele hoje.
Ele desligou e tirou os óculos, passou a mão pelo rosto como se tirasse assim o cansaço dele, e os colocou de volta, ainda eram necessários.
Já eram quase, 10h, Roland já tinha saído, ficar o dia todo no escritório não era o tipo dele. Foi buscar mais um dos seus pacotes estranhos num beco qualquer perto do prédio do escritório e já estava voltando. Ao ir em direção do elevador, alguém esbarrou nele e Blum imediatamente gritou:
_ Olha por onde anda, imbecil!
_ Me... Me desculpe cara. Eu só estou procurando o escritório do... Como era mesmo... Ronald Boom? – Perguntou ele gesticulando no ar como quem realmente não sabia pra onde ia.
Roland abaixou de leve os óculos escuros no nariz e olhou aquele sujeito alto, magro, vestido de modo até patético de tão simples de óculos, uma camisa xadrez e um jeans claro. O rosto limpo e cabelo castanho escuro muito liso. O olhou de cima a baixo, enquanto entravam no elevador, e ele disse:
_Roland Blum. Prazer. E você, quem é?
_ Oh, então é você. Roland Blum, desculpa sr. Blum... Eu, eu sou... – Ele estava desconcertado, as palavras não vinham fácil. _ O quê? Você esqueceu seu nome homem? – Perguntou Blum impaciente enquanto o elevador subia.
_ Não... É, não! Jordell, Walt Jodell. O prazer é meu, aliás.
_ Isso é relativo. – Respondeu Blum com um tom de ambiguidade na voz.
Walt deu um riso envergonhado enquanto Roland abriu um sorriso um tanto quanto malicioso, mas isso era normal nele.
Roland colocou a mão no bolso e pegou um dos seus pirulitos de Fenetilina, colocou na boca sem cerimônia e ao pegar outro, já que estavam lado a lado no elevador, esticou a mão oferendo um para o Walt:
_ Quer um? Acho que vai te ajudar a se soltar e falar mais... Levemente.
_ Não, obrigado... Gentil mas obrigado, a Kathryn ficaria uma fera se... Espera, eu quero sim.
Walt pegou o pirulito e guardou no bolso.
_ Sua esposa, eu presumo.
_ Bom, ex em breve. Ainda não me acostumei que sou livre agora.
O elevador chegou no andar do escritório, Roland saiu primeiro com seu pacote na mão indo direto para sua sala. Walt saiu logo atrás dele e o seguiu até ambos chegarem a recepção.
_ Faça bom uso meu caro. – Disse Roland acenando com o pirulito de Fenetilina no ar.
Walt falou com a secretária e se sentou no hall de espera do escritório que era polido, sóbrio e bem decorado. Enquanto ele esperava lá, não conseguia parar de pensar na figura um tanto quanto incomum de Blum. Sua barba grisalha, o cabelo cheio e cacheado também grisalho mas com preto predominante, os óculos escuros dentro de um ambiente fechado, o terno elegante mas chamativo e o tom de voz meio rouco, grave e cheio de charme.
_ Sr. Jodell. Pode entrar, o sr. Smith o espera.
Como num clique, Walt despertou ao ouvir seu nome, bateu a mão no bolso do jeans de usava e sentiu o “presente” do Roland lá, e foi em direção a sala do advogado.
Uma hora ou um pouco mais havia se passado, a reunião do Walt com o Smith já devia ter terminado, Roland só estava esperando o caso ser apresentado a ele para saber se a firma representaria o caso do sr. Jordell ou não, ele é quem dava a palavra final sempre.
Smith nem se deu ao trabalho de ir até a sala do Roland, antes mesmo de Walt se quer sair da sala, ele ligou para Blum e começou a falar que o caso não parecia ter relevância para o escritório.
Walt ouviu parte da conversa e como num ato de bravura repentina, que definitivamente não aconteceria antes, já que sua esposa não deixaria ele fazer qualquer “besteira” do tipo, ele perguntou onde ficava o escritório de Roland e foi direito pra lá, quase que marchando, movido a raiva e convicção.
Walt nem se quer bateu na porta, abriu e entrou de uma vez, dando de cara com a cama no meio da sala e parou como que se estivesse impactado com o lugar.
_ Mas que porra é essa? – Perguntou Roland enquanto era massageado por um cara que parecia tudo, menos um massagista, talvez um atleta de tão definido.
Walt literalmente não sabia o que dizer, o quarto, quer dizer, sala tinha deixado ele espantado, mas não tanto quanto ver o Blum praticamente nu numa mesa de massagem.
Roland vestiu um roupão, dispensou o garoto de... Massagista, e como se tudo aquilo fosse completamente normal, convidou Walt pra sentar.
_ Bom, bem vindo ao meu mundo sr. Jodell, o que te trás até aqui?
_ Walt, por favor. Bom, é... Antes de eu entrar... Entrar aqui, nesse... Nessa... Aqui, eu vim contestar. Quero saber porque meu caso, segundo o sr. Smith, não vale a pena pra vocês.
Roland observou muito o jeito de Walt enquanto ele falava, as pausas, o olhar para o lado esperando aprovação em tudo que ele dizia. “Eu preciso salvar esse cara”. Foi o pensamento um tanto quanto filantropo que passou pela cabeça dele enquanto ouvia as queixas dele.
_ Certo, Walt. Eu quem decido as coisas por aqui, o Smith vai pegar seu caso, não se preocupe. Mas eu acho que você precisa de um amigo, alguém que te faça viver além dos limites impostos pela sua espo... Ex esposa. Eu realmente estou interessado em ser esse cara. – Finalizou Blum, abrindo os braços no ar e sorrindo de modo bem receptivo.
Walt, como sempre, não teve uma reação imediata e ele estava levemente distraído com uma calça pendurada numa escultura no canto da sala. Antes de responder qualquer coisa, ele só apontou para calça. Roland olhou, se levantou e andou em direção até a escultura e disse:
_ Oh, aí está ela! Eu procurei você a manhã toda. Noite agitada, perdoe a bagunça Walt.
Jodell ainda estava pensando na proposta de Blum, por alguma razão maluca, ele confiava nele, embora tudo indicasse pra que o oposto acontecesse. O filho da mãe era realmente charmoso, cativava qualquer um facilmente. E o pior, Roland também não sabia o exato motivo de quer ajudar Walt, ele viu algo nele que era seu extremo oposto, tão inocente e sem experiência, isso o atraía no Walt.
_ Uau, é obrigado! Eu realmente preciso me divorciar e só alguém tão bom quanto vocês poderiam me ajudar a sair dessa com dignidade no mínimo, porque até isso a Kathryn já quis arrancar de mim. – Walt fez uma breve pausa, pensou um instante antes de continuar. – Sr. Blum, eu não sei porque, mas eu acho que é o senhor quem vai me ajudar a me impor contra ela.
_ Roland, por favor meu amigo. Se você confiar em mim, eu vou te apresentar o que é a vida de verdade e não isso que você tem feito até agora, eu não sou a melhor influência, mas acho que sou exatamente o que você precisa.
Walt colocou a mão no bolso da calça, pegou o pirulito que havia ganhado mais cedo, ergueu e disse:
_ Que se dane! Eu topo Roland!
E num ato de protesto colocou o pirulito na boca.
_ É disso que estou falando porra! Aliás, eu tenho que te ensinar a usar melhor os palavrões...
Os dois apertaram as mãos selando um pacto. Aquele momento parecia marcar o início de algo extremamente importante. Eles sentiram um arrepio ao tocarem as mão, algo que era novo para os dois.
Um abraço também era conveniente, e eles o fizeram, e foi um pouco constrangedor já que Roland ainda estava de roupão, mas o momento parecia tão grande pra ambos que isso passou despercebido.
Walt tinha mesmo odiado o pirulito de Fenetilina, porém o efeito já estava começando. Foi bem como Roland prometeu, ele conseguiu falar muito e de maneira leve. Os dois ficaram um longo tempo sentados lado a lado na cama, Walt contou toda sua história, que sua mulher era obcecada por doenças e segurança, que ele tinha um filho, que ela controlava os dois extremamente e que no seu último aniversário, que foi num acampamento com amigos, foi onde houveram vários conflito e que chegaram ao limite da relação após disso.
Roland já tinha bebido e usado algo do pacote dele enquanto isso, as drogas mal tinham efeitos nele, porém ele também já estava bem “alegre”. Ele na maior parte do tempo fazia piadas com toda a situação, aliviava a tensão das histórias de Walt e vivia reforçando que “é por isso que você precisa de mim”. Blum também contou umas histórias, sobre ter recomeçado junto com a Maia depois de tudo dar errado e ele ter sido sacaneado em Illinois, mas evitando os detalhes mais sórdidos.
Já devia passar das 3h da tarde, realmente fazia tempo que eles estavam conversando, se aproximando, realmente tornando-se amigos. Eles riam bastante, estavam cada vez mais próximos figurativa e literalmente. Como num momento de euforia Walt, que estava pleno de si porém auxiliado pela Fenetilina, exclamou:
_ Ah, eu estou tão feliz de ter te conhecido cara! Muito feliz mesmo, tão feliz que poderia até te beijar agora! – E riu com uma honestidade de quem estava mesmo feliz.
Roland ouviu aquilo, pensou por um breve instante e então olhando nos olhos de Walt respondeu:
_ Ora, e por que não?
Walt se surpreendeu com a resposta. E retrucou:
_ Bom, é... Eu... Eu nunca beijei um homem antes...
Como que sem raciocinar muito Roland respondeu colocando a mão no rosto de Walt:
_ Eu já...
E então o beijou.
E foi um momento tão importante e arrepiante quanto o aperto de mãos anterior. Os lábios do Roland se encontrando com o de Walt, selando de vez aquele pacto. A mão de Walt na coxa de Roland automaticamente lá quanto foi beijado. A mão do Roland no rosto do Walt sentindo aquele rosto liso, recém barbeado. A sensação da barba do Roland encostando no rosto de Walt...
Foi tudo simplesmente mágico, sensações já mais experimentadas, bons arrepios nunca antes sentidos. Um momento espontâneo e único no tempo.
Após o beijo, algo mudou nos dois. Mas internamente apenas. Eles só riram. Roland riu alto e ficou sorrindo na cama enquanto Walt ficou com um sorriso bobo no rosto imóvel, no mesmo lugar.
_ Isso é só o começo Walt, só o começo! Haha!
Is a fanfic in portuguese,about a project with characters of David and Michael in a same story and i loved that,this is perfect!
Crowley like a Beatle(John Lennon) i love both❣️💖