can you die from lack of affection? Asking for myself

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@mzriettas
can you die from lack of affection? Asking for myself
montgxmery:
FLASHBACK.
Levou a mão a nuca, coçando o local com um pouco de nervosismo. Uma tentativa falha de parecer casual. “Sim, Montgomery.” Repetiu por acreditar que a outra não tinha lhe escutado direito. O mínimo que precisariam era saber um o nome do outro. Entretanto, quando o nome da loira foi relevado, Zachary não deixou de levantar ambas sobrancelhas em um breve momento de espanto, da qual procurou se livrar rapidamente para não parecer grosseiro. A surpresa não era para menos, a menina era de uma das cinco famílias que compunham o alto da hierarquia social de Brittania enquanto ele não passava de um plebeu órfão, com responsabilidades demais e dinheiro de menos. “Eu deveria fazer alguma reverência ou algo assim agora?” Pergunto, sem que houvesse de fato qualquer nota de sarcasmo em sua voz. Não estava acostumado com os bons modos para lidar com alguém nobre. Enquanto ele parecia um pouco perdido com a situação, não conseguia deixar de notar que seu par tinha uma expressão que fazia com que o rapaz entendesse que estava desgostosa com a situação. Pegando o máximo de coisas possíveis, começou a andar pela acomodação. “Eu me alojei no outro. Deixei esse para a senhorita…” Deveria chamar sua futura esposa assim? “Tem uma vista melhor para o jardim, acreditei que pudesse gostar, mas se preferir podemos trocar.” Afinal, agora aquela decisão gentil parecia precitada, deveria ter esperado que a moça chegasse antes de escolherem seus quartos. No fim deveríamos acabar juntos em um só, não? Bem, aquele pensamento fora totalmente substituído pelo medo de não conseguir ao menos conciliar um diálogo não formal com Maria. Estava mais do que ferrado agora. Mas haviam sido pareados por algum motivo, não é mesmo? Só precisava achar esse motivo. “É do tamanho do apartamento que moro… morava com a minha irmã.” Disse ao colocar as coisas dela no chão do quarto, próximas ao roupeiro. “Não que isso deva ser parâmetro.” Acabou findando em voz baixa. Era o que sua renda conseguia pagar e sempre tinha servido bem os dois Montgomery. “É… eu fiz sanduíches de peito de peru, caso esteja com fome… Ou eu posso deixar você se instalar, o que preferir. Posso trazer seu sanduíche aqui também, se quiser comer enquanto desarruma suas coisas.”
A leve surpresa dele foi quase um divertimento para garota, ainda que não deixou transparecer. Entre seu meio, seu sobrenome não trazia nada mais do que olhares debochados ou de superioridade, logo, o ver causando uma reação diferente foi ótimo para alimentar seu ego gigantesco. “Ah... não, você não devia. Isso é apenas para a Rainha Rose, não se preocupe.” Franziu o cenho, soltando um risinho enquanto o encarava. A situação ainda parecia extremamente irreal para si, e a parte mimada quis sair correndo e exigir falar com o pai no exato minuto, mas sabia que as coisas não funcionavam assim. No entanto isso não estava a impedindo de deixar bem estampado em seu rosto como tudo aquilo a incomodava, por mais de mau tom que fosse. Continuou o seguindo pela casa, lançando olhares pela mobília e analisando sem muito cuidado os porta retratos que ele devia ter disposto pelo local, também tinha trazido os seus e sem dúvidas imitaria o gesto. “Lady Prior.” Arqueou as sobrancelhas, quando o ouviu proferir senhorita, tentando segurar o riso e manter uma expressão séria. Ah, cinco minutos e ela já estava torturando o pobre rapaz, como diria sua mãe. “Estou brincando, você pode me chamar de Maria.” Deu de ombros, abrindo a porta do quarto que ele apontava. E Zach tinha acertado quanto a preferência dela, por mais incrível que parecesse. Marietta amava jardins, na verdade, a natureza como um todo. Nada lhe trazia mais paz e satisfação que flores e árvores, e, talvez, cuidar de tais coisas fosse uma das únicas habilidades que tivesse. “Não, não. Eu prefiro o com a vista para o jardim. Obrigada.” Meneou a cabeça de leve, num gesto informal. O Montgomery parecia tão sem jeito perto dela que quase a fez tirar a carranca que lhe tomava as feições e o tratar com um pouco mais de gentileza, mas sua parte boazinha não foi forte o suficiente. “Irmã? Ela veio para o pareamento também?” Um de seus maiores pecados: a curiosidade, e de jeito algum a Prior conseguia se controlar quando se tratava desse pequeno, ou nem tanto, defeito. “Eu não estou com fome, obrigada.” O tom de voz de Maria saiu mais grosso que o esperado, e dessa vez se arrependeu, limpando a garganta e o conferindo um sorriso mínimo. “Se importaria de colocar minhas malas em cima da cama, por favor?”
No segundo em que seus olhos pousaram na figura relaxada de @leopzld, um sorriso mínimo tomou seu rosto. Ainda levemente atordoada com o pronunciamento, ver alguém que conhecia tão bem lhe trouxe uma sensação boa, ainda que esse não fosse o sentimento padrão quando o via. “Leopold, hey.” Era a primeira vez que conversava com ele desde que tinham chegado ali, e a primeira vez em algum tempo também. Nos segundos em que ele demorou para registrar sua presença, Maria deixou sua mente devanear no pensamento de o que teria acontecido se os dois tivessem sido pareados juntos. Era sua parte romântica incurável, que um dia realmente tinha acreditado que ele era seu cavaleiro encantado, mas a parte rancorosa foi rápida em a dizer que se eles não tinham sido colocados juntos agora, era porque jamais dariam certo. Pensar nisso era um golpe cruel, e que realmente devia a fazer dar meia volta e simplesmente o ignorar neste momento, mas desde quando a Prior era conhecida por suas boas escolhas? Isso, claro, sem contar que precisava saber dos lábios dele o quão satisfeito ele estava com sua noiva. Admitindo, ou não, era doida por atenção - e a dele era uma de que necessitava, querendo ou não, desde nova. “Você nem veio me dar oi, hum. Esqueceu de mim?” Falou, manhosa, sua destra escorregando pelo braço dele na forma de um cumprimento, os considerava íntimos o suficiente para isso. Era claro que essa ausência de contato a incomodara, mas, novamente, era simplesmente algo que não conseguia controlar. Por mais que as coisas entre eles estivessem acabadas a bastante tempo. “Mas, tenho certeza de que nesse exato momento você está planejando um plano de fuga desse lugar. Posso ir junto? Pelos velhos tempos?” Os lábios de Marietta se contorceram num sorriso brincalhão, encarando suas feições com cuidados. Ele parecia mais velho, mas não mais maduro. O que, de certa forma, era um alívio, porque ela, sem dúvidas, não tinha amadurecido em nada. “Me diga, Lee, sem mentir porque você sabe que não consegue o fazer comigo, o que está achando da perspectiva de se casar em breve?”
Jogada na cama, observando o teto, o que tinha acabado de se tornar uma atividade frequente, Maria se assustou quando o pronunciamento se deu início, se sentando num pulo. Cada palavra da Rainha Rose a deixava mais incrédula, assustada e confusa, então não demorou muito em sair do quarto, descendo as escadas para tentar achar @montgxmery. “Zachary?” Falou, o vendo sentado no sofá e se aproximando. Ele certamente não teria nenhuma resposta concreta sobre o que acontecia, mas era a pessoa mais próxima no momento para a dar algum senso de estabilidade, a impedindo de, literalmente, surtar. O desconhecido assustava muito a Prior, mais do que ela gostaria de admitir, e odiava quando se via de frente com esse tipo de problema. Gostava de explicações simples e lógicas, não por ser metódica, mas sim porque, quando era assim, conseguia compreender tudo de forma correta. Se sentou perto do noivo (era assim que o devia chamar, não?), o encarando e esperando que ele pudesse a oferecer qualquer sensação de realidade, a tirar da sensação de afogamento que parecia lhe atingir. “Zach...” Chamou de novo, agora talvez realmente tirando a atenção dele das palavras recém ditas pela monarca e o fazendo a encarar. “Você ouviu tudo isso? Eu entendi direito?” Comum para a dama bobinha que costumava ser às vezes, seu pai com certeza diria que o raciocínio rápido não era algo que ela possuía, assim como sua mãe, então confirmar se tinha compreendido corretamente era algo sensato a se fazes, sem contar de costume. “Eu não quero ficar presa aqui!” A voz saiu quase como a de uma criança birrenta, que era o que era praticamente, e seus lábios se contorceram num biquinho, ainda sentindo a garganta seca demais. “Nada disso está fazendo sentindo, nada!”
madxprior:
FLASHBACK.
Reconhecia a figura da caçula em qualquer lugar, e de qualquer forma, desta vez não fora diferente, esperando também que ela reconhecesse sua voz, que tal como previa, fora o que aconteceu. Os braços a seguraram, sendo colocados ao redor do corpo da irmã, a abraçando contra si. “Nem sei como você conseguiu esse feito, estou surpreendido.” A provocou, sorrindo com o beijo na bochecha, antes de virar o rosto para deixar um também, mas na têmpora dela. A olhando com um sorriso contido no canto de seus lábios, balançou a cabeça negativamente, conseguia enxergar a curiosidade de Maria apenas de olhar para ela. “Ayla Leonhart, você lembra dela de certeza.” Afinal, era amiga de Maddox desde crianças. Mas o mais importante não era com quem o mais velho tinha ficado mas sim Maria. Colocando o braço sobre os ombros dela, começou a caminhar por uma das ruas do novo distrito que chamavam agora de casa. “Sim, agora temos muito tempo os dois.” O que, na opinião do moreno era ótimo. “Bem, eu não sou o único que vai ter que dividir atenção… Vamos, me conte, quem é o moço?”
A loira fechou os olhos, sorrindo involuntariamente agora, saboreando a sensação dos braços do irmão, que realmente a faziam se sentir em casa. Talvez nada disso fosse o ideal, o que sonhava desde pequena, mas, com ele, isso poderia ser mais suportável, sem dúvidas. “Ei! Eu consigo não enrolar quando eu quero, ok?” Lhe mostrou a língua, a cara se contorcendo numa careta engraçada enquanto recebia o beijo. “Leonhart?” O sobrenome escorregou pelos lábios em surpresa e reverência. Eles eram uma família muito importante, e essa união seria algo ideal para seu pai, tinha certeza. “Eu não acredito que a melhor escolha para você foi uma Leonhart. You must be proud of yourself.” Arqueou as sobrancelhas, contente pelo irmão, ainda que uma parte mínima sua estivesse enciumada - não apenas porque ele tinha sido colocado com alguém da realeza, mas porque agora teria que dividir sua atenção. “Até você decidir que gosta mais da sua esposa do que de mim.” Fez um beicinho, o mesmo que costumava fazer desde pequenininha, e que geralmente afetava o coração de todos. A verdade era que perto dos irmãos, principalmente de Maddox, se sentia como uma garotinha ainda. “Bem... ele se chama Montgomery. Zachary Montgomery. Não acho que você o conheça.”
hit the ❤ for a plot (and starter!) with lady prior ! ! (UP TO 6)
Ok, ele ainda era o único morador do 001 e já havia se passado certo tempo desde sua chegada. Talvez tivesse chego cedo demais, o que não deixava de ser mentira uma vez que depois que deixou Beatrice em um dos abrigos governamentais precisou ocupar a mente o máximo possível para que não voltasse lá e trouxesse a irmã de volta para si. Parecia que a pequena de 4 anos tinha uma melhor compreensão da situação do que ele, uma vez que se despediu com um abraço forte e um beijo na bochecha, guardando a promessa que o Montgomery mais velho iria ve-la no dia seguinte. Ele quis ficar lá, mas recebeu um tchau sorrindo de Bea e um olhar apressado de um dos guardas. Não tinha muita coisa, por isso pode arrumar e desarrumar brevemente tudo, deixando algumas fotografias espalhadas pelos cantos do lugar. Teve tempo até mesmo de conhecer brevemente o condomínio antes de voltar resolver preparar uma refeição.
Disse a si que os dois sanduíches de peito de peru foram feitos pelo hábito de sempre cozinhar para si. Mas o pensamento lhe ocorreu logo após separar as quatro fatias do pão poderia facilmente as devolve-las no saco antes de seguir em frente. Mas não, talvez fosse parte da sua esperança que a menina chegasse logo, matasse a curiosidade dele e que ele não acabasse com alguma desistente. Precisava fazer aquilo dar certo. Estava terminando de cortar as rodelas de tomate e lavar as folhas de salada quando ouvir o abrir da porta. Rapidamente finalizou os dois pratos antes de virar-se apressado para onde @mzriettas entrava. “Olá, sou Zach Montgomery!” Uma sensação de familiaridade lhe tomou conta antes dele limpar as mãos no pano de prato e caminhar em direção a outra, oferecendo-se prontamente a ajuda-la com a bagagem. “Precisa de ajuda com isso?”
Talvez um dos privilégios de ser parte da realeza foi ter uma maior compreensão dos guardas enquanto se despedia da, agora, antiga casa. Depois de ouvir os conselhos duros de papai e ficar abraçada por muito tempo com mamãe, que estava a um triz de chorar ao ver sua única filha mulher sair de casa para, literalmente se casar, estava levemente atrasada, o que não a incomodou tanto assim - oras, ninguém se incomodaria decerto.
Assim que os guardas a informaram da casa e largaram, de maneira muito rude em sua opinião, suas malas frente ao jardim, Maria sentiu seu estômago revirar. Não costumava ficar nervosa, jamais, porém a perspectiva de saber que ali, atrás daquela porta, estava a pessoa com quem possivelmente passaria o resto de seus dias a deixou apreensiva o suficiente. Foi respirando fundo, que tocou a maçaneta da sua casa, entrando primeiro com o pé direito - uma superstição boba que a mãe tinha lhe ensinado, que levava tão a sério que iria parecer um crime não a seguir. A visão de um garoto desconhecido foi rápida em lhe aparecer, e seus olhos castanhos, frenéticos, estudaram suas feições com cuidado. Ela não o conhecia. E o que isso queria dizer? Que ele não fazia parte de nenhuma das outras famílias reais. O rosto da Prior passou de choque, para raiva, confusão, até se instaurar na feição incrédula e levemente manhosa. “Montgomery, hum?” Perguntou, tentando não ser mal educada e usar dos modos que tinha sido ensinada. “Eu sou Maria. Maria Prior.” Sorriu, ainda que não parecesse muito genuíno. “Hum, claro. Eu agradeço. Aonde fica meu quarto?” Ainda confusa, sem saber como lidar com o fato de que não tinha sido pareada com alguém da realeza, assim como ela, adentrou mais a casa prestar muita atenção aos detalhes. “A casa não é tão grande quanto eu esperava.” O comentário esnobe saiu sem querer, na verdade, sem tomar reconhecimento do quão mesquinha soava.
Maddox se sentia completamente deslocado, estava já mais habituado ao campo de batalha que outra coisa, até que a própria casa de família onde crescera. Do nada parar sua vida como militar para começar uma doméstica não estava em seus planos, mas sabia que era para um bem maior. Terminando de colocar todos os pertences na nova casa, decidiu ir explorar um pouco da área residencial, como que para se acostumar um pouco mais com o novo lugar. Com as mãos nos bolsos, e caminhando aleatoriamente pelas ruas, sorriu ao ver mais alguém ali. Não era um espaço muito grande, e já que iriam partilhar a área residencial, mais valia conhecer quais os outros que também participavam no projeto. “E eu pensado que tinha sido o primeiro a arrumar minhas coisas e a vir explorar um pouco.” Comentou com um sorriso para a pessoa.
As coisas tinham acontecido bem diferentes do que Marietta esperava. Para falar a verdade, completamente diferentes. Esperava que com o pareamento conseguisse elevar o nome da família, casamentos eram a melhor opção para isso, sem dúvidas, mas não tinha sido bem assim. Agora se sentia... incerta. E, na tentativa de encontrar alguma calma para os pensamentos frenéticos que tinha, saiu na busca do irmão mais velho. Reconheceu a voz na hora, um sorriso gigantesco aderindo as feições, conforme praticamente saltitava até o garoto, jogando os braços ao redor do pescoço dele sem nem ao menos pensar duas vezes. “Apesar de você dizer que eu enrolo demais, hoje fui rápida.” Soltou um risinho, ficando nas pontas do pé e o dando um beijo na bochecha. “Vai, me diga. Quem foi a mulher que o conquistou?” Maria mordeu os lábios, os olhos brilhando com a curiosidade - um de seus maiores defeitos. “Mas, pelo menos agora vamos estar sempre pertinho, igual quando éramos pequenos. Ainda que você vá ter que dividir sua atenção com a outra, hum.”
“ — hm, olá. com licença. ” fez-se notar num tom brando em demasia, a voz doce não possuindo qualquer entretom de hostilidade, emilia ciente de que deveria manter-se o mais complacente possível enquanto no país estrangeiro. “ — mil perdões pela falta de decoro, mas… você por acaso já finalizou sua mudança ? ” não era de seu anseio chamar atenção ou pedir ajuda; no entanto, uma ansiedade latente lhe imperava o âmago ao que o nervosismo era manifestado no tremor de suas mãos; seu sorriso contrastando com o medo que sentia naquele momento. “ — é que eu… ” respirou fundo, juntando ambas as mãos nas costas enquanto tentava disfarçar o sotaque atípico para aquela região. “ — preciso de ajuda para levar algumas coisas bem frágeis, será que… pode me ajudar ? ” não podia arriscar seus equipamentos, mesmo que isso significasse sair da zona de conforto. “ — mas… você conseguiu resolver aquele problema ? ”
Ok, o lugar para onde tinha sido levada não era tão ruim assim. Para falar a verdade? Maria Serena tinha achado o lugar bem acolhedor, ainda que não fossem as paredes tão conhecidas do Palacete dos Prior. Parada, perdendo um tempo simplesmente apreciando a arborização - era uma grande amante da natureza, tinha admitir - demorou alguns segundos para registar a voz dócil e baixa demais. “Hey! Você falou tão baixinho que eu quase não ouvi.” Começou, um sorriso adornando as expressões, se virando para analisar a garota. Os olhos castanhos semicerraram ao vê-la, se recordando de suas feições mas não conseguindo colocar um nome a face, enquanto concordava com a cabeça para a pergunta alheia, tentando pensar. Veja, Marietta costumava ser incrivelmente boa em se lembrar de nomes e rostos, talvez por causa da veia bisbilhoteira - no vulgar: fofoqueira - que possuía, e não se lembrar justo agora a deixava a beira de uma sensação agonizante. “É claro que posso! Mas me diga, não deveriam ter pessoas aqui para isso? Deixar tudo para nós, urgh, quem pensam que somos afinal?” A loira comentou, escapando do assunto e deixando os pensamentos e falas voarem, como sempre. “Bem, sim, resolvi. Tive que devolver algumas de minhas roupas para meu antigo quarto em minha antiga casa, o que é uma terrível lástima.” A casa era mais apertada do que com o que estava acostumada, o que certamente impossibilitou a Prior de trazer todas suas coisas. “Me perdoe, mas... eu já lhe vi antes? Seu rosto me é conhecido, mas não consigo lembrar seu nome.”
.
“what motivates you?”
Hey, [your dad] thinks you’re great.
The Politician (2019—)
“I think manipulation is the greatest art of them all”
— (via mecixan)