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@nikxivanovitch
JUNHOE KANG HORARIOS
Tea Rose — "I’ll remember, always.” (Nikolaj)
“Lembrar-se do que?”
Violetta perguntou com um sorriso leve, tentando mostrar desinteresse, mas em seu interior algo se agitava em preocupação e esperança. Ao que ele se referia? Porque ela só conseguia pensar em uma coisa e era aquela noite quando eram ainda adolescentes. Uma brincadeira chamada “Sete Minutos no Paraíso” haviam prendido os dois dentro de um armário do Instituto e Violetta tinha certeza que foram os mais longos sete minutos de sua vida. Não se tocaram em nenhum momento como todos os outros adolescentes faziam na brincadeira, mas a morena nunca esqueceria o cheiro de Nikolaj invadindo suas narinas, a intoxicando. Não esqueceria toda a tensão que os rodeava naquele pequeno espaço, como se fosse mais uma pessoa ali com eles. No fim, não sabia porque não tinham se beijado como todos sempre faziam naquela brincadeira, mas sabia que o tinha acontecido entre eles ali - nada para ser mais específica - havia sido muito mais que qualquer coisa.
leonid-zherdev:
-Talvez porque você realmente tem cara que curte homens? - dizia Leo levantando as sobrancelhas, bem humorado - Apesar que né… Obviamente, nada contra… Ele parecia interessado de verdade - dizia apontando para trás, na direção do Seelie que havia feito a pergunta ao parabatai, claramente fazendo piada em razão da caracteristica daqueles submundanos de só falarem verdade
- Por que eu também curto, mas não acho que seja algo que fique claro, você inclusive nunca desconfiou disso.
Muitos parecem muito interessados mas não é qualquer pessoa meu caro que dorme na minha cama. Um Seelie jamais e eu prefiro continuar assim, não confio neles nem para dividir uma refeição quem dira a cama.
“Eu só estava me perguntando por que sempre me fazem essa pergunta. Como eu disse, nada de mais.”
leonid-zherdev:
-Ok pessoal, muito engraçado! - dizia Leo saindo da sala de treinos, apenas com uma toalha enrolada na cintura, apesar que a expressão em seu rosto era de char graça - Quem foi que pegou a minha roupa no vestiário?
“É sempre bom trancar o armario. As vezes funciona.” ele ainda não tinha estado com o parabatai depois do que havia acontecido no aparatamento, ele havia evitado o contato de proposito ate que as coisas acalmassem. “ Acho que independente disso precisamos conversar.”
aelrucc:
Pois é, não… Não bebo isso não. Se quiser me pagar uma bebida, vai ter que ser docinho e colorido, nada desses uísques e vodkas que vocês bebem como água.
Você prefere que sabor?
childhood w. @v-forvioletta & orel zherdev.
araxla:
Araela estava no bar como sempre, enquanto preparava bebidas, a vampira de cabelos aloirados estava acostumada a passar suas noites ali, especialmente quando estava entediada. A mulher tinha um ótimo conhecimento, e preparava vários tipos diferentes de bebidas, porque ela sempre havia trabalhado com aquilo, apenas de modos diferentes. Assim que Araela viu alguém se aproximar, ela deu alguns passos na direção da pessoa que havia chegado ali. - O que vai querer beber? - Perguntou inclinando o corpo e se apoiando no balcão, enquanto olhava para a pessoa a sua frente com um leve sorriso.
“Tem algo bem forte? Ou as coisas nesse lugar são repetitivas ou todos os locais que eu já estive hoje são iguais e eu já estou entediado só de entrar, estou apostando na segunda opção.” o rosto dele estava machucado e ele sequer se importava com aquilo, só queria beber um pouco para esquecer a noite de merda que tinha tido.
rxmankowalsky:
Roman conseguiu imobilizar o demônio e derrubá-lo, o homem o despachou de volta para o inferno com a lâmina serafim e olhou para a outra pessoa que estava ali, tendo consciência que era alguém que o via. - Você está bem? - Não conseguiu hesitar em perguntar.
“Graças a você sim. Bom, obrigada pela ajuda Roman.” ele precisava agradecer o fato do outro shadowhunter também estar ali.
v-forvioletta:
“Oh pelo amor do Anjo, eu estou grávida e não doente.” Violetta revirou os olhos e voltou a sua sequência de golpes com seu tridente contra um oponente invisível. Gostava da sala de treinamentos do Instituto porque era ampla e bem iluminada e treinar estava lhe proporcionando um pouco da confiança que Agramon havia lhe tirado no Halloween.
“Não me surpreenderia se te trancassem em uma redoma e te proibissem de tudo, não sei como conseguiu escapar e ainda está aqui. Em todo caso, você deveria tomar cuidado Vi.” ele estava preocupado pelo simples fato de que ela se esforçava demais, era fácil perceber isso e agora ela possuía um ser em seu ventre que precisava de proteção, sabia que para alguém ativa como ela era difícil pensar em parar.
Brothers || Leo & Nik
leonid-zherdev:
Dentro da cabeça de Leo, havia uma tempestade, com ventos de problemas e ondas de bebida que agitavam o mar que era a sua mente e Leo… Leo estava se afogando. Era muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, o sentimento de incompetência por ter deixado Lilith escapar, a essas alturas, por mais que fosse importante, mal contava com tudo que já havia acontecendo, foi apenas uma gota da água. Problemas que vinham não eram de agora ou ontem, ou semanas atrás, eram de anos atrás. Ele se sentia cada vez mais longe dos amigos, cada vez mais e mais sozinho, como ele se sentiu a sua infância inteira, pessoas novas surgiam, mas nenhuma parecia preencher os vazios que aos poucos pareciam estarem surgindo no coração do caçador. Títulos, reconhecimento, Leo nunca foi de procurar gloria, prêmios, sempre foi de fazer e se sentir recompensando só pelo bem que ele fazia, mas agora até isso o fazia duvidar, que bem ele fez afinal? Orel havia dado as missões, quantas vezes ele não fez o mau achando que era o bem? Quantas vezes agora que ele fazia uma lâmina descer contra um inimigo, não o fazia se perguntando milhares de vezes se aquilo era o certo? Leo foi treinado a vida inteira para se comportar como um guardião, um defensor, mas agora ele duvidava até disso, de sua essência.
Como se isso não bastasse, como se essa merda de mundo não bastasse de impor essas duvidas sobre Leo, ele via outros pontos que o feriam, outros pontos que ramificavam-se de Orel, obviamente. Orel… Aquele desgraçado, sangue do seu próprio sangue, mas que não poderia ter sido criatura mais vil e sombria na face da Terra, alguém que buscava poder e vitória acima de tudo, mantendo uma imagem com prêmios, títulos, e comportamentos de perfeição, enganando tudo e a todos, inclusive Vi… Violetta… Justo ela, porque ela!? Orel poderia ter feito de tudo, que matasse Leo, ele não ligaria tanto quanto ligou quando ficou sabendo o que tinha acontecido, por sorte ela havia reagido de uma forma melhor, desligando a imagem de Orel do próprio filho, mas ainda, tinha acontecido, Orel havia engravidado ela e Leo sabia muito bem um dos principais motivos dele fazer, que ia muito mais além dela ser uma garota popular, de uma família prestigiada, ia muito mais além dela ser mais um troféu na parede de Orel, era um troféu que provava a vitória dele sobre Leonid. Não é a toa, que semanas depois, ignorando o seu dever de trazer ele a justiça, com a gota da água que foi o ataque aos Warlocks, em vez de simplesmente prende-lo, Leo fez o que o seu coração mandou, fez o que o seu peito o obrigou a fazer e com raiva, ódio, ciumes ofuscando o seu senso de justiça, cumpriu o que havia dito dias antes para Anya e pessoalmente matou o seu irmão mais velho. Nunca se sentiu tão livre a sua vida inteira, por mais que seria assombrado pela sombra do irmão por um tempo ainda, ele estava morto, não poderia fazer mais nada, Leo havia garantido isso e nunca se arrependeria
Mas agora, lá estava ele, diretor do instituto, Caçador competente, mas se sentindo um lixo, jogado no canto de um apartamento, a Bebida a sua unica Parabatai para aquele momento, ou talvez, até aquele momento, pois o real Parabatai de Leo entrava na sala, seu primo, seu melhor amigo, uma das únicas pessoas que, depois de tudo isso, ele confiava plenamente e sabia que nunca seria traído por ele, Nikolai. Leo confiava mais no próprio primo do que nele mesmo naquele momento, sem duvida alguma era a melhor pessoa para ver numa hora como aquela… Se é… Que ele estivesse vendo Nik ali. O cabelo escuro, a pele clara, os olhos claros, a foma como se movia, a forma como respirava, até a voz parecida, quem retirava a garrafa das mãos de Leo, quem falava com ele não era Nik, para a cabeça confusa e bebada de Leo era um fantasma de seu passado, era ninguém menos do que o seu nemesis, alguém impossível de estar ali, afinal, ele havia o matado… Leo juntava as forças, se levantando rapidamente, tentando raciocinar como raios, por qual motivo o seu irmão mais velho Orel havia voltado a vida - Nã…. Não…. NÃO VOCÊ! - gritava o caçador fechando a mão e desferindo um soco com toda a força que ele tinha contra o rosto do parabatai. Poderia ter usado as espadas, poderia ter usado runas, mas não pensava direito, não pensava em efetividade, pensava em apenas acabar com aquele mau de uma vez por todas. Do primeiro soco, enganchou um segundo, dessa vez do outro lado, tão forte quanto o primeiro e então o agarrava pelo colarinho, o empurrando até a parede mais próxima, fazendo questão de fazer com que a imagem do irmão batesse as costas na parede com toda força o possível - VOCÊ NÃO! VOCÊ NUNCA SENTIU NADA POR ELA! VOCÊ SÓ FEZ TUDO AQUILO POR MINHA CAUSA, PARA ME ATINGIR! EU NÃO SEI COMO RAIOS VOCÊ ESTÁ DE PÉ AQUI NA MINHA FRENTE, MAS EU VOU TE MATAR - as lágrimas de raiva escorriam pelo rosto de Leonid, suas mãos tremiam descontrolado pela fúria - EU SEMPRE FUI APAIXONADO POR ELA, VOCÊ PERCEBEU ISSO E USOU PARA ME ATINGIR, MAS NÃO MAIS! NUNCA MAIS! - gritava a todos pulmões. Leo estava completamente sem controle, a sua chama de vingança queimava sem limites, Se não fosse feito nada, as chances dele matar o parabatai eram quase que unanimes. Leo puxava a sua mão direita novamente, dessa vez ele se preparava para socar bem no meio na cara da imagem fantasmagórica do irmão mais velho e a partir dali só planejava como poderia fazer as coisas serem mais e mais efetivas
Haviam muitas coisas que seu parabatai podia dizer ou responder mas com certeza não foi a atitude que ele tomou que era a esperada para Nikolaj. Ele não teve reação. No entanto, deveria fazer alguma coisa ao invés de deixar seu parabatai o socar por um motivo que ele ainda não entendia. O que ele havia feito para merecer tal tratamento afinal. “ Sobre o que você está falando? O que eu fiz, e ela, quem é ela. Você não está falando nada com nada.” seu rosto doia, suas costas também, mas no momento ele não ligava para isso, e estava em ultimo na sua lista de prioridades, só queria entender sobre o que ele estava falando. Nikolaj não podia negar que na tentativa de esquecer Violet havia se envolvido com muitas mulheres e homens também, havia machucado muitas pessoas e não se orgulhava disso. Por isso sabia bem que podia ter culpa no cartorio mas não sabia que talvez o outro estivesse envolvido com algum de seus casos. Nesse ponto não tinha culpa, eles nunca conversavam sobre isso. “ Você não vai me matar, você só precisa se acalmar Leo e me dizer o que foi que eu fiz pra te irritar assim. Brigar naõ vai nos ajudar a resolver nada e você tem razão, eu nunca amei nenhuma delas mas dizer que fiz algo pra te atingir? Você ta me zoando né cara?” ele passou a mão pelo rosto tentando se acalmar e pensar no que fazer, não queria machucar seu parabatai mas se ele insistisse naquilo, o que poderia fazer senão se defender? “ Eu não sei do que está falando, em primeiro lugar eu sou lerdo pra essas coisas e você nunca me disse nada sobre seus interesses amorosos, como posso ter culpa?” Assim que percebeu o que o outro ia fazer ele segurou a mão do parabatai antes que ele o atingisse, e torceu o braço ate traze-lo para perto, o suficiente para imobiliza-lo contra a parede, ele não via sentido naquilo que estava acontecendo, e a culpa iria cair na bebida, era notável que Leonid estava descontrolado.
v-forvioletta:
[flashback]
Esperou enquanto Nikolaj fazia o pedido para o garçom mundano e notou como ele não se limitou a pedir apenas um blini com sabor predeterminado, mas variados para que algum deles pudesse saciar a vontade que corroía os ossos da shadowhunter. Gostou da forma como ele tinha sido atencioso com aquilo e sabia que esse era o estado normal do shadowhunter, apesar que todos eles fossem atentos aos detalhes, Nikolaj tinha seu jeito especial de mostrar aquilo sem querer mostrar. Talvez fosse porque era conhecido por seus bons flertes. Ou talvez seus flertes fossem bons porque pareciam naturais. Fosse o que fosse - e mesmo que Nik nunca houvesse flertado com Violetta - no momento ela estava apreciando muito aquela atenção.
Quando o garçom saiu, tirou a franja dos olhos com uma mão e encarou o homem a sua frente. “Acostumar com tudo? Com o fato que Orel nos traiu? Que estou grávida dele? Que ele morreu e o irmão quem o matou?” Dizer aquilo era ao mesmo tempo libertador e ousado. Ninguém se atrevia a falar sobre aquelas coisas tão abertamente. Sempre em códigos ou cochichos. “Estou tentando também Nik mas para ser sincera, você se afastar não tem me ajudado muito. Sei que cada um reage de uma forma, mas não quero seja assim.” Talvez pudesse ser até arrogante a forma com que Violetta dizia, exigindo algo, mas ela não conseguia evitar. Em algum momento ela e o amigo haviam se afastado. Ela não sabia dizer o que houve ao certo, mas sabia que não gostava. “Talvez falar sobre torne menos assustador…” Deu de ombros.
Um sorriso mal abriu os lábios antes de desaparecer e Nikolaj olhou para o lado antes de voltar a olhar para ela novamente. "Não. Acho que com isso eu nunca vou me acostumar, aceitar talvez, já aconteceu nem que eu deseje muito mudar isso vou conseguir fazer com que mude. " ele foi sincero enquanto mantinha principalmente os olhos nela - tanto quanto ele podia aguentar encara-la. Isso o relaxava, mirar os olhos que um dia já foram alegres e cheios de vida, agora havia uma sombra neles, com calma ele respirou fundo, exalando a calma que geralmente o rodeava se ela soubesse com o que ele ainda tentava se acostumar. Nikolaj tendia a esquecer que a mulher a sua frente já fora sua amiga, que o conhecia um pouco e que sabia quando ele estava distante e estranho. Ele se perguntou, como ela estava lidando com aquilo tudo sem surtar, como ela estava sabendo quem Orel tinha sido de verdade. Ate mesmo ele que havia se distanciado de Orel há alguns anos estava abalado. "Eu achei que seria melhor assim, me permiti ser egoista pelo menos uma vez." ele respondeu uniformemente elevando a sobrancelha, ele não era inteiramente o tipo impaciente gostava de ir devagar.
Ele acenou com a cabeça em reconhecimento à noção de conversar sobre o assunto, constantemente ele se perguntava se fazer aquilo desde o incio não teria sido uma ideia melhor, ele aprendeu várias coisas sobre Orel recentemente, e a principal era que não podia ter confiado nele. Alistair estava interessado em Violet desde a academia quando a conheceu, um único olhar havia feito o estudante balançar as estruturas, certamente, gastou muito tempo admirando aqueles olhos que agora estavam voltados a ele. A menção de talvez falar sobre aquilo não o acalmava nenhum pouco. Francamente, ele não era de não saber o que fazer, não quando o assunto era as mulheres ele só se sentia assim com Vi. Seu olhar o deixava agitado mas ele estava fazendo um esforço para permanecer calmo, ele apertou seus lábios sorridentes em uma linha fina, não sabia por onde começar a falar, mas ele deixou a shadowhunter fazer o que quisesse, meio que gostava de observar enquanto ela comia ou fazia qualquer coisa. Cruzando a perna esquerda sobre a direita, Nikolaj puxou a mão de Violet chegando um pouco pra frente e apertando os dedos dela de forma suave. Ele nunca esteve totalmente afastado.
O contato não durou muito, afinal ele também estava com fome e mesmo que quisesse conversa se inclinou ao seu lugar novamente quando foi interrompido pelo garçom, ou talvez tenha sido salvo por ele. "Então você reparou que eu me afastei. E por que não me disse antes? "Ele parou mesmo sabendo que aquela conversa era um" passo "para um caminho potencialmente bom.
Make a wish || Aylla & Nikolaj
xyllxxd:
“Não, eu pensei nisso de ultima hora, não conte a ele” ela deu um sorriso torto. “Eu sei, é que queria esse ano fosse diferente, é uma péssima ideia né? Devia ter comprado algo ou escrito uma carta, faz muito tempo que eu não… não faço essas coisas, mas diferente dele esse dia é importante pra mim” a ruiva suspirou se jogando na cama do amigo, havia um peso em suas costas, aquele desejo de ver os pais mais uma vez, dizer que os amava, as vezes se perguntava se eles se sentiriam orgulhosos se ver tudo que era tinha feito até agora, de alguma forma sabia que eles diriam algo que precisava ouvir, talvez uma bronca de sua mãe ou um mimo de seu pai, a vida era um tanto vazia sem uma família. “Preciso, pode por isso alí? Você é alto alcança mais fácil que eu” entregava alguns enfeites ao mesmo por no canto do teto. “Obrigada.” As orbes verdes observava o trabalho e acabava contendo uma risada com as palavras do outro, ela intimidava tanto? Ou ele tinha medo das pessoas? “Não, por favor pode falar, eu não quero passar o Natal sozinha, talvez a gente possa fazer companhia um pro outro, que tal?” dava uma piscadela divertida. “Respondendo sua pergunta conheço o Kaspar a quase 10 anos.” dizia com certo carinho pelo mundano. “Um pouco mas se você me ajudar terminamos rápido” franziu o cenho com o outro do outro sobre si. “Tem algo de errado comigo? Além de estar mais bagunçada que esse quarto.”
“Acha que eu vou contar a ele? É melhor esperar para ver a reação dele quando ver tudo isso.”
“Não é por que ele não faz que não gosta, as vezes tudo o que precisamos é de um empurrão para fazer algo diferente da nossa rotina. Não deveria, se está fazendo algo que vem do seu coração, tenho certeza que ele ira apreciar sua atitude.” ele sabia que eles trabalhavam junto antes da ruiva ser transformada, Kaspar se culpava por isso, ele sabia mas eram poucas informações sobre a ruiva a sua frente para julgar qualquer coisa vinda dela. A outra parecia conhecer o mundano muito bem, por isso Nik achava que ela não deveria estar tão preocupada com isso. Ele se sentou na cama ao lado dela e olhou para a outra por um instante antes de falar. “ Posso, além do que não acho que você vai terminar se não tiver ajuda.” ele piscou para a ruiva e pegou os enfeites na mão, tirou os sapatos e subiu na cama afixando os mesmos nos locais que ela lhe indicava. “ Assim está bom?” ele perguntou ao apontar os que havia colocado. Ele ergueu a sobrancelha. Bem o enclave estava dando uma festa de natal como fazia todos os anos, em uma escala, quão ruim seria se ele levasse uma submundana como companhia? “ Eu tenho uma festa pra ir hoje daqui a algumas horas, se você não tiver nada pra fazer poderia me acompanhar.” ele disse passando a mão na nuca. “ Muito tempo mas eu conheço ele desde que ele tinha dez anos mas não acho que seja tão próximo dele quanto você.” a única coisa que sabia com certeza era a vontade do outro de ascender. “ Me dê mais alguns para acelerar o processo.” ele balançou a cabeça como se aquilo respondesse aquela pergunta. “ Nada de errado com você, so estou curioso com uma coisa. Como conseguiu entrar aqui?”
Aquele é MATTHEW DADDARIO ? Não acho que se enganou. O nome dele é NIKOLAJ IVANOVITCH, tem 33 ANOS e é um SHADOWHUNTER. Dizem que ele é DISCIPLINADO e CORAJOSO mas também é INFLEXÍVEL e SARCÁSTICO. Atualmente encontra-se indisponível.
A família Ivanovitch era uma das mais importantes e influentes, sendo Dimitri e Hellenka, os antigos diretores do instituto. Dimitri era um homem muito rígido, e Nikolaj cresceu seguindo seus passos, debaixo da tutela de seu pai cresceu sabendo que as regras existiam para ser respeitadas e quem não as cumprisse era duramente punido.Foi treinado como um guerreiro desde muito novo, seu presente de sete anos foi um conjunto de adagas, nada próprio para uma criança, mas segundo Dimitri ele não era qualquer criança. Era um caçador de sombras com uma linhagem importante e deveria se comportar como o tal e corresponder as expectativas. Mesmo antes de receber sua primeira marca, já era silencioso o suficiente para entrar em qualquer lugar sem ser percebido num primeiro momento, usava isso quando queria ficar sozinho fora das vistas do pai.
Quando ele tinha dezessete anos seus pais sairam em uma missão para enfrentar um demônio ancião, quando o grupo retornou Dimitri e Hellenka não estavam entre eles. Naquela noite cego pela dor ele saiu do instituto sem rumo, vagando pela noite sem destino até que encontrou um vampiro em um dos becos próximo a um bar em que o jovem havia ido, eles já não possuíam uma boa relação por problemas anteriores. Sempre o provocando o vampiro dessa vez tinha irritado a pessoa errada, e descontrolado Nikolaj caiu em um embate com o outro, foi difícil ele não ia negar mas aquilo terminou com um vampiro a menos no clã. Foi ai que ele percebeu que precisaria controlar a sua raiva.
A partir da morte dos pais ele se tornou um rapaz independente e aprendeu a controlar suas emoções e não se deixar levar por elas como uma criança faria. Ele não era mais uma criança, precisava se proteger dos outros e dele mesmo. Ele tem um espírito afiado, defensivo, um temperamento ácido e uma atitude muito sarcástica quando ele quer. Com a impressão de segurar a maioria das pessoas em desdém, Nik é visto como extremamente arrogante, egocêntrico e excessivo, acreditando ser um dos melhores Caçadores de Sombras e acima de outros. É verdade, Nik é superior em batalha, algo para o qual ele treinou desde que era jovem e cresceu evoluindo ao longo dos anos. Mas isso não faz dele o melhor ao contrário do que ele acha. Tem um forte núcleo moral. Ele é obediente e justo, disposto a tomar as decisões corretas e a sacrificar-se se precisar. Embora ele possa ser, às vezes, vingativo, ele é cruel apenas para proteger os que ama.
Ciente de sua própria beleza, Nik é bastante cavalheiro e adora um bom flerte. Seu carisma, boa aparência e charme o fizeram popular entre as mulheres. No entanto, nunca quis um relacionamento sério, nunca formando vínculos emocionais por um longo tempo.
Player: Fran
Thanatos: Is there anyone you just really, really hate?
Depois de tudo o que aconteceu com certeza Orel.