ヽ ⠀ ⠀ ♡ ⠀ ⠀ ՙ ⠀ ⠀ preencha o juramento antes de continuar : em nome da excalibur, ❪ RÜYA MENSAH FLOWERS ❫ em seus ❪ VINTE E SEIS ❫ anos, jura reverter o legado de ❪ GOTHEL ❫ durante a sua estadia na academia dos legados. com a sabedoria concedida a ela, deve se manter caminho da luz enquanto conclui o ❪ MÓDULO II ❫. com a bondade tocada em seu coração, recebe ❪ CONDESCENDÊNCIA ❫ e não se permite ser corrompida por ❪ VINGANÇA ❫. por último, é deixado um corte na mão de ❪ AYÇA AYŞIN TURAN ❫ como prova de seu comprometimento com a luz.
𝐗 connections
𝐁𝐈𝐎𝐆𝐑𝐀𝐅𝐈𝐀
a vida de rüya talvez estivesse predestinada para ser uma sucessão de eventos que a levariam ao seu destino final - mas quem poderia ser ela para reclamar? nascida em uma família muito pobre, até mesmo para o nível de castigo, fora a quinta filha (e única menina) de um casal já esgotado da sua péssima condição de vida. ela nunca teve nenhum tipo de casa, moravam na rua ou onde desse para dormir uma noite, todos os sete juntos. era quase indescritível a situação qual se encontrava. cresceu pedindo esmola ou qualquer coisa que mantivesse ela e os irmãos vivos por mais um dia. as pessoas tinham compaixão, já que as grandes íris azuis faziam um bom trabalho. quando gothel a roubou, digo, adotou, rüya tinha apenas quatro anos e tampouco se lembra do seu tempo na rua. a mulher fez da menina seu novo bichinho de estimação, a levando para todos os cantos.
rüya não sabe seu nome verdadeiro, já que gothel a chamou por esse nome durante todos os anos que permaneceu sendo a filha dela. - ou seria escrava? era complexo para ela, já que não tinham nenhuma semelhança, mas as vezes a mulher lhe dava uma migalha de carinho. outra coisa que confundia a pequena era ter longos cabelos. por que, já que estava com eles sempre presos? diversas questões rondavam a sua cabeça mas nunca fora ousada o suficiente para questionar a mulher, afinal ela era uma ótima mãe!
rüya cresceu sendo manipulada, comandada e controlada do jeito que gothel queria. nunca sequer ousou contrariar ou fazer algo que não fosse dito pela mais velha. também nunca havia saído do salão ou da casa onde morou toda a infância, já que sua mãe sabia o que era melhor para ela. as histórias que ouvia das ruas de castigo amedrontavam rüya ao ponto de ela sequer chegar perto da porta. sua vida era muito boa limpando o salão, a casa e fazendo comida para aquela que tanto cuidava de si.
tudo mudou quando em uma tarde que não tinha nada demais, aparentemente, ela ficou fissurada com as figuras perto de sua janela. aquilo era novo, as pessoas se divertindo na rua. como podia ser ruim como gothel falava? começou a querer sair e enfrentar a mais velha. fora um tempo conturbado entre ambas, qual rüya saía escondida de casa à noite para poder conhecer mais da onde morava. percebeu que vivia presa e aquilo não era nem de perto uma boa condição, perto de outras pessoas. suas escapadas começaram a ficar frequentes quando começou a trabalhar nos lugares que funcionavam também durante a noite. o dinheiro que recebia, e quando recebia, não dava para quase nada. a vida de rüya se tornou um inferno quando percebeu que nunca teria dinheiro o suficiente para sair da aba de gothel. a sua punica salvação era a academia.
𝐏𝐄𝐑𝐒𝐎𝐍𝐀𝐋𝐈𝐃𝐀𝐃𝐄
quem a vê, sem conhecer a sua personalidade, até mesmo a considera tímida. a verdade é que rüya escolheu ficar reclusa após os anos e as coisas que viu e passou no castigo. principalmente se for com os mocinhos, ela dá pouca abertura num primeiro momento e sente que está sempre pisando em ovos quando está na presença deles, o que a faz evitar contato a todo custo. por mais que não demonstre ou expresse, gosta de estar na academia porque sente que pode ser ela mesma, mesmo que corra a possibilidade de julgamentos - o que agora não julga mais ser tão importante. se tivesse que dizer se é boa ou má, estaria no meio termo. ela não faria oi mal apenas por fazer, mas se estiver em risco, ela fará o que for possível para limpar a sua barra. tem problemas para controlar a raiva, visto que por muitos anos fora controlada e precisou obedecer cegamente, então no menor inconveniente, ela explode.
𝐇𝐀𝐁𝐈𝐋𝐈𝐃𝐀𝐃𝐄
umbracinese - é a habilidade de manipular a escuridão e as sombras. é capaz de gerar e moldar como e quando desejar, bem como controlar para os mais diversos fins. os usos mais comuns são trazer a escuridão e tornar a luz ausente em quaisquer locais, mas usuários mais poderosos podem fazer com que as sombras tenham forma e solidez, usando-as para criar campos de força, construtos e clones, por exemplo. através das sombras, ele pode viajar instantaneamente para qualquer local, voar, se ocultar da visão de indivíduos e até mesmo controlar movimentos alheios. claro que para isso tudo, tem que haver um alto nível de treinamento e rüya não tem foco, conseguindo apenas moldar pequenas esferas e formas diversas.
se tinha uma coisa que rüya sabia fazer muito bem, essa coisa era ignorar. fosse problemas, pessoas, situações. ela podia fechar os olhos e dormir tranquila, por um tempo. depois tudo começava a consumir. e assim estava sendo aquele controle idiota com o seu poder idiota. agora qualquer objeto que tocasse podia ser envolvido pelas sombras e virar uma parte sua e a seguir pelo castelo - como acontecera noite passada, quando seu quarto começou a flutuar porque ela havia acordado no meio na noite, no susto. por isso estava sentada em uma das mesas ao ar livre, com todos seus papéis espalhados em cima da mesa e alguns livros empilhados. nunca fora a melhor da turma e estava longe de ser, mas se reprovasse novamente naquele maldito ano, ela ficaria frustrada. o que parecia horas tinham se passado quando percebeu que demais alunos agora começavam a chegar e seria melhor ela sair dali. juntou todas suas anotações em uma pilha passível de amassar e colocou tudo sobre os três livros que carregava. por que a vida seria fácil quando podia dificultar ao máximo e fazer com que ela passasse alguns perrengues? justo o caminho que tinha escolhido voltar para o seu dormitório era onde avistou shane e consequentemente precisaria passar por ele. “ puta que pariu... ” soltou talvez um pouco mais alto do que havia pensando e virou seu rosto na direção oposta, como se tivesse procurando alguém ou alguma coisa.
“cara, eu tive um sonho tão estranho ontem à noite,” começou, se convidando para ser a companhia de muse por um momento. “havia um hambúrguer gigante cantando elvis e tinha umas batatas fritas que eram basicamente seus cantores de apoio. e aí você estava lá comigo.” vance finge uma explosão mental com as mãos, rindo da imagem que ainda está bastante viva em seus pensamentos. também há uma chance muito alta de que ele esteja sob a influência de certo entorpecente. “estávamos em uma banheira de hidromassagem. foi muito estranho, na real, mas divertido pra caralho. eu toparia estar em uma banheira de molho picante ouvindo o burger elvis agora.” divagou, considerando realmente a falta que fazia uma banheira de hidromassagem e uma música ao vivo. “olha, eu realmente não acredito que todos os sonhos tenham significado, mas se tivessem, o que você acha que este significaria?”
se quiser plotar e combinar starter fechado é só dar like que eu chego no chat!
a primeira reação de rüya quando viu o rapaz sentar ao seu lado foi levantar os olhos das anotações que estava fazendo e sabia, lá no fundo, que a sua feição indicava que era a pessoa menos receptiva para ele conversar naquele momento. feição essa que julgou ter sido ignorada conscientemente pelo outro, visto que ele continuou contando sobre o que quer que fosse, obrigando-a prestar a atenção. o tanto que ele gesticula e conta as coisas, com muito entusiasmo, fazem com que a menina dê apenas um sorriso curto. de tudo que ele havia dito, somente uma coisa havia deixado a flowers intrigada. “ a hidromassagem tinha molho picante ao invés de água? ” não era muito boa em conter aqueles pensamentos que nitidamente saíam de sua boca sem que ela os filtrasse antes. deu de ombros com a pergunta dele, e pela primeira vez, olhando diretamente na direção do rapaz. “ aconselho que talvez você não beba tanto café antes de dormir, quem sabe? e sobre o sonho... que a sua mente é bem fértil. ” se os sonhos significavam alguma coisa mesmo, ela nunca gostaria de saber os seus.
Assim como todos, ele tinha sido pego de surpresa com o anúncio dos novos membros do Conselho. Ainda não sabia se era uma boa coisa dar tanto poder a Humbert, mas, para todos os efeitos, ele era um fiel apoiador do Caçador. ‘ Se a espada escolheu, é porque ele e Shang merecem estar lá. Quem mais você acha que resolveria essa crise? Se estamos no meio de uma guerra, o mais lógico é chamar quem está mais preparado pra uma ’
todas as palavras que haviam saído da boca eram contraditórias ao que rüya pensava. era engraçado um conselho que só via um lado e apenas os moradores da cidade de cima, como se soubesse de fato a realidade do que se passava em castigo. ela duvidada que sequer algum deles havia visto ou sofrido metade do que qualquer outro castigado, mas apenas assentiu. “ para ser honesta, eu não acho muita coisa não. quer dizer, eles merecem, né? eu nunca entendi muito qual dessa excalibur, mas se todos confiam... ou melhor, quase todos. ” mencionou indiretamente aqueles que agora pareciam ir contra o que a espada dizia, já que estava inconformados com a escolha dela de retirar eles do conselho. “ guerra? é sério? ” e antes que pudesse se controlar, já tinha dito.
algumas coisas que hades valorizava eram silêncio e concentração. considerando que havia morado no orfanato, vivido no bordel soul e passado poucas e boas no castigo e no mundo dos sonhos, momentos de paz eram muito bem quistos e apreciados. o problema era a raridade com a qual recentemente estava tendo algum sossego. os arthurianos, que costumavam ter pesadelos não muito pesados (muitos tinham medos abstratos, sem contato com o castigo ou com situações cabulosas) estavam com o nível de medo a todo vapor! pesadelos sangrentos com a morte de wendy, com incêndios e misturas intermináveis de crimes na cidade de cima estavam martelando a cabeça de hades e, por mais que nada o assustasse ou fosse novidade para si, era cansativo e demandava paciência. não bastasse isso, agora tinha seu tempo de leitura na biblioteca constantemente interrompido por pessoas procurando por objetos pessoais saqueados pelos fantasmas. “seja lá o que perdeu, não, eu não vi nada por aqui,” hades disse calmamente ao sentir a presença de outrem, sem mesmo levantar o rosto do livro de poções avançadas que lia e gesticulando com uma mão.
talvez tivesse sido uma das poucas sortudas quais os fantasmas não haviam pego algo, ou talvez não tivesse nada de relevantes para ele, mas a busca de rüya naquela tarde era outra. ela sabia que tinha algum livro que falava sobre seus poderes, ela já havia o visto. ou teria imaginando, por tanta vontade de haver um? estava há dias revirando as bibliotecas e onde podia para pode encontrar o exemplar que tinha em sua mente - e esperava que não fosse alguma coisa de sua cabeça. tinha andado entre tantos corredores que só percebeu que não estava mais perto quanto ouviu uma vez conhecida e abriu um sorriso amarelo, meio sem jeito. “ não seja um babaca, hades. ” advertiu, em modo brincalhão mesmo que não tivesse nenhum humor em sua voz. sua concentração toda estava focada naquele livro, que se não fosse algo importante, pensaria em desistir. “ não perdi nada mas estou quase desistindo de procurar também. você por um acaso não conhece nenhum livro sobre sombras, uma capa meio roxa com uns desenhos estranhos? ” indagou, mesmo que ele não soubesse, já era talvez mais uma confirmação para aquilo ser um delírio seu.
☠️ ◞ ੭ ⠀ adentrava o cômodo sem se apresentar, independente de quem estivesse lá, ela não se importava. muitas coisas haviam acontecido, talvez fosse demais para quem morava em arthurian e seus arredores — quem pertencia ao castigo, no entanto, não abalava tanto assim. talvez fosse insensibilidade de sua parte, mas genesis convivia particularmente bem com ela. "nossa, que clima de enterro." comentou, dando de ombros e se jogando na primeira poltrona. "alguém novo morreu e eu não tô sabendo?" fingiu surpresa, mas depois ofereceu um sorriso inapropriado e colocou as mãos no bolso. "talvez ninguém tenha me atualizado nas notícias."
os olhos de rüya foram para trás tão forte que não conseguiu esconder se alguém tivesse lhe perguntado, porque sequer fez questão de disfarçar. era hipócrita dizer que se importava com os arthurians, não mesmo, mas também não era do tipo que fazia brincadeiras daquele tipo, tampouco as achava engraçadas. “ caso você tenha estado em outro mundo nesses últimos dia, muita coisa aconteceu. ” começou, dando de ombros. talvez não devesse continuar e que quem tivesse interessado fosse atrás, mas ainda sim prosseguiu. “ fogo em restaurante. mudanças no conselho. alguns arthurians enlouquecendo. nada de novo para a gente, mas tudo novo para eles. ” sorriu minimamente, mesmo que não achasse divertido.
A academia era um dos únicos lugares que Nora conseguia pensar, uma vez que ela só conseguia pensar enquanto movimentava o corpo de alguma maneira. Desde que a Fada Azul mudou sua ocupação dentro do Circo para Cartomante, ela não tinha a mesma rotina de antes. Sentia falta das suas apresentações como contorcionista, dos aplausos e dos ensaios intermináveis. Poderia parecer contraditório, mas o cansaço e o trabalho duro durante todos esses anos foram o que a mantiveram sã lá dentro. E agora, ironicamente, estava fadada às suas tão preciosas cartas. Parada. Sentada. O tempo todo. Pensava em tudo isso e mais um pouco enquanto se alongava. A música no ambiente estava alta, e por isso não ouviu os passos de muse atrás de si. Levou um pequeno susto assim que percebeu sua presença, sempre desconfiada de pessoas que apareciam do nada em sua visão periférica. “E aí? Vai ficar aí de pé só me encarando?” Perguntou, parando para tomar um gole de água e fingir que não havia sido pega desprevenida.
os diversos hematomas em seus mais estágios diversos estágios de cicatrização meio que já faziam parte do corpo dela. não era algo para se orgulhar, longe daquilo, mas rüya tinha aprendido de uma forma bem dolorosa a lidar com eles; o que resultou em cuidados extensos para não demonstrar nos primeiros anos na academia. a luta era uma forma de poder descontar todo o problema de raiva que tinha e por isso, preferia fazer aquilo em um lugar controlado do que perder a cabeça por qualquer provocação que a fosse lançada. estava distraída com em um pensamento quando percebeu que havia parado no meio do local, com mais pessoas na volta do que tinha imaginado. “ ahn... eu... eu não estava te encarando. ” disparou, quando realmente percebeu que parecia uma doida olhando-a.
Era manhã do dia seguinte ao evento traumático dos d’orleans. No salão principal onde a heart tomava café da manhã não se falava de outra coisa mas a garota estava atenta mesmo era a manchete da bibidi news com as labaredas do fogo dominando o restaurante de Tiana na capa. Após ler toda a matéria, impressa, já que a garota não tinha um magitech, um sorriso largo escapou de seus labios. —- esta vendo?? —- ela jogou a revista para as pessoas de sua mesa com orgulho. —- não dá pra comprar esse tipo de publicidade negativa!! —- ela deu duas batidas na capa da revista com o dedo médio. — Nada como um bom incêndio para começar o dia, não acha?
os últimos acontecimentos eram demais até mesmo para a cabeça da flowers, que não negava o quanto algumas das últimas coisas a divertiam - mas não aquele incêndio. até mesmo jurou que tinha sentimentos quando viu a figura da mocinha aos prantos em frente ao restaurante. “ oh, não seja esse tipo de pessoa. ” aquela que gosta de tripudiar em cima da desgraça alheia. tinham pessoas que mereciam, mas não achava que aquele restaurante merecesse, muito pelo contrário. se fosse de outra família por ai, rüya seria a primeira a comemorar e até mesmo cumplice, se a tivessem chamado. “ eles esperam que sejamos assim. você está apenas dando apenas mais munição para eles. ” inclinou-se para a frente, vendo a imagem das labaredas consumindo as paredes até o teto.
a lista de connections da rüya é um veio ai! ela pode ser um pouco mais difícil de encaixar, mas a gente pode pensar em alguma coisa juntos se ainda sim quiser ter alguma coisa pré-definida com ela. ela não é das mais amigáveis, sempre tem um pé atrás porque sofreu muito no castigo, mas são poucas pessoas que sabem disso e da verdadeira história dela.
𝐀𝐌𝐈𝐙𝐀𝐃𝐄𝐒
𝐩𝐚𝐫𝐭𝐲 𝐢𝐧 𝐭𝐡𝐞 𝐮.𝐬.𝐚 𝐬𝐭𝐨𝐫𝐲𝐝𝐨𝐦 . — a relação de MUSE A e rüya pode ser definida como : confusão. apesar de terem se conhecido na academia, quando se juntam, a confusão é certa. existe algo entre eles que desperta aquele lado infantil que não consegue se controlar e ninguém consegue controlar, afinal só se vive uma vez. nem mesmo rüya imaginava que poderia encontrar alguém que fosse inconsequente quanto ela quando está alcoolizada. — aberto (1).
𝐩𝐚𝐫𝐭 𝐨𝐟 𝐦𝐞 . — quando chegou na academia, foi MUSE B que a acolheu tão bem. ainda que pensasse que não tinha porque elu fazer isso, foi a pessoa que lhe ensinou e apresentou tudo que era possível. às vezes, fazem algo juntos mas a amizade é resumida em encontros ao acaso em um dos dois mandar mensagem aleatoriamente chamando pra fazer algo e o outro vai. — aberto (arthurian/1).
𝐚𝐥𝐥 𝐢 𝐧𝐞𝐞𝐝 𝐢𝐬 𝐲𝐨𝐮 . — se alguém perguntar a rüya, ela não saberia explicar como MUSE C passou a ser uma das pessoas mais importantes de sua vida e o carinho e proteção que nutre pelo outro - afinal, são poucas pessoas com quem rüya realmente tem algum sentimento positivo - mas vê nelu alguém para todas as horas - principalmente quando se sente insegura sobre seus avanços. — aberto (1).
𝐭𝐡𝐞 𝐨𝐧𝐞 . — se fosse definir MUSE D, seria como a boa e racional de rüya. a floweras tem um temperamento um quanto complicado de lidar, mas MUSE D é quem tem uma noção mais "correta” das coisas e é o pé no chão, que sempre a traz de volta para a realidade, quando começa a se perder nos pensamentos que a consomem em seus momentos de raiva.
𝐜𝐡𝐢𝐥𝐝𝐡𝐨𝐨𝐝'𝐬 𝐞𝐧𝐝 . — MUSE E conhece rüya mesmo antes dela ser adotada por gothel, possivelmente. não se duvida que tenham longas listas de delitos cometidos quando novos e que sabem aqueles medos e segredos bobos de criança. crescer junto num lugar como o castigo não é fácil, . — aberto (castigados/2).
𝐢𝐭’𝐬 𝐚 𝐬𝐢𝐧 . — rüya não entende muito bem porque MUSE F gosta tanto de ir escondido até castigo, já que a cidade pode ser considerada “assustadora” para o pessoal da cidade de cima, mas ela adora ser a guia turística na cidade de baixo. não gosta muito de se envolver nessa coisa de levar arthurianos para lá, mas faz por MUSE F porque sabe que não vai ser dedurada. — aberto (arthurian/1).
𝐰𝐚𝐧𝐧𝐚 𝐩𝐥𝐚𝐲? . — não se deixe enganar pelos lindos olhos azuis de rüya, ela sabe ser um verdadeiro diabo quando quer. mas ela não faz por mal - ou talvez sim - mas acha divertido ajudar MUSE G quebrar algumas regras e ver que nem tudo é tão preto-no-branco. — aberto (1).
𝐧𝐨 𝐩𝐚𝐢𝐧, 𝐧𝐨 𝐠𝐚𝐢𝐧 . — MUSE H não pode ser considerado uma amizade de fato, visto que rüya vê a pessoa mais como um saco de pancada. ela tem muita raiva acumulada e ela devia, sim, tratar isso, mas não é mais divertido dar chutes e socos em alguma coisa, ou melhor, em alguém? — aberto (1).
𝐚𝐫𝐞 𝐲𝐨𝐮 𝐚 𝐬𝐚𝐯𝐢𝐨𝐫? . — * ron swanson’s voice * : so, who broke it? - MUSE I é uma pessoa muito observadora, talvez até demais, e percebe claramente que rüya precisa de ajuda e quer ser essa pessoa, mesmo que ela negue até o fim que precise de alguém para “salvá-la” e ajudar a ser “alguém melhor”. — aberto (1).
𝐈𝐍𝐈𝐌𝐈𝐙𝐀𝐃𝐄𝐒
𝐞𝐰, 𝐧𝐨! . — o jeito de MUSE J deixa rüya um tanto quanto incomodada, mas nunca sabe explicar o que de fato a irrita. no fundo, ela até se importa MUSE J pensa dela, mas por outro lado, faz ainda menos questão de ficar perto do outro, porque sabe que não controla muito bem seus impulsos e é um pouquinho infantil.. — aberto (1).
𝐢 𝐝𝐨𝐧'𝐭 𝐫𝐥𝐥𝐲 𝐥𝐢𝐤𝐞 𝐲𝐨𝐮 . — os contos de fada dizem que existe amor a primeira vista. no caso entre rüya e MUSE K foi ódio a primeira vista. talvez por serem parecidos em muitos aspectos, não se dão bem e a menina quase surta pensando em ter que talvez encontrar MUSE K pela academia. — aberto (1).
𝐢 𝐡𝐨𝐩𝐞 𝐲𝐨𝐮 𝐛𝐮𝐫𝐧 . — o ditado filho de peixe, peixinho é se aplica nesse caso. MUSE L sabe disso e é essa a razão de nenhuma interação minimamente educada sair entre eles. é como se existisse algo que fizesse ambos se desprezarem mutuamente e não suportam nem ficarem no mesmo local por muito tempo. — aberto (1).
𝐑𝐎𝐌𝐀𝐍𝐓𝐈𝐂𝐀𝐒/𝐒𝐄𝐗𝐔𝐀𝐈𝐒
𝐢 𝐤𝐧𝐞𝐰 𝐲𝐨𝐮 𝐰𝐞𝐫𝐞 𝐭𝐫𝐨𝐮𝐛𝐥𝐞 . — quando viu MUSE M pela primeira vez, tinha um cheiro de problema no ar - e mesmo assim, a flowers decidiu ignorar todos os seus instintos e prosseguir com aquilo. o problema maior foi que aconteceu em um péssimo momento, enquanto ela estava tendo sentimentos conturbados e agora não sabe o que sente em relação a MUSE M. — aberto (1).
𝐲𝐨𝐮𝐧𝐠𝐛𝐥𝐨𝐨𝐝 . — rüya não sabe explicar em que mundo estava quando se envolveu com MUSE N. talvez fosse suas inseguranças falando mas alto mas as coisas entre eles foi intensa e aconteceram muito rápido e isso a assustou. afastou tanto MUSE N para não machucar por outros problemas que acabou que machucou por parecer que não tinha sido sincera com seus sentimentos - o que nunca foi verdade. — aberto (1).
𝐭𝐞𝐞𝐧𝐚𝐠𝐞 𝐝𝐫𝐞𝐚𝐦 . — o verão faz coisas mágicas acontecerem - rüya e MUSE O que o digam. o que parecia que ia subir a serra permaneceu em seatopia anos antes e agora quando se encontram pela academia, é como se fosse pela primeira vez (o frio na barriga, olhares nervosos e gestos confusos). rüya até ousaria dizer que ainda sente algo por MUSE O. — aberto (1).