@heircursd

shark vs the universe
Game of Thrones Daily

JBB: An Artblog!
he wasn't even looking at me and he found me
Sade Olutola

oozey mess
h
will byers stan first human second
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Cosimo Galluzzi
almost home
KIROKAZE

★

Origami Around

Andulka
dirt enthusiast
d e v o n
NASA

No title available
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

seen from Türkiye
seen from United States
seen from Germany
seen from Saudi Arabia

seen from United Kingdom
seen from El Salvador

seen from Türkiye
seen from United States
seen from Israel

seen from United States

seen from Germany
seen from Italy

seen from China

seen from Malaysia

seen from Saudi Arabia

seen from South Africa

seen from Germany

seen from Iraq

seen from South Korea

seen from Lebanon
@nott4you-blog
@heircursd
@valentindalca @vanbergan
vanbergan
Dixie já tinha notado a presença de Daphne há muito tempo. De longe estudava seus movimentos, e principalmente suas expressões faciais. Era claro que qualquer que fosse o tema sobre o qual a outra garota discorria, Daphne tinha pouquíssimo interesse a respeito, ainda que permanecesse na sua mais falsa e perfeita faceta educada e cordial. Qualquer um que não a conhecesse tão bem quanto ele mesmo julgava conhecer cairia em sua interpretação teatral de boa menina. No entanto, suas feições tomaram uma forma completamente nova quando a presença de Dixie foi detectada. O sorriso largo que Daphne abriu imediatamente ao notá-lo não veio só, mas sim acompanhado de um discurso ostensivo sobre o quão feliz estava em seu novo relacionamento, e o quão maravilhoso Valentin era. Ênfase no adjetivo fiel, não obstante. Var Bergan parou sobre seus pés, soltando uma risada sem real humor ao olhar para baixo pelo breve segundo que tirou para apreciar a dissimulação da ex-namorada. Daphne era o tipo de garota que jamais daria um ponto sem nó, e pelos céus, como ele amava isso sobre ela. Quando ergueu seu olhar novamente, Nott estava a pouqíssimos passos de distância de si. Distância essa que se extinguiu completamente assim que o pretenso esbarrão se deu “acidentalmente” entre os dois. Foi a vez de Dixie abrir um largo sorriso, e responder. “Não foi nada, imagine. Eu que me desculpo por ter entrado no seu caminho. Imagine só se tivesse resultado em algo mais grave?! Valentin me mataria, de certo.” o tom de voz usado foi aumentando conforme Daphne passava por ele no intuito de se fazer ouvido ainda que ela se afastasse.
Ele não podia mesmo se manter calado. Claro que não. Foi automático o revirar de olhos assim que o Van Bergan começou a tagarelar, aproveitando que ele ainda não estavam face à face. Parou no meio do caminho e colocou um sorriso largo no rosto, dando meia volta e dispensando sua companhia com um breve ‘guarde o meu lugar’. “Está perdoado.” intencional ou não, a menção dele entrar no seu caminho a levou de volta para alguns anos no passado. Por mais que quisesse dizer que ele não estava não perdoado por se meter na sua vida, estaria mentindo. Assim como estava mentindo para si mesma ao dizer que estava irritada por ele não se conter e seguir seu trajeto até a mesa da casa, quieto. Mas, em se tratando de Daphne, se tivesse a chance de esconder o sentimento e enterrá-lo mais fundo possível, ela o faria. “Não, ele não é um selvagem. Bem, não à essa hora e em público.” malícia era empregada em todas as palavras, na mais pura intenção de fazer o ex-namorado se sentir mal. Porém, duvidava que qualquer coisa o deixaria para baixo. A confiança de Dixie sempre fora um dos aspectos que a mais cativava, e não era muito diferente em comparação a do atual. “Na verdade, ele se mantém fiel à suas raízes. Se há algo em o que descontar, certamente não seria por um esbarrão insignificante como este.” suspirou, deixando a insinuação no ar como quem não quer nada. No entanto, não era difícil saber que uma garota como Daphne não contaria de uma traição com ninguém. Contudo, usaria de todos os ataques que contivesse na manga contra o ex. “Além disso, ele trata de resolver seus problemas na cara dura. Sem jogos ou mentiras. Então suponho que está a salvo da bronca.” ao fim, mordeu o lábio inferior sob uma expressão inocente, que em nada combinava com o ato. “Mas vamos falar de você, como foram suas férias?”
Não sabia o que a havia denunciado, afinal, a linguagem corporal e traços faciais traduziam perfeitamente seu interesse no discurso e no que mais o diretor gostaria dizer para início de noite. No entanto, alguém parecia conhecê-la bem demais para engolir o que suas facetas encenavam. Era o que dizia a carta que mandaram para si, passada de mão a mão. Claro que qualquer funcionário poderia ler e descobrir do que se tratava, porém a pena enfeitiçada anos atrás, usada para escrever o recado, apenas permitia que seu destinatário a lesse; para terceiros enxeridos, era apenas um pedaço de pergaminho em branco. A caligrafia caprichada de um Wasser era completamente identificável, mas não fora aquilo que arrancou um discreto e involuntário sorriso da Nott; mas sim seu remetente. Numa rápida relida, Daphne levantou-se da mesa da Land e seguiu, com passos vagarosos e ritmados até a saída da Sala de Jantar, mesclando-se aos alunos que também não gostariam de permanecer por mais tempo ali. De fato, era impossível não notar a presença de @heircursd, parado no corredor, junto a uma postura casual e um tanto displicente. “Quanta rebeldia não ficar para escutar o restante do discurso do diretor... Não é nem um pouco bonito.” começou, com um tom falsamente acusatório, o qual se desmanchava rapidamente apenas para abrir um sorrisinho cúmplice. “Obrigada, Arch.”
Que a Nott podia ser inteligente era verdade, mas isso não significava que seria menos pirracenta. Era o que pensava sobre quando pairava próxima a entrada da Sala de Jantar, escutando um relato das férias de uma garota da sua casa por pura educação, mas estando redondamente entediada por dentro. Até que vislumbrasse uma silhueta muito bem conhecida. De repente, os lábios abriam um sorriso de orelha a orelha, sem perder seu dono através da visão periférica. “Sim, estou namorando! Valentin é um cavalheiro comigo, eu não podia ter um namorado melhor, realmente. Extremamente fiel e carinhoso, é... eu tô bem apaixonada.” mordeu o lábio inferior para a ruiva, tímida, que pareceu um pouco confusa pelo corte abrupto de Daphne da sua fala, mas rapidamente reagia da melhor forma. “Todas as gentilezas que ele faz... I think he's the one.” fingia perfeitamente um ar sonhador, projetando uma voz alta e animada para que @vanbergan escutasse todas as palavras. Em seguida, enlaçou o braço com o da lander para adentrar o salão, esbarrando propositalmente no ex. “Desculpe.” nem ao menos olhou para trás, proferindo as desculpas de modo rápido.
A biblioteca era um ótimo lugar para se ficar sozinha, quando Daphne já se encontrava enjoada de ver a presença de mestiços e crianças novatas na Sala de Jantar. No entanto, acreditava que tinha sido para o melhor, apesar dos apesares. Auxiliada pelo feitiço Lumos, a ponta da varinha iluminava os pisos irregulares para sua dona não vir a tropeçar ou cair, e então chegou ao seu destino. Poeira, leve mau cheiro e silêncio mortal revelavam por si só que o ambiente não era muito frequentado. Era premeditado, visto que a instituição adorava enfatizar a brutalidade e força. Como passaram a aceitar mulheres era um eterno dilema para a Nott. Fez o possível para não fazer barulho quando fechou a porta atrás de si, e em passos vagarosos procurava um livro em especial, na seção de Magia Negra, mais aberta possível para quem quisesse. Virou o rosto para o lado, uma vez que escutara um barulho; sutil, mas ainda era um barulho. Podia ser ela mesma ouvindo coisas, mas não custava checar. Rapidamente pegou o livro que queria e se preparou para sair sem ser pega. Os passos se tornaram mais rápidos e largos a medida que começava a temer o que viria. Até onde sabia, não existia nenhuma restrição para criaturas estranhas entrarem no castelo. Porém, as teorias foram bloqueadas no momento em que trombou com alguém no processo, quando caminhava e ao mesmo tempo olhava para os lados, constantemente procurando por alguma coisa. Balançou a cabeça e mirou a varinha para a pessoa, se deparando com @pintandoseth. “Deu para me seguir agora, sweetheart?” não conteve o cinismo em cada palavra antes de se afastar. “Você espera um convite formal para abrir espaço ou precisa de um tchau?”
Caminhava um tanto saltitante, como bem faz uma jovem quando está alegre. Usou ambas as mãos para espalmá-las sobre os ombros de @valentindalca, por fim se inclinando para baixo e estalando um beijo no rosto alheio, sorrindo logo em seguida. “Bonsoir, mon chéri.” reproduziu o tratamento carinhoso com sarcasmo divertido, que sabia que ele identificaria. Se esgueirava ao lado do namorado para poder sentar-se confortavelmente no mesmo banco. “Como seguiu de viagem?” perguntou, as sobrancelhas arqueadas denunciando uma expectativa que não tinha de verdade, mas que era necessário para dar corda àquele relacionamento de fachada. Porém, não era de todo ruim, era mais fácil fingir algo com alguém que já aconteceu alguma coisa antes. Além disso, eram amigos, não era tão difícil atuar em prol do outro. “Antes que você devolva a pergunta, foi horrível. Detesto voltar naquelas carruagens medonhas. Mas por favor, não vamos falar de coisas ruins.”
Começos de ano eram um pouco exaustivos, tanto pela seleção dos primeiranistas (que por um acaso o método a assombrava desde a sua) quanto pela presença de mestiços imundos. Francamente, deveria ter o mesmo positivismo da avó ou acabaria com rugas, que sempre dizia que um mestiço é melhor que dois sangue-ruins. Perambulando pelo corredor, logo após ter finalizado sua janta, procurava alguma coisa para se entreter antes de ter em mãos os horários da semana, cheia de aulas e deveres. Avistou uma cabeleira até então desconhecida, mas apertando os olhos e tombando a cabeça para o lado, logo reconheceu @clairelandvik pairada sob luz lunar. Aproximou-se como quem não queria nada, mas com intenções tão maldosas quanto o sorrisinho cruel que deixava transparecer. “Bastante conveniente para você Durmstrang ainda aceitar animais, huh? Imagina só, ainda permitem que estudem aqui.” arqueou as sobrancelhas, com feições de quem contava uma notícia maravilhosa para a outra. “Só acho que deveriam aumentar o nível de exigência, é cada figura que me aparece...”
lclitx
Achava desnecessário precisar estar presente na cerimônia de escolha de casas. Sem contar que já estava cansada de vibrar por aqueles que foram designados para a Feuer; toda aquela recepção e sorrisos agradáveis não passava de uma alcateia inteira disfarçada em pele de cordeiro. Agoniada da enrolação, Lilith virou-se para trás e tentou chamar a atenção de quem estava próximo dali. “Diz aí, você ‘tá a fim de cair fora daqui comigo? Todos já sabemos que o velho pançudo não aceita alunos menos que brilhantes, não temos nada a perder.”
Mantinha-se bem atenta e com os ouvidos bem abertos para escutar cada palavra que diretor enunciava --- pior que fosse o discurso, era falta de educação não dar a devida importância ---, no entanto, constantes psius a desconcentravam. Fingiu não ter reparado, recobrando a atenção para o Kazakov. O ápice da irritação foi atingido quando só o que ouvia era o barulho nojento e não a voz do diretor. Virou-se abruptamente para a mesa do lado. “O que é que você quer, querida?” questionou, encenando inexistente tranquilidade. “Fique quieta ou vou ser obrigada a arrancar a sua língua.” com precisão, ameaçou entredentes. Refletiu sobre as palavras da Deveraux, considerando por um momento sair dali, mas não seria nada aceitável vindo de uma dama --- muito menos à companhia de uma mestiça. “Não, eu não quero. E se for bem ajuizada, vai virar para frente e prestar atenção no diretor.” finalizou, voltando o olhar para o docente com feições tranquilas.
dclohxv
“ —- Não aceitaremos alunos menos que brilhantes.” Alex ironizou, reproduzindo a última fala do diretor enquando deixava que o garfo brincasse com o alface que, sabe-se lá porque, ele havia colocado no seu prato —- talvez a Síndrome Vladmir, como ele denominara quando o tio o tentou converte-lo ao veganismo e falhou miserávelmente, estava surtindo um pouco de efeito. “ —- Por favor, até o meu cachorro convence mais que esse cara.“
“Dizem que é preciso uma coragem do tamanho de um leão para dizer essas coisas do diretor Kazakov.” começou a sentença abrindo o que seria um sorrisinho de admiração em função da ousadia alheia. De repente parou, massageando o queixo. “Ou muita burrice.” completou, examinando a figura do outro com ar de desdém, bastante comum da sua parte com grande parte das pessoas em geral. “Bom, algumas pessoas levam a sério o que ele diz, embora não soe tão animador. Não o culpo. Com o tanto de mestiços feios nesse ano até eu ficaria desanimada.”
eikebosta
— Uhul, Land — disse num tom comemorativo completamente falso enquanto outro aluno de transferência parecia muito empolgado com a sua designação, ele deu uns passos para trás a fim de sair daquela aglomeração em específico — Que merda significa eu estar na Land? Eu ganho vodka num copo especial ou algo assim?
“Não! Vokca não, mas já ouvi algumas coisas a respeito de gim e rum, mas você não ouviu isso de mim. Eu me pergunto a mesma coisa há dez anos, mas você se acostuma. Apesar de ter uns malucos na sala comunal, o pessoal é bastante leal.” comentou despretensiosamente, encarando com nojo um rapaz da Feuer comer uma coxa de frango com extrema selvageria. Depois de assistir a cena, empurrou o prato, sinalizando que perdera totalmente a fome. “Thank Merlin, pelo menos não há tantos trogloditas aqui.” repreendeu um revirar de olhos, virando-se para Eike, adquirindo uma expressão mais tranquila e menos carrancuda. “Duvido que haja esses tipinhos em Beauxbatons. Enfim, me diz, como é lá?”
lutzkaisebosta
O olhar de Lutz se depositava nas figuras animadas ao longo do salão, se destacando contrastantemente dos demais alunos com expressões entediadas e cansadas. O alemão claramente apresentava feições repletas de julgamento, e erguia suas expressivas sobrancelhas acompanhado de um suspiro.
— É de se esperar que o aspecto de mal assombrado seja alguma dica de que nada aqui vai ser legal ou divertido, mas aparentemente algumas pessoas recém chegadas ainda mantém fúteis expectativas. Vamos lá, vamos apostar. Metade deles não vai durar dois dias com o sorrisinho.
“Foi o que aconteceu com você?” apesar da entonação questionadora, era uma retórica a colocação. O sorriso zombeteiro ameaçava a alargar-se, mas ao medir o bruxo de cima abaixo a única coisa que sentiu foi a expressão de pena em seu rosto se intensificando; realmente, não sabia por que ainda esperava alguma coisa de algumas pessoas, era uma óbvia perca de tempo. “Acontece porque o lugar deles não é aqui. E talvez não seja o seu, também.” uma hipocrisia descarada, mas que em muito combinava com a postura presunçosa de Daphne. “Os britânicos chamam Hogwarts de casa, veja, acho que deveria pedir uma transferência o quanto antes.”
lindbergmj
Ainda que tivesse adquirido o uniforme de inverno de Durmstrang, Mary Jane preferia passar frio em uma minissaia a usar um casaco de pele em pleno verão — principalmente sendo o vermelho e marrom da escola, que em nada valorizava sua pele beijada pelo sol californiano. “É sempre frio assim aqui? Se for, vou precisar descobrir uma poção que ajude a manter meu bronzeado em dia, não quero acabar o ano parecendo um defunto. Duas palavras: not cute.”
“Como assim você não está sentindo esse calor de quarenta graus, Mary Jane?” arqueou as sobrancelhas, com real preocupação de que talvez a garota tivesse algum problema que a impedisse de sentir sensações térmicas. Não pôde evitar sentir-se ofendida com a colocação da outra, visto que não era uma exata fã de climas mais quentes, e em pouco Frankfurt ajudava para que pegasse uma cor. Logo, as feições adotaram uma rigidez incomodada, substituindo a preocupada tão rápido quanto viera. "Ousado de sua parte dizer que a maioria das pessoas daqui parecem defuntas. Ousado e perigoso."
❝ I’m an 80-year-old woman inside my head. Give me a game of Scrabble, a cup of tea, and I’m happy. ❞
1000 Picspams Challenge | #489 Seasons in the Magical World | Beauxbatons in Spring
DAPHNE W. NOTT, L A N D
❝ Insane inside, the danger GETS me ( high ) Can't h e l p myself, got 𝓈𝑒𝒸𝓇𝑒𝓉𝓈 I can’t tell. I love the s m e l l of GASOLINE , I light the 𝓂𝒶𝓉𝒸𝒽 to t a s t e the ( heat ) I've 𝒶𝓁𝓌𝒶𝓎𝓈 liked to play with FIRE.