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Minha esposa e o coroa
Pandemia de 2020, começo do mês de maio. No ano anterior eu e ela havíamos mudado hábitos de vida. Mudamos nossa alimentação e passamos a nos exercitar e pedalar quase que todos os dias. Em poucos meses eu e ela havíamos perdido muito peso e entramos na pandemia super saudáveis. Ela ficou bem mais acinturada e gostosa. Mesmo assim, algumas marcas registradas eram mantidas: Seu sorriso e risada contagiante, olhos verdes e, é claro sua bunda avantajada.
Durante a quarentena, comecei a conversar com uma pessoa de uma cidade vizinha à nossa, no interior de São Paulo. Um homem que estava separado da sua segunda esposa. Ela havia viajado para outro estado e ele morava só em uma pequena chácara. Bira dizia ter 58 anos. Nessa época eu e ela tínhamos 55. Desenvolvi uma boa conversa com ele por um chat online e logo após começamos a conversar pelo Whataspp.
Logo montamos um grupo e passamos a ter uma conversa a três. Não demorou muito para que o Bira nos convidasse a visitar sua casa, em outra cidade, distante a apenas 25km da nossa. Marcamos para ir conhecê-lo numa sexta-feira à noite. Tive que jurar para Flávia que não forçaria nada. Seria apenas um bate papo informal.
Encontramos em um ponto da sua cidade e de lá seguimos o seu carro até chegarmos na chácara. Um local bem agradável, com quiosque e piscina que ele alugava as vezes para festas de terceiros. A casa era um sobrado bem aconchegante e decorado. Ficamos na sala, andar térreo conversando por alguns minutos. Logo depois chegou a pizza. Nos sentamos à mesa, jantamos, conversamos e logo após a janta, lá pelas 10 da noite ela quis ir embora. Nitidamente excitado com a situação em ter um casal em sua casa, perguntou se não queríamos dormir no quarto de hóspedes, mas, para não contrariá-la, decidi ir embora.
Assim que saímos e começamos a viagem de volta, ela começou a pontuar vários “defeitos” no seu novo pretendente: “Usa óculos, muito feio, cara de mais velho, não me simpatizei…”. Calado, escutei todas as objeções e fomos pra casa.
Durante o final de semana, Bira, um homem maduro e experiente ficou conversando com ela sobre vários assuntos e pouco a pouco a opinião de Flávia foi mudando.
Rolava a loucura da pandemia. O governador de São Paulo havia decretado a antecipação do feriado estadual de 9 de julho para a próxima segunda-feira, dia 25 de maio de 2020. Bira nos convidou para almoçar na chácara. Ela prontamente concordou e disse que iria preparar uma sobremesa para levar.
Chegamos na casa dele por volta das 10:30 em uma linda e fria manhã de segunda-feira, feriado estadual. Estacionei o carro dentro da chácara em um amplo gramado na frente da área de churrasqueira e piscina. Ela usava uma calcinha e sutiã vermelhos, e um vestido colorido com um generoso decote e bem justo para marcar sua cintura tipo “violão” e seu bumbum avantajado.
Ficamos por alguns minutos ali conversando, até que eu, querendo criar uma situação, falei: “Flávia, precisa colocar a sobremesa na geladeira pra não derreter”. Bira, aproveitando o gancho emendou: “Vamos lá que eu te mostro onde fica a geladeira”. A casa (sobrado) localizava-se a uns 60 metros da área da piscina e num patamar mais baixo. Os dois então pegaram o caminho marcado por pedras que levava até a porta da sala. Fiquei lá de cima admirando-a indo na frente, exibindo suas costas decotadas e bunda saliente, enquanto ele ia atrás, quase que hipnotizado por aquela vista.
Os dois entraram na casa e encostaram a porta. Como um marido obediente e corno assumido, sempre soube me colocar em meu lugar numa situação assim. Fiquei caminhando pela chácara, observando todos os detalhes do lindo lugar, enquanto imaginava o que estaria acontecendo dentro daquela casa.
Por volta da uma da tarde a porta se abriu e de lá ela me chamou para irmos almoçar. Desci pelo mesmo caminho em que há duas horas Bira levava minha esposa para conhecer sua geladeira (e sua cama). Chegando na porta ela me deu um beijo com gosto de sexo e sussurrou: “Achei que você viria atrás de nós”. Ao chegar na sala ele começava a colocar a mesa para nosso almoço.
Durante o almoço nenhum de nós mencionou nada sobre a foda que deve ter acontecido no andar de cima. Olhando para ela não conseguia definir se havia curtido estar com ele a sós. Conversamos sobre vários assuntos. Logo após o almoço Bira fez questão de mostrar sua grande paixão: Uma garagem fechada no fundo da casa onde guardava seus três “meninos”: três lindos carros antigos que ele restaurou e cuidava com todo o carinho.
Voltamos para a sala para a sobremesa e logo após fomos os três relaxar na beira da piscina. Somente nessa hora descobrimos que Bira não tinha 55 anos, mas sim 62. O comentário maroto de minha esposa ao saber disso foi: “Você está muito bem para essa idade”, no que ele deu uma risada sacana e agradeceu o elogio.
Até lá pelas cinco da tarde quando esboçamos a vontade de ir embora, eu ainda não tinha noção se ela tinha gostado da companhia e da cama daquele homem mais velho e ele então perguntou à Flávia: “Não quer subir de novo lá pro quarto?”. Só aí, quando minha esposa levantou e em silêncio se dirigiu para dentro da casa, tive a certeza que minha esposa havia curtido muito essa nova experiência. Da sala eu ouvia os gemidos, o ranger da cama no ritmo da metida dele e por vezes o som dos tapas e das estocadas que ele dava na bunda dela. Enquanto curtia me masturbei deliciosamente, ainda assim respeitando o momento que era só deles.
Por uns quarenta minutos após mais de uma hora de sons de uma bela foda, a casa toda ficou em silêncio. Eu acabei tirando um cochilo no sofá enquanto eles caíram no sono no quarto. Acordei ao som da bunda dela fazendo um barulho de vai e vem. Subi pé por pé até o andar superior e lá estava ela cavalgando como uma puta sobre o pau do seu novo amante. Apesar da idade, vi um pau enorme e extremamente duro fodendo minha linda esposa.
Voltei para a sala. Eles logo desceram, ela me deu um beijo de língua, se despediu do Bira e fomos embora. Acabamos o feriado em nossa cama, eu chupando sua buceta lisinha com cheiro e gosto da porra do macho que tinha lhe oferecido um belo dia de prazer.
Flávia se encantou com Bira. Ela rasgou elogios, me dizendo que era um homem cheiroso, com conteúdo, educado e um amante insaciável. Um homem de 62 com fôlego de 25 disse ela.
Passaram a se falar com frequência até que ele a convidou para dormir em sua casa. Após o primeiro encontro comigo por perto, ela já se sentia segura para ir sozinha até lá. Na quinta-feira da mesma semana após o primeiro encontro, Flávia dirigiu até a outra cidade para ter sua primeira noite a sós com o Bira.
Era uma tarde fria de final de maio. Eu a estimulei a se maquiar e usar uma roupa bem sensual e se aprontou como se fosse uma noiva indo para sua noite de núpcias. Vestiu uma lingerie que eu comprei para ela usar só com ele. Uma camisolinha branca com calcinha fio dental da mesma cor. A barriga estava coberta com um espartilho branco, com uma cinta liga que conectava a uma meia liga branca. Apesar do frio, colocou uma mini saia plissada que fazia com que ela lembrasse uma estudante adolescente e um salto alto que salientava ainda mais sua bunda, lembrando uma verdadeira puta indo para o seu trabalho.
Os 25 km que ligavam nossa casa à casa de Bira era uma estrada simples e escura. Ela saiu de casa por volta das 6 da tarde, quando o Sol já estava quase se pondo. Pedi ao Bira que me avisasse quando ela estivesse segura em sua casa. Cerca de 40 minutos depois ele me ligou já na companhia de Flávia. Desejei a eles que tivessem uma ótima noite e bom divertimento. Falei a ele: “Trate-a como se fosse sua esposa na noite de núpcias”.
Já por volta da meia noite, estava eu sozinho em minha cama imaginando como estaria sendo a noite de minha esposa quando para minha surpresa recebi uma chamada de vídeo do Bira. O vídeo abriu com o rosto de minha esposa iluminado pela luz indireta do abajur da mesa de cabeceira do seu novo amante. Ela exibia uma cara de extremo prazer, galopando com toda força e vontade sobre o pau daquele homem quase 8 anos mais velho. “Ele é um macho insaciável” disse ela. “Já me comeu três vezes desde que cheguei e goza quando quer”. Enquanto ela falava ofegante, ouvia o movimento dele metendo com força por baixo dela, intercalado com ela rebolando no pau dele. Foi então que escutei ele falando ao fundo: “Quer que eu goze na minha nova esposa?… Diga a palavra mágica que eu encho ela de porra”. Eu prontamente respondi: “Goza na buceta dela que o corno aqui tá morrendo de vontade de assistir”. Os dois começaram a gemer e urrar de tesão e gozaram juntinhos, enquanto ela o beijava ardentemente.
Quando voltou pra casa no outro dia já quase meio-dia, ela me contou os detalhes de como havia sido sua “noite de núpcias”. Ele a esperava com um buquê de flores e a mesa posta. Antes do jantar ele admirou como ela estava gostosa e preparada para ele e disse que naquela noite ela seria sua esposa. Se abraçaram e beijaram no sofá da sala. Ele enfiou sua cabeça por baixo de sua mini saia sem tirar sua calcinha e já fez ela gozar na sua boca.
Logo após o jantar subiram para o quarto. O quarto estava iluminado a meia luz com um abajur na mesa de cabeceira, uma suave música de fundo e a cama king com lençóis brancos e cheirosos salpicados com pétalas de rosa. Bira levou a sério meu conselho e preparou um ambiente digno de uma noite de núpcias. Ele sentou na cama, a abraçou pela cintura coberta pelo espartilho e passou a beijá-la. Começou a mamar nos seus peitos, com os mamilos já durinhos de tesão. Bira usava uma camiseta preta e cueca box. Minha esposa então puxou a sua camisa e começou a deslizar sua boca pelo seu pescoço, mordiscando delicadamente até chegar em seus mamilos. Lentamente foi descendo, ficou de joelhos na frente do seu amante e encontrou o seu pau por baixo da cueca já começando a ficar excitado. Mordiscou por cima da cueca até que o tesão falou mais alto. Baixou a cueca dele, mordeu delicadamente a cabeça rosada e engoliu aquele cacete que já estava super duro num vai e vem delicioso. Bira pediu para que ele lambesse suas bolas, enquanto ele acariciava o seu rosto com a cabeça do seu pau.
Ela, que já conhecia aquele homem desde o seu primeiro encontro no feriado da última segunda-feira, não se cansava de admirar a viralidade de um homem de 62 anos. Seu pau era grosso e grande e extremamente duro. Após ter recebido um delicioso sexo oral, Bira pegou minha esposa pela cintura e a colocou deitada de barriga pra cima sobre sua cama. Ele tirou sua saia, mas pediu que ela continuasse com o espartilho, meia liga e com o salto alto, o que lhe dava tesão.
Bira pulou sobre ela e passou a retribuir as carícias que havia recebido a pouco. Colocando sua calcinha de lado, chupava a bucetinha lisinha de minha esposa como se fosse uma laranja madura e suculenta. Ela gozava sem parar na sua boca e implorava pelo seu pau. Ainda sem tirar sua lingerie, ele puxou suas pernas para junto do seu corpo, deixando seus pés calçados com o salto alto sobre seus ombros. Vagarosamente foi penetrando sua fêmea e começou um delicioso movimento de vai e vem. As vezes parava o movimento para alcançar sua boca que beijava como se fossem noivos em sua primeira noite.
Após fazer Flávia gozar várias vezes nessa posição, a colocou de quatro, a segurou pelos ombros e a comeu deliciosamente. O suave som ambiente era interrompido pelo barulho de seu quadril batendo na bunda dela, a cada movimento que fazia em direção ao seu corpo. Ela não escondia sua admiração pelo fôlego de seu macho e teve que pedir descanso após gozar mais algumas vezes por trás.
Ela se deitou sobre o seu peito, enquanto descansava e recebia um carinho nos cabelos. O clima do ambiente era de fato o de uma noiva em lua de mel. Anexo ao quarto havia um amplo banheiro com uma banheira de hidromassagem. Bira pegou uma garrafa de vinho e duas taças e a convidou para tomar uma hidro para “relaxar”. Entre um gole e outro de vinho, os dois faziam amor dentro da água quentinha numa noite fria. Minha esposa sentia-se extremamente bem e muito amada por um homem gentil e educado que sabia como tratar uma mulher. Ela incrédula com a capacidade dele em segurar o seu gozo, mesmo após ter lhe dado o seu amor de várias formas e por longo tempo.
Passava das onze e meia da noite quando voltaram para a cama. Agora ambos estavam completamente nus e à vontade. Flávia sentou sobre a boca do Bira enquanto sugava o seu pau em um delicioso 69. Assim permaneceram até que ele pediu que ela subisse sobre o seu pau que ele teria uma surpresa pra minha esposa.
Foi nesse momento que ele me chamou por vídeo. Ela galopava sobre aquele cacete enorme. Após alguns minutos, quando eu pedi pra ele gozar na buceta da esposa do corno, ele explodiu de tesão e encheu aquela bucetinha que nesse momento era só sua, com seu mel farto e espesso.
Logo desligamos a chamada de vídeo. Os dois caíram no sono por apenas algumas horas. No meio da madrugada Bira começou a estimular minha mulher, chupando sua buceta e seu cuzinho. Nesse momento, sem perguntar nada, com ela deitada de bruços, colocou seu pau entre sua bunda. Ela foi rebolando vagarosamente deixando sentir a cabeça roçando no seu cuzinho. Quase como que de repente ele estava com seu pau enterrado no seu cuzinho. “Acho que descobri o seu ponto fraco” disse ela com um olhar maroto, quando em poucos minutos sentiu um jato quente e forte invadindo o seu cuzinho. Bira confessou que gostava muito de sexo anal e que estava muito feliz que ela tenha gostado.
Flávia me contou que perdeu as contas de quantas vezes fizeram amor naquela madrugada e na manhã do outro dia. Fomos para o quarto onde fiz amor deliciosamente com aquela mulher que sempre gostei de dividir.
Após essa primeira noite minha esposa passou a frequentar a casa do Bira regularmente. Eu adorava quando ela voltada de uma noite com ele e a devorava ainda com mais vontade. Algumas vezes eu ia até a sua casa na outra manhã para tomar café com eles. Me excitava muito saber que na noite anterior minha esposa tinha sido devorada por outro macho. Certa manhã quando estava tomando café com eles (ela só de calcinha), Bira falou… Acabei de comer sua esposa sobre essa mesa, bem aí onde você está sentado.
Da mesma forma que minha esposa frequentava a casa do Bira e também chegava a viajar na sua companhia, ele também passou a nos visitar. Morávamos sozinhos só eu e ela em um amplo apartamento.
Algumas vezes ele chegava na sexta e ficava até o domingo. Além de sexo, assistíamos filmes, almoçávamos juntos, passeávamos a três em um lindo parque próximo de nossa casa. Uma forte amizade e relação foi se fortalecendo entre nós. Algumas vezes eu deixava minha cama e quarto só para eles e dormia no quarto ao lado. Em outras, quando o “casal” permitia, eu dormia na mesma cama.
Sempre pensei que entre quatro paredes não é preciso ter limites. A intimidade era tamanha que por várias vezes eu mamava o pau dele junto com ela. Outras vezes deixava o pau dele ficar duro na minha boca para que pudesse comer minha esposa. Eram brincadeiras muito gostosas e divertidas.
Em uma madrugada estávamos os três dormindo em nossa cama, após um jantar e uma noite deliciosa de sexo. Certa hora eu comecei a deixar minha esposa excitada. Acordada, ela se deitou sobre mim e começamos a fazer um 69. O balançar da cama acabou despertando Bira. Excitado, ele se posicionou por trás de Flávia. Agora eu chupava sua buceta enquanto via aquele pau delicioso entrando e saindo na bucetinha melada. O tesão de todos foi extremo. Flávia gozava na minha boca e no pau dele ao mesmo tempo. Em poucos minutos, quase que de forma coordenada, gozamos os três juntos. Eu na boca da minha esposa, ela na minha boca e no pau dele, enquanto ele enchia sua bucetinha de seu mel farto e espesso. Tive que fazer as honras da casa, deixando ela limpinha.
Nos relacionamos intensamente de maio de 2020 até final de 2021, quando eu e Flávia mudamos de país. Ficou a saudade e uma linda amizade.
(Essa não é uma peça de ficção. Todos os fatos narrados são reais, relato de uma vida de 30 anos de casados. Apenas os nomes e locais foram substituídos para maior sigilo.)
Casada se entrega ao prazer.
Meu nome é Carla, 23 anos, 1,76m, morena, casada a 4 anos com um executivo de uma multinacional. Sou do tipo magra gostosa. Adoro sexo porém ultimamente temos caído um pouco na monotonia. Meu marido tem 36 anos e não tem o mesmo ritmo que o meu. Apesar disso, e de muitas cantadas, nunca traí meu marido. Trabalhava como representante farmacêutica mas uns 6 meses atrás fiquei desempregada. Aproveitei esse tempo fazendo alguns cursos de aperfeiçoamento e também na academia para modelar o corpo.
Em Dezembro 2012, meu esposo recebeu o comunicado que mudaria de setor, e teria que viajar 2 semanas por mês. Conversamos um pouco, e para não arriscar uma demissão, aceitou. Nas suas primeiras viagens, nos falávamos todos os dias, voltei a prática da masturbação para aliviar um pouco a tensão, as noites eram longas. Infelizmente, ao voltar meu marido não conseguia mais satisfazer-me como antes e isso foi me deixando um pouco frustrada.
Uma coisa boa na época, foi que consegui um emprego como representante comercial em uma empresa de exportação e importação e teria que viajar também. Foi lá que conheci o Alan. Era o executivo de negócios da empresa e filho do proprietário. Solteiro, 28 anos, moreno, alto, porte atlético, bem humorado e sedutor também. Não perdeu tempo, mostrou-me toda a estrutura da firma e da minha função também. Falou que ele seria meu superior imediato e que as primeiras viagens faria comigo para apresentar os principais clientes até eu pegar o jeito.
Meu marido a priori não gostou muito da idéia de ver sua esposa viajando, mas tinha possibilidade dependendo do resultado ganhar quase o dobro dele e esse fato foi decisivo para aceitar o emprego.
Alan montou uma equipe de treinamento muito boa para mim, disse que se eu estudasse em 2 semanas estaríamos viajando. As viagens geralmente eram de segunda a sexta. Só que a primeira seria bem no dia da volta do meu esposo, então passaríamos 3 semanas sem nos ver. Dei o máximo de mim, em menos de 10 dias já dominava todo o processo. Almoçávamos quase todos os dias, Alan me tratava com um jeito todo especial, além de ser um excelente profissional, tinha um jeito comigo que eu acabava me abrindo com ele, contando coisas íntimas, sobre meu casamento, a monotonia com meu marido... O interessante nestas duas semanas de treinamento, Alan foi muito profissional, nem se quer se atreveu dar em cima de mim... no final de semana, antes da viagem, não nos encontramos pessoalmente mas no sábado a noite ficamos mas de 4hs no telefone. Falamos sobre a viagem e como ía ser os negócios e para quebrar o clima sério ri de suas histórias e piadas... Viajaríamos na segunda a tarde, teria umas 2 horas com meu marido que chegaria na segunda pela manhã. Reencontrei com meu marido nos abraçamos, deu-me um beijo sem graça, disse que estava muito cansado e pediu que eu fosse de taxi para o aeroporto.
Cheguei a SP e fomos de taxi para o hotel, de onde liguei para casa avisando meu marido que tudo correu bem. Jantamos no hotel, conversamos rapidamente e Alan disse que teria ainda que fazer uns planejamentos e que amanhã era um dia decisivo, despediu-se de mim e foi para o seu quarto, no fundo tinha uma expectativa que ele daria em cima de mim, mas como todas as vezes foi extremamente profissional e educado, fui para o quarto tomei um banho, resisti a uma mastubação e dormi cedo para estar bem disposta na terça feira.
Na manhã seguinte me arrumei e fui para o cliente de taxi junto com Alan. Foi um dia duro e extressante, mas apredi bastante com Alan, ele é um exímio negociador, no final da tarde ele conseguiu bater nossa meta, deixando para a quarta só alguns detalhes do contrato.
Fomos jantar em um restaurante cinco estrelas em Sampa, para comemorar os objetivos cumpridos, o elogiei bastante, Alan estava eufórico, enquanto jantávamos, tomando uma garrafa de vinho. Após a sobremesa, ele perguntou se eu não queria ir dançar.
Relutante, mas diante do charme e da insistência dele eu concordei, Levou a um reservado do hotel, afinal nada tinha a fazer, a não ser ficar no apartamento vendo TV, sem dizer que o convite vinha de um cavalheiro lindo. O local era bem agradável, meia luz, música romântica, gostosa para dançar, coisa que eu adorava, mas meu marido não apreciava dança.
Fazia tanto tempo que eu não dançava. Começamos a dançar uma música lenta. Logo ele foi me apertou bem junto a ele.
Pensei em me afastar, mas deixei, afinal era uma musica romântica para se dançar assim. Dançávamos bem colados.
A mão dele passou das minhas costas e foi até minha cintura onde inicia a elevação das nádegas. Senti um arrepio, afinal desde casada, nunca fiquei nessa situação com um homem diferente do meu marido. A outra mão dele que segurava minha mão esquerda, ele trazia prensada entre nossos corpos, e a costa da mão dele ficava encostada no meu seio o que não posso negar, me dava uma excitação natural. Ele passou a me elogiar, dizendo que eu era linda, com corpo de fazer inveja às modelos, que meu marido era um homem de sorte, que eu dançava como uma bailarina. Fiquei vermelha de vergonha, sem saber o que dizer, afinal, jamais um homem vem falando essas coisas a uma senhora casada. Ele me apertou mais contra si pressionando meus seios contra seu peito e pude sentir o pênis dele, duro, encostado em mim. Aquela situação era nova pra mim, entrei em pânico, afinal era a primeira vez que acontecia uma coisa dessas. Excitada, dançando com outro homem, em outra cidade... Vi que aquilo estava ficando perigoso e disse que iria me retirar ao meu apartamento. Soltei-me dele despedi e tomei o elevador, tremendo, ofegante, nervosa, com as pernas bambas. No apartamento, abri o barzinho e tomei uma água mineral gelada para me acalmar, depois, enquanto tirava a roupa fiquei pensando no acontecido, ainda um pouco trêmula e ofegante. Vesti minha camisola, deitei e não consegui dormir pensando em tudo que aconteceu. Estava confusa, por um lado meu instinto de esposa fiel dizia uma coisa, por outro lado, havia uma sensação desconhecida, que me deixava em dúvida, que me excitava claro, pensando se deveria aproveitar essa oportunidade única de conhecer outro homem ou continuar na minha rotina e não trair meu marido.
Não podia negar que a vontade de conhecer outro homem me deixava excitada, estava carente. Estava com uma boa oportunidade, única talvez na vida, ali mesmo, no mesmo hotel, sem nenhum conhecido, um segredo que seria só nosso, é sem dúvida maduro, apesar da idade, por isso acho que jamais contaria a alguém. Acabei dormindo só de madrugada. Me masturbei pensando em Alan...
Na manhã seguinte acordei com a vagina encharcada, pegando fogo, quase que me masturbava novamente, mas o dia transcorreu tudo normal, eu e ele resolvendo juntos as pendências do contrato. A companhia dele era muito divertida e agradável.
Ao final do dia fomos de taxi, passeamos pela cidade e voltamos ao hotel. Quando chegamos ao hotel, me convidou para jantarmos dali a uma hora para rever o contrato e a negociação. Aceitei e fui para meu apartamento, de onde liguei para meu marido. Tomei um banho, coloquei um vestido leve que realçava minha cintura fina, revelando minhas costas bronzeadas e um discreto decote deixava entrever o colo dos seios e o sulco entre eles, me vi no espelho.
A princípio, me veio uma sensação de culpa, pensei em colocar uma roupa mais conservadora de trabalho, mas algo na minha cabeça mandava continuar assim e decidi continuar na minha loucura afinal era uma roupa nada escandalosa.
No restaurante, Alan novamente me elogiou. Qual mulher não adora ouvir elogios, ainda mais vindas da boca de um homem tão lindo e charmoso. Continuou dizendo que meu marido era um homem de sorte, por ter uma esposa linda, inteligente, com corpinho de adolescente, e disse algo que me deixou ruborizada, pois afirmou que eu era muito tesuda e gostosa.
Após muito conversarmos bebendo, fomos jantar.
Terminado o jantar, novamente fomos dançar. Desta vez ficamos dançando e pouco a pouco nos encostando cada vez mais e novamente senti o pênis rígido dele encostado em mim.
Aquilo me deixou excitada claro mas também com medo, mas o tesão falou mais alto e permaneci dançando, sentindo aquela coisa dura roçando meu abdome. A mão dele que estava em meus ombros, começaram a me acariciar as costas e, sua cabeça foi se aproximando do meu ombro, cada vez mais, sua boca veio junto ao meu ouvido, enquanto dançávamos coladinhos, a cabeça dele nos meus ombros, a boca dele junto ao meu ouvido. Ele começou a murmurar palavras de carinho, de elogios, aquilo foi baixando minha guarda. Começou a dar beijinhos na orelha me deixando arrepiada, depois no rosto, até que nossos lábios foram se encontrando. Ele passou a me dar selinhos nos lábios, eu sem resistir deixava que ele continuasse. Ele viu que estava me seduzindo, até que seus lábios colaram aos meus e senti a língua dele invadindo meus lábios, querendo penetrar minha boca e, inacreditavelmente, ao invés de me ofender, entreabri meus lábios como um convite à sua língua. Foi o bastante para sentir a língua dele começando a penetrar boca adentro, eu recebi aquela língua quente que tocou minha língua e ainda retribui, colocando agora, minha língua entre seus lábios, que ele imediatamente prendeu com seus lábios e nossas línguas começaram a travar uma batalha. Eu fiquei com as pernas bambas, trêmulas, respiração ofegante e instintivamente, num gesto de ousadia mas inconscientemente, fui abraçando mais forte. Senti a dureza do pênis dele encostando ainda mais na minha região do púbis, ele também me abraçou mais forte.
Por sorte a tênue luz ambiente não deixava ninguém perceber nada, todos casais estava dançando bem coladinhos e trocando beijos apaixonados, ninguém prestando atenção ao que outro casal fazia. Naquele momento senti que tinha atingido um ponto perigoso de onde não dava mais para voltar.
Trocamos olhar cúmplice, nos beijamos e sem palavras nenhuma, ele me pegou pelos braços fomos saindo da pista de dança, e nos dirigimos ao elevador. Subimos para o meu apartamento, como se fosse um casal voltando do jantar.
Eu mesma me surpreendia pela minha atitude dócil, sem protestar, sem dispensá-lo. Ao entrar no meu apartamento e fechar a porta, com ele me seguindo, enquanto eu passava o trinco na porta, ele me abraçou por trás fazendo sentir seu pênis em minhas nádegas. Me virou de frente, me encarou, ai meu Deus, eu vendo aquele rosto lindo, másculo tão próximo naquela penumbra, aquela voz máscula murmurando palavras de amor. Ficamos olhando olhos nos olhos enquanto nossos rostos iam se aproximando, começamos a nos beijar, beijo lascivo, língua com língua. Enquanto me beijava, Alan foi me acariciando por cima da roupa, até que começou a descer o zíper do vestido nas minhas costas. Abaixou as alças pelos meus braços e deixando a parte superior do vestido caido até a cintura. Ficamos abraçados e beijando, eu com a parte de cima do vestido na cintura e soutian que deixava ver o colo dos seios, enquanto ele discretamente ia tirando sua camisa e ficando só com a calça. Tiramos nossos sapatos enquanto nossas línguas travavam uma batalha, enquanto me beijava.
Alan com as mãos na minha costa, desabotoou meu soutian soltando as alças dos ombros, eu ajudava encolhendo os braços. Foi tirando pelos meus braços até que abaixou as taças deixando meus seios livres, e colocar o soutian sobre a cadeira enquanto vinha beijando meu pescoço. Suas mãos seguravam e apertavam meus seios, depois sua boca vinha beijando, meu colo e finalmente meus seios. aiii Alan!!!
Enquanto seus lábios prendiam meu mamilo, a mão segurava em cheio o outro seio. Depois foi a vez dele abrir o zíper lateral na altura da cintura, do meu vestido, vestido que tinha ganho de presente do meu marido. Me virei de lado para facilitar a ele ver o zíper lateral do vestido, logo ele abria o fecho. Era uma situação inusitada para mim, pois nem meu marido fazia isso, de abrir o meu vestido. Não acreditava que eu me virei para oferecer ao um homem estranho abrir o zíper que era a última defesa do meu corpo, e ainda mais dentro de um quarto de hotel, onde uma convidativa cama ficava a nossa frente. Ele tirou meu vestido e sua calça. Me deixou só de calcinha cavada, que deixava minhas nádegas de fora e ele de cueca. Era a primeira vez que outro homem que não o meu marido, tirava meu vestido, desabotoava meu soutian, e me via apenas com uma minúscula calcinha. E agora, eu em pé só de calcinha, com os seios a mostra com mamilos rígidos roçando um peito peludo, abraçando um homem só de cuecas, e nós dois num quarto de hotel, sem nenhuma testemunha e com uma convidativa cama ao lado e uma penumbra que criava um ambiente mais secreto e excitante ainda. Depois de muitos beijos nos lábios e nos seios, ele me pegou em seu colo e me levou em seus braços para a cama, onde me deitou carinhosamente. Veio ao meu lado só de cueca e passou a me beijar, aquele beijo lascivo, gostoso, língua com língua, meus seios comprimido pelo seu tórax peludo. Seu pênis estava tão duro, que levantava a cueca empurrando o tecido.
Ele ficou por cima, eu sentindo a pressão do torax peludo sobre meus seios, abri minhas pernas, ele entrou entre elas e senti o pênis dele forçando encostando na região vaginal, enquanto ele me beijava. Passou a beijar meu pescoço, meu colo enquanto suas mãos massageavam meus seios, ele continuava lambendo meu pescoço, meus seios, a barriga e desceu pelas coxas e pernas. Veio subindo beijando tudo, até lamber-me os seios novamente. Ele os segurou e apertou com as mãos enquanto chupava os mamilos que estavam rígidos, dizendo:
- "Que peito lindo, gostoso de chupar, macio".
Minha respiração se acelerou, não consegui me conter a passei a gemer com as carícias que ele fazia. Ele começou a tirar minha calcinha e para minha surpresa, eu não fiz nenhum gesto para impedi-lo, pelo contrário era como se aquilo fosse a coisa mais natural. Seus dedos seguraram as laterais da minha calcinha e começaram a puxar para baixo, primeiro descobrindo os pêlos, depois os quadris que levantei ajudando. Nem acreditei, eu uma esposa dedicada e fiel, levantando os quadris para facilitar que um homem tirasse minha calcinha, e isso eu deitada numa cama, e um homem só de cuecas. A seguir minha calcinha passou pelas nádegas, até que ele tirou pelas pernas me deixando toda nua.
Eu a esposa fiel, deitada toda nua e nem senti vergonha com ele olhando e admirando meus seios, minha barriguinha, os pêlos vaginais, minhas coxas, pernas. Ele começou beijando minhas pernas, meus joelhos, minhas coxas, pouco a pouco foi afastando uma coxa da outra. Com todo carinho, começou a lamber as laterais de minhas coxas até chegar aos lábios vaginais, a pele entre a vagina e o ânus fazendo eu gemer e estremecer. Em certo momento abriu minhas pernas, arregaçando minha nádegas, falou:
“- Amor, que bucetinha linda amor!
Deixa eu chupar essa buceta gostosa?”
Mais que depressa respondi dizendo.
- "Me chupa toda por favor, chupa minha bucetinha"
Ele colou sua boca para me chupar, senti aquela boca quente em contato com minha vagina. Começou lambendo, senti a língua passando por todo rasgo da vagina e depois penetrando o orifício vaginal com sua língua. Era uma sensação estranha, tesão e medo, eu não parava de tremer e gemer.
Nem meu marido me deu tanto prazer em todos esses anos, e para dizer a verdade, nunca me senti tão a vontade com meu marido como estava sentindo naquela hora. Eu com as coxas toda aberta, com um homem enterrando sua cabeça mo meio das coxas, chupando toda minha vagina. Um outro homem chupando aquela vagina que era só do meu marido. Uma onda de choque percorria meu corpo, não aguentei muito e disse:
- Vou gozar!
Ele disse:
- Goza amor, goza na minha boquinha, quero sentir o seu mel.
- Vou chupar todo mel da sua buceta, goza amor.
Ele chupou com mais força e eu me entreguei, gozei gemendo, gritando, me estremecendo, meus quadris pulando sem controle. Ele segurava firme minhas nádegas e coxas, para não deixar a língua escapar da minha vagina.
Gozei muito gostoso na boca de outro homem pela primeira vez. Nem com meu marido gozei tão violento e gostoso assim, aliás, meu marido nunca me fez gozar na boca dele.
Eu fiquei tremendo, com a respiração ofegante.
Ele continuou chupando minha vagina que jorrava líquido do amor. Aquilo me acendeu novamente. Eu não agüentei mais, e pedi que ele me possuísse, nem acreditei que eu uma mulher casada, estava pedindo a um homem para me possuir, mas não estava aguentando mais não aguentava mais de tesão. Então, só aí ele tirou sua cueca libertando um pênis enorme, senti um estremecimento ao ver aquilo. Segurou minhas pernas, abriu minhas coxas e se posicionou sobre mim e vagarosamente encostou seu pênis na entrada vaginal e foi pressionando, até que seu pênis começou a penetrar em minha vagina.
Ele dizia,
- Amor, está sentindo meu pau entrando na sua buceta?
- Abre essa a bucetinha quentinha, abre ela para meu pau entrar até o saco.
A minha tesão era muito grande, ao sentir seu pênis me penetrando firme, me abrindo. Nem pensei em meu marido, nem na traição que estava cometendo ao receber uma pênis estranho em minha vagina, a vagina que pertencia somente ao meu marido até aquela data. Eu estava sendo possuída por outro homem pela primeira vez na minha vida, sentindo um pênis dentro da minha bucetinha que só meu marido conhecia.
E tudo isso sem camisinha, minha vagina sentindo o contato direto do penis. Ele meteu até o fundo e começou a mexer, eu sentia o saco dele batendo em minhas nádegas.
Depois ele ia tirando tudo e voltava a penetrar de novo, me matando de tesão, eu não conseguia conter os gemidos de prazer. Ele estava com muito tesão também, pois gozou logo.
Fiquei um pouco sem jeito, pois queria mais, queria que ele metesse mais acabando com meu tesão. Ele deitou do meu lado e eu não sabia o que fazer, afinal eu era uma iniciante, nunca me aconteceu uma coisa assim. Fiquei pensando na loucura que tinha feito, mas agora já estava feito. Virei para ele, passei a mão pelo peito cabeludo e desci até o pênis. Estava semi mole. Agarrei, apertei, mexi no saco.
Olhava aquele pênis que me penetrou, todo melado com meu líquido e seu esperma, aquele pênis que tinha me comido, todo liso, escorregadio, brilhando de esperma misturado com meus líquidos vaginais. Ele começou a dar sinais de vida.
Apertei novamente e fui com a boca em direção a ele, engolindo aquele pênis todo lambuzado, coisa que nunca tinha feito com meu marido, imagine chupar um pênis todo lambuzado. E isso por ser a primeira vez me dava mais tesão ainda, eu segurava o pênis dele, lambia toda extensão, depois colocava na boca e engolia até onde conseguia.
Lambi a cabeça toda melada com uma mistura de meus sucos com o esperma dele, lambi o pau ao longo de seu comprimento e só aí pude ver que aquele penis era bem maior que do meu marido, e fui até o saco. Lambia todo aquele pau, voltava na cabeça e colocava a cabeçuda na boca e dava uma chupada forte. Logo ele ficou duro. Ai passei a chupar com vontade, com força. Metia na boca, passava a língua, chupei muito, como jamais tinha feito com meu marido. Quando senti bem no ponto eu parei de chupar, fui por cima cavalgando e sentei em cima dele. Segurando o pênis com a mão, encostei a glande na entrada enquanto ele dizia:
- "Senta no meu pau amor, faz sua buceta engolir meu pau".
Devido a posição, enquanto eu tentava encaixar o pênis na entrada vaginal, vi que escorreu esperma de dentro de mim molhando o pênis dele e deixei meu corpo ir caindo. Foi entrando, entrando até que entrou tudo, não agüentei e passei a gemer. Passei a subir e descer como uma louca.
Que delícia sentir aquele pau entrando em mim. Ele dizia:
- Cavalga meu pau amor.
Cavalga, engole-o com sua bucetona.
Assumi o controle. Fiquei cavalgando até que não agüentei mais de tesão, e quando senti que iria gozar, mexi forte e rápido. Ele não agüentou aquilo e gozou lançando jatos de esperma dentro de mim se contraindo, eu falei:
- "Já vem, vou gozar, vou gozar, estou gozandoooo"
Gemendo enquanto eu explodia num gozo sem igual, não conseguia me conter, eu urrava, gemia, me estremecia.
Não acreditava, eu uma mulher casada, cavalgando, gemendo, sobre um outro homem, até fazê-lo gozar dentro de mim, não dava mesmo para acreditar. Ai fui eu quem caiu de lado exausta de cansaço, estava exausta, mas levantei e fui tomar banho, ao chegar em frente ao banheiro vi o esperma escorrendo da buceta para minhas coxas. Ao voltar, ele estava deitado na cama, eu pedi que ele fosse para o apartamento dele, pois me veio um resquício de culpa e vergonha. Ao ficar só na cama, me veio uma pequena sensação de culpa ao sentir o esperma dele ainda escorrendo da minha vagina, mas a sensação de satisfação era maior.
Na manhã seguinte, ao ver a mancha no lençol, eu estava com um duplo sentimento. Saciada e com culpa. Era um dia livre para passear e conhecer a cidade. Aproveitamos o dia juntos, de forma discreta. Cada um disfarçando, mas estávamos com muito tesão.
Na volta do passeio, paramos no restaurante para jantar um prato leve, depois, no elevador eu disse a Alan que iria tomar um banho e que se ele quisesse poderia vir ao meu apartamento, dentro de meia hora. Assim que tomei meu banho e já fiquei só enrolada no roupão, não vi motivo para me vestir, afinal ele já conhecia meu corpo todo. Liguei ao meu marido, para evitar que ele ligasse em momento indevido, ao ouvir a voz dele, quase desisto de receber meu chefe. Depois de falar com ele, antes que pudesse pensar em desistir ouvi batidas na porta. Era ele, e assim que entrou, me tomou pelos braços como se fosse a coisa mais natural, com isso perdi toda vontade de parar com aquela loucura. Ele tirou meu roupão e se despiu jogando as peças da sua roupa no chão, foi bem diferente da noite anterior, era como se cada um quisesse aproveitar cada momento cada minuto e por isso nos despimos logo. Ficamos em pé, pelados, fomos nos aproximando, para minha surpresa, eu não senti nenhuma vergonha de estar toda nua, vendo meu parceiro pelado em minha frente se aproximando de mim, com o pênis duro, fomos nos aproximando até que acabamos nos abraçando.
Como era gostoso, sentir a pele de outro diretamente na pele da gente. O pênis dele encostado aos meus pêlos vaginais, meus seios comprimindo seu tórax. Ficamos assim, abraçados, o pênis rígido dele encostado em meu estômago, enquanto nossas línguas travavam uma batalha, até que ele me levou para a cama, e caímos na cama abraçados e beijando, até que ele foi beijando todo meu corpo dizendo:
- "Abre essa buceta amor, agora vou chupar sua buceta".
Se virou para chupar minha bucetinha, e passou as pernas uma em cada lado da minha cabeça dizendo:
- "Chupa meu pau amor, chupa".
Vi diante de mim, um pênis duro e comprido, enquanto gemia de prazer com a língua dele na minha buceta. Peguei aquele pênis que balançava em minha frente e comecei a beijar até que coloquei na boca e começamos um 69 maravilhoso. Não podia acreditar, eu uma mulher casada deitada nua com um homem em cima de mim chupando minha vagina enquanto eu estava com metade do pênis dele enterrado em minha boca, até que cada um acabou gozando na boca do outro.
Eu engoli toda esperma que jorrava daquele pênis, coisa que também eu fazia pela primeira vez. Já tinha ouvido falar em 69, mas meu marido nunca fez isso e nunca ele tinha gozado em minha boca, nem sabia qual era o gosto de esperma.
Estranho o fato de uma esposa só vir a conhecer o gosto de esperma com outro homem. Fizemos amor a noite toda, quando ficávamos exaustos, dormíamos abraçadinhos e ao acordar daí a algum tempo, começava de novo, até os dois gozarem de novo e dormir abraçadinhos. Ele acabou dormindo, abraçado comigo até de manhã como marido e mulher e não sentia mais nenhum remorso em fazer isso. Na manhã seguinte, arrumamos nossas malas e voltamos para nossa cidade. Com o dever cumprido e totalmente saciada!
Estou muito envolvida com Alan, quando meu marido viaja as vezes Alan dorme lá em casa... Na empresa, ele se mostra muito profissional, mas quando se desliga do trabalho ele vira um garanhão... Eu não estou conseguindo resistir... estou apaixonada e meu casamento está por um fio... Preciso encontrar uma solução logo.
COMERAM MINHA ESPOSA!😈🤤
Casei-me cedo com Sueli, tinha apenas 20 anos e ela apenas 17, em matéria de sexo tive pouquíssimas namoradas, principalmente porque desde a adolescência nos jogos de futebol via que todos meus amigos tinham pênis maiores que o meu, aquilo me deixava frustrado. Ela então casou comigo virgem, mas apesar de nossa pouca experiência sexual tudo corria bem. Além de ser uma mulher linda, loira de olhos verdes, seios grandes, cintura fina, uma bunda de fechar o comércio…tinha um apetite sexual intenso, bastava beijá-la, fazer alguns carinhos que já ficava nua querendo fazer sexo. Apesar de meu pinto duro medir apenas 13 centímetros também era só dar uma alisada que ficava duro rapidinho.
Tudo transcorria normalmente, tinha um bom emprego de vendedor, ganhava bem, morávamos em uma boa casa, como não tínhamos filhos ainda, por opção dela porque queria terminar a faculdade, toda vez que tínhamos folga a gente saia bastante pra todo tipo de festas, principalmente porque Sueli adorava dançar…apesar de eu não gostar muito…mas adorava acompanhá-la. Vê-la dançando era uma delicia. Ela era uma mulher muito sensual dançando qualquer tipo de musica. Apesar de meu “pequeno problema” dificilmente tinha ciúmes dela. Sueli sempre me deu muita segurança.
Depois de uns tempos de casamento e comecei a pegar uns filmes pornôs pra gente assistir juntos. Algumas vezes ela começou a comentar a respeito dos paus enormes dos atores dos filmes…e eu brincava com ela dizendo que eram de mentiras…só meu pauzãozinho é que era de verdade,
Teve um dia que fomos a uma festa em uma cidade perto da nossa e Sueli bebeu um pouco a mais de vinho e isso fez com que ficasse mais tarada ainda…e quando estávamos voltando ela viu um motel na estrada e mandou que parasse ali porque queria transar num lugar diferente.
Mais que depressa atendi o desejo de minha esposa super safada e tarada. Quando estacionei, ela nem esperou fechar a lona da garagem, tirou o vestidinho colado e curto do corpo, ficou só com um conjunto de lingerie de oncinha e passou pela traseira do carro, se alguém que trabalhasse no motel ou algum carro tivesse saindo pra ir embora com certeza a veriam só de langerie…entramos no quarto e transamos super gostoso.
Depois disso ficamos relaxados, assistindo a um filme em que um negro de pau super grosso metia em uma loirinha parecida com minha querida esposa. Ela assistia aquelas cenas e pegava no meu pau dizendo toda safadinha e dengosa, o vinho a tinha deixado mais soltinha:
-meu amor…acho que eu não agüentaria uma pica tão grande assim na minha bucetinha…teu pintinho de vez em quando a deixa ardendo!
Eu entrei na brincadeira só pra tentar ver até onde a bebida a deixava mais tarada…virei-a de quatro e comecei a meter novamente nela dizendo:
- Meu amor…tenho certeza…do jeito que vc é gostosa….ia rebolar que nem uma putinha…numa pica igual essa…ia gozar muito gostoso…e tenho certeza…que iria querer mais no outro dia…sua tarada!
Ela entrou na conversa cheia de safadezas e disse:
- ai amor…eu não acredito que vc acha isso de mim…eu não sou tão safada assim…meu amor…sou santinha!
Eu metia com força…e continuei arretando-a com palavras e sugestões safadas, dizendo:
- Eu sei…se vc liberar a putinha que tá escondida dentro de vc…ninguém te agüenta…sua safada…imagina…a pica do negrão do filme dentro da tua bucetinha apertada…imagina e rebola gostoso…vai rebola…goza..goza gostoso…imagina aquela pica inteirinha dentro…vai…putinha safada …rebola na pica do negão…goza!
Eu sei que alguma coisa despertou a vadia que estava adormecida dentro da minha querida esposa safada…seu corpo começou a rebolar que nem uma louca e gozou loucamente…e eu junto com ela, viajando na loucura…Quando nos acalmamos brinquei com ela dizendo:
-ei ai…gostou do pau grosso do negão…né, sua safada?
Ela tentou argumentar brincando também:
-vc é que quis que eu desse pra ele…eu só fiz o que vc mandou…tarado.
Continuamos a conversa cheia de duplos sentidos e insinuações enquanto tomávamos banho.
-eu só sei que quando minha querida esposinha safada tomar um pouco de vinho a mais….se tiver algum negro de pau grande por perto…é perigoso eu ganhar um par de chifres né?
-ai amor…vc acha que eu teria coragem de fazer isso com meu querido maridinho…só se vc mandasse igual hj…vc que disse pra imaginar que o negáo do filme tava me comendo…eu só imaginei. Rss…vc não teria coragem de fazer isso….de verdade…teria…meu amor?
-Sueli…minha esposa tarada e vadia…depois de que vi hj…com a cabeça cheia de vinho…vc ficou praticamente nua na porta da garagem se mostrando pra quem quisesse ver…acho que vc faz qualquer coisa…mas eu adoro vc….minha putinha deliciosa!
Beijamo-nos ardentemente selando nosso amor e nossa primeira safadeza.
Depois desta descoberta de desejos ocultos safados…toda vez que transávamos eu colocava o negro do filme ou algum outro cara de pica grande no meio de nossa farra…ela apesar de fazer parecer que não gostava muito, depois que o tesão pegava a safada gozava mais gostoso…e sem bebida. rsss.
Foi então que surgiu uma oportunidade de fazer uma coisa diferente pra apimentar a nossa vida que estava cada vez mais legal…
Iria acontecer a inauguração em uma cidade vizinha de uma boate GLS muito badalada…e como o local alem de não ser muito grande o numero de convidados ia ser limitado…principalmente por ter shows de sexo ao vivo, muita gente iria quer ir…mas, como eu conhecia um dos donos rapidamente consegui 3 convites, porque tinha uma prima de minha esposa, Sara, que estava visitando a gente e que com certeza iria querer ir também.
Sara era um ano mais nova que Sueli se separara do marido, tinha vindo passar uns dias pra esfriar a cabeça…ela era muito legal, e muito linda também…e pelo que eu sabia também era bem safadinha.
No dia do evento pra deixar tudo mais legal…providenciei umas garrafas de vinho e enquanto nos produzíamos já fui servindo taças de bebida pras mulheres….elas estavam todas animadinhas…e lindas. Sueli minha esposa estava com um vestido preto colado com as costas praticamente nua, salto bem alto, que deixava sua bunda maior ainda. Sara sua prima parecia ser mais irmã…de tanto que se pareciam….só o cabelo da minha esposa é que era mais loiro…o vestido curto de Sara era vermelho e igualmente estonteante….as duas estavam lindas…e já bem alegres pela bebida ,tínhamos tomado duas garrafas e quando saímos pra ir pra boate eu disse pra Sueli:
Hj a noite é de vcs meninas….vcs serão as mais lindas e mais gostosas da festa…com certeza vcs vão levar muitas passadas de mão…e serão encoxadas à noite inteira…com certeza vão sentir muitas picas…nas bundas.
Minha esposa ja alegre pelo vinho mais que depressa disse bem safada:
-ai gostoso…será que vai ter algum negão pintudo pra encoxar a gente Sara? Meu marido é muito safado…me faz eu tomar vinho…pra me deixar mais tarada…depois não reclama hein….e o pior é que faz 3 dias que não transo…meu querido marido não parou em casa…estes dias!
Quando chegamos à boate antes de descer do carro disse a Sueli:
-queria te pedir uma coisa minha querida esposa….tira a calcinha…vai sem…safada….vai ser mais gostoso…faz o que to pedindo…tira!
Por alguns segundos ela ficou pensando….mas logo em seguida levantou o vestido e tirou a minúscula calcinha fio-dental ficando somente com aquele micro-vestido preto com a costas toda de fora. Antes de descer do carro ela disse a Sara pra também tirar a calcinha, para que as duas entrassem na boate iguais…ela também tirou…mulheres com bebibas na cabeça fazem coisa que ninguém acredita se contar…
Entramos e já estava cheio de gente…eu no meio de duas mulheres lindas, uma de preto e outra de vermelho, tinha uma pequena mesa no canto onde ficamos esperando, enquanto isso peguei mais vinho pras elas, que continuavam a beber…e ficar mais alegres e desinibidas…perto dali tinha uma pequena pista de dança onde algumas mulheres dançavam ao som de musica tecno, enquanto todos aguardavam o inicio do primeiro show que iria acontecer…seria um show erótico de 02 casais fazendo sexo ao vivo…durante 15 minutos…como as mulheres estavam rebolando ao meu lado…só pra deixá-las mais animadas eu disse pra elas que fossem dançar junto com as outras.
-vão dançar lá na pista….gostosas…arrasem…mostrem o tanto que vcs são deliciosas…façam os homens babarem e deixem as mulheres com inveja..vão lá…
As duas foram pra pista e começaram a dançar aquelas musicas rebolando sem parar…em segundos elas estavam soltas…sensuais e maravilhosas …de vez em quando vinham tomar mais um pouquinho…percebi que já tinha alguns garanhões olhando gulosamente pras duas!
Quando o DJ anunciou que o show erótico ia começar…fomos o mais que podíamos perto do palco….como as meninas eram mais baixas apesar do salto alto….e tinha um degrau atrás de mim…fiquei na frente e deixei as duas atrás de mim..elas ficaram encostadas em meus ombros…quando a luzes da boate se apagaram, ficou apenas a luz do pequeno palco onde entrou o primeiro casal do show…ele de sunga apertada evidenciando o volume de um pênis enorme e a garota só de calcinha e soutien…eles começaram a se beijar e se alisar.
A boate estava completamente lotada, e por causa do show estavam todos aglomerados ao redor do tablado onde iria rolar o show de sexo…uma musica sensual colocava mais erotismo no ambiente….quando a atriz do show tirou a sunga do ator pulou um pau enorme que ela pegou com a boca e começou a chupar com vontade…ele a pegava pelos cabelos e socava aquela pica enorme e grossa em sua boca….fazendo-a engasgar…atrás de mim Sueli apertou meus ombros com a mão e disse baixinho em meu ouvido:
- Meu amor…que pauzão enorme, minha bucetinha até piscou…Rss…isso tá uma loucura…to adorando!
De leve subi meus dedos por suas coxas e senti sua bucetinha toda úmida, a safada então tornou a dizer:
- querido…ja já vai escorrer…to com um tesão..danado…a Sara também falou que tá toda molhada….tem um cara encoxando ela.
O ator se sentou em uma almofada e a atriz sentou naquela rola enorme e começou a cavalgar aquele mastro…e ai Sueli…disse uma coisa que fez com meu pauzãozinho desse pulos de prazer:
-querido…tem um cara colado na minha bunda…e tá esfregando um pau enorme em mim…o que faço…meu amor…nossa…que cara safado!
Mais que depressa disse:
-meu amor….relaxa…se encosta em mim e deixa ele te encoxar…mostra que vc é gostosa….rebola…minha putinha…deixa rolar…
Quando entrou o outro casal no tablado…ja completamente nus…o burburinho tomou conta da platéia…ela linda e loira e alta…ele negro e com uma pica maior que a do outro ator….eles transavam com vontade metendo de todas as maneiras….sexo quase selvagem….
Eu levei minha mão entre as coxas da Sueli e tomei um susto….tinha uma pica enorme entre elas….deslizando entre os lábios de sua buceta…ela rebolava e segurava aquela pica com uma das mãos….e inclinada em meus ombros sussurrou em meu ouvido:- meu amor…ele…ele tá querendo
enfiar..em mim…eu…eu…o que faço…amor…?
-cala a boca …minha putinha…deixa ele te comer…vc quer…sua vadia!
Eu disse isso….e em segundos ouvi um gemido mais forte no meu ouvido.
Aquela pica enorme tinha entrado na bucetinha melada da minha querida esposa…ela se reclinava em meu ombro direito pra receber aqui-lo tudo com mais vontade…e do lado esquerdo Sara tava fazendo a mesma coisa…a putinha safada também gemia…subi minhas mãos e conferi que as duas estavam com picas enterradas nas bucetas sedentas e safadas!
Sueli…acho que pra deixar eu mais tarado…tornou a sussurrar baixinho:
-que pica grossa…meu amor…grande…muito grande…minha bucetinha vai….vou gozar….gostoso…ahhhhhh…
As duas vadias me abraçaram de lado…quando olhei pra trás os rapazes tinham sumido…o show ainda continuava….passei a mão no meio das coxas das duas vadias e tava escorrendo porra pelas coxas …rapidamente conduzi as duas até a mesinha e pegando guardanapos falei pras duas irem ao banheiro se limparem.
Depois de alguns minutos apareceram as safadas…com as carinhas de boas moças…sorrindo…e dizendo:
-amor…vc foi sensacional…o melhor marido do mundo…me fez eu sentir uma coisa que nunca senti…
Sara então me beijou no rosto e disse:
-quando formos embora vc vai ser recompensado com coisas muito gostosas …por ser tão legal…
quando chegamos em casa as duas juntas chuparam meu pau me fazendo eu gozar que nem louco….se beijavam tendo meu pau entre os lábios de duas maravilhosas mulheres….e transei com as duas…me sentindo o mais macho do mundo…apesar de meu pequeno problema. Rsssss
Mas esta liberação sexual de minha querida esposa logo iria fazer com que
eu me tornasse um corno com muitos e muitos chifres. Depois que ela sentiu pela primeira vez em sua bucetinha apertada uma pica grande e grossa dentro daquela boate…iria querer repetir sempre, com certeza.
Mas…isso fez com que eu sentisse muito mais tesão…o prazer aumentou e muito…tudo parecia que ficava mais delicioso e delirante…rss.
Phatty 💋😈💭
Simplesmente perfeito!
⭐🐂♠️Nada mais será como antes para esse casal ,agora são cúmplices ♠️🐂⭐
Quem aí quer assim?
1º menage nosso...
By: Corninho Feliz
Olá, meu nome não é tão importante, mas podem ficar sabendo desde já que sou um corninho feliz.
Lendo relatos de maridos que adoravam ver suas esposas com outro despertou em mim tambem esta vontade de ver minha esposa com outro, isso aumentava cada dia mais e sempre que eu ia transar com ela ficava pensando em como seria se outro estivesse ali no meu lugar metendo na sua bucetinha, e nisso eu gozava como louco
Minha esposa tem 24 aninhos e eu 35 ela tem 1,65 56 kg morena cabelos meio loiros, peitinhos pequenos e uma bucetinha linda que quando ela coloca short apertadinho sua xaninha fica muito linda.
Certo dia decidi contar pra ela minha fantasia pois a cada dia que passava meu tesão aumentava mais em ver ela com outro na minha frente, é claro que tinha ciúme e receio de que ela me trocasse por outro, mas fui conversando com casais que ja tem experiencias e fui me acalmando e só ficava com um pouco de ciúmes em imaginar ela dando pra outro, fazendo tudo que ela faz comigo e mais um pouco.
Mas meu tesão era maior, até que tomei coragem em falar pra ela esta meu desejo, claro que ela achou que eu tava doido, ficou com raiva uns tres dias, deixei de lado essa conversa por uma semana
Então eu falei novamente pra ela depois de uma tansa nossa e ela me perguntou de onde eu tirei esta ideia, foi então que falei pra ela deste site e dos contos publicados nele e convenci ela a ler alguns, na mesma noite ela leu uns cinco contos (aqui do Te Contos) que eu tinha separado, e vi que seu semblante mudou um pouco, então perguntei a ela o que achou e ela me respondeu que gostou muito, só que ficou me perguntando que seria verdade ou não, então comecei a beijar ela e perguntar se fosse verdade, é claro ja metendo a mão na sua xaninha e ela estava toda molhadinha então eu disse:
- vc gostou nê safada…
Ela sorriu e disse que sim, naquela noite fudemos como dois animais ela gozava como nunca, e ficava falando pra ela imaginar outro ali metendo nela ai que ela mexia mais e mais.
Depois mais ou menso 2 meses eu sempre falava sobre minha fantasia propus a ela arranjar um pra come-la, e ela ficou paralisada é claro, relutou mas concordou que se fosse mesmo arrumar outro pra ela teria que ser com alguem que nos nunca vimos, então disse que iria arranjar, claro que ela naum acreditou muito e dizia que na hora eu não iria deixar ela dar pra outro, então eu disse:
- vou arranjar, mas eu tenho que ver e tirar umas fotos de vc com outro…
Ela disse:
- já que vc quer, depois não vai reclamar que te trai, pois é vc que quer
Nesta hora ja tava com pau duro feito pedra que fui logo tirando a roupa dela e metendo e ela ja estava toda meladinha.
Publicamos fotos nossa em um site de encontro de casais e sempre recebíamos propostas mas não tinha achado algum do jeito que ela queria, até que 1 mes depois de nosso anuncio recebemos uma mensagem de um coroa de 46 anos, ela sempre gostou de caras mais velhos, boa pinta e não usava palavras de baixo escalão na mensagem, ela se interessou respondemos a ele e mantiamos contato sempre por whats e ele sempre educado até que foi nos passando confiança.
Então falei com minha esposa que poderiamos marcar com ele na hora que ela quisesse, é claro deu um calafrio nela pois por zap é uma situação mas pessoalmente é outra.
Até que marcamos com ele numa quarta a noite as 21:30hs num barzinho no outro lado da cidade pra ter certeza de que não iria aparecer nenhum conhecido, antes de nos arrumarmos, ela ainda me perguntou se iria continuar com isso, eu disse que queria ja com pau duro ela pegou nele, e disse:
- safado, então vc vai escolher com que roupa eu vou
Fui até sua parte do amario peguei um vestido comportado mas ousado e não vulgar pra não dar na cara, uma langerrie preta de amarrar de lado com pouca transparência mas ousada, ela se perfumou toda e eu ali vendo tudo com pau como pedra, pegamos o carro e fomos para o local marcado é claro com uns 15 minutos de atraso devido ao nervosismo nosso.
Ao chegar fomos logo conhecendo, moreno claro pocos cabelos na barriga tinha mais ou menos 1,70 de altura bem vestido, e ele educado me comprimento, comprimento ela com um beijo na mão, e la é claro muito nervosa e eu tambem é claro pois tava levando minha esposinha pra outro macho comer, mas o tesão era muito maior.
Ficamos mais ou menos uma hora bebendo vinho, ela adora vinho,comendo petiscos falando sobre diversos assuntos e ela falava tambem mas bem pouco, até que começamos a falar sobre sexo, minha esposa ja tava com a mão suando, e comecei a falar da fantasia e ela sempre me ouvindo com muita atenção de vez em quando olhava pra ela e elogiava e ela sorria
Depois de mais meia hora devido ao vinho que ela tava tomando ela começou a se soltar falando mais, então ele pro iniciativa própria pediu a conta ele mesmo pagou se levantou e disse:
- então vamos sair daqui pra um lugar mais reservado
Na hora gelei e pensei:
“agora fudeu daqui a uns 20 minutos este cara vai tar metendo na minha esposinha linda na minha frente…”
Mas não tinha como voltar atraz ja era tarde, ela olhava pra mim ja com um pouco do efeito do vinho e dizia:
- vc quis agora ja era…
Fomos pro meu carro, ela sentou no banco da frente e ele no de trás andei 50 minutos parei o carro eles ficaram me olhando meio sem saber o que fazer, então eu disse pra minha esposinha:
- desce e vai junto com ele no banco de tras pra vcs irem se conhecendo melhor
Eles sorriram e segui em frente é claro ele sentou coladinho dela, a caminho do motel via pelo retrovisor central eles conversando bem baixinho, quando vi ele beijar seu rostinho lindo bem suave meu coração que ja estava disparado quase saiu pela boca, em seguida vi eles se beijando como namorados ai fui a loucura, mas não podia voltar atrás, dava pra ouvir a respiração ofegante dos dois, meu pau neste momento estavo feito rocha, imagina meu amigo leitor sua esposinha linda com outro macho prestes a comer ela na sua frente!
Chegamos ao motel eles deceram ja abraçadinhos como namorados e eu fique pra tas olhando a cena com muito ciume e muito tesão, ao entrar ele não disse mais nada e nem ela, fiquei vendo eles se beijarem ele acariciando seu corpo ainda vestido e ela apertando o dele e eu ali em pé sem ação não sabia se sentava ou se ficava em pe olhando ou me retirava, então pra eles ficarem mais a vontade fui ao banheiro, tirei toda minha roupa tremendo como vara verde
E quase gozando fui bem devagar olhando com a camera na mão e tocando uma bem de leve pra não gozar logo, vi ele levantando o vestido dela passando a mão em suas pernas e deixando ela só de calcinha e sutien, ela tirou sua camisa sua calça deixando só de sunga, seu pau não era muito grande, mas de bom tamanho, ela acariciando seu pau, então ela começou a chupar seus peitinhos lindos que so eu tinha chupado ate aquele momento, ela começou a punhetar ele bem devagar e eu ali perto deles pelado tocando uma
Depois ela mandou ele deitar e começou a fazer um boquete que nunca vi ela fazer comigo, fiquei pasmo em ver minha esposinha chupando, depois foi a vez dele, olha é uma cena que nunca vai sair de minha memoria, ver ela sendo chupada por outro ali na minha frente e ainda gemendo bem gostoso
Logo em seguida ela ja deitada ele começou a desamarrar a calcinha dela, soltou um lado, com seu pau direcionado na bucetinha dela deu uma pincelada e ela pedindo pra meter, então foi enfiando bem devagar e ela se ajeitando para penetrar mais
Olha confesso que me deu vontade de chorar ao ver minha esposinha DEBAIXO DE OUTRO GEMENDO e gostando, eles estavam fazendo papai mamae tão gostoso bem devagar e num ritmo tão suave que eu chegava tremer de tanto ciumes e tesão ao mesmo tempo
Ele metia tão suave que não se ouvia o barulho do saco batendo na sua bundinha linda, eles sebeijavam como dois apaixonados enquanto ele socava bem gostoso nela
É a cena mais linda que ja vi em toda minha vida, minha esposinha debaixo de outro gemendo, ele sabia como meter era um profissional do sexo e ela chegava virar os olhos em seguida ela gozou como nunca havia gozado comigo, ouvia os gritinhos dela debaixo dele, e ele segurando pra não gozar
Então ela deitou e pediu pra ela sentar, amigos, se vcs nunca vira uma mulher cavalgar gostoso, ela cavalgou como nunca, ela subia e descia ai pra frente e pra traz pro lado e pro outro e de vez em quando me olhava e dizia:
- ta gostando amor..
Quando ela começou a gozar de novo eu não aguentei e gozei dando gritos de tesão e ele ria da minha cara e dizia:
- vai corno, goza com punheta que eu gozo dentro de tua mulher seu corno…
E meu pau não baixava de jeito nenhum e ela rebolando ainda mesmo depois de ter gozado logo ele começou a urrar de tanto gozar dentro dela com camisinha é claro
Depois de exaustos foram tomar banho juntinhos os dois e debaixo do chuveiro ele sentou no chão e ela sentou em cima e começou a cavalgar de novo, gozando outra vez e fazendo ele gozar de novo,
Depois dese dia ainda não saimos com mais ninguem, mas se acharmos podemos quem sabe sair de novo, ainda ficamos olhando as fotos e gozando muito relembrando nosso primeiro menage, adoro rever as fotos e bater punheta relembrando este lindo dia.
Enviado ao Te Contos por Corninho Feliz
Imagem diz mais que mil palavras..
dá até sede
Me lambuza que eu gosto..
Meu Marido Adora Ser Corno
Meu nome é Isadora, mas todos me chamam de Isa. Tenho 42 anos e sou casada há 19 anos com o Fábio, que tem 44 anos de idade. Temos duas filhas que já estão grandes. Sempre fui extremamente fogosa, e meu marido nunca teve um apetite sexual muito grande, mas é um cara sensacional, atencioso e um ótimo pai. Quando solteira fervi muito, aproveitei bastante com muuuitas aventuras sexuais. Depois de conhecer o Fábio sempre fui 100% fiel a ele, apesar de não me sentir completamente saciada, transávamos as vezes, e ele geralmente dava conta do recado, sem inovar muito, mas ok.
O problema começou quando, cerca de um ano atrás meu marido começou a broxar, seu pau não endurecia por nada, é como se ele tivesse perdido o pouco desejo que tinha. Aquilo me deixou frustrada. Tentava me satisfazer batendo siririca, mas não era a mesma coisa, eu sempre precisei de uma pica de verdade.
Tentei fazer coisas novas na cama, vesti fantasias sexuais, falava mais putarias pra ele, até brincar com o cuzinho dele eu tentei, mas nada acontecia. Comecei a acreditar que o problema era eu, que ele não tinha mais tesão em mim, e numa tentativa desesperada de agradá-lo, sugeri uma experiência com outra mulher, como é o desejo de muitos homens, achei que poderia ajudar ele. Sinceramente, também ia gostar, já tive experiências lésbicas quando eu era solteira e foi maravilhoso. Mas nem isso animou o Fábio, pois ele desconversou assim que dei a ideia, falando que me amava e não precisava de outra mulher.
Eu não sabia mais o que fazer, estava me sentindo muito mal com tudo aquilo. Até que teve um dia que acordei no meio da noite e o Fábio não estava na cama comigo. Me levantei sem fazer barulhos e fui procurar ele. Minha surpresa foi grande quando encontrei ele no escritório, sentado na frente do computador, assistindo pornô e batendo punheta com o pau extremamente duro.
– Por isso que tu broxa comigo, Fábio? Passa a noite batendo punheta vendo pornô?
– Não, Isa. Não é isso!
– Eu tô vendo, Fábio. Tu é punheteiro viciado, que prefere ver essas putas ao invés de foder tua esposa.
– Não, Isa. É que eu vejo… vejo esses caras…
– O que? Vai me dizer que é viado agora? Não gosta mais de buceta? – Eu estava sem controle, correndo o risco de ofender meu marido, mas não pensava nisso na hora.
– Não sou viado, Isa.
– Então o que? Me explica!
– Eu vejo esses caras e imagino eles te comendo. – ele fala com os olhos cheios de lágrimas. Ver aquela cena fez eu me acalmar, mas ainda tentava assimilar o que tinha ouvido.
– Como assim, Fábio? – Indaguei cruzando os braços.
– Desculpa, amor. Eu sou doente.
Puxei ele para o sofá da sala, abracei ele, e falei que ele não é doente, mas que eu precisava entender o que tava acontecendo.
– Eu me excito em imaginar que tu tá com outros. Assisti vídeos assim na internet e agora só penso nisso. Parece que nosso sexo está incompleto por não termos isso. Mas eu sei que isso é loucura, eu te amo, e não devia querer isso.
Eu tento confortar ele, falando que isso era mais normal que ele pensava, só que eu não imaginava que ele todo careta do jeito que era ia gostar disso.
– Tá tudo bem, Fábio. Podia ter me contado. Sempre confiamos um no outro. Posso fantasiar contigo também. Você acha que isso faria teu pau subir?
– Com certeza faria, mas eu não quero te magoar, não quero te obrigar a fazer uma coisa idiota.
– Ei! Não é idiota, é uma fantasia tua. E sinceramente vai ser uma delicia poder imaginar outros me comendo enquanto fodemos!
– Sério, Amor?
– Parece que não conhece a esposa que tem, sabe que sempre fui safada.
Ele sorri, secando as lágrimas. Nos abraçamos! Beijo a boca dele, falando que amo ele. Segurando sua mão, levo ele para nosso quarto. Jogo ele na cama. Ligo nossa tv e procuro um pornô de algum cara bem dotado fodendo alguma mulher parecida comigo. Deito ao lado dele, e pergunto:
– Vamos começar?
– Como assim, amor? Pergunta meio confuso.
– Vamos imaginar aquele cara ali me fodendo! – ao falar isso, meto a mão dentro da cueca dele, e finalmente depois de um bom tempo sinto seu pau duro novamente.
– Sim. Que delícia. – ele estava todo desajeitado.
Eu como boa safada que sou, sempre via pornô e me masturbava imaginando todo tipo de cara me fodendo, porém por respeito e amor ao meu marido nunca realizei essas fantasias. Eu tinha que aproveitar essa brecha. Fazer ser gostoso para meu marido, para quem sabe poder finalmente sentir outras picas dentro de mim.
– Imagina, amor. Eu segurando aquele caralho ali e metendo na minha boca.
– Era o que eu mais queria, meu amor.
– Eu ia mamar, muito! Ficar lambendo e chupando aquela cabeça gostosa. E meu corno ia ficar olhando de pertinho. – Quando falei isso ele arregalou os olhos.
– Desculpa, amor. Falei alguma coisa errada? Perguntei.
– Pelo contrário! Amei ser chamado de corno. – Ele falou, com o pau pulsando na minha mão.
– É, corno? Tu gosta porque é isso que tu é. Tá de pau duro só de imaginar, né corninho?
– Sim! Muito meu amor.
– Eu to segurando teu pau, mas to pensando naquele ator gostoso ali, olha! Olha que pica gostosa amor. Eu quero chupar o pau dele, corno!
Me abaixo, e coloco o pau do meu marido na boca e comecei o que talvez tenha sido o boquete mais gostoso que fiz em meu marido.
– Chupa, amor. Chupa o pauzão dele.
– Chupo sim, meu corno! O pau dele é lindo! É o sonho de toda a mulher sentar num desses!
– É teu sonho mesmo, amor? Ou tá falando por causa da minha fantasia?
– Claro que é! Tu sabe que sou safada! Sempre que to sozinha eu vejo pornô, imaginando tudo que é tipo de pica entrando nos meus buracos. Sempre quis mais machos pra me satisfazer. Nunca falei nada pra ti porque tu é careta. Mas agora que eu descobri que tu quer ser corno eu vou aproveitar.
Quando eu falei isso, o Fábio quase gozou com a punheta que eu batia. Ai eu parei um pouco e falei pra ele se controlar, pois não podia gozar ainda. Dei um pequeno descanso pra ele, e depois comecei a sentar no cacete dele.
– Quero cavalgar no teu pau, corno!
– Então vem minha gostosa. Senta na minha rola!
– Vou sim! Mas vou ficar de olho fechado.
– Por que, amor?
Antes de responder, eu encaixei a cabeça daquele pau na entrada da minha buceta, que estava ensopada de tanto tesão. Sentei de uma vez só, enfiando todo pau do meu marido no fundo da minha xota. E já de olhos fechados cochichei no ouvido dele:
– Porque eu quero gozar imaginando que to pulando no pau de outro, seu corno.
– Isso, gostosa! Me faz de corno.
– Quero mais pica, seu corno! Quero sentar em vários paus, e te fazer de chifrudo. Quero que os meus machos gozem dentro de mim. Vou chegar em casa cheia de porra!
Meu marido não aguentava mais, ele ia gozar.
– Não aguento mais, meu amor. Eu vou gozar! Te imaginar recheada com porra de outros machos e bom demais! Vou gozar com tudo isso! Que delícia ouvir tu falando essas putarias.
– Eu também vou gozar. Que delícia cavalgar imaginando que tô te traindo seu corno chifrudo!
– Aahhh… to gozando amor… to gozann… do… ahhh… to gozando…
– Goza seu corno! Eu também vou gozar, mas imaginando um pau maior que o teu. Uma pica de macho de verdade.
Nós sincronizamos nossas mentes e nossos corpos naquela fantasia e gozamos juntos, coisa que aconteceu pouquíssimas vezes entre nós. Eu sentia o pau dele pulsando e a porra jorrando no fundo da minha buceta! Nós dois gememos em sincronia, em um momento de puro prazer! Parecia que meu corpo havia sido desligado sobre o dele. Fiquei ali, sentindo a pica do meu marido amolecendo dentro de mim, até escapar sozinha da minha gruta. Caí para o lado, e ficamos abraçados, sorrindo de alegria do prazer que tínhamos conquistado!
Depois disso nossa relação se tornou muito melhor, e não apenas no sexo! Nos tornamos mais companheiros, mais amigos ainda! Mas claro que a putaria entre nós estava na melhor fase. Enviávamos vídeos e contos eróticos um para o outro durante o dia, e a noite fodíamos feito animais imaginando tudo aquilo. Mas faltava algo, e eu sabia o que era, mas tinha receio de propor ao meu marido, não queria magoa-lo, mas eu queria dar pra outro! Queria fazer ele de corno de verdade! Precisava ser possuída por outro.
Um bom tempo depois, estávamos conversando depois de foder, sobre coisas do dia a dia. Faltava em torno de um mês para meu aniversário, e apenas para jogar conversa fora, perguntei:
– Mês que vem é meu aniversário, amor. Já sabe o que vai me dar?
– Vou te dar um macho, pra te foder o dia inteiro. – e deu uma gargalhada, sugerindo que era uma brincadeira.
– Eu aceito, amor. – falei olhando seriamente em seus olhos.
– Sério, amor? – ele estava incrédulo.
– Sim, amor! Eu entendo se tu não estiver pronto, mas eu acho que é o que nós dois queremos. Eu não aguento mais só imaginar. Quero dar pra outro de verdade, e quero que tu esteja do meu lado, vendo e sentindo prazer comigo.
– Amor, eu quero sim, eu quero muito. Eu quero ser corno! Tu vai me fazer o homem mais feliz desse mundo!
– Tem certeza, Fábio? Sei que temos muito tesão nisso, mas pode afetar nosso casamento. Não sabemos como vamos reagir depois.
– Tenho certeza absoluta, Isa. Não vou deixar isso nos atrapalhar. Vou te amar ainda mais.
Ficamos, muito empolgados. Combinamos que realmente seria o meu presente de aniversário, e eu que escolheria o macho, e ele não poderia opinar, independente de quem fosse ele teria que apenas aceitar.
Eu tive mais de 30 dias para planejar tudo. Eu já sabia quem escolher. Seria o Gustavo, meu colega da empresa. Um loiro sarado, lindo demais. Ele vivia dando em cima de mim, mesmo sabendo que eu era casada. Sempre me convidava para tomar uma cervejinha depois do trabalho. No primeiro convite depois da conversa com meu marido, eu aceitei. Ele ficou todo empolgado, achando que eu ia querer ficar com ele. Fomos para o bar, bebemos, demos risada, e ele tentou me beijar. Eu virei o rosto e falei que não, ao menos assim não. Ele não entendeu, e eu achei o momento adequado para explicar. Falei tudo, sendo bem direta. Expliquei nossa fantasia, que seria a primeira vez, e que ele precisaria ser extremamente discreto com a situação. Devido as várias cervejas que havíamos bebido, foi uma conversa natural. Ele de cara falou que aceitava, que nunca tinha feito isso, mas seria um prazer me foder, independente da situação. Eu fiquei empolgada, falamos mais um pouco, e falei que eu que comandaria a situação.
Não contei para meu marido quem seria o macho que faria ele de corno, mas disse que já havia escolhido. Ele ficou empolgado também. Dois dias antes do meu aniversário, eu aproveitei que minhas filhas estavam na casa da minha mãe, e falei para o Gustavo que seria naquele dia, após o expediente, mas não avisei nada para o Fábio. Depois do trabalho, levei o Gustavo para casa, o Fábio recém havia chegado em casa, e estava tomando uma cervejinha.
– Oi, amor. Tudo bem? Esse aqui é o Fábio, meu colega de trabalho!
Eles se cumprimentaram com um aperto de mão.
– Vão ter alguma reunião hoje, amor? Tu já não trabalha demais?
– Não, Fábio. O Gustavo veio pra resolver outra coisa?
– Como assim, Isa? Ele precisa de alguma ajuda?
– Não, amor! Ele veio me foder! É hoje que tu vai virar meu corno de verdade. – terminei de falar e dei um beijo longo e apaixonado no meu marido.
O Fábio, saiu meio tonto do beijo, sem acreditar. Eu sorri para ele, peguei ele e o Gustavo pelas mãos, e levei os dois para nosso banheiro, para tomarmos um banho antes de começar a foda que nós três tanto desejávamos.
Chegando no banheiro, liguei o chuveiro, para ir esquentando a água. E fui tirando minha roupa lentamente, seduzindo aqueles dois homens diante de mim. Tirei o sutiã mostrando meus seios redondinhos pra eles, e me virei de costas, baixando minha calcinha, empinando meu rabo para os dois terem a melhor visão possível da minha buceta e do meu cu. Em seguida fui até meu marido, e tirei toda a sua roupa. Quando baixei sua cueca, notei que sua pica estava dura, apontando para o teto. Segurei, bati uma leve punheta, e chupei forte porém muito brevemente a cabeça daquela rola.
– Daqui pra frente tu não pode mais encostar em mim, seu corno. Pode só bater punheta.
Ele concordou com a cabeça, enquanto eu ia até o Gustavo e começava a tirar sua roupa também. Quando baixo sua cueca, salta para fora um caralho lindo! Tinha uma grande cabeça rosa, o corpo cheio de veias, e pulsava de prazer. Ainda abaixada, segurei aquela maravilha com minha mão direita, como se fosse um troféu.
– Tem certeza que podemos continuar, corno? Depois que eu começar não vou mais parar, mesmo que tu peça. – falei dando a última chance para o Fábio desistir.
– Tenho certeza absoluta minha gostosa. Pode fazer o que tu quiser, vou apenas ficar olhando e bater punheta!
Nem esperei ele terminar de falar! Caí de boca naquela delícia, parecendo um animal faminto. Sugando, lambendo e me babando desesperadamente! Como eu queria aquilo! Estava feliz. Alegria era o que eu sentia! Tantos anos apenas com o pau do meu marido, desejando outros caralhos, e finalmente estava mamando outro homem. Melhor ainda, estava mamando outro homem na frente do meu marido, na frente do meu corno.
Mamei aquela pica por uns 5 minutos, até esqueci do meu marido por um momento. Me levantei, e fomos para o box, os três juntos para de fato tomar nosso banho. Estava namorando meu amante. Dando beijo na boca, punhetando o pau dele, enquanto ele apertava minha bunda, mamava nos meus seios e dedilhava minha buceta. Enquanto isso, olhei para meu marido, e ele estava com as costas apoiadas na parede, batendo punheta de forma alucinada, parecia que ia arrancar fora aquele pau.
– Eu não aguento mais, amor. Tá lindo demais ver vocês dois.
– É, corno? Já vai se gozar?
– Sim, amor. Quero gozar. Posso?
– Claro que pode meu corno. Goza batendo essa punheta! Goza! Olhando eu me arretar com esse macho aqui.
– Obrigado, amor. Vou gozar, vou gozar, vou gozar. Ahhhh… tô gozando… aahhhhh… – meu corninho tinha botado muito leite pra fora. Imagino o tesão que ele sentiu.
– Tu nasceu mesmo pra ser chifrudo, meu amor. – dei um selinho nele.
Terminamos de tomar nosso banho, e fomos pelados para o quarto. Chegando na nossa cama, deitei abraçada ao Gustavo, e mandei o Fábio ficar sentado nos pés da cama. Eu estava aproveitando cada momento daquela noite maravilhosa. Em dado momento, o Gustavo me puxa, de maneira que eu sentasse com a buceta na cara dele.
– Senta com esse bucetão na minha cara, sua gostosa. – o Gustavo estava começando a se entregar a putaria.
Eu estava de cócoras, sentando e esfregando minha xota na cara do meu amante.
– Olha, corno! Ele tá chupando minha buceta.
– Tô vendo. – meu marido já começava outra punheta.
– Tu não tem ideia do quanto eu desejava, te olhando nos corredores da empresa, Isa. Admitiu o Gustavo.
– Eu sei, Gustavo. Sempre me chamando pra sair.
– E tu sempre negando. Mas agora tá aqui, esfregando a buceta na minha cara na frente do teu corno.
– Tu olhava para minha esposa na empresa, Gustavo!
– Sempre tive tesão nela, mas não sou só eu não viu? Todos os caras lá sonham em foder ela. Sempre que ela passa, nós ficamos olhando esse rabo gostoso rebolando.
O Fábio tinha assumido totalmente o papel de corno. Falava com o cara que estava chupando minha buceta, sobre outros caras me desejarem. Aquilo me deu tesão demais.
– Se tu olhava para meu rabo, tem que chupar ele também. – fiquei de frente para meu marido, e sentei com o cu bem na boca do Gustavo.
– Só posso estar sonhando! Que bunda gostosa, que cu delicioso, deixa eu chupar, deixa.
– Olha, corno. Ele tá enfiando a língua dentro do meu cu. Tá uma delícia.
Apreciei o momento. Batia uma gostosa siririca, enquanto o Gustavo chupava meu cu, via o pau do macho pulsando, e meu marido olhando vidrado, batendo punheta. Eu tinha que gozar.
– Corno.
– Oi, amorzinho.
– Eu vou dar minha primeira gozada.
– Tá, amorzinho. Goza.
– Chupa forte esse cu, Gustavo. Quero gozar com a tua língua enfiada no fundo do meu reto.
Estava gozando em uma cena que eu só via nas pornografias que eu assistia. Estava gostoso demais. Esfreguei o rabo na cara do Gustavo, me contorcia, e gozei… gozei gemendo alto. Falando todo tipo de putaria depravada. No embalo do tesão falei:
– Vou sentar nessa pica, corno. Quero muito.
– Eu também quero, amor. Fode com ele.
– Senta aqui sua puta gostosa. – me convidou carinhosamente o Gustavo, segurando a base do seu caralho, apontando pra cima.
Encaixei a cabeça da rola na entrada da minha xotinha, e sentei de uma vez só. Minha buceta tava escorrendo tanto de tesão, que aquela tora escorregou pra dentro de mim sem nenhuma dificuldade, apesar de ser um pouco maior que a do meu marido.
– Puta que pariiiuuuu!!! Que delícia de pica! – gritei, sem vergonha nenhuma.
– Tá gostoso, amor? – O corno ainda estava interessado no meu prazer. Mas nessa altura do campeonato eu não tinha mais filtro.
– Tá muito bom! O pau dele é muito mais gostoso que o teu, seu corno manso. – eu tava cavalgando aquele macho de forma depravada.
– Essa puta é boa demais, amigo. Obrigado por dividir ela comigo.
– Agora ela é do mundo. Pode dar ora quem ela quiser. – disse o Fábio se acabando na bronha.
– Aahhh, e eu vou dar seu puto. Pode ter certeza, vou te fazer o maior corno de todos.
Eu levantava e sentava no cacete do Gustavo com força, fazendo barulho da minha buceta batendo no saco dele.
– Que delícia, Fábio. Tá muito bom! Tô sentindo a cabeça da pica dele batendo no meu útero. Fazia muito tempo que eu queria isso. Obrigada, seu corno!
– Eu vou gozar!! Soca Gustavo! Quero gozar no teu pau!
Gustavo me botou de 4, empinei bem o rabo, e mandei o Fábio olhar bem de pertinho.
– Quero que tu olhe bem de perto, corno. Olha esse pau cheio de veia, fazendo a puta da tua esposa gozar.
– Vou olhar, amor.
– Essa vagabunda é puta demais! Parabéns corno.
Eu de 4, toda arreganhada, a pica do Gustavo me fodendo severamente, nós chamando o Fábio de corno, o Gustavo me chamando de puta e vagabunda e o corno batendo punheta maravilhado em me ver dando pra outro!
– Me fode que eu vou gozar, Gustavo!
– Pode deixar, cadela.
– Vou gozar, corno! Vou gozar! Vou gozar dando pra outro. Olha bem de perto. Olha o caralho dele abrindo minha xota.
Gozei! Gozei falando alto, me tremendo, falando depravações! Senti que estava no paraíso! Logo em seguida, o Gustavo tirou o pau da minha buceta e ficou batendo punheta do lado da minha cara. Ele ia gozar!
– Olha, corno. Ela vai me dar porra! Vai gozar na minha cara!
A primeira jatada de leite espirrou na minha cara, me melecando toda! Abocanhei aquele pedaço de carne, sentindo os próximos jatos de porra dentro da minha boca. O Gustavo urrava de tesão. Quando ele acabou, cuspi a porra na minha mão, lambi, e botei de volta na minha boca! Dessa vez engolindo tudo.
– Nossa, corno. Até a porra dele é melhor que a tua. Vou querer sempre!
Eu e o Gustavo nos deitamos na cama, nos beijamos de língua, muito carinho de amantes mesmo. Ficamos olhando o Fábio batendo punheta e se gozando, vendo nosso momento íntimo. Parecia um adolescente se masturbando enquanto via pornô, era lindo! Depois de gozar, Fábio deitou ao meu lado, e entre aquele dois homens, me aconcheguei e dormimos os três.
Essa foi apenas a primeira vez, pois depois disso me tornei a puta da empresa! Dei para praticamente todos meus colegas, subordinados e superiores do trabalho! Quase sempre o Fábio estava junto, mas as vezes eu dava em motéis, no carro e até na casa deles! Depois chegava cheia de porra para meu maridinho, que me recebia louco de tesão. Amo nossa nova vida e meu marido ama ainda mais!
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💬 0 🔁 0 ❤️ 0 · Casada se entrega ao prazer. Meu nome é Carla, 23 anos, 1,76m, morena, casada a 4 anos com um executivo de uma multinacion
Comi a casada novinha de Curitiba
Qual marido não sonha em ser corno? Através de outro conto recebi o e-mail de Mauro. Relatou que tinha 24 e sua esposa Kelly 20 anos. Eram casados a 3 anos e ele tinha a fantasia de ser corno, queria liberar Kelly para outro comer.
Sempre que conheço algum casal, principalmente, procuro conhecer, entender a situação, pois, tem muito marido desesperado , e suas esposas nem sabe o que esta acontecendo.
Mauro me disse que ele havia sido o segundo homem de Kelly, que ela tinha um namoradinho e ela contava como dava para ele e deixava Mauro louco de tesão. Ai surgiu a vontade de ser corno, mas Kelly tinha medo, da insegurança e sigilo.
O que orientei a Mauro era mandar alguns contos meus para Kelly ler, e o resultado foi imediato, eles começaram a fantasiar comigo na cama. Como deixo o e-mail ,logo recebi um de Kelly querendo me conhecer melhor, trocamos watts e a conversa foi fluindo.
Kelly me contou a fantasia do marido, e que ela queria apenas uma vez, pois, tinha medo de acabar o casamento, mas ela tinha vontade de dar para outro, mas queria que fosse sem Mauro, para contar apenas depois para ele, assim, era a fantasia dos dois.
Marquei de conhecer Kelly, nos encontramos no parque Barigui, encostei o carro e logo ela apareceu, estacionando ao lado do meu. Estava o dia chuvoso e Kelly correu para meu carro, quando entrou tive a bela surpresa, de uma loirinha, 1,60m cabelos longos, olhos verdes, seios pequenos, cinturinha fina e uma linda bunda redondinha.
Ela estava nervosa, mas fui descontraindo e deixando ela a vontade, ela falou que seu marido não sabia que ela estava ali, que queria sair comigo, mas depois decidia se contava ou não para o marido, e que ela sentia uma vontade imensa de se sentir putinha.
Logo o primeiro beijo rolou, mãos bobas, até ela tirar meu pau para fora e dar uma bela chupada, falei para irmos a algum motel , no Barigui tem vários, ela topou na hora.
Chegamos no hotel, ela veio me beijar e chupar meu pau novamente, que loirinha linda, tipo ninfetinha, segurava ela pelo cabelo e comecei a socar na boca de, ela babava, tentava fazer garganta profunda e não conseguia se afogava, mas era insistente, mandava ela chupar, chupa sua putinha, não era isso que queria ser e socava o pau em sua boca.
Segurando pelo seu cabelo, levantei ela e despi, tirei cada peça de roupa e tive a maravilhosa visão daquele tesão de mulher, deitei ela na cama , aquela bucetinha rosadinha, depilada, babava tesão. Beijei sua boca, desci pelo seus pescoço, chupei aqueles peitinhos pequenos, durinhos, chupava com força, vi que deixei alguns chupões naquela pele branquinha.
Continuei descendo até chegar em sua buceta, lambi ao redor, dava leves mordidas, , quando cheguei em seu clitóris já estava durinho, suguei ele, dei leves lambidas até aumentar o ritmo, enfiei dois dedos em sua buceta, tocando na parte superior levemente, e no mesmo ritmo de minha língua, meus dedos mexiam, não demorou muito e Kellly levantou a cintura anunciando seu primeiro gozo, não deixei ela relaxar, para não perder o embalo, ainda com os dedos dentro da bucetinha voltei a mexer, mas as lambidas eram mais leves, sabia que seu clitóris estava sensível e com a facilidade de arrancar o segundo gozo.
Kelly, passou a mão em sua bucetinha e chupou os dedos, pedindo para eu come-la.
Coloquei a camisinha, encostei a cabecinha, e levemente fui entrando naquela bucetinha apertada e novinha, logo estava inteiro dentro dela, socando e socando, Pedi a Kelly ficar de quatro, queria ver aquela bunda linda arrebitada, logo ela virou encostei o pau e deixei deslizar. Comecei a socar, segurei forte em seu cabelo e elogiava ela falando que era uma puta safada, vadia, que seria minha puta para sempre, com a outra mão dava tapas naquela bunda redonda e branquinha, que estava já vermelha com minhas digitais desenhadas, minhas socadas eram mais fortes e Kelly pedindo para eu foder ela, quando senti ela parar e morder meu pau, estava gozando novamente.
Kelly deitou-se de costa, ainda por cima dela não tirei o pau de sua bucetinha, continuei socando nela, mas agora falando em seu ouvido o quanto era gostosa e vadia, e onde ela queria porra.
Kelly disse sou sua puta faz o que quiser comigo, mandei ela se ajoelhar, tirei a camisinha e mandei ela chupar, logo anunciei meu gozo, ela colocou a língua para fora, e tomou o primeiro, segundo jato na garganta, ainda chupando, tirou o resto de porra de meu pau.
Fomos ao banho, o tesão era tanto que logo começamos a nos pegar, estava passando sabonete em Kelly e fui lavar sua bunda redonda e arrebitada, comecei a dedilhar seu cuzinho, ela me olhou e falou que eu era safado, e perguntei se poderia comer sua bundinha, ela disse se eu for paciente sim, pois ainda ninguém comeu. Claro que seria, o mais paciente, não perderia de comer uma bunda linda como aquela, beijava seu pescoço e encostei a cabecinha na sua bundinha, ela rebolava, e falando besteira ao seu ouvido ela se entregava mais, logo passou a cabecinha, deixei ela acostumar, tirei um pouco, coloquei novamente, assim, ela ia laceando e acostumando, coloquei a cabecinha e deixei ela fazer o resto, ela rebola ao ritmo da música que tocava na rádio, ela deu um grito e escorregou tudo. Perguntei se estava bem, ela disse sim, pediu para não tirar queria se acostumar. Comecei a falar no seu ouvido, coisas sacanas, queria fazer ela esquecer da dor, elogiei ela, e que nunca havia visto uma bunda tão linda, e queria encher ela de porra. Falando estas palavras comecei o vai e vém, Kelly me segurava firme pelo braço, perguntei se podia continuar, ela me olhou e disse, me arromba, me fode, já entrou agora soca que quero você e sua porra no meu cuzinho. A pedido dela enrolei a mão em seu cabelo, ela encostada na parede do banheiro comecei ao socar, que tesão, que loirinha linda, que bunda, meu pau já entrava e saia fácil, mas sabia que por mais puta que ela queria ser, não ia judiar muito dela, ela só falava que queria porra no rabo, a pedido de Kelly enchi seu cuzinho de porra, deixei meu pau relaxar naquela rabo lindo e fui tirando lentamente, deu para ver que ela estava arrombada.
Terminamos o banho, e Kelly me contava que seu marido queria muito comer seu cuzinho, por que também era apaixonado pela bunda dela, mas ele não a tratava como puta na cama e ela queria sentir isso. E como ele queria ser corno, uniu o útil ao agradável.
Kelly me falou que era universitária e que todo mundo queria comer ela na faculdade, pela sua bunda chamar tanto a atenção, mas ela se dava o respeito por ser casada e não traia o marido, até hoje, rs.
Kelly foi se vestir e viu os chupões, estava toda marcada naquela pele branquinha, disse que não teria jeito e teria que contar ao marido agora, dei o maior apoio, pois, casal unido aprontam mais.
Saímos do motel deixei Kelly em seu carro com o agradecimento, do sigilo, por ter cuidado dela e feito ela se sentir puta, falou que teria volta dependendo da reação do marido, rs.
A note seu marido me mandou mensagem, agradecendo, principalmente por ter comido o lindo rabo de sua esposa, me mandou algumas fotos de quando ela chegou em casa arrombada. Pediu se eu poderia comer ela sempre, que ele liberava, falei que com certeza eu iria comer aquela bunda novamente.
Diversão com o casal de amigos na piscina acaba em DP
Aconteceu num fim de semana de verão, quando eu e a Marcia fomos a festa de uns amigos no litoral. Combinamos que apenas um de nós beberia para podermos voltar naquele mesmo dia. Mas como a festa estava muito boa, nós dois acabamos bebendo.
Dançamos e conhecemos pessoas, entre elas um casal muito simpático. Ana e Marcos. Ambos na casa de 35 anos, morenos e com corpos bem cuidados. Bebemos juntos, contamos piadas e falamos de afinidades. No fim da festa todos nós estávamos “altos”, nossos novos amigos nos convidaram para dormir na casa deles ali mesmo no litoral e de manhã partiríamos.
Claro que aceitamos. Não era uma casa, era uma cobertura de frente para o mar, com piscina. Um desbunde!
Já estava quase amanhecendo e dali era um espetáculo ver o sol nascer. Nossos amigos nos ofereceram roupas mais confortáveis. Eu peguei uma camiseta e uma bermuda e a Marcia colocou uma camiseta (sem sutiãn) e a parte de baixo de um biquíni (muito pequeno por sinal). O Marcos apareceu de camiseta e sunga, e a Ana estava exatamente como a Marcia.
Ao ver o casal a Má me falou baixinho:
-Nossa, o cara coloca sunga apertada com um pau desse tamanho… quer mesmo chamar atenção !
Eu e a Má sempre fantasiamos coisas loucas durante nossas transas e uma das fantasias dela é ser comida por um cara muito dotado, com a rola bem grossa, tipo esses que só existem em vídeos.
Continuando, pegamos mais algumas bebidas e fomos para a área da piscina ver o nascer do sol.
Elas se apoiaram na mureta e nós dois abraçamos por trás as nossas mulheres, bebericando, vendo o sol nascendo, falando besteiras, e claro, cada um beijando a nuca da sua e… esfregando a pica na bunda delas. Comecei a sentir muita excitação em todos nós e para aumentar ainda mais isso, a Marcia comenta que aquela cena vai dar um bom conto. Imediatamente nossos amigos quiseram saber do que ela estava falando e então contamos que gostamos de publicar nossas aventuras aqui
Pegamos nossos copos e fomos para a beira da piscina e mostramos no celular nossos contos. Começaram a ler e se interessaram especialmente pela sequencia de “brincando com porra”. O Marcos começou a ler em voz alta toda essa sequencia de contos. Eu e Marcia ficamos abraçados nos excitando. Não demorou muito até que eles começassem a se alisar enquanto liam. a Ana, com as duas mãos livres começou a passar a mão na buceta, por cima do biquini e sem a menor cerimonia, com a outra alisava a pica do Marcos por cima da sunga, que ficava cada vez mais avolumado, e mal cabia na sunga.
Vendo aquela cena, dos dois ficando malucos com nossos contos, eu e a Marcia também começamos a nos alisar… Enquanto isso, a Ana já estava com a calcinha de lado, deixando a buceta a mostra e masturbando o grelinho, espalhando o caldinho que já estava escorrendo. Eu estava em pé, com a marcia roçando a bunda na minha pica e eu com uma mão dentro da calcinha dela. Todos já estávamos cheios de tesão e então a Ana enfiou a mão dentro da sunga do Marcos e arrancou a rola dura e já babada pra fora e começou a punhetar bem devagar enquanto ele continuava lendo.
Nessa hora a Marcia apertou mais a bunda contra a minha pica e deu um suspiro baixinho mas bem profundo. Eu apertei bem o grelinho dela e cheguei perto do ouvido dela e falei:
– Gostou do que viu, ne safada !
Ela epenas respondeu com um:
– Humm Hummmm
Então, sabendo que a minha amanda estava se deliciando com a imagem da rola do Marcos e lembrando da fantasia que ela tem, passei a masturbar o grelinho dela na mesma velocidade que a Ana punhetava o marido, até que enfiei um dedo, depois dois e comecei movimendos de introdução na mesma velocidade deles. A Má começou a gemer cada vez mais alto e não tirava os dos nossos amigos, principalmente da rola dele. E o Marcos não parava de ler os nossos contos. Nossa excitação só aumentava…. Enquanto ele lia, tiramos as nossas roupas e nos masturbávamos mutuamente.
Aqueles corpos todos exalando sexo deixavam todos entorpecidos de tesão, mas sem dúvida a Márcia estava num transe que poucas vezes eu tinha visto. Eu socava os dedos na buceta dela enquanto ela continuava babando na punheta que a Ana batia no Marcos.
Nossos amigos, espertamente se aproximaram bastante sem parar os movimentos. A Má ficou ainda mais vidrada e eu fui bem fdp, masturbando ela com mais intensidade ainda. Até que a Ana olhou pra ela, mostrando a pica do Marcos bem perto da Ma, e perguntou:
– Amiga, quer provar ?
A Márcia olhou pra mim, como se pedisse permissão, e vendo o estado de tesão dela, não tinha como falar não. Sorri e acenei consentindo.
Minha Delicia não perdeu tempo. Se abaixou, deixando a buceta completamente encharcada e já inchada a minha disposição, enquanto a Ana segurava a pica do Marcos pela base e dava de mamar para a minha Amada esposa, enquanto, eu já enfiava minha rola explodindo de tesão naquela buceta maravilhosa.
Comecei a bombar forte a Ma porque sei que isso dá muito tesão pra ela, e quanto mais eu bombava, mais ela queria mamar o nosso amigo. Eu conheço minha putinha. E naquele momento eu estava ali pra dar prazer pra ela ! Ela estava desinibida e aproveitando aquele momento. Então a Ana perguntou:
– Está gostando querida ?
A Má parou um pouco e falou enquanto pegava folego:
– Adorando, mas tá tão grande que não cabe na minha boca !
Todos demos gargalhadas e aproveitamos o momento para trocarmos de posições. Eu deitei e a Márcia logo veio cavalgar na minha rola, enquanto os nossos amigos escolheram a posição com a Ana de 4 bem ao nosso lado. Enquanto faziamaos movimentos e socavamos nossas rolas nas nossas esposas, as duas falavam sacanagens sem parar.
A Ana perguntava pra Marcia se tinha gostado da mamada e provocava com cara de puta. Ela com certeza sentia muito tesão quando via o Marcos com outra mulher, então, praticamente oferecia ele pra Marcia. A Ana estava tão puta que conseguia fazer todos nós explodirmos de tesão. Nessa putaria gostosa, o Marcos foi o primeiro a gozar, tirando a rola enorme e inchada de dentro da Ana e terminando com uma punheta que fez encher os peitos dela de porra, e ela alisava os peitos espalhando tudo e ao mesmo tempo se masturbava, acabando num gozo com gritos histéricos e bem gostosos.
Incrivelmente o Marcos ainda estava excitado e então eu tomei a iniciativa e chamei ele pra perto de nós e mandei a Marcia limpar a rola dele com uma bela chupada ao mesmo tempo em que continuava me cavalgando. O cara tinha acabado de gozar, mas com a chupada da Má, nem teve tempo de amolecer. Eu sabia que a Má tava louca pra dar pra ele, então perguntei:
– Amor, tá louca pra sentir esse caralho dentro de vc, né ?
– Ai amor, deixa ele me comer um pouquinho, deixa ?
Respondi olhando pro Marcos:
– Deixo, mas só se ele te comer recheada com a minha porra !
Ele sorriu, não sei se achando que era brincadeira ou não, mas imediatamente dei algumas estocadas mais fortes e inundei a buceta da minha Delicia com muita muita porra… Enquanto eu jorrava porra dentro dela, ela engolia a rola do Marcos, tratando de deixar mais dura e ainda maior. Assim que acabei de encher ela de porra, ela saiu de cima e esperou o Marcos trocar de lugar comigo. Ele deitou no chão e então a minha Delicia se posicionou em cima dele e encaixou a rola dele na buceta completamente cheia da minha porra. Fiquei numa posição que eu podia ver o meu leite escorrendo de dentro dela enquanto ela subia e descia na pica dele.
Mesmo com todo aquele pau, o Marcos não tinha nenhum trabalho pra penetrá-la completamente porque estava encharcada com uma mistura de porra e mel, mas mesmo assim eu percebia que pelos gemidos dela, ele estava enchendo a buceta dela como nunca antes tinha sido. Conforme ele bombava, a minha porra saia e pingava, e agente ouvia o barulho gostoso de buceta com porra… Senti a Marcia segurando minha mão enquanto ele bombava com força, e ao mesmo tempo senti a minha pica quase mole sendo abocanhada pela Ana, que começou uma chupada louca pra me deixar excitado novamente, e conseguiu… em poucos segundos minha pica já estava a ponto de bala novamente.
Marcia apertava minha mão e sorria marotamente, já se acostumando com as bombadas no nosso novo amigo. Ela estava realizando a fantasia de ser fudida por um cara muito dotado e sei que estava com mais prazer ainda porque estava comigo ! Percebi que logo o Marcos iria gozar, mas nada da Ma gozar de novo, parecia que queria eternizar aquele momento. Então apertei mais a mão dela e perguntei:
– Amor, não vai gozar ?
– Aiiiiii to louca pra gozar, mas quero que vc foda meu cu !
Entendi bem o recado, e me aproximei por cima, e vendo bem de perto aquela cena da Marcia com a rola enterrada e ele com as mãos abrindo o cuzinho dela senti um misto de tesão e ciumes. Mas a Má tratou de apagar meu ciume e deixar só o tesão qdo ela falou:
– Vem amor, fode meu cu agora !
Eu fiz um pouco diferente… olhei pra Ana, que para variar estava se alisando, e falei:
– Vai lá Ana, lambe o cuzinho dela e deixa bem meladinho pra mim
Depois de gozar, caímos todos no chão e ficamos ali um bom tempo, saboreando nossa aventura. Eles ainda perguntaram:
Mais que imediatamente a Ana foi e lambeu com volúpia o cu da Má. Não queria parar, tive que tirar ela de la para poder completar o desejo da Minha amada… Me posicionei e devagar fui entrando pelo cuzinho dela… dava pra sentir estufado pelo espaço que a rola do Marcos ocupava na buceta. Assim que enterrei tudo a Má pediu pra ficarmos parados um pouco, para ela se acostumar. Enquanto isso, a Ana foi até o Marcos e sentou na cara dele pra ele enfiar a lingua nela , ficando de frente pra Marcia. Uma cena incrível ! As duas de frente, quase se tocando e eu e o Marcos fudendo gostoso a minha Mulher !
Não preciso nem dizer que assim que começamos a nos movimentar, explodimos num gozo louco ! os quatro ao mesmo tempo !
– Vão escrever um conto relatando isto ? rsrs
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Adoro piercings...
Tive que reblogar.. coisa mais linda essa correntinha... E esse piercing... Parabéns.