Music in Film: Gentlemen Prefer Blondes (1953) dir. Howard Hawks
Music by Hoagy Carmichael, Harold Adamson, Jule Styne and Leo Robin
trying on a metaphor

blake kathryn
DEAR READER
No title available
Three Goblin Art
No title available

if i look back, i am lost

@theartofmadeline
todays bird
noise dept.
wallacepolsom
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

#extradirty

shark vs the universe
d e v o n

Janaina Medeiros
Lint Roller? I Barely Know Her
taylor price
almost home
Xuebing Du

seen from Malaysia
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@oimnic
Music in Film: Gentlemen Prefer Blondes (1953) dir. Howard Hawks
Music by Hoagy Carmichael, Harold Adamson, Jule Styne and Leo Robin
Le Quai des brumes (1938), dir. Marcel Carné
“Why did you ask me to come? – I just want to be with you. I really do.”
― Happy Together (1997) dir. Wong Kar-wai
balinese
the potter generation
14. Bellatrix or Narcissa
Bellatrix was first drawn to Lord Voldemort because they both believe in an ideology that favors pure-bloods over other members of the wizarding community. Her family motto, from her maiden name of Black was “Toujours Pur”, which is French for “always pure”, which makes it clear that she was taught at a young age that pure bloods were the ideal wizards.
Charlie Hunnam photographed by Mitchell Nguyen McCormack for GQ Thailand (2017)
The Cranes Are Flying (1957), dir. Mikhail Kalatozov
You catch it, before the other team’s seeker. You catch this, the game’s over. You catch this, Potter, and we win.
Rihanna at Chiltern Firehouse in London
The 400 Blows (1959) by François Truffaut.
Claudette Colbert in It Happened One Night (1934)
Jaden Smith
É um bom filme, a história baseada em fatos reais percorreu um bom caminho, porém, não consegui mergulhar na profundidade dela, pois não senti que realmente houve a entrega de algo além do superficial. Alguns diálogos e a atuação magnífica de Tim Roth quase perfuraram essa superfície, mas ainda assim, foi só quase. Não me pareceu uma boa escalação de elenco (exceto por Tim, que se encontrou REALMENTE nesse papel), e também vi vestígios de desleixos que considero graves para um diretor experiente, como: As atuações engessadas, alguns figurantes cometendo o grotesco erro de olhar para a câmera, a falta de ritmo e sintonia entre as personagens, e também como ficava explícito para onde alguns atores estavam programados para se locomover no cenário, seja por culpa do acompanhamento de câmera ruim, ou seja novamente por culpa da péssima escalação… Enfim. Muita coisa não me agradou, mas o que me faz ainda assim classificá-lo como um bom filme, apesar dos apesares, é que conseguiu cumprir na transmissão do conflituoso relacionamento entre judeus e nazistas. Foi uma responsável e realista apresentação do que futuramente culminaria desse embate. Poderia ter sido mais, pois é uma história grandiosa em mãos, mas Herzog definitivamente não o levou para além do “bom”.