Tô meio ausente de mim.
Antonio. (via inverbos)
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@ojorgedeandrade
Tô meio ausente de mim.
Antonio. (via inverbos)
Sim, baby, é verdade.
A Paixão de Ana | 1969
“Escrevi sobre uma rã que encontrei no jardim, com uma das pernas presas numa cerca de arame. Não podia se soltar. Eu tirei a perna dela da cerca, mas mesmo assim ela não podia se mover. Por isso eu peguei ela no colo e conversei com ela. Disse que eu também estava preso, que minha vida também tinha ficado presa em alguma coisa. Conversei durante um longo tempo. Finalmente, a rã saltou do meu colo e saiu saltando pela grama afora, e desapareceu num matagal. E eu disse a mim mesmo que ela era a primeira coisa de que eu já sentira saudade em minha vida.”
Charles Bukowski. (via inverbos)
Ninguém ajudou, eu me virei sozinho. E isso me endureceu um pouco mais.
Caio Fernando Abreu. (via inverbos)
Tenho guardado tantas coisas ultimamente. Sinceramente, não sei como ainda não morri engasgada.
Come Back Esteban - Manuscrite. (via manuscrite)
Eu quero tanto não estar aqui e não sei para onde ir.
Charles Bukowski. (via chaodefolhas)
Apesar do medo foi Deu a cara a tapa Fez o peito de escudo E de pés descalços Se botou a andar Chegou na praia Se encantou com a beleza Era virgem de mar Viu que era isso que lhe faltava Se empolgou Ali fez morada Agora só correria Porta fechadas Nãos escancarados Olhos tortos Mas também gentileza Empatia E amor Ele aprendeu Reaprendeu Abriu a mente Caiu Levantou E aprendeu mais uma lição Mas sabe que a vida É para a frente A morte é a única certeza E a arte nos salva do mundo!
É tudo culpa minha. Toda frustração. Todo medo. Toda dor. É tudo culpa minha essa falta de força, de ânimo, essa falta de vida. É tudo culpa minha a falsa esperança que alimentei dentro de mim. É tudo culpa minha esse excesso de pensamentos, essa paranoia. É tudo culpa minha essa cobrança, esse peso, essa derrota. É tudo culpa minha cada pessoa que me faz mal, cada palavra que me feriou cada coisa que veio tirar minha paz. É tudo culpa minha cada decisão, cada palavra que disse e como disse e cada palavra que escrevi também. É tudo culpa minha toda essa ansiedade, essa angústia, essa falta de controle. Também é tudo culpa minha cada porta que se fechou, cada oportunidade que não chegou, cada promessa que não vingou. É tudo culpa minha todo esse pessimismo religioso, esse ceticismo persistente e essa falta de fé constante. É tudo culpa minha cada sonho que não realizei, cada coisa que não aprendi e principalmente todas as vezes que desisti. Claro que é, quem disse que não?
Jorge Andrade
Poesia Porcionada Conforme A fome do poeta Se maior, come a vida Se menor, devora Mas quase sempre Se abstêm E bebe apenas Um dia
Theu Souza.
minh’alma entreaberta, sangra. sem parar.