pelos deuses! aquele ali passeando na praia é [ODISSEU]? ah, não, é só [OSCAR BRACKENRIDGE], um [ADVOGADO] nos agraciando com sua beleza nos halls do aletheia hotel. as moiras avisaram: mesmo com os [TRINTA E TRÊS] anos nesse novo corpo, segue tão [PERSPICAZ] e [MANIPULADOR] quanto na antiguidade. repararam também que ele lembra muito [BILL SKASGARD]? a maldição levou tudo, menos sua beleza. que prazer tê-lo como [HÓSPEDE] do nosso hotel!
“I didn't have it in myself to go with grace And so the battleships will sink beneath the waves You had to kill me, but it killed you just the same Cursing my name, wishing I stayed”
BÁSICO
Nome completo: Oscar Åhlen Brackenridge
Apelido: Oz / Ridge
Aniversário/Idade: 07/04 / 33 anos
Gênero/Sexualidade: Homem CIS / Fica ai o Mistério
Tipo de personalidade: ENTJ-A
Altura/Peso: 1, 92m / 85 kg;
LINK UTEIS
Tag dump
Once upon a time, there was a broken kindom - Family Template
A have a story to tell you - povs/flashbacks
Just somebody that I used to know - NPCs
I’m just human, after all - char development
This hotel is crazy - Tasks
Yeah, I know them - Connectios explanation
BACKGROUND
“Canta, ó musa, o homem astuto que muito vagueou, depois de destruir a sagrada cidade de Troia.” — Odisseia, Canto I
“Existem impensáveis coisas que um homem é capaz de fazer por amor”, Alexander Åhlen falava com calma.
Ele havia deixado seu promissor bar em Estolcomo para se aventurar em terras escocesas pelo grande amor de sua vida e, o universo o recompensou por isso. Ele e Anya se conheceram em uma feira de whisky em Edimburgo e, ele nunca mais quis ir a lugar nenhum sem ela. O relacionamento evoluiu de maneira rápida, resultando na mudança do homem a Campbelltown, um casamento e o filho saudável.
“A grama do vizinho sempre parece mais verde”, James Brackenridge costumava dizer.
Ele não era um homem de grandes ambições. A vida tranquila e simples de comerciante em uma cidade portuária na Escócia parecia o suficiente. Trabalhar duro na pesca; ver sua filha casar com um bom homem; conhecer seus netos e ter todos que o amavam ao seu redor quando sua hora de partir chegou foi o suficiente. Teve uma vida mais grata e satisfatória do que a maioria pode declarar sobre si.
Sobre Oscar Brackenridge, seu neto, não se pode dizer o mesmo.
Desde que contam, Oz era o tipo que sempre quis mais. As boas notas escolares não eram o suficiente em uma idade onde isso não costuma importar; o pub em que seu pai trabalhava parecia precisar de ajustes e whiskies mais atrativos, numa idade em que crianças não noção sobre negócios; o comércio de pesca do velho James parecia pequeno demais, quando a ideia era realmente ser algo familiar. A necessidade gritante por mais era tão clara, que passava boa parte do tempo entediado, tentando encontrar o mais que raramente parecia vir. Até que um dia, em um forúm de internet falando sobre negócios, um jovem herdeiro comprou a ideia de um jovem negociante.
Eu não saberia lhe explicar o jovem Oscar aos 11 anos teve a ideia, ou como ele e um herdeiro americano do Teneesse de 17 anos chegaram à conclusão de que nem o mais raro dos bourbons batia um bom scottish, muito menos, saberia dizer em detalhes como foi a negociação entre os adultos. O que eu posso lhe dizer é que seis meses depois dessa interação online, Alexander Åhlen e Carlton Alcott assinaram o contrato que dava inicio a uma das mais bem sucedidas engarrafadoras independentes de Chicago.
A grama do vizinho de fato deve ser mais verde. Talvez olhar o gramado extremamente bem capinado da mansão dos Alcott quando seus pais se mudaram para a casa de visita o tivesse feito desejar mais. Claro que aos doze, quando se mudou para os EUA , Oz tinha pouca noção do quão mais viria querer.
“Conheci cidades de muitos homens, e aprendi seus costumes. Sofri no coração, no mar sem fim, buscando sempre voltar para casa.” — Odisseia, Canto I
Os Alcott viviam em uma realidade paralela ao que vivem a maioria das pessoas. Além da mansão, havia a enorme casa numa ilha privada onde Carlton e sua família costumavam passar o verão, como ele descobriu aquele. Lá, eventos festivos e competições tomavam os meses mais ensolarados. Não demorou muito até o Brackenridge serem convidados a se juntar assim como, a inteligência e esperteza de Oscar ficaram notórias. Todavia, não importava o quão meticuloso, esforçado e bem articulado fosse, ele nunca poderia ganhar os jogos de verão que os Alcott jogavam, estava nas regras não ditas porque Carlton. Ele era um estrangeiro e filho de pessoas que trabalhavam para a familia. Isso não iria mudar, não importava o quanto que Jake, o neto mais velho, tentasse lhe fazer sentir parte da familia. Foi nessa casa de veraneio que conheceu Anastacia, a neta mais jovem de Carlton e uma amizade nasceu. Ele ansiava pelas ferias, na ilha onde o tempo parecia suspenso, ao lado dos amigos que o faziam sentir que pertencia. Com o tempo, Oscar quase acabou esquecendo que não pertencia, especialmente quando corria pelos jardins da ilha com Anastasia, ou quando ela simplesmente colocava os olhos sobre ele. Essa aproximação amistosa que caminhava para outra direção foi percebida pelo velho Alcott antes mesmo de pelas partes nela presentes. Foi quando a primeira oportunidade surgiu. Um bolsa de estudos em um colégio preparatório bem conceituado de Glasgow, longe o suficiente, quando pouco se contava com o avanço da internet. Carlton certamente não esperava que os dois mantivessem contato e que, no verão em que Oscar fez quinze, as coisas começassem a florescer.
A amizade foi finalmente percebida como amor entre Oz e Ana, tendo nessa época não apenas seu primeiro beijo mas, sua primeira noite. A qual, foi descoberta pelo patriarca. Bom negociante, Carlton nunca proibiria efetivamente a relação, ele sabia que oferecer um negocio melhor a alguém ambicioso como o jovem poderia ser o suficiente. Testes diagnósticos de altas habilidades e uma carta de aceitação em Oxford, com todos os encargos cobertos era a oportunidade para qual ninguém diria não. No ano seguinte lá estava Oscar, embarcando em uma nova aventura. Um fuso horário, um mar e semestres de distância foram suficientes para manter o casal afastado, embora se falassem com frequência pelo telefone, o dia a dia cobrava e Oscar se sentia na obrigação de fazer valer a oportunidade que tinha. Os quatro anos seguintes foram marcados por agenda lotada de aulas e projetos, ligações conturbadas e, três relacionamentos fracassados de cada uma das partes. Nessa época, Oz voltava pouco para a América e para a Ilha, tendo quatro ou cinco dias rápidos em cada verão que eram suficientes para saber aonde seu coração pertencia.
A transferência a Harvard durante a law school veio nessa época, ele e Ana haviam decidido que poderia funcionar entre os dois se estivessem mais próximos. Decisão apoiada pelos seus pais e, pelo pai da mulher que era a favor da relação. Mas, Carlton não mudaria de ideia tão certo. Oscar era um estrangeiro. Um estrangeiro bom o suficiente para estar a par de seus negócios, para frequentar sua casa mas, não bom o suficiente para sua neta. Em uma conversa de cavalheiros ridícula, ele se comprometeu a apoiar o namoro, desde que o rapaz estivesse ciente dos encargos que vinham com aquela relação. Ele precisava ser capaz de manter o padrão para Ana, agora, sem qualquer ajuda de custos e sem deixar ela penar por ele.
Negócio fechado. Mas, uma Alcott não sairia barato.
Oscar trabalhou nos estágios mais insalubres de horário aos mais bem vistos curricularmente. O mestrado quase não foi concluído porque ele precisava se dedicar ao escritório e a processos que pagavam melhor. E, foi em um desses processos que a chave virou.
“Como o homem hábil em ardis, que sabe tramar planos mesmo em meio ao perigo, assim era Odisseu.” — Odisseia, Canto IX
Meera Bahadur era uma legista eximia mas, ambiciosa. Respondia processo por um ato de imprudência, algo facilmente resolvido com um bom advogado e dólares o suficiente. Ele era esse bom advogado e bem, quanto aos dólares não haveria problema, ela e Jared Grimmes - um amigo de Oscar - resolveriam. A questão é que Meera acumulado muito mais corpos por baixo dos panos do que o processo indicava mas, ela ganhava muito dinheiro com isso e, como gratidão ou pela confiança exigida entre cliente e advogado, ela o introduziu a um grupo de atividades duvidosas.
A princípio, Oscar hesitou. Embora ele soubesse que Grimmes costumava subornar juízes ou defender os piores bandidos possíveis, não costumava se sentir muito bem com a ideia e a proposta feita pela Bahadur, cavava um buraco muito mais profundo. A vida cara levada por Ana, que havia decidido por uma universidade de cinema em LA e por paixões e estilo de vida que só as pessoas com uma gorda herança podem decidir ter, o fez repensar. Especialmente quando eles terminaram por quase seis meses, deixando margem para os mais diversos pretendentes se aproximarem.
Não era nada de outro mundo. Basicamente ele, junto com um grupo, faziam trabalhos para pessoas poderosas de índole duvidosa. Senadores, empresários, figuras da máfia. Preston ficava na parte jurídica da coisa, ás vezes transformar o ilegal em legal, outras transformar o legal em ilegal. Contratos, acordos sigilosos, falsificação de documentos, no máximo, uma chantagem tão educada que se quer parecia chantagem. Era isso. De sua parte, era isso. De resto, ele preferia não saber e só imaginar e, as vezes, nem imaginar. Fingia não ver quando, na sede que usavam para encontros, um ou outro dos companheiros chegava sangrando. Olhos fechados não veem mas, o bolso sente.
Oscar tinha, junto com seu emprego em um bom escritório de Los Angeles, alguns investimentos e seu trabalho sigiloso, uma boa fortuna de dinheiro, o suficiente para livrar seus pais das multas contratuais que uma quebra de contrato com os Alcott traria; o suficiente para enviá-los de volta a Campbelltown com o capital para abrir seu próprio negocio e para poder ver sua mãe passar junto do amado avô, os últimos anos de vida do homem. Uma pena o velho James não ter visto o anel enorme que Oz havia comprado para Ana, após ter feito, como diria seu pai, diversas coisas que um homem faz, por amor. Uma pena ele não ter visto quando ela disse sim e a festa de noivado que estampou jornais. Mas, não foi uma pena ele não estar ali para saber que Oz havia cavado a própria cova.
“Entre Sila e Caríbdis naveguei, entre monstros devoradores que me obrigaram a escolher qual perda suportar.” — Odisseia, Canto XII
Carlton Alcott nunca aceitaria Oscar, ele era um estrangeiro. Um estrangeiro alto, branco e com ternos alinhados mas, um estrangeiro. Ele não podia, entretanto, quebrar o acordo feito anos antes, não sem justificativa. Eu não saberia, mais uma vez, lhe dizer os meios usados, o que eu saberia é que após um belo jantar de verão em uma reunião de portas fechadas, Carl ameaçou jogar para o mundo tudo que havia descoberto não apenas sobre Oz, mas, sobre os que o acompanhavam. Ciente de que, se fosse descoberto colocaria não apenas o próprio pescoço mas, o das pessoas que amava em perigo - uma vez que existia uma leva de nomes perigosos que acabariam se vingando até mesmo dos Alcott e de sua amada Ana por, ele cedeu.
Cedeu depois de esgotar as possibilidades. Cedeu depois de perder sanidade e dinheiro para o velho Alcott e para seus antigos companheiros de ilegalidade.
O escândalo que veio à tona foi mediocre, mas, articulado. Imagens dele usando substancias com um grupo diverso de mulheres em uma festa duvidosa tomaram tabloides. Um escândalo de traição e drogas a um mês do casamento foi o que bastou para saber que não haveria um caminho de volta para Ana, e consequentemente, para o seu lar.
A ironia é, Oscar Branckenridge nem usava drogas e ele nunca havia traído Anastacia, nem em pensamento. De todas as coisas desleais que fazia, ele ficou conhecido e teve o coração partido pela única que era inocente.
O escândalo armado pelo próprio e por Carlton teve êxito, ela nunca mais olharia na cara dele. E, ele, foi exilado como acordo e por escolha a colocar um mar entre eles.
“E enfim, após tantos sofrimentos, vi a terra de Ítaca, doce como o primeiro olhar da aurora.” — Odisseia, Canto XIII
O retorno a Campelltown foi amargo, especialmente porque ele era constantemente lembrado de que perdera a mulher da sua vida por escolha, e embora as pessoas, não soubessem exatamente o que falavam, sabia que era verdade. Havia escolhido, mesmo dizendo que era por amor, a ambição, escolhido cortar caminho; escolhido se unir aos monstros invés de enfrentá-los. Ele merecia aquilo, embora não aguentasse.
ATUALMENTE
Pouco mais de um mês em exílio na maldita cidade costeira estavam fazendo sua cabeça girar. Ele a arrancaria para fora se não saísse dali o mais rápido possível. Após alguns contatos feitos, Oscar decidiu que Santorini, uma ilha tão ensolarada quanto a dos melhores verões de sua vida mas, absurdamente distante dela, seria um bom lugar para marcar o recomeço, inclusive porque ele precisava sustentar o papel de cafajeste criado, quando descobriu que Anastacia o havia desbloqueado de suas redes e, a mensagem que tentava entender o que havia acontecido com ele brilhou em sua tela.
De férias, desembarcou no Aletheia, onde decidiu não apenas maquiar o grande desastre de sua vida para que a ex-noiva imagine que ele apenas seguiu em frente sem qualquer tipo de pudor mas, em algum momento, acabar seguindo em frente, mesmo sem retorno para casa. Apesar de se dizer de ferias e aposentado por tempo indeterminado de suas atividades, acaba abrindo exceção para alguns amigos.
PERSONALIDADE
+ Observador, estrategista, inteligente, astuto;
- Ardiloso, desonesto, irritante, manipulador;
Oscar Branckerige é um lobo na pele de uma raposa. Os passos sempre certeiros, elegantes e silenciosos juntos com o olhar compenetrado que poderia levar a arrepios nos mais sensíveis, fazem com que ele seja o tipo de figura sobre a qual você deveria fazer mais perguntas, mas, você não faz, simplesmente porque ele passa a confiança inquestionável de ser perfeitamente capaz de resolver os seus problemas e qualquer problema, na realidade.
Convencido e condescendente mas, extremamente engenhoso, você pode até se incomodar com a postura arrogante, o sorriso ironicamente contido mas, você sabe que pode contar com ele para chegar a conclusão de uma questão, e ás vezes tudo que uma pessoa quer é ter a segurança de suas questões resolvidas. É calculista em negociações e, por vezes na vida, embora sempre pondere o peso de suas acoes, costuma ser decidido. Dessa forma, mesmo sob estresse, é normal que mantenha o semblante neutro e a voz calma. É um improvisador nato, quanto um plano falha, consegue articular outro rapidamente (na maioria das vezes).
ESTÉTICA
Aparência: Cabelo em tom castanho escuro, tamanho medio, sempre alinhado, normalmente penteado para o lado esquerdo . Textura lisa. Olhos azul claro esverdeados que parecem diferentes a depender da iluminação. Longilíneo com corpo atlético.
Postura/Maneirismos: A postura naturalmente elegante, sustentada, passando a imagem de inacessibilidade. Gesticulação facial e manual expressiva que demonstram muitas vezes neutralidade, em outras condescendência. É mais comum usar as sobrancelhas e o rosto que as mãos enquanto se expressa, como forma de prender atenção em seus olhos. Tom de voz baixo e firme, é muito difícil ouvi-lo erguer a voz, especialmente em discussões, quando o tom se torna ainda mais controlado, como estratégia de desarmar e envergonhar o oponente.
Elementos: Um anel com a inscrição de um brasão antigo que descobriu ser o de sua familia. Um Springbank não aberto dado por seu avô, seria aberto no casamento. Um relógio de bolso de ouro envelhecido, que carrega sempre consigo. Um arco e flecha usado nos torneios que participava durante os anos escolares. Um baralho de cartas marcadas antigo, de quando começou a treinar ilusionismo ainda na adolescência. O anel de compromisso devolvido por Anastacia.
Estilo de vestir: Roupas de alfaiataria bem cortados e elegantes, que mesclam tons escuros e claros em um contraste normalmente dramático. Mesmo os blazers e camisas de verão são rotineiramente alinhados e cuidadosamente escolhidos, com exceção de quando encontra-se em alguma atividade verdadeiramente braçal ou extremamente informal, nessas ocasiões é possivel finalmente perceber o jovem costeiro que existe dentro de si. Camisas abertas com camisetas mais claras sustentam esse visual, que se mesclam com as polos mais elegantes. Você nunca irá vê-lo de sapatênis, ou estará usando um tênis para exercícios ou então qualquer outro par de sapatos, sejam eles formais, navais ou botas.
Cores predominantes: Azul ( idingo, marinho, petróleo, cor do fundo do mar); cinza ardósia, taupe; verde (escuro, aspargo, militar, musgo, jade); bordeaux, vermelho rubi; ocre, bronze, dourado envelhecido.
OBJETOS SIMBÓLICOS
Uma pulseira de couro trançada, embora não use sempre, costuma honrar suas raizes nórdicas, foi feia por sua mãe;
Um medalhão com a figura de uma divindade grega;
Uma navalha de bolso antiga;
Uma caneta de marfim;
Um arco e flecha;
GATILHOS EMOCIONAIS
Passagens estreitas;
Abrigos subterrâneos/locais fechados lotados;
Vozes femininas em coro - igreja e acapela nem pensar;
O nome Itaca;
EXTRAS
Oscar prática arco e flecha desde a adolescência, sendo seu esporte favorito e já tendo ganho alguns campeonatos nacionais. Porém, costuma jogar tênis e golf por necessidade profissional - é um bom lugar para fazer contatos e iniciar negociações;
Tem uma coleção de whiskies raros, alguns dele nem são mais comercializados, bem como, costuma guardar pelo menos seus rótulos, quando não é possivel manter a garrafa;
Ele aprendeu a velejar com seu avô, e é uma atividade que aprecia, especialmente quando precisa pensar. Por isso, acabou comprando um veleiro, que foi levado a Santorini para essas férias;
Embora nunca chegue a brigar fisicamente, optando sempre por discussões verbais, Oscar aprendeu técnicas de autodefesa e um pouco de kyusho-jitsu, embora se recuse a usar as táticas, pode vir a ser um combatente letal, fisicamente falando;
Habilidades mentais: É muito bastante habilidoso no sentido de retórica, embora por vezes opte por poucas palavras; tem uma memória bom, especialmente para expressões e para textos; consegue prever reações em cadeia, como se jogasse várias partidas de xadrez ao mesmo tempo; transforma fatos em histórias convincentes; “reescreve” a realidade para persuadir; fala seis línguas;
Tem pesadelos recorrentes e por vezes até flashes de situações que não viveu;
Mais HCS a caminho…

















