somos todos aptos pra emitir e receber toda a reciprocidade dessa vida.
YOU ARE THE REASON
Game of Thrones Daily

Kaledo Art

❣ Chile in a Photography ❣
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we're not kids anymore.

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@our-september
somos todos aptos pra emitir e receber toda a reciprocidade dessa vida.
Escrever é colocar para fora o que por muito tempo esteve guardado por dentro.
Karolayne Albuquerque. (via estapiado)
Trata de saborear a vida; e fica sabendo que a pior filosofia é a do choramingas que se deita à margem do rio para o fim de lastimar o curso incessante das águas. O ofício delas é não parar nunca; acomoda-te com a lei, e trata de aproveitá-la.
Machado de Assis.
(via adesejar)
O som da sua voz sempre me trará de volta para casa.
The Flash. (via desalentou)
Você fica quieto. Enquanto acontece uma guerra dentro de você.
Orquestrando. (via adesejar)
A gente já foi fundo demais, não há mais como cair. De agora em diante, o maior risco que a gente corre é ser feliz.
Gabito Nunes. (via adesejar)
03
eu quero morar dentro do teu miocárdio me ver na tua pupila e ser viajante no teu corpo.
Follow me for more.
sytoplasm
Eu não posso pedir pra ele voltar, Zé. Não posso simplesmente ir lá e dizer que o quero de novo. Porque sou uma confusão; uma hora eu sinto um desejo descomunal de tê-lo e em outra eu só o quero distante. Eu vivo um dilema constante, Zé, e eu prefiro sofrer sozinha, calada, esperando com o tempo tudo isso passar, do que vê-lo sofrer novamente por minha causa.
Tu me entende, Zé? (via adesejar)
O silêncio é um verbo a proclamar reflexão. O olhar cansado, batalha contínua, num íntimo tempo restante. Nas rugas conquistadas, passeiam sonhos passados, perfazendo memórias de exaustivas batalhas. Já não vê mais o garbo orvalho a cobrir as pétalas do seu jardim. Clama, mutilando em seu tempo uma única espada a preencher o vazio de seu constante cansaço. As mãos que hoje dançam sem música, vestem a farda de manchas não desejadas. O velho homem, que um dia fora notável, hoje verbaliza seu silêncio na companhia das fotos que somente ele vê. Ele fora amado, menino, seu moço, seu doutor, seu zé e seu ninguém. Hoje ele é apenas “seu”. Mas de quem? Ele não quer ser do passado, ele não deseja mais nenhum futuro. O único presente seria a foice cortando-lhe o pescoço ou o tempo vindo acertar suas contas. Ah, tempo… Patife traiçoeiro que prometera-lhe segundos de eternidade na mocidade. “Deixe isso para depois, você tem todo o tempo do mundo”. O mundo existe agora. O depois pertence ao cemitério dos atrasados. Então que seja breve… A morte ou a vida. Que seja breve.
Cinzentos (via inncendiaria)