Não desligue a máquina atualização em andamento (...)
Não adianta fugir, nem mentir pra si mesmo... Agora, há tanta vida lá fora. Aqui dentro, sempre. Como uma onda no mar 🎶
Começar assim pra já deixar bem claro que: nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia!
Essa música fala bastante desse post que venho fazer na tentativa de resgatar algumas coisas de como passei esses quase 10 anos em "silêncio" aqui. Eu mudei tanto que nem consigo ler esses textos, fico nervosa comigo mesma... Complico demais coisas simples. Talvez ainda faço isso hoje. Mas, acredito ter aprendido muitas coisas também. A saudade já não me afeta tanto, mas continua existindo. Tenho minhas crises existenciais, mas agora por motivos mais adultos. Aos 50 me sentirei uma boba? Acredito que sim. Já passei dos 30 e agora eu me sinto mulher e não mais menina, ou uma menina em um corpo de uma mulher. Talvez uma mulher presa na mente de uma menina hehehe AMEI. Meu senso de humor continua bestinho.
O que eu posso começar atualizando? Será que começo soltar bombas? Vou então começar pela mais forte, mais valiosa, mais emocionante e mais modificante de cenário: Sou mamãe de 2 boyzinhos 👨👦👦 Sim, e sou mãe solo. Sim, e cada um é de um pai. Sim, e ambos "não tem pai". Tá, vamos com calma.
EU NÃO VOLTEI PRA SP. Pelo menos não definitivamente, mas em 2018 estive por lá. Fiz um curso de Tanatopraxista. Sim, me formei. Sim, trabalhei anos com cadáveres.
Não, eu não passei daquele ano na música.
Eu e Rafael não passamos da fase difícil do relacionamento, das mudanças, ele me chifrou no mesmo ano. Está com essa moça até hoje. Desejo felicidades. Sofri demais, mas mereci ✨️ Eu amava ele mais do que pensava, mas deu certo de esquecer.
Tive um relacionamento abusivo de verdade, ao ponto de fugir da pessoa que ameaçava de matar. Irei evitar esse assunto aqui.
Conheci o pai do meu primeiro filho na melhor fase depois que voltei pra Paraíba. Tivemos um relacionamento tóxico também. Engravidamos, fui top pra ele, mas ele me abandonou quando mais precisei e acabou comigo por anos.
Passei 3 anos pra me recuperar.
Encontrei uma pessoa, me apaixonei, pela logística (ele morava longe) terminei. Imendando em um relacionamento bagunçado com um menino imaturo e mais novo que eu. Me lasquei de novo e tive outro filho, agora de um novo fdp que me abandonou ainda grávida.
Eu voltei pro TI. Sim, consegui reverter minha escolha de sair da área. Mas, mês passado eu pedi demissão. Mas, tá tudo bem com isso. Estou com um bebê de 7 meses e não tava dando mais. Uma hora eu volto!
Eu não moro em João Pessoa há mais de 3 anos.
Voltei pra minha cidadezinha do interior- sertão - e reclamou diariamente disso! Mas, estou pra voltar pra João Pessoa. Aguarde os próximos capítulos.
Viu aí que foram anos frenéticos e coisas bombásticas rolaram né? Mas, é isso.
Quando a gente é jovem imagina e quer viver várias coisas. Mas, pessoas profundas como eu estão sempre procurando por algo. Ruim que nem sempre o que a gente acha é bom. Forçadamente me obrigo à viver fortes emoções. E essas vieram com consequências, sempre houve, mas fui pesando pesando pesando até que agora é complicado de carregar - realmente.
Eu venho sofrendo há anos, calada, espremida. Mas, deixa. Vou voltar desabafar aqui e tudo ficará mais claro. Obrigada à mim mesma pelos causos impensadas que ainda me renderam bons textos.













