Primeira poesias gráficas...

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Primeira poesias gráficas...
Limite de Lotação: 39
Não somos massinha Nem sardinha Enxergamos Sentimos calor Suamos Respiramos Desmaiamos Conversamos Gritamos. Somos jogados Como sacos de carne Esquerda Esquerda Direita Esquerda Curva acentuada. Pouco ar Falta de ar Vapor. Fantástico Camelô embarga Pessoas Tipos. Já se sentiu Numa lata hoje?
Pipa
Mesmo que eu Não goste A pipa me ensinou Um significado mostrou. Não esperava aprender Logo quando estava ao fim Do meu tempo de dor. O homem deseja voar Mas teme tirar os pés Do solo, não mais Não temo mais. Agora é minha hora Minha vez de passar o solo. Meu turno, meu desafio Finalmente vou sair Como a pipa sai ao céu Com suas cores, e os olhos Atentos para onde vai. Agora com o vento Voo alto Vou subir mais que as nuvens Só preciso do vento certo E da linha ideal. Minha rabiola é meu amor Me guia e me leva Mesmo frágil, ainda Vou longe sendo quem sou.
À Tona
Hoje saà de casa Andei metros, Onde passar Não sei. Caminhei Vi Vivenciei. Pessoas com vergonha Pessoas com orgulho Gente com medo Menina chorando Menino rindo. O sentimento vindo À tona. Observei, Me afetei Não afetei. A perfeição Está na imperfeição Mesmo com ninguém Percebendo que já é Ideal da forma que está. O ideal só dura Segundos, Segundo lugar, Alguém foi deixado Pra trás na viela. Não andei Não caminhei Visitei, Olhei. Nós não caminhamos Se estamos observando, Nós aguentamos Porque mesmo de longe O sentimento vem À tona.
À tona
Hoje saà de casa Andei metros Onde passar Não sei. Caminhei Vi Vivenciei. Pessoas com vergonha Pessoas com orgulho Gente com medo Menina chorando Menino rindo. O sentimento vindo À tona. Observei, Me afetei Não afetei. A perfeição Está na imperfeição Mesmo com ninguém Percebendo que já é Ideal da forma que está. O ideal só dura Segundos, Segundo lugar, Alguém foi deixado Pra trás na viela. Não andei Não caminhei Visitei, Olhei. Nós não caminhamos Se estamos observando, Nós aguentamos Porque mesmo de longe O sentimento vem À tona.
Pipa
Mesmo que eu Não goste A pipa me ensinou Um significado mostrou. Não esperava aprender Logo quando estava ao fim Do meu tempo de dor. O homem deseja voar Mas teme tirar os pés Do solo, não mais Não temo mais. Agora é minha hora Minha vez de passar o solo. Meu turno, meu desafio Finalmente vou sair Como a pipa sai ao céu Com suas cores, e os olhos Atentos para onde vai. Agora com o vento Voo alto Vou subir mais que as nuvens Só preciso do vento certo E da linha ideal. Minha rabiola é meu amor Me guia e me leva Mesmo frágil, ainda Vou longe sendo quem sou.
Ines Brasil
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QUE MARAVILHOSA, CARA!
<i>Fim de semana</i>
Todo dia eu penso Como é bom ter você. As vezes eu me pergunto Se um dia você Vai me esquecer. Eu nunca vou te esquecer. Eu nunca vou te deixar. Quero te ter ao meu lado Todos os dias te olhar Te alegrar Te sorrir E sorrir. Ansioso fico Esperando te ver E arrisco. Imagino ter Problemas ao te ver Mas você só Acalma meu ser. Me pergunto por que Devo esperar tanto Por você. Mas então lembro "Esperei tantos anos Uma semana É nada. O verei No fim de semana." E fico são.
According to a friend of mine, and in agreement with her, I searched for a symphony that could fit perfectly with the entire history of my book. Hope you like it. De acordo com uma amiga minha, e concordando com ela, eu procurei por uma sinfonia que se encaixasse perfeitamente com toda a história do meu livro. Espero que gostem.
Spin-off — Estranhos Conhecidos
LuÃs era um jovem estudante do quarto perÃodo de Economia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Maria estava prestes a se formar em Economia na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro em Seropédica. Marcos iniciaria o mesmo curso que os outros dois em poucas semanas na Universidade Veiga de Almeida, o benefÃcio de ter um pai que exercia o cargo de Deputado Estadual com mãos de ferro lhe causava arrepios todas as vezes que se lembrava do emprego de seu progenitor. O que lhes havia em comum, além do desconhecimento de cada um e dos cursos em que estavam matriculados, os três estavam presentes no momento em que Renan saiu pelos portões do hospital para fumar um cigarro e logo em seguida Carlos apareceu e o abordou. Maria estranhou a forma como eles se tocavam, achava que estavam prestes a brigar, mas parecia que o segundo a chegar estava de alguma forma implorando algo ao primeiro que ela não pode distinguir, apesar do olhar triste e abatido do segundo. Logo apareceram outras pessoas e entraram na discussão com os outros dois, aquilo parecia algo de famÃlia. LuÃs observava de longe o movimento das pessoas no hospital, checou pela décima vez todo seu equipamento e as precauções que tomaria se alguém viesse atrás dele, ele só tinha um alvo, e teria que ser rápido e certeiro. Marcos estava visitando sua avó que morava no municÃpio de Seropédica e precisou ser internada depois de um princÃpio de infarto. Ele obsevou o grupo de pessoas em volta de um só paciente que após abraçar um outro homem que estava chorando, começou a sorrir. Ele também sorriu e notou quando um deles saiu pela grande porta do quarto coletivo dos pacientes em observação, então outro saiu e logo depois todos saÃram, deixando o paciente só. Ele quis ir conversar com o aquele rapaz pequeno que parecia uma criança mas que tinha um ar tão adulto quanto do casal homossexual que ele havia admirado assim que chegaram para visitar o pequeno. Assim que ele percebeu que sua avó adormecia, ele se ergueu de seu banco e começou a andar devagar até o rapaz. LuÃs segurava com firmeza a pistola e assim que colocou a máscara e avistou seu alvo, ele saiu correndo atrás de seu objetivo. Maria cumprimentou o deputado Mário assim que ele se aproximou com seus seguranças, suas famÃlias eram conhecidas desde antes do nascimento dela que era mais velha que o filho do polÃtico apenas dois anos, e aliás nem o conhecia. — Como é um prazer reve-la, minha menina. — disse o deputado assim que abraçou a garota. — Como vão seus pais? — Vão muito bem, senhor Mário. Só precisei trazer meu primo aqui para tomar vacina e decidi tomar um pouco de ar... Ela nem pode terminar sua fala porque de repente a cabeça de Mário pendeu para o lado direito e ele caiu estático no chão. Nem mesmo os seguranças souberam como aquilo foi acontecer, então mais tiros se seguiram, que atingiram o pé esquerdo de Maria e o braço de um dos seguranças, os outros tiros se perderam. LuÃs percebeu que ainda restava uma bala em sua arma, mas não arriscou ser descoberto e logo fugiu do terreno, já havendo concluÃdo sua missão. Maria não conseguia sequer gritar de tão apavorada que estava pelos tiros repentinos e também pela dor que sentia em seu pé e mais ainda pela poça de sangue em que havia caÃdo. Marcos rapidamente voltou para perto de sua avó no instante que ouviu o primeiro tiro, desistindo de se aproximar do rapaz que logo foi cercado novamente por seus visitantes, mas ele sentiu um arrepio na coluna, e seus pequenos pelos da nuca se agitaram, causando-lhe desconforto. Ele não sabia porquê, mas estava começando a sentir enjoo. Sua avó apertou firme sua mão, fazendo-o focar os olhos nela e rapidamente pedir a uma das enfermeiras, que começaram a correr para apagar as luzes, para que a socorresse pois estava aparentemente tendo outro princÃpio de ataque cardÃaco. Artur, um dos enfermeiros que estavam andando próximos a entrada do hospital, correu para socorrer Maria e verificar o estado do deputado já morto. Os seguranças do falecido o ajudaram a levar a moça para dentro do prédio e ele quase não percebeu a voz da garota o agradecendo por tirá-la daquele terror. Ele segurava a mão dela e gritou para algumas enfermeiras prepararem todos os equipamentos para limpar a moça e estancarem o sangramento de seu pé que foi atravessado direto pela bala.
To sem criatividade
:c
Just act casual
Well...that's truly Ruby's casual! Hahahaha
I could never ask for someone better than you, because your the best friend, best boyfriend and best partner. Everytime.
Spin-off 6°
Esse é o outro spin-off do meu livro Acordes, um romance gay publicado no Wattpad.
"Spice Girls era meu grupo favorito. Continua sendo, mesmo depois de anos que o grupo acabou. Eu sempre fui muito expressivo, emotivo, instintivo. Meu pai odiava isso, minha mãe nem tanto, mas ela não gostava de contrariar meu pai e meu irmão mais velho que era tão rabugento e escroto quanto meu pai. Meu primeiro beijo foi com um garoto, e inocentemente eu fui contar aos meus pais sobre minha empreitada na vida amorosa. Eu ainda tinha dez anos. Não me arrependo desse dia, só tenho medo que ele se repita, e por isso eu comecei a reprimir o que eu sentia, porque eu achava que era errado. Quando eu começava a gostar de algum garoto, ou quando caÃa na tentação e ficava com um, eu começava a chorar quando chegava em casa e pegava minha tesoura para me cortar e criar uma memória ruim sobre beijar meninos, e comecei a procurar meninas. Eu não gostava, nunca me agradou, nunca senti prazer. Nem mesmo quando eu transei pela primeira vez. Eu queria que fosse um homem comigo. Eu queria meu maior desejo. Eu queria meu melhor amigo. Como eu era apaixonado por ele e não conseguia deixar de admirar seu corpo esculpido pela natação. Aos quinze anos eu já tinha várias cicatrizes que eu nunca contei aos meus pais nem meu irmão sobre elas. Eu conseguia reprimir meus desejos com facilidade, mas não o tempo todo.
Ninguém sabia sobre mim, mas meu melhor amigo, eu precisava contar a ele. E quando contei, ele me agrediu, fÃsica e verbalmente, falou com minha famÃlia sobre o que eu havia lhe contado e novamente fui agredido e então, expulso de casa. Eu não tinha para onde ir e fiquei quase um mês morando numa praça perto da minha casa e vários conhecidos me viam deitado na grama abaixo de uma árvore dali. Até que um dia eu voltei e disse, mentindo, que tentaria mudar e que dessa vez era sério. Meu pai quis me testar, e levou uma prostituta em nossa casa, eu teria que transar com ela na frente dele e sem fazer cara de nojo, e ele conhecia muito bem minha cara de nojo. Fui obrigado, e eu não conseguia mais pensar no meu melhor amigo sem começar a chorar, eu precisava de uma alternativa. Eu consegui transar com ela, e na mesma semana pedi ao meu pai para entrar na academia, porque as meninas gostavam de caras fortes. Ele ficava cada vez mais convencido de que eu estava 'virando homem'. Meus pelos cresciam, mas eu não conseguia parar de me cortar, e comecei a me cortar em áreas mais escondidas do corpo, e a lavar minhas roupas porque não queria minha mãe vendo minhas peças ensanguentadas.
Spin-off 5°
Esse é o outro spin-off do meu livro Acordes, um romance gay publicado no Wattpad.Â
Minha avó cuida de mim desde que nasci. Meus pais não queriam ficar comigo, e não foi por questão financeira, foi por pura vaidade deles, pois não queriam ter um filho atrapalhando a vida tanto sexual quanto social. Com o tempo aprendi a não me importar com eles, e realmente não me importava, porque minha vó me ensinou a não me importar com quem não se importava comigo, e eu aprendi muito bem, e com a melhor pessoa.
Minha avó, dona Luci, era mãe da minha mãe, mas muito diferente da minha progenitora, ela era leal e amável. Amável até demais. Mesmo que mantivesse milhares de regras de comportamento e até mesmo sobre amizades, ela era tão carinhosa e "de boas", que eu podia levar amigos meus em minha casa para dormir desde os cinco anos, e nunca houve nenhum problema. Ela era viúva, então eu era seu consolo quando ela ficava triste, eu quem dormia com ela quando estava frio. Nós cuidavamos um do outro, nunca foi algo hierárquico em que eu tinha respeitá-la a ponto de não poder ser como um amigo para ela. Eu sempre a respeitei, até mesmo quando fui contar a ela sobre meu primeiro beijo, que foi com um menino do colégio. Fiz de tudo para parecer arrependido, ou mal com aquilo, mas ela fez tudo ser diferente do que eu imaginei. Ela gostou de saber da minha vida, compartilhava seus segredos comigo e sempre foi a minha melhor amiga, até mesmo quando eu conheci minha melhor amiga da escola. Vó Luci era tudo para mim, principalmente quando eu fui traÃdo pelo meu primeiro namorado.
Ricardo era um namorado bom, muito bom. Sempre me dava presente, fazia carinho em mim quando eu estava doente, ou triste, me deixava aliviado quando eu ficava tenso a respeito de algo muito grave, e me fazia rir quando estava num momento sério. Ele poderia ser o namorado perfeito, ainda mais para o primeiro. Ele teria sido, mas nós fomos numa festa, aniversário de quinze de uma amiga nossa, e [ele era muito cara de pau] eu o vi beijando outro garoto e depois uma garota. Poderiam ter sido só dois beijos diferentes na mesma noite, mas não foram só beijos, porque ele agarrava e apertava tanto a bunda quanto os braços e cintura dos seus dois ficantes. Ele poderia ter sido o perfeito, se tivesse inventado uma desculpa. Ele teria sido perfeito, se eu não tivesse visto tudo. Ele ia ser perfeito, se ele não tivesse só dezesseis anos e que naquela festa não tinha bebida, e ele poderia ter dado a desculpa de que estava bêbado.
Eu não fiz como a maioria das pessoas, que ficam chorando e sofrendo pela traição e a, então, separação. Comigo a situação foi pior: eu entrei em depressão. Eu não pensava nele, Ricardo nunca mais ocuparia minha mente, mas eu pensava nos meus pais. Tentei começar a entender o real motivo para terem me abandonado com minha avó. Não que eu odiasse o fato de ter que viver com minha vó, mas eu comecei a questionar o que eu representava para os meus pais. Nunca imaginei que eu fosse reagir dessa forma a um término, mas eu estava vivenciando isso.
E nesse tempo em que estive sendo corroÃdo pela depressão e pelos ácaros da minha cama, eu tive uma luz. E seu nome era Renan. Eu sabia que ele tinha um namorado, mas eu nunca enxerguei ele como algo além de um amigo que me ajudaria a se reerguer, mas ele me enxergou de outra forma. Isso causou ciúmes da parte do namorado dele, Paulo, porém eu me mantive inerte e nunca comentei com Renan sobre as ameaças do parceiro.
Um dia eu estava no meu quarto, como sempre, só saÃa para ir ao colégio, e recebi uma notificação de uma mensagem de Renan. Era um poema, com um link para uma música no YouTube. O poema:
Levou-me
Arrastou
Arrasou
Gritou-me.
Somente uma
Sua mente
Una.
Pura,
Sádica,
Raiva. Eu
Era eu.
Existe, sim, um jogo de terror psicológico com um pouco de ficção cientÃfica que vale a pena jogar e é muito bom pra inspirar na hora de escrever ou coisas do tipo. Infelizmente o jogo parece não ter tradução pro português, mas é maravilhoso pra quem entende inglês. E o suspense não está só na história, porque é um jogo só de história, onde você tem que guiar o cara, mas seu celular é mais um comunicador do que uma tela ou algo do tipo, ou seja, você só verá a mensagem sobre o que está havendo com o personagem. Ele pode morrer, tá?! Ele depende tanto das decisões que você manda ele tomar, que ele pode se foder legal depois. Adorei o jogo e super recomendo.
pretty much all i draw is lapis
Lapis is so cute :3