Eu não sabia o estrago que faria quando te encontrasse. Levei um tapa na cara do meu subconsciente que me mostrou que todos os sentimentos que eu fingia não ter, estava lá, só esperando você me olhar nos olhos por dois segundos, para reaparecer.
Que droga, não é mesmo?! Mas não para você, já que você não sente nem metade da metade do que eu estou sentindo agora.
Logo eu que achava que nunca mais escreveria uma frase sequer para você, estou aqui outra vez, tentando, de novo, apagar tudo aquilo que um dia eu senti, só eu senti!
Aí eu me pergunto por quem foi que eu me apaixonei e para quem eu estou escrevendo agora, visto que você nunca foi de verdade.
Aqueles “eu te amo” que você dizia antes da gente dormir, nunca foi real! Aquela frase “você é meu amor”, saiu da boca pra fora. Aqueles gestos de carinho, era só você carente. Tudo aquilo foi mentira, tudo o que você dizia ser era mentira.
E eu não sei o que me faz estar aqui, escutando uma droga de uma música triste e chorando por alguém que eu inventei.
Poeta sem nome










