“O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,
Não se conduz inconvenientemente, não procura seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;
Não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta...”
Esse texto por si só já fala aos ventos e aos surdos, o impaciente não sabe o que é amar, nem tampouco o maldoso, assim sendo quem é ciumento ao extremo está fora disso, o orgulhoso jamais saberá, nem o soberbo. Quem não sabe seu lugar e agi por impulso é despido de amor, o egoísta é um triste que acha que amor próprio é amar de verdade. Quem se ira não ver o amor, a magoa o esfria. O amor é livre de qualquer vaidade, de qualquer perturbação.
Quem dera eu soubesse explicar o que é amor, só sei dizer o que é amar. Amar é dar de si mesmo ao outro, é sentir a fraqueza do enfermo e a saúde do atleta, é esperar sabendo que talvez nunca volte. É chorar ao lembrar e com carinho fazer uma oração. É está de braços sempre abertos, é sorrir para o cego e ouvi o mudo. É entende o tempo do outro, é ver o invisível. É ter um pão, mas metade se o outro precisar. É não se irar com as imperfeições, pois somos partes dela. É poder não dizer amar, mas provar sempre. É ir além das nossas forças, ir além do sono, do cansaço. É deixar de lado a sua dor e sem pestanejar ir acudir a um alguém.
É dividir o que tem sabendo que nunca teve. É dizer adeus, mas sempre bem-vindo. É nunca sempre ver as falhas, mas disciplinar quando necessário. É acalma com a presença quando não souber o que dizer. Amar é isso, sem ser. Amar não é de repente, amar é exercício.