Lost Hiill é uma pequena cidade praiana situada no sul dos estados unidos com os mais inusitados moradores. O cenário principal fica para a Lost Hill High School a única escola da cidade que para os alunos é uma diversão a parte. É lá onde se preparam...
A faculdade sempre me pareceu uma coisa importantíssima, fundamental para medir o valor de uma pessoa e determinar seu futuro. Vivemos em uma época em que primeiro perguntam onde você estudou e só depois seu nome. Desde cedo fui ensinada — condicionada, na verdade — a me preparar para uma boa educação. Isso se tornou uma necessidade para mim, que exigiu uma dose absurda de esforço e virou quase uma obsessão. Cada aula a que eu assistia, cada trabalho que fazia desde o primeiro dia do ensino médio, tinha como objetivo entrar na faculdade. E não numa faculdade qualquer: minha mãe cismou que eu tinha que estudar na Washington Central, a universidade em que ela estudou, mas que acabou abandonando antes de se formar.
Você está convidado a conhecer a história mirabolante de Nico Ezell na famosa Nova York e do seu envolvimento nada formal com Alec Morgan a partir do dia 02/08. Sejam Bem Vindos!
“Ela era uma escritora frustrada tentando a vida em Nova York. Ele era um advogado bem-sucedido. Por quanto tempo duraria essa proposta? Por quanto tempo ela ocultaria a verdade?” Nico estava preste a entrar numa enrascada.
Matt conduziu Lily até a barraca, ele mesmo preparou as bebidas, no modo como preparava a garota tinha certeza que ele era do tipo de cara que conhecia todo tipo de bebida.
– Dispensou o Evan né? – Ele falou casualmente.
– O que disse? – Lily se assustou com a pergunta.
– Disse que não vai mais dar aula para o Evan.
– Ah. – murmurou. – Cansei de correr atrás de quem não quer nada.
– Ele ficou chateado pra caramba. Disse que você é impulsiva e difícil de conviver.
– Impulsiva é a avó dele. Não ligo para que o Evan fala, ele mesmo sabe que foi total desinteresse dele.
Matt lhe entregou o copo e a guiou um pouco mais longe do carro.
– Ele não quer sair do time.
Lily deu de ombros dando um gole na bebida nova, tinha gosto de uva.
– Aprovado? – Matt perguntou referindo a bebida.
– Hum. A minha estava melhor. – Brincou.
– Você mente muito mal. – Ele sorriu puxando para distante da barraca.
– Não quer dançar?
– Não mesmo, não levo jeito para isso.
– Eu duvido.
Lily o olhou com cara de quem “você não sabe do que está falando”. Matt encarava-a com um belo sorriso nos lábios. Lily desviou os olhos para baixo se sentia constrangida.
– Sabe foi ele que perdeu. – Matt falou, fazendo Lily olhar para ele novamente.
– Ele quem? – Perguntou confusa.
– O Evan. Ele que saiu perdendo a companhia de uma garota inteligente e bonita.
– Se você diz. – Ela sorriu tímida, podia sentir suas bochechas se enrubescendo.
“Por que diabos ela ficava envergonhada quando um cara galinha, idiota a elogiava?”
– Não é só o que eu estou dizendo, é o que você é.
“Ele podia não ser o cara mais inteligente, mas ele sabia fazer uma garota se sentir bem.”
Lily apenas sorriu desviando seu olhar para longe e sussurrou um “obrigado”.
Bea estava se sentindo perdida, Lily tinha ido pegar bebida e não voltara, acontecendo o mesmo com Alex. Belos amigos que davam as suas escapadas e a deixava no meio de adolescentes bêbados. Bea deu uma rápida olhada ao seu redor, mas não conseguiu achar nada de interessante, resolveu procurar os amigos e desarma-los.
A garota de profundo de olhos azuis seguiu um pouco mais distante da grande fogueira, o que foi um erro, pois um pouco mais a frente ela se deparou com Ian conversando alegremente com uma loira. Ele trajava jeans escuros, uma camisa branca que valorizava perfeitamente seus músculos, o cabelo loiro bagunçado dava um charme final, carregava um belo sorriso nos lábios o que era novidade, já que ele sempre mantinha a expressão séria no rosto.
Bea virou subitamente não queria encara-lo. Mas foi um pouco tarde, pois Ian a tinha visto assim que ela virou, gritou para que ela o ouvisse, mas Bea ignorou e continuou andando sem olhar para trás. Ian pediu licença a garota que estava o acompanhando que por hora nem sabia o nome da mesma e correu até ela.
– Bea, espera. – Ian segurou o braço da garota impedindo a de andar.
– Ian, você por aqui? – Bea perguntou fingindo surpresa.
Ele sorriu fraco e soltou-a.
– Me desculpe por hoje mais cedo, eu fui um estúpido. – Se desculpou colocando as mãos no bolso.
– Sério? – Bea perguntou irônica.
– Eu estava cansado e com raiva e de súbito descontei em você.
Bea abaixou a cabeça e falou:
– Não pode descontar sua raiva nos outros sempre que estiver um dia ruim.
– Eu sei. – Ian disse segurando o rosto dela delicadamente fazendo a mesma olhar para ele.
– Você me desculpa? – Perguntou se perdendo dentro daquele mar que se chamava de olhos. Queria dizer a verdade sobre tudo e acabar todo o desconforto, ela não podia o ver só como amigo. Jamais, ele queria ser bem mais que isso.
– Desculpo, mas você tem que controlar sua bipolaridade. – Bea disse por fim em meio uma gargalhada.
– Eu irei. Prometo. – Ian sorriu.
Bea tentou desviar atenção o máximo dele, mas não conseguia. Era como um imã que a puxava, uma atração estranha. Toda aquela loção masculina embebedava a garota. Ela tinha que se comportar, era estranho sentir tal atração, mas aquela boca, aqueles músculos, aquele sorriso mexia com ela. Só Deus sabia o quanto.
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Evan tinha acabado se chegar a festa que Matt tinha lhe falado. Ele estava precisando mesmo de uma bebida. Estacionou seu carro e caminhou lentamente até a orla da praia, estava cheia de gente. Muitos bêbados, outros dançando, outros gritando, uma loucura. Recebeu comprimentos de alguns e foi até o carro do som, já que ele sabia que era de Matt e sua turma com certeza estaria lá. Antes de ir ao carro passou na barraca e preparou uma bebida forte, assim que virou avistou de longe, debaixo do pé de coqueiro duas silhuetas conhecidas.
Caminhou até lá e quando chegou se assustou com o que vira. Matt seu melhor amigo estava de papo com Lily sua ex-mentora. “E o que ela estava fazendo ali? A garota nerd não ia para esses lugares”. Ela gargalhava das coisas que o Matt falava, a loira parecia bem feliz ali. Coisa que ele jamais conseguira fazer com seus dramas pessoais trazidos para a biblioteca. Aquela cena estava mexendo com ele. “Era ciúmes? Não, não era ciúmes...Talvez porque a garota se sentia melhor ao lado de Matt do que ao lado dele. E isso quase nunca acontecia com as meninas de Lost Hill” Evan ponderou em pensamento.
– Evan? – Finalmente Matt tinha notado a presença dele.
Lily virou para frente assustada o encarando.
– Eu estava te procurando, mas não sabia que estava ocupado. Desculpa. – Evan deu de ombros.
– Eu não... – Lily interrompeu, parando no meio da frase. Ela não sabia o que falar.
– Quer saber eu vou pegar mais bebida. Você quer? – Ela perguntou voltando para Matt.
– Claro. Dê seu melhor. – Matt ergueu as sobrancelhas, fazendo Lily sorrir.
A loira saiu e foi até a barraca, deixando os dois amigos de entreolhando.
– Está pegando a nerdezinha? – Evan perguntou dando um gole na bebida.
– Não, só estamos conversando.
– Desde quando você conversa com as garotas antes de pega-las? – Evan disse, cuspindo a bebida em resposta do amigo.
– Desde quando ela é Lily Ross. – Matt ponderou.
– Está gostando dela?
– O que? Não, só que ela escuta o que eu tenho a dizer, ri das minhas piadas. Sei lá ela me faz sentir importante.
– A primeira vez que conversa com a garota e já está assim?
– E daí? Eu posso ser bem legal quando eu quero.
– Ela não vai querer ficar com você.
Matt o encarou, desacreditando das palavras do amigo.
– Nem tudo é sobre ficar, fazer sexo com garotas Evan. Eu não quero obriga-la a ficar comigo. Eu não sou um galã como você, mas não sou um lixo. Inacreditável como você gosta de por as pessoas no chinelo. – Matt disse e levantou passando por Evan.
– Não precisa desse drama todo. – Evan elevou o tom da voz.
– Só está assim porque ela te deu um belo fora. E se diverte comigo, o que nunca aconteceu com você. Detesta perder não é? – Matt falou com um sorriso sarcástico no rosto. Eles ficaram encarando por um bom tempo. Se Lily não tivesse chegado na hora eles podiam sair aos socos.
– Aqui está. É bem melhor que a sua. – Lily sorriu e entregou o copo para Matt.
– Acredito. – Matt pegou a mão da loira e disse: – Vamos para outro lugar tá?
Lily apenas balançou a cabeça e saiu sem entender nada.
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“O universo só podias estar de complô com ele, não podia ser” Evan pensava enquanto descia a terceira copada de vodka garganta a baixo.
– Pega mais uma pra mim. – O garoto que parou ao lado dele pediu.
– Dia ruim? – Evan perguntou.
– Se você quer dizer que eu ando correndo das garotas e a que eu quero eu só sou um amigo. – Alex sorriu, levantando o copo no ar. – Dia ruim? – Repetiu a pergunta para Evan.
– Se você quer dizer que seu melhor amigo praticamente te chamou de otário e ainda por cima te trocou para ficar com uma garota que acabou de conversar. – Evan deu de ombros, batendo seu copo com o de Alex que brindaram a “dias melhores virão”.
– Mulheres. – Alex murmurou sorrindo amargo.
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– Desde que te encontrei você está com essa mesma bebida. – Ian reparou.
– Não quero beber, eu estou dirigindo. – Ela deu de ombros.
– Porque não comprou um refrigerante?
– Porque eu queria beber até cair, mas o Alex e a Lily devem estar fazendo isso por mim. – Bea sorriu erguendo as sobrancelhas.
– Você, bebendo até cair? – Ian gargalhou.
– Qual o problema?
– Desculpa. Só que não vejo você bêbada. – Ele continuou a gargalhar.
– Não é engraçado. – Bea fingiu brava.
– Oh. – O rosto de Ian se transformou em uma expressão arrependida.
– Você devia ver só sua cara. – Bea o empurrou, agora gargalhando.
– Ah você me paga. – Ian se recompôs e saiu correndo atrás dela.
Enquanto a maioria das pessoas dançava, eles corriam no meio delas. Quem os visse pensariam que estavam bêbados, ou eram só dois adolescentes apaixonados...
Mas estavam ocupados demais para pensar qualquer coisa.
Depois de correrem quase a praia toda, Bea desistiu e deixou ser “pega”. Ian a abraçou e ergueu-a num rodopio. Bea teve que lhe suplicar para que ele a soltasse. Mas estar naqueles braços fortes não era nada desconfortante, pelo contrario, era uma verdadeira tentação.
Os dois se sentaram na borda a areia, na parte mais distante dos festeiros e ficaram olhando o mar.
– É lindo. – Ian murmurou, voltando sua atenção para a garota ao lado.
– Verdade. Embora eu não saiba nadar é bom ficar olhando e ouvindo o barulho das ondas. – A garota sorriu envergonhada ao perceber que o badboy a encarava.
– Eu te ensino se você quiser. – Ian ergueu as sobrancelhas sugestivo. Bea não vira, mas ele dera um sorriso travesso.
– A surfar também? É super-radical.
– Qualquer coisa que você quiser.
– Não vai me deixar afogar? – Ela perguntou fintando-o.
– Eu prometo. – Ele sussurrou.
Bea mordeu os lábios e abaixou a cabeça. “Porque ela estava sentindo aquela atração por ele? Ela não podia se dar ao luxo de cobiçá-lo eram apenas amigos.”
– O que foi? Está tudo bem? – Ian perguntou, segurando gentilmente o queixo baixo da garota obrigando a olhar para ele. O toque do corpo de ambos foi como um choque.
Nenhum dos dois se atreveu a falar alguma coisa. Era como um imã atraindo eles e nenhum ia de oposição a física.
Aquela posição já estava ficando um pouco desconfortante para Bea, ela queria desviar seus olhos para qualquer lugar, mas eles insistiam em parar nos profundos olhos de Ian. A garota viajava com tal visão.
– Eu... eu estou bem. – Bea gaguejou desviando os olhos para frente.
Mas Ian foi mais rápido e segurou - agora com ambas as mãos - o rosto da garota. Aquele era o momento certo para ele contar toda a verdade, começando pelo baile.
– Bea... – Ele começou quase num murmúrio. Sabe o dia do... – Antes de terminar de falar, foi interrompido pelo chamado do celular de Bea.
A garota se livrou das mãos de Ian e pegou o celular, o nome de Lily brilhava na tela.
– Oi. – Atendeu meio atordoada.
– É o Alex. – Lily gritou para que fosse ouvida, com certeza ela estava no meio do povão.
– O que tem o Alex, Lily? – Bea se desesperou.
– Eu... Venha aqui me ajudar, perto da tenda de bebidas. – Falando assim Lily desligou.
Bea se levantou apressada, bateu as mãos na roupa para tirar as areias.
– Eu tenho que ir. – Enviou seu melhor sorriso de desculpas para Ian.
“Maldito seja Alex que atrapalhou uma cena tão maravilhosa como aquela.”
– Tudo bem. Aconteceu alguma coisa? – Ele perguntou preocupado se levantando também.
– É o Alex.
– Eu vou com você.
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Alex estava parado no meio da rodinha, cheia de pessoas. Com Evan ao seu lado, na frente deles havia uma turma de mal encarados.
– Sabe o que você são? Vocês são otários. – Evan gritou para os garotos.
– Olha só que bando de babacas. Já que ela é sua, porque não estava com você. Há deve ser porque não tava dando conta do recado.
E foi a conta, os caras subiram para cima de Evan e Alex que revidaram. Socaram, deram voadoras. Bea e Lily estavam desesperadas. Até que Ian se infiltrou no meio deles e segurou Alex, puxando-o para fora da briga, logo Matt veio e segurou Evan também. Do outro lado alguns tentaram acalmar a briga.
– Me solta. – Evan se debatia no braço de Matt.
– Para com isso Evan. – Matt pediu, logo o soltando.
– Não intromete Ok. Aliás, o que faz aqui? Achei que estava muito bem acompanhado. – Evan olhou ao redor capturando o olhar de Lily e encarou-a. A loira balançou a cabeça e foi até ele e o agarrou pelas mãos.
– O que está fazendo? Vai me matar? – Evan perguntou ainda parado. Todos estavam olhando para eles.
– Evan, não faz drama. Só venha comigo.
Depois de algum tempo ele deixou ser levado por Lily. Ela estava um pouco tonta, mas sóbria – não cem por cento – mas estava.
Levou ele até o estacionamento.
– Onde está seu carro?
– O que? Eu não vou embora agora. A festa mal começou. – Evan se soltou das mãos de Lily e ficou parado como um garotinho de três anos emburrado.
“Paciência Lily, paciência” Sua voz interior pediu.
– Eu não vou te levar embora ok? Só vou fazer um curativo nesse machucado, mas para isso precisamos ir num posto próximo. Ou vai me dizer que no seu carro tem kit de primeiros socorros?
– Fica no armário da escola. – Evan suspirou guiando Lily até seu carro.
Uma parte da cabeça dele doía, com certeza onde tinha levado uma pancada. Passou seus dedos sobre o corte e depois que os tirou estava sujo de sangue.
– Ei, o que está fazendo? – Lily perguntou assim, que o viu tomar a direção da porta do motorista.
– Estou indo dirigir meu carro. – Ele respondeu impaciente.
– Não está não. Você está bêbado e machucado. – A loira ficou escorada na porta, impedindo ele de entrar.
– Eu não estou bêbado. Eu só bebi um pouco, e você também. – Fez questão de lembrar.
– Eu estou mais sóbria que você. – Dizendo isso, arrancou a chave das mãos de Evan que entrou no carro. Ele não relutou, estava cansado de mais para isso.
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– Brigando por causa de mulher Alex? De mulher? Meu Deus, a gente vem na festa para se divertir e você atrapalha tudo. – Bea falava com um Alex sendo arrastado por Ian.
– Não grita comigo. – Ele pediu.
– Não estou gritando com você. – Bea diminuiu seu tom de voz.
– Não precisa me culpar. Quem teve essa ideia foi você, não eu.
– Acontece que eu não bebi até precisar se arrastada por alguém e nem entrei em confusão. – Ela tateou os bolsos do garoto encontrando a chave.
– Tudo bem, eu exagerei, mas e daí? Eu procurei por você a festa toda, mas ai resolveu me largar para ficar com o mauricinho aqui. – Alex falou com desdém.
Bea ficou surpresa com a resposta, não ia discutir com ele. Estava bêbado, ainda bem que ele não teve nenhum machucado, Evan levou a pior.
– Tudo bem. – Ian sorriu, mostrando compreensivo.
– O deixa aqui. –Bea abriu a porta do carro e Ian ajudou Alex a se sentar.
Digitou o número de Lily, que respondeu rapidamente que estava bem.
– Obrigado.
– Não foi nada. – Ian deu de ombros.
– Mesmo assim, obrigado... por tudo. – Bea sorriu para ele e entrou no carro. Antes de dar partida, Alex se enfiou para fora e gritou para Ian.
– Ela não gosta de você seu otário.
– Alex. – Bea o repreendeu e o obrigou a sentar no banco e ficar quieto.
– Ele está bêbado. – Bea gritou, tirando uma gargalhada maravilhosa do badboy.
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Lily conseguiu um esparadrapo e álcool para limpar as feridas de Evan. Para um capitão do time ele era muito fresco.
– Sossega Evan, já estou acabando. – Lily ralhou limpando a ultima parte do ferimento perto da cabeça.
Ele estava próximo de mais, podia sentir a respiração da loira a centímetros de distância do seu rosto, a loção que usava o deixava mais bêbado que já estava. “Só podia estar delirando”
– Prontinho. – Lily se afastou e Evan agradeceu a Deus por aquilo, ele provavelmente não ia controlar.
– Que bom. Agora me leve de volta. – Ordenou se sentando no banco do carona.
Lily não disse nada e tomou a direção, o silêncio pairava no carro. “Uma ova que ela ia voltar para praia”.
– Ei, esse não é o caminho para a festa. – Evan percebeu, mas Lily não falou nada e continuou dirigindo.
– Você não vai me levar de volta né? Mentiu pra mim.
– Cala a boca Evan, seu bafo está vindo aqui.
– Mentirosa. – Ele bradou.
Ao chegar na sua casa, Lily desligou o carro e saiu do mesmo.
– Eu só estava me dando uma carona. Se quiser ir para sua festa vá. Se não quiser, a sua casa não fica longe daqui.
– Eu não acredito que você fez isso. – Evan murmurou.
– Para de drama. Eu ajudei você, a propósito de nada. – Lily ironizou batendo a porta com força.
– Ei marrenta. – Evan gritou fazendo Lily parar onde estava. – Obrigado tá, e eu não sou dramático.
Ela riu com o comentário seguiu até o portão e antes de abrir ouviu Evan praguejando por ter batido a cabeça no teto do carro ao tentar mudar de lugar.
#1 Lembrar a vocês que o projeto do Diário virtual começa amanhã. E quem participar os sete dias certinho vai ter prêmio (EBAA).
#2 Eu queria ter uma base em média de quantas pessoas vão participar, então se vocês mandassem uma ask avisando (sendo em anonimo ou não) eu vou agradecer muito.
Gente, um super obrigada a Sophie que fez esse trailer lindo (inclusive ela disse que não ficou do jeito que queria, imagina se ficasse né?). Muito, mas muito obrigada mesmo. Ficou lindo e eu adorei ♥
– O que está fazendo? Vai me matar? – Evan perguntou ainda parado. Todos estavam olhando para eles.
– Evan, não faz drama. Só venha comigo.
Depois de algum tempo ele deixou ser levado por Lily. Ela estava um pouco tonta, mas sóbria – não cem por cento – mas estava.
Levou ele até o estacionamento. {...}
– Ei, o que está fazendo? – Lily perguntou assim, que o viu tomar a direção da porta do motorista.
– Estou indo dirigir meu carro. – Ele respondeu impaciente.
– Não está não. Você está bêbado e machucado. – A loira ficou escorada na porta, impedindo ele de entrar.
– Eu não estou bêbado. Eu só bebi um pouco, e você também. – Fez questão de lembrar.
– Eu estou mais sóbria que você. – Dizendo isso, arrancou a chave das mãos de Evan que entrou no carro. Ele não relutou, estava cansado de mais para isso.
A porta foi aberta e Evan entrou, estava usando um óculos de sol e um boné virado para trás. Lily o olhou com o canto dos olhos, Bea percebeu. Jô levantou e foi atendê-lo, ele acenou sorrindo para Bea que acenou de volta. Lily estava de costas e nem se quer virou.
– Porque não conta para ele? – Bea cochichou para Lily.
– O que? Você enlouqueceu?
– Não. Talvez ele queira saber quem era.
– Ou talvez ele já tenha esquecido.
– Hum, está admitindo que gostou?
– Não estou admitindo nada. Eu não quero que ele saiba.
– Porque Lily, e se fosse você queria saber?
– Porque é melhor assim. Não, não queria. Eu o odeio lembra?
– Aham. – Bea riu
Evan pegou a sua sacola e foi em direção a mesa delas:
– Ai eu te devo uma em. – Falou para Bea.
– Eu já te disse que não precisa.
– Eu costumo pagar minhas dividas. Você foi muito legal. – Ele disse e depositou um beijo na bochecha de Bea. Lily revirou os olhos diante da cena.
– Até amanhã. – Falou com Bea e se virou para Lily. – Tenha uma Boa tarde. – E saiu do café. Lily o seguiu com o olhar pela janela até ele entrar no carro.
– Que ridículo. – Ela sussurrou.
– Está com ciúmes? – Bea brincou.
– Até parece Bea. – Ela revirou os olhos.
– Lembro dele quando chegamos aqui. Tornou um rapaz muito bonito em. – Jô mencionou juntando a elas novamente.
“ Sim ele era um rapaz muito bonito, e tinha um sorriso maravilhoso e beijava super bem, só isso. Lily jurou para si mesma que era só isso”