Mas o sorriso? Ah, esse resistirá a todas as ciladas do tempo.
Caio Fernando Abreu. (via construindoversos)
Monterey Bay Aquarium

titsay
ojovivo
Interview Vampire Daily
Cookie Run:Kingdom Official!
Fai_Ryy
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Noah Kahan

❣ Chile in a Photography ❣
One Nice Bug Per Day

if i look back, i am lost
macklin celebrini has autism
$LAYYYTER

No title available

tannertan36
KIROKAZE
No title available
art blog(derogatory)
Cosimo Galluzzi
h
seen from Uruguay
seen from United Kingdom

seen from T1
seen from China
seen from Pakistan

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Palestinian Territories
seen from United States

seen from Malaysia
seen from United Kingdom
seen from Ecuador
seen from Israel

seen from Türkiye
seen from Indonesia

seen from United States

seen from Netherlands
seen from Iceland

seen from France
@peregrin-a
Mas o sorriso? Ah, esse resistirá a todas as ciladas do tempo.
Caio Fernando Abreu. (via construindoversos)
http://one-and-only-beauty.tumblr.com/
A gente tem é que sentir arrepios na vida. Aquela coisinha boa dizendo que você está no caminho certo, que é aquilo mesmo e as coisas estão fluindo. Pobre de quem não sente arrepios e não comemora em silêncio consigo mesmo enquanto tudo se encaminha. Pode ser uma arrepio de amor, realização, surpresa, expectativa, não interessa. Arrepios são um aviso: estamos vivos! E prontinhos para sentirmos e sermos felizes. Arrepios, daqueles que levantam todos os nossos pelos, são a maior demonstração de como o nosso coração gosta de sorrir.
Camila Costa (via construindoversos)
a gente nunca pode julgar o que acontece dentro dos outros.
Caio Fernando Abreu. (via construindoversos)
Se cuida. Ou vem pra cá.
Soulstripper. (via construindoversos)
Não se satisfaça com migalhas.
O menino que roubava sonhos. (via construindoversos)
Caro 2017,
Que ano do caralho foi esse ? Você veio tão rápido e tão forte como um vento que sopra, te vira de ponta cabeça e depois vai embora te deixando com a calmaria e totalmente do lado avesso... Enquanto escrevo tento me recordar de quem era a Lara do começo do ano e como está difícil fazer isso... como eu mudei a cada dia, como a vida me mudou durante esse ano...
Na profissão que eu escolhi, lido todos os dias com os problemas dos outros, buscando pelo menos deixa-los mais fáceis de serem encarados... e eu fui ficando pra trás, fui me anulando, fui colocando o outro, o amigo, o paciente, o colega, a faculdade, a mãe, o vizinho, o cachorro em primeiro lugar e me esquecendo em um buraco escuro.. era mais fácil assim.. era mais fácil fingir estar tudo bem e descontar a ansiedade na comida, era mais fácil fazer o outro sorrir do que colocar pra fora o que eu realmente sentia.... Mas chegou uma hora que não deu mais pra aguentar, que toda a angustia que eu carregava no peito saía em forma de lágrimas e machucados na pele... chegou um momento onde a vida me forçou a parar e repensar tudo que eu estava fazendo. Eu não sabia por onde começar, mas o meu anjo da guarda veio pra me dar a luz... eu busquei ajuda, eu admiti que precisava de ajuda, que a Lara, fortaleza de todos, não tinha mais forças para continuar... eu decidi mudar toda a minha vida, visando ME COLOCAR NO CENTRO DE TUDO e não de uma forma egoísta, mas sim, visando desenvolver um amor que nunca tive, o amor próprio.
Quantas vezes eu elenquei defeitos onde eu deveria melhorar, onde eu deveria trabalhar neles pra não atingir os outros... dessa vez foi diferente, eu aceitei os meus defeitos e fui em busca de mudar aquilo que ME afetava...
Enfim, termino o ano com 8 kg a menos, um novo corte de cabelo, uma vida muito mais saudável, em tratamento para depressão, amando ainda mais a medicina, buscando estar cada vez mais próxima à natureza e podendo afirmar que o amor próprio começou a surgir.. que hoje, EU sou o que mais importa.. mas acreditem, é um exercício diário onde falta percorrer um longo caminho.. porém o primeiro passo foi dado, 2017 foi o ano de levantar e começar o trajeto.
Lara Frangiotto, 23/12/2017
Dar é dar. Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido, mas dar é bom pra cacete. Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca, te chama de nomes que eu não escreveria, não te vira com delicadeza, não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom. Melhor do que dar, só dar por dar. Dar sem querer casar, sem querer apresentar pra mãe, sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo. Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral, te amolece o gingado, te molha o instinto. Dar porque a vida de uma publicitária em começo de carreira é estressante, e dar relaxa. Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã. Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro. Dar é bom, na hora. Durante um mês. Para as mais desavisadas, talvez anos. Mas dar é dar demais e ficar vazia. Dar é não ganhar. É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: “Que cê acha amor?”. Dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito. Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor, esse sim é o maior tesão. Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar.
Luís Fernando Veríssimo. (via construindoversos)