Mikkel andava de um lado para o outro com sua lista imensa de matérias e extracurriculares. Aquele era apenas o primeiro dia. Infelizmente dormiu 16 horas seguidas no dia anterior anterior, perdendo absolutamente tudo o que estava acontecendo ao seu redor naquela escola fria que era Durmstrang. Suas férias não tinham sido das melhores, mas também não foram as piores. Apenas foram. - Eu definitivamente não consigo imaginar como isso pode ajudar! Francamente, artes marciais? Por que eu iria querer levar uma surra a usar minha varinha? - Murmurou, encarando dois rapazes que comentavam sobre extracurriculares mais a frente.
Malditos novatos. Era o Phillipa pensava constantemente, enquanto tentava fechar os olhos com os dígitos longos massageando as temporas. Era uma péssima semana, uma péssima volta. Suas mudanças de humor atrapalhavam o controle da legilimência, e isso fazia com que sua mente fosse tomada pelos mais diversos pensamentos provindos daqueles primeiranistas e, diabos, simplesmente não aguentava tanta alegria ou confusão de uma só vez. A cabeça doía tão pungentemente que mal pensava em meios de abafar aquilo, como fazer os novatos calarem-se um por um, apenas caminhava com a expressão fechada e a face contraída, um tanto quanto distraída, até ouvir os murmúrios de alguém adiante; os quais, naquela situação, pareciam gritos em seus ouvidos. “Argh, sheisse.” Resmungou, abrindo os olhos e lançando-os à figura alheia. “Será que você pode pensar mais baixo? Ou eu vou ter que te calar. Com a varinha, que fique claro, luta física é um conceito inútil.”
Para a primeira aula dos primeiranista ele escolhia demorar um pouco mais para entrar na sala do que seu habitual — seguindo doce estereótipo alemão de estar adiantado para qualquer coisa. Deixar os alunos tomarem seus assentos e se ambientarem à sala antes de fazer o ambiente mudar para o que realmente era durante as aulas. Enquanto se aproximava da sua sala, seu Fylgja, Elias nunca chegou a o nomear e o dragão também não se importava com nomes, andava na frente para entrar na sala primeiro, era parte de sua diversão de ter que aturar as aulas e entendiar-se observando os alunos. Quando o dragão aumentou sua velocidade para a entrada súbita na sala ele percebeu a presença de uma pessoa perto de sua porta ao mesmo tempo que ouviu alguns gritos vindo de dentro. Bom. “Mas a que devo a honra dessa visita? Eu tenho uma aula para dar, sabe.”
Se alguém quiser uma inter diferente com o Elias me avise, por favor.
Era extremamente incomum Phillipa encontrar-se tão distraída. Geralmente tinha os olhos em todos os campos e lugares, analisando cada movimento ao seu redor e sua consequente resposta, no entanto, daquela vez, a jovem alemã tinha a cabeça nas nuvens. Ou, mais precisamente, na peça que pregava naqueles primeiranistas abandonados na sala. Fazia tempo que não usava de seu tempo livre para testar novos feitiços com os novatos do castelo, e quando passara diante da sala e notara a falta de alguém de autoridade ali, sua mente entediada automaticamente viu naquilo uma grande oportunidade. Escondida na porta e com os lábios curvados num sorriso maléfico e cômico, Pipa mal notara a aproximação alheia, fora Kettensäge empoleirado em seus ombros quem percebeu a presença do dragão antes, crocitando em alerta e finalmente fazendo Phillipa virar-se tão depressa quanto enfiou a varinha – que usava para levitar os primeiranistas de suas mesas – dentro das vestes. “Oh.” Soltou o suspiro teatral ao notar o docente, ajeitando sua postura e assumindo a expressão mais inocente que conseguia forjar. Depois de tantas detenções, ainda tinha a cara de pau de agir daquele modo. “Antes que pergunte, eles já estavam assim quando os encontrei.”
“sim, eu to com o cabelo rosa!!” quando nina fez o feitiço em si mesma pra testar algo novo ela não pensou que ele se recusaria a sair. de início ficou desesperada pensando no que aconteceria no dia seguinte, mas depois decidiu que iria se aproveitar disso, afinal, chamaria atenção e isso nunca era ruim para a garota. mas estava perdendo a paciência com muse, que não parava de encará-la “quer uma foto? posso autografar pra você se quiser"
Espera, você não acha mesmo que eu quero uma foto só por isso, acha? Não é como se fosse a primeira pessoa no mundo bruxo a errar o feitiço e acabar... Assim.
Wilhelimina nunca fora daqueles alunos empolgados com festas, sobretudo as mais formais, por ser praticamente obrigada a comparecer à elas pela mãe. No entanto, após finalmente ter conseguido seguir minimamente seus planos em Durmstrang e aquele sendo finalmente seu último ano, a atmosfera do grande salão parecia diferente do que se lembrava. Nem o pequeno sacrifício pareceu tão absurdo ao seu ver. – Não sei se é o número de pessoas ou por ser realmente o último ano, mas não acha que tem algo diferente dessa vez? – Indagou aproximando-se de muse, com um sorriso fino nos lábios.
Sim. – Após longos minutos de silêncio no que parecia uma análise, Phillipa finalmente concluiu com um suspiro longo e cansado. Tão teatral quanto havia sido sua expressão ao depositar o objeto na pilha do altar e fingir que o desapego realmente lhe incomodava, antes de voltar-se para o lado da amiga com os olhos percorrendo o salão repleto de estudantes e funcionários. – Eu simplesmente não aguento mais esse monte de choradeira.
“Eu sei que sou uma professora legal, mas tudo tem limites.” Resmungou olhando para x alunx com as mãos carregando uma garrafa de bebida alcoólica, sabia que seria hipócrita, mas estava precisando daquela bebida, ela tinha todo o direito de confiscar e ficar para si. “Você pode me entregar agora, não irei contar nada para direção.”
E o limite, deixe-me adivinhar, é o quão insuportável você consegue ser. – Phillipa arriscou com os lábios torcidos em puro desgosto, ainda tremendamente relutante em simplesmente entregar a garrafa para a professora adiante. Quase nunca se permitia beber algo alcóolico, não queria ter que abrir mão daquele momento histórico em seu novo ano. E menos ainda para aquela pessoa em especial. – Em nome de todas suas aulas de métodos duvidosos, me deixar beber isso é o mínimo que pode fazer como recompensa.
Era a segunda vez que Nick oferecia um sacrifício em Durmstrang, considerando que havia se esquecido e levado uma advertência por isso no primeiro ano. Já ressentido com a sala, suspirou antes de colocar o objeto escolhido no altar. Tratava-se de um celular velho encontrado no lixo, cuja função ainda não havia descoberto. Nick se despediu dos mistérios daquela tecnologia trouxa, mas foi surpreendido com o súbito aparecimento de uma labareda. “Isso deveria acontecer? Não aconteceu da outra vez” perguntou à pessoa mais próxima. @strangstarters
Impressionante como você consegue fazer até as coisas mais simples se tornarem num tremendo fracasso. – Phillipa anunciou, sua voz num misto de irritação e um pouco de diversão barata. Até então estava observando tudo a certa distância, mas, diante da nova cena, escolheu se aproximar com a expressão amarrada, pairando na beira do altar e lançando um olhar para o espaço no qual antes encontrava-se a oferenda alheia. – Deixe-me adivinhar. Novato, Nick?
— “Venha aqui e não fuja de mim. Eu sei que é um processo muito doloroso ter que abrir mão de um objeto assim, mas você vai superar. Aliás, depois de todos esses anos, já deveria estar acostumado, mas não estou aqui para julgar, apenas te apoiar incondicionalmente.” — Roosa declarou dramaticamente, abraçando a pessoa a seu lado. Sabia que era completamente aleatório, mas a sua forma de lidar com a própria dificuldade naquele sacrifício era brincar e fingir que nada acontecera.
Imediatamente ao que os braços se fecharam em seu corpo, Phillipa retesou-se por inteiro. Algo no ato afetuoso e na temperatura fria da tez alheia a arrepiava por inteiro, se traduzindo numa careta imediata e desgostosa, e sua tentativa desesperada de se desvencilhar do ato. — Sheisse, Roosa! — Vociferou na língua materna, afastando-se e tentando a esmo ajeitar o vestido agora ligeiramente amassado. — Eu juro que se tentar isso de novo eu dou um jeito de te dissecar até a morte! Ou... sei lá, o que quer que seja o equivalente disso pra você.
– Pelo amor de Deus, tá tão cheio aqui dentro! – Yohannes murmurou para si mesmo, antes de praticamente se largar numa cadeira do salão lotado. Ele estava bastante acostumado em estar ali, havia passado uma boa parte de sua vida acadêmica naquele salão de baile junto com o restante do comitê de eventos. Mas aquela era a primeira vez que Yohan o via assim tão cheio, e aquilo o deixava desconfortável e mal humorado… Ou melhor, mais desconfortável e pior humorado – Se eles queriam tanto aumentar o quórum de alunos, deviam pelo menos ter feito uma reforma aqui dentro – Resmungou para si mesmo, olhando mais uma vez a multidão se movimentando em sua frente, praticamente um bloco massivo de pessoas, e suspirou.
O suspiro longo e exasperado deixou os lábios da alemã, seguido pelo rolar teatral de orbes diante dos resmungos da figura alheia. Nem precisava estar perto o suficiente para saber do que Yohannes reclamava; sua legiligência e conhecimento do perfil alheia lhe diziam, com todas as letras, que lá estava ele sendo um maldito reclamão mais uma vez. E, ainda que tivesse visto a cena dezenas de vezes, Phillipa ainda desconhecia mecanismos para lidar com a situação tão bem assim. Lhe restava somente demonstrar seu descontentamento inerente. – Você realmente é incapaz de apreciar qualquer coisa, não é? – Comentou no mesmo timbre de exaustão, os braços cruzando-se na frente do tronco ao se aproximar.
— Eu não vi nada. — Freya deu um sorriso discreto para a pessoa em questão, que parecia colocar seu sacrifício na pira de forma suspeita. — Eu só estou fazendo meu sacrifício e planejando pegar uma taça de vinho. Inclusive, gostaria de me acompanhar no vinho?
O som súbito quase sobressaltou a alemã, tão absorta no que fazia, mas o controle rápido de suas emoções a fez apenas virar a faceta em direção ao som da voz feminina, uma das sobrancelhas arqueando-se em leve admiração pelo anúncio da mesma. — Não sabia que as regras de conduta haviam mudado, Ms. Leitner.
“Eu não acho que é uma boa ideia mexer com os primeiranistas assim, eles parecem inofensivos, mas vão decidir se vingar, aprender um feitiço idiota e jogar contra você, sabe-se lá o que eles vão jogar, você se lembra do pior feitiço do primeiro ano?”
A sua credibilidade em primeiranistas é realmente algo comovente, Forseti. Vai me dizer que no seu primeiro já era capaz de fazer algo relevante? Porque duvido muito que eles consigam.
❝ — cada ano fica mais difícil escolher um objeto de estima pessoal para doar nesse banquete. já foram livros, roupas, objetos mágicos ;; a certo ponto me peguei não querendo me apegar a nenhum tipo de objeto para não ter que perdê-lo !! ainda bem que esse é o último ano, tenho medo do que eu seria obrigada a doar se por um acaso tivesse mais um. ❞ — disse para a pessoa à sua frente. apesar de tudo, petra estava feliz por estar ali. adorava os banquetes e principalmente uma desculpa para se vestir de modo extravagante e socializar pelo salão. iria sentir falta deles no ano seguinte.
Bem, nesse caso é sempre uma vantagem se desapegar de qualquer coisa, assim outra perda é só mais um objeto indo embora e mais espaço sobrando na mala. Mas... entendo. Nem todo mundo se livra do lado sentimental tão fácil assim.
Ah, você reparou no meu vestido? Não, ele não faz mágica nenhuma… O truque foi enfiar um ganso num terno, mas o Justin se recusou a vir combinando. Ele disse que seria “ridículo” ou algo do tipo… Mas não posso garantir que eu não tenha adiantado a minha pegadinha de boas vindas esse ano, só pra compensar.
Reparar é um termo muito forte... E definitivamente não muito voluntário, eu bem que tentei não olhar na direção. E a pegadinha desse ano seria menos pior..?
É claro que as minhas escolhas de moda foram de propósito! Com um salão desse tamanho, os alunos precisam de um ponto de referência! “Eu estou do lado da mesa de bebidas, perto do lagarto dourado gigante”!
Essa é a melhor desculpa que você conseguiu encontrar pra justificar o fato de que está... assim..? Vestido de novo planeta dourado do sistema solar? Bom, não podemos dizer que não foi quase criativo.
[track 01] 𝗦𝗜𝗠𝗠𝗘𝗥 by hayley williams: a song about pipa’s personality ― uma coisa a se saber sobre a phillipa é que ela tem humores... malucos. devido à essa instabilidade, sempre presente na forma intensa como sente e lida com tudo, é como se ela vivesse frequentemente fervendo, tomando a cautela de não chegar a borbulhar e perder o controle pelo qual tanto preza, mas nem sempre conseguindo.
rage is a quiet thing, you think that you've tamed it but it's just lying in wait . ╱ control, many ways to give in. eyes closed, another way to make it to 10. how to draw the line between wrath and mercy? gotta simmer, simmer down.
[track 02] 𝗕𝗘𝗟𝗟𝗬𝗔𝗖𝗛𝗘 by billie eilish: a song about pipa’s ambitions and friends of convenience ― phillipa sempre fez muitas amizades por conveniência que pudessem ajudá-la a alcançar suas ambições, que são muitas. isso resulta em às vezes se colocar em situações não muito... confortáveis. no entanto, apesar do desconforto, sua maior preocupação continua sendo a de ostentar uma postura feroz que não a tira do rumo em busca de suas realizações particulares.
sitting all alone, mouth full of gum in the driveway. my friends aren't far, in the back of my car lay their bodies. ╱ everything I do, the way I wear my noose like a necklace. I wanna make 'em scared like I could be anywhere, like I'm reckless.
[track 03] 𝗧𝗘𝗡𝗡𝗜𝗦 𝗖𝗢𝗨𝗥𝗧 by lorde: a song about pipa’s public behavior ― qualquer pessoa que a conheça minimamente sabe das máscaras de falsidade que a jovem veste, sobretudo no meio estudantil para conseguir o que quer. embora seja uma maneira de proteção, é mais uma das personalidades conflitantes que ela precisa assumir para conseguir sobreviver a certos desafios, como a vigília dos pais, a mudança para durmstrang, ou o interesse quando muito particular dos colegas de classe.
I'm doing this for the thrill of it, killin' it, never not chasing a million things I want. ╱ baby, be the class clown, I'll be the beauty queen in tears. it's a new art form showing people how little we care, we're so happy even when we're smilin' out of fear.
[track 04] 𝗕𝗢𝗥𝗗𝗘𝗥𝗟𝗜𝗡𝗘 by tame impala: a song about pipa’s fears ― um dos maiores medos de phillipa é jamais realizar seus objetivos e alcançar glória para si, e esse medo a paralisa às vezes. desconfiada e sensível, teme confiar nas pessoas e ser trapaçeada, o que a faz estar constantemente no limite com suas relações. em aspectos mais íntimos, também teme jamais conseguir se conectar verdadeiramente com alguém e ser um mero fantoche dos planos alheios.
gone a little far this time with something, how was I to know? how was I to know this high came rushing? we're on the borderline, dangerously fine and all forgiven. ╱ will I be known and loved? is there one that I trust? starting to sober up, has it been long enough?
[track 05] 𝗗𝗘𝗠𝗢𝗡𝗦 by hayley kiyoko: a song about pipa’s legilimency ― desde que descobriu a habilidade, a vida de phillipa não tem sido exatamente... fácil. no começo, teve muitos problemas e muitas dificuldades com a legilimência, e o treinamento ao longo dos anos ajudou a gerar um certo controle. contudo, graças à personalidade temperamental, a jovem ainda se vê diante de rompantes de descontrole que geram volumes abismais de informação mental. devido a isso, sente que tem a mente constantemente ocupada, o que nem sempre é tão bom quanto parece.
please forgive me, I've got demons in my head tryna eat me, tryna feed me lies until I'm dead. ╱ it's creeping and it's gonna get me by the end of the night, I'm sinking deeper still, I'm reaching for the end of the light.
[track 06] 𝗙𝗟𝗨𝗠𝗘 by bon iver: a song about pipa’s mother ― de todas suas relações, sem dúvidas a com a mãe é a mais dificultosa. dividem mais do que apenas o sangue e a legilimência, pois ambas tem a mesma personalidade temperamental, conflitante e ambiciosa. o sonho de phillipa é se livrar do controle materno e seguir rumo aos seus próprios objetivos, mas sente que, cada vez que tenta, nada para mais e mais fundo num oceano de escuridão.
I am my mother's only one, it's enough. I wear my garment so it shows, now you know ╱ I am my mother on the wall with us all. I move in water, shore to shore, nothing's more.
[track 07] 𝗠𝗘𝗘𝗧 𝗠𝗘 𝗜𝗡 𝗧𝗛𝗘 𝗪𝗢𝗢𝗗𝗦 by lord huron: a song about pipa herself ― os desejos de grandeza de phillipa a levaram à muitos caminhos obscuros, os quais sempre foram recheados de magia negra e segredos, um deles culminando em sua expulsão de beauxbatons. sua vida inteira é uma rua escura, mal iluminada, na qual ela tenta caminhar sem deixar o medo do desconhecido paralisá-la, sem olhar para os lados e ser detida pelas criaturas se escondendo nas sombras. todavia, nem sempre sente-se vitoriosa e os meios que encontra para justificar os fins de suas ações tendem a se tornar cada vez mais tenebrosos, colocando em risco sua própria existência, algo que a própria phillipa mal percebe ainda que se sinta engolfada pela escuridão frequentemente. não obstante, segue por tal caminho e encontra em seus medos uma forma de enfrentamento; sendo uma alma antiga e grande conhecida de rituais, florestas e cartas de tarô. vê nessa escuridão a chance de libertamento e, ao invés de temê-la, se vê diante de abraça-la cada vez mais para ganho pessoal.
I took a little journey to the unknown and I come back changed, I can feel it in my bones. I fucked with forces that our eyes can't see, now the darkness got a hold on me. ╱ follow me into the endless night, I can bring your fears to life, show me yours and I'll show you mine. meet me in the woods tonight.
[bonus track] 𝗕𝗢𝗥𝗡 𝗧𝗢 𝗗𝗜𝗘 by lana del rey: a song about pipa‘s relationships ― é extremamente difícil para phillipa se conectar com alguém, pois sente que a finitude sobrevoa todas suas relações. costuma esperar demais dos outros, colocando suas expectativas altas sobre a cabeça de cada pessoa com quem se aproxima quando se dá tal chance, algo que a deixa confusa e temerosa. no entanto, apesar de todas as inseguranças e falta de confiança, vive na ideia de que a vida pode ser curta demais para não aproveitá-la.
don't make me sad, don't make me cry, sometimes love is not enough and the road gets tough, I don't know why. ╱ come and take a walk on the wild side, let me kiss you hard in the pouring rain, you like your girls insane. ╱ the road is long, we carry on, try to have fun in the meantime.