160914 Seungyeon Fancafe Update

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Kiana Khansmith
DEAR READER
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@pknoeul-blog
160914 Seungyeon Fancafe Update
dxgears:
E se eu disser que fiz um E.T só seu?
Eu… tenho um presente para você, noona. Por causa daquele dia… obrigado pela ajuda, sério.
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
DÁ PRA FAZER UM E.T.?!?!
Pera aí, como assim? Presente? Que dia? Obrigado pelo quê? Você disse presente?
frankxnstxxn:
“Não conhece Star Wars? O que ensinam nas escolas de hoje em dia?”
“E você é No-E-Ul, certo? Noêul noona, ou dongsaeng?”, era uma mentirinha pequena, ele sabia pronunciar o nome, mas era o suficiente para que ele continuasse confortável com a situação. “Você tem cara de quem gosta muito de chocolate”, falou estreitando os olhos como se analisasse a outra. “Let’s go!”, tentou imitar a voz de uma garota, mas acabou rindo do próprio ato. “Para que lado, NoEul-ssi?”
“Coreano, Inglês, Matemática, Geografia, História, Biologia, Química, Física, Artes, Filosofia, Sociologia...” Enumerou todas as outras matérias que teve nos dedos, sem se dar conta de que a pergunta era retórica. “... e só.” Concluiu após vasculhar a memória, fitando o rapaz novamente. “Aonde isso aí devia ter entrado? História? Tenho certeza que nunca ouvi falar de nenhum imperador ou general com esse nome.”
Noeul abriu um sorriso desajeitado ao se divertir com a pronúncia equivocada mas sem saber se seria educado ou não demonstrar que achava graça na dificuldade de um estrangeiro. “Ani. É Nô-Úl. E, mmm... keusae? Quantos anos você tem? Eu tenho 19!” Exclamou tocando os próprios ombros. “Wah~. Eu tenho cara de quem gosta de...? Não sabia que nossos gostos podiam aparecer na nossa cara...” E ficou aérea, apontando para a esquerda antes de seguir com ele naquela direção. “Então... eu tenho cara de quem gosta de novela também? E de rosa? E de ursinhos de pelúcia?” Quis saber, os olhos arregalados repletos de curiosidade e interesse genuínos.
jonghyong:
“Dieta? Eu? Ah não.. apenas não tive tempo de almoçar mesmo”
“Mas você não parece precisar ficar duas semanas a base de proteínas. Ramyun é realmente bom!”
Heol... Como pode esquecer de comer?! É uma das melhores partes do dia! Você precisa se alimentar direito, vai acabar desmaiando por aí - olha só esses bracinhos finos. Oppa? O que acha de irmos comer churrasco coreano da próxima vez? Eu pago! Você precisa de muita carne pra forrar esses ossos aí.
flyhigh-aoi:
Você parece mesmo uma garota que rouba as atenções. É naturalmente fofa e as pessoas gostam disso, provavelmente deve ser isso que queriam dizer. Posso ir com você? Jinjja? Eu adoraria! Mas eu não vou comprar um ursinho. Estava pensando em algo mais divertido, como aquelas pistolas de sabão ou uma arminha de brinquedo que espirra água.
Você acha mesmo?
Mas se esse for o caso porque não disseram logo? Eu gosto de elogios e de elogiar e não sei porque a maioria das pessoas fazem uma voltona pra esconder o que elas realmente querem dizer nas entrelinhas de um discurso inteiro! As pessoas são bem estranhas... mas enfim. Bolhinhas de sabão são bem legais e bonitas mas... uma arminha de espirrar água? Você vai atirar no quê?
imbarbieboy:
Talvez eu acabe te matando…
Porque eu sou andrógino, inferno de Deus!
Yah! Se você me matar, eu... eu... vou te denunciar pra polícia!
An... Androquê?! Pffft. Nunca ouvi falar disso antes. E o Inferno não é de Deus, tá?! É do “coiso-ruim”! Tsk.
dxgears:
Porque dá para ver as estrelas e toda loucura de lá. Até dá para ver E.T’s se eles aparecerem
E.T.’s?! De verdade? Aonde? Cadê? Eu quero- Ani! Eu preciso ver como eles se parecem.
sotxllmewhenitkxcksin:
GaYe sorriu imediatamente. NoEul era o seu pequeno pedaço de luz perpétuo, então sempre que a via sorridente e alegre, não conseguia evitar ser contaminada por aquilo, e, nem que se fosse só naquele dia, ela queria sentir aquilo. “Eu devia começar a aprontar mais antes que possa ser realmente presa, não é?”, brincou passando o braço pelos ombros da prima, “Para um primeiro aniversário fixo, hoje está muito bom, eu consegui um monte de doce bom, vamos ter dor de barriga por uma semana”
Inflando as bochechas, Noeul ajeitou seu chapéu pela enésima vez naquela noite. “Booyah... por que você seria presa?” Era um protesto em forma de pergunta retórica. A mais velha sabia muito bem do gosto da prima por brigas e confusão mas não se envolvia naquela parte de sua vida por confiar que GaYe, apesar de mais nova, sabia muito bem cuidar de si mesma e que aquilo tudo era para a prima o que os livros e novelas eram para ela - diversão. Por que, então, pensaria em privar a garota de seu entretenimento, fosse qual fosse? Em sua mente inquieta, aquilo fazia bastante sentido. “Apenas gente má vai pra cadeia e você não é malvada.” Continuou à meia voz antes de distrair-se com o que a outra dizia, abrindo um sorriso infantil à menção de doces. “VERDADE?!” E bateu palmas entusiasticamente.
“Ebaaaa! Eu quero, eu, quero!, cadêêê??? Queria tanto ter ido caçar doces também...” Piou antes de desculpar-se com o “zumbi” quem atingiu acidentalmente com seu bastão que não se aquietava. “Fico feliz que esteja se divertindo, Gaga! Acho esta uma ótima data para comemorar seu aniversário de todo modo já que você gosta dessas coisas assustadoras.” Comentou distraidamente a olhar em volta. “A propósito! Seu presente está lá em casa. Eu tinha pensado em trazer mas seria chato ficar carregando sacolas por aí, né? Então achei melhor deixar lá. Espero que goste. Acho que vai gostar. Foi bem difícil escolher algo já que temos gostos tão diferentes, né? Acho que o vendedor não ficou muito satisfeito comigo...”
s-hxbin:
Jurar mil vezes que se acostumara com a habilidade alheia de estar sempre ligada no duzentos e vinte não garantia a veracidade do que dizia e sobre isso já havia se acostumado. A apenas um aspecto do que era estar a volta de NoEul. “Como o parceiro do Batman?” Não deixou de questionar, genuinamente curioso; a demora para perceber de que os nomes se assemelhavam bastante. Após isso, riu antes da resposta, concordando com um menear de cabeça; os dedos se encontrando dessa vez em frente ao corpo. Lembrando-se da última conversa com ela, julgava que ela perceberia que não havia cortado o cabelo ainda.
O acenar do cachorrinho fez com que um suas mãos refletissem o ato, ainda sorrindo, apesar da dor suave que ainda sentia. “Já pensou que ele pode ser somente alguém mal compreendido? Pessoas costumam ser emburradas quando sua visão não é compreendida do modo que esperavam; ou apenas ele sofreu muito quando era ainda menor e tem medo de sofrer de novo. Não o culpe NoEul-ssi.” O conselho percorreu os lábios mais rápido do que sua capacidade de se calar, mas não deixou de ser educado no que fazia. Fora o beicinho que concretizara a ideia de que ela sabia do aparelho em sua mente. Mordeu o lábio nervosamente. “Só… Estava mal colocado, mas agora está tudo bem.” Mentiu e era um péssimo mentiroso; a dor se ia rapidamente, não era necessário que ela soubesse e se preocupasse. “Não se preocupe.”
“Sim, sim, sim! O nome dele também é Hobin! Não sabia? Mas acho que se escreve diferente, bem diferente na verdade, mas a pronúncia é assim mesmo!” Sacudiu a cabeça em alguns acenos para enfatizar a afirmativa. A resposta do rapaz ao seu cachorro a fez encolher os ombros e franzir o nariz, um risinho vibrando em sua garganta e morrendo ali. Hobin parecia ter uma aura toda especial que a fazia focar toda sua atenção dispersa nele. “Você acha? Mas então... se ele é tão incompreendido a culpa não é dele? Não deveria mudar a forma de se expressar para que possamos compreendê-lo então? Não acho certo descontar isso nas pessoas inocentes - no caso, eu - se ele é que não consegue demonstrar direito...” Resmungou com um biquinho e colocou o cãozinho no chão novamente antes de voltar a observar o rapaz de perto. Sua falta de foco a traía, portanto, deixou escapar os sinais mais sutis como era de praxe. Se ele dizia para não se preocupar, ela não se preocuparia. Confiava nele, o que, para todos os efeitos, era tolice considerando que eram ainda estranhos um para o outro; porém, era assim que Noeul funcionava. “Yah, por que ainda não cortou o cabelo? Se esqueceu de tudo que eu disse da outra vez por acaso? Pode machucar seus olhos e infeccionar e até morrer!” Seu rosto assumiu uma expressão de gravidade por um breve momento enquanto ela erguia os braços para afastar com todo cuidado a franja de Hobin para os lados. “Não pode deixar assim... AH! Devo cortá-la pra você? Eu acho que ia gostar de fazer isso- Sim!, eu ia adorar fazer isso! Então, o que me diz?” Ofereceu com um pequeno surto de entusiasmo, os olhos brilhando.
mxnstxjnhwn:
“Waaae? Vai me dizer que não é cabeça dura?” Por uma segunda vez, espantava-se. Embora quisesse, não poderia se acostumar com sua suavidade, pois ela se esvaia rapidamente e sentir falta de algo que nunca poderia ser completamente seu só tornaria as coisas piores. Ele riu baixinho da pergunta retórica e franziu o cenho. “Se eu me lembro bem, foi você que me fez tomar aquele milk shake apenas porque tinha machucado minha mão.” Arqueou as sobrancelhas, não julgando-a, mas desafiando-a. Estar com NoEul, comparando-a às suas noites vazias, era como se drogar naquelas festas, pois conhecia um pouco da felicidade que talvez fosse unicamente reflexo da alheia. Gostava. Mas não poderia dizer que sentiria falta, pois não havia como sentir falta depois do que fizesse. Rapidamente, espantou os pensamentos que tornariam sua expressão densa e pesada. “Gaga?” Questionou brevemente confuso, enquanto coçava a própria nuca no sinal mais comum de estar perdido nas informações. Não demorou para que o olhar se desviasse para o animalzinho no chão, que caminhava para longe de seus pés. A respeito discurso sobre a procura da garota por si o fez guardar um sorrisos nos lábios que não mostravam sinal de tensão algum. Apenas uma calmaria estranha para si. Curvou-se para ficar na altura de NoEul e segurou seus ombros, o que acabou aproximando os rostos embora JinHwan não tenha realmente ligado para isso quando piscou e mostrou o sorriso guardado.
“Eu não me escondi de você. Nunca faria isso.” Garantiu em um contrastante tom de seriedade perto de seu sorriso tranquilo que logo se desfez por puro costume. Após isso, tornou a postura ereta novamente e acariciou brevemente os fios de cabelo escuros da garota. O silêncio. O mais suave dos silêncios. O mais gostoso dos silêncios. Não era aquele silêncio ensurdecedor que gritavam verdades que odiava ouvir. Entretanto, a calmaria não durou tanto quanto pensou. A declaração o surpreendeu porque imaginava que ela havia aprendido sobre sua falta de demonstração e que não o faria tão repentinamente. NoEul era uma caixinha de surpresas. Mordeu o lábio pensando se deveria responder. “Eu também… Huh, senti a sua falta.” Dissera não tão simplesmente. Era difícil dizer aquele tipo de coisa mesmo para sua irmã, quem dirá para a mais baixa. Hora de mudar o rumo do assunto quanto voltou a tocar o topo de sua cabeça, acariciando ali brevemente uma segunda vez. Achava adorável a forma como os olhos alheios pareciam presos em seus pés. “NoEul-ah, o que quer fazer hoje?” O tom de respeito talvez significasse algo para o qual ele não deu muita importância. “Eu tenho tempo o suficiente para brincar de sua babá.” Lembrava-se da expressão que usara quando arrumaram o cachorrinho para ela, mas dessa vez ela não fora usada no mesmo tom.
Ela estava prestes a protestar pela segunda vez mas foi desarmada pelo riso deslocado de Yoon. Os olhinhos inquietos esquadrinhavam-lhe a face, saltando de um detalhe ao próximo com rapidez invejável, os lábios entreabertos conferindo a ela a aparência de “perdida”. Apesar de estar apenas semiconsciente do que ele dizia de tão absorta que estava nas raras expressões do rapaz, ouvia com atenção e, se exclamações pudessem ser verbalizadas, ela teria gritado uma, afinal... ele havia percebido. Dificilmente Noeul agia premeditadamente, fazia ou dizia coisas para ocultar suas intenções; mas com JinHwan, ela percebeu, isso era frequente. Talvez aquilo significasse que ela estava crescendo? Ou quem sabe fossem frutos do tratamento de uma vida inteira. Talvez aquilo se devesse simplesmente à imposição dele somada à teimosia dela que se recusara a ir embora quando ele mandou que fosse em seu segundo encontro. A probabilidade de que nunca achasse a resposta para seu comportamento era incomparavelmente maior que a de conseguir raciocinar com calma. Aquilo fazia dela cabeça-dura? A necessidade de questionar era quase física mas ela temia que as perguntas diluíssem a paciência já escassa dele. Com um risinho amarelo, ela bateu com os nós dos dedos no topo da cabeça e mordeu a ponta da língua em um gesto que significava tanto a intenção de oferecer uma resposta positiva oriunda de um lado submisso que também era novidade assim como a de calar sua mente que já parecia girar de tanta coisa nova para absorver em uma única conversa.
A expressão da garota logo se tornou aérea novamente e as pontas dos dedos se afundaram nos fios castanhos, deslizando até as pontas e brincando com estas. “Minha prima.” Respondeu automaticamente num suspiro curto, os pensamentos atingindo Gaye e fazendo-a perceber que não queria falar dela. Não ali. Não agora. Não... com ele. Pois se eram parecidos... ela acabaria ficando de fora. Sabia disso muito bem. Oh. Isso não era comum. Devia ter passado da hora de tomar seus antidepressivos se os pensamentos negativos começaram a se misturar em meio a tantos outros da jovem comumente tão positiva. As mãos uniram-se ao redor do corpo da pequena bolsa tiracolo e o pressionou - tinha tudo que precisava ali então não teria de sair correndo antes de virar uma bagunça emocional. Sim. Está tudo bem, Noeul. Sem motivos para pânico. Ironicamente, ela sempre parecia mais lúcida quando não estava sob os efeitos agudos da medicação que deveria ajudá-la a desacelerar e a manter o foco. Os pensamentos eram filtrados e passavam a correr em câmera lenta. Não fossem os efeitos colaterais severos da abstinência, ela abandonaria as drogas por completo. Naquele momento, contudo, de transição, estava tentando se apegar a um deles, qualquer um, e sentia que, se pudesse se concentrar nele por tempo suficiente conseguiria entender. Mas se a névoa em sua mente se desfazia durante a tentativa, tornou-se nublada novamente quando o toque em seus ombros a fez sobressaltar ao estourar a bolha na qual estava inserida, os olhos erguendo para encontrar os alheios tão... próximos. Jinhwan estava perto o bastante para que ela ouvisse e sentisse sua respiração e, tão logo foi agraciada com um sorriso que era tão inesperado, sentiu-se como se tivesse acabado de correr uma maratona, ainda mais quando a voz rouca do rapaz proferiram palavras tão tranquilizadoras que a fizeram sentir-se morna na tarde gélida. Ela só conseguia piscar repetidas vezes e lembrou-se de inspirar quando ele se afastou, pousando um punho cerrado sobre o peito acelerado enquanto fazia uma nota mental de comentar com o psiquiatra sobre o novo sintoma: taquicardia súbita em repouso. Todo o calor em seu rosto também parecia estar subindo e condensando nos olhos marejados. Booyah? O que era aquilo agora? Estava... chorando? Esticou mais a mão e tocou o canto de um dos olhos. Sim. Eram lágrimas. Muito bem represadas dentro das pálpebras, mas estavam ali. A carícia a fez erguer o olhar novamente. Sentia-se grata, contente mas, sobretudo, uma tristeza sem precedentes a invadira, como um mau presságio que incomodava tanto quanto uma farpa sob a unha que latejava insistente, exigindo atenção. Por que ele estava agindo assim tão de repente depois de tanto tempo sem se verem? O que havia mudado? E por que a distância só parecia aumentar? Por que ele parecia tão... inalcançável? Será que estava apenas sonhando? Seria esta apenas uma ilusão, então? O contato físico dizia que não mas ela não estava segura.
“Jeongmal?” Ela definitivamente não esperava uma resposta, muito menos uma positiva mas, ao invés de abrir um grande sorriso, foi seus olhos que duplicaram de tamanho ao fitá-lo tal qual um cachorrinho de rua a receber afeição de quem parecia pronto para lhe chutar. Não tardou, no entanto, para baixá-los para o chão, com contentamento contido em um mínimo sorriso enquanto roçava a cabeça na palma dele como um felino faria dessa vez. A animação característica só deu as caras ante o convite. Ela praticamente saltou no lugar, lançando à ele aquele olhar arregalado, os dentes todos à mostra agora. Sequer ligou para a brincadeira com a qual se zangara certa vez e não perderia tempo enfatizando sobre como não precisava de uma babá. E talvez ela fosse cabeça dura, afinal. “Jinjja?!” E deu alguns pulinhos, batendo as palmas repetidamente antes de se distrair com as possibilidades, murmurando-as enquanto contava nos dedos, tentando decidir qual seria a melhor entre shopping, cinema, trilha, praia... havia muito que ela queria fazer. “Já sei! Podemos ir ao Parque de Diversões? Ele foi instalado há alguns dias lá no centro e eu quero muito muito muito ir mas não tenho ninguém pra ir comigo e não tem graça ir sozinha...” Balbuciou as últimas palavras mas num piscar de olhos estava sorrindo brilhantemente outra vez. “Nee? Pode ser? Eung? Eung? Diz que sim, por favorzinho com uma cereja por cima!”
sotxllmewhenitkxcksin:
Está me procurando, Sakura?
A garota ignorou a pessoa diante de si e girou sobre os calcanhares, a pouca estatura evidenciada pelos saltos baixos da fantasia. “Gaga!” Sua voz ecoou no salão ao reconhecer a prima sob a peruca lilás. Abrindo um largo sorriso, a pequena se lançou sobre a outra, saltando e abraçando-a com ambos os braços e as pernas. “SAENGIL CHUKHAHAEYO!!!” Tão de repente quanto atacou Gaye, ela saltou para o chão, dando pulinhos de um lado para o outro com a animação exagerada só dela. “Dezoito, dezoito! Falta apenas mais um ano até que seja oficialmente adulta! Eottae? Kibuni johji? Keuji? Chukha-chukha-chukha!”
Noeul saltou para o espaço atrás da pessoa fantasiada mais próxima e consertou o próprio chapéu antes de dar um tapinha em seu ombro. "Jeogiyo... você viu a Gaga por aí?”
Park Noeul AS {. Card Captor Kinomoto Sakura .}
"Chave que guarda o poder das trevas, mostre o seu verdadeiro poder sobre nós e ofereça-os à valente Sakura que aceitou esta missão: Liberte-se!"
Não muito bem, noona, mas dá para ver sim. Vai ser só um pontinho no horizonte.
Aigoo... então que graça tem?
Jennifer Lawrence? Eu morava perto da sede os Estúdios Lionsgate, então eu vi quase todo o elenco de Hunger Games, mas um dos artistas que eu pude conhecer foi o Harrison Ford. O Han Solo.
“Kwon Harley, mas pode me chamar só de Ley se ajudar. Eu sei que meio nome é meio complicado para outros coreanos”, fez uma pequena reverência como os costumes coreanos pediam, “Te pago um sorvete por ter me ajudado, serve?”
“Isso, isso, isso mesmo! Eu não consigo pronunciar o nome dela, inglês é muito difícil. Waaaah.... mas quem é Han Solo?”
Tentou pronunciar algumas vezes, a língua dando um nó irreparável no ‘R’. “Lee é um ótimo apelido!” Deu-se por vencida, erguendo um polegar para o rapaz e foi logo imitando a reverência que por vezes se esquecia quando falava com jovens como ela. “Jinjja?! Woah, eu gosto de você!” Exclamou tal qual sua criança interior o faria e laçou o braço do rapaz com o seu, saltando sobre os calcanhares e apontando para a saída. “Vamos logo então!”
“Não é como se eu estivesse fazendo algo errado nem nada, não é mesmo, SeungJinnie?”. Piscou os olhos. Não, não, não. Ela não podia estar aqui, ela não devia estar aqui. O que ele devia fazer? Estava imóvel demais para correr. “Claro que não foi nada errado, não é, DaHee?”, disse, ainda cabisbaixo. SeungJin conseguia sentir o gosto amargo de cada palavra; lembrava-se perfeitamente do tom de brincadeira que a garota dos cabelos cor-de-mel tinha usado. “Afinal, foi tudo uma brincadeira para você, não é?”, disse, baixinho. Não percebeu quando as lágrimas começaram a cair. Tocou a própria face, algumas delas molhando as palmas de sua mão. Não era a primeira vez que isso acontecia e provavelmente não seria a última. Limpou o rosto com a manga da camisa - ele não podia dar mais esse gostinho para DaHee.
“Você pode me deixar em paz…”, mas a frase morreu assim que o ruivo levantara o rosto para a garota a sua frente. Não era Cho DaHee. E elas nem ao menos se pareciam. Seus olhos se arregalaram e ele teve que buscar na memória - que era um tanto fraca, diga-se de passagem - o nome da garota. “Park NoEul”, comprimiu os lábios. Como teria sido tão idiota ao ponto de confundir duas pessoas completamente diferentes? E, o mais importante, o que ele faria agora? “Ah, Noeul-sshi…”, coçou um dos olhos, que provavelmente estaria vermelho pelo incidente anterior. “Eu… Sinto muito!”, pegou a bolsa que, em algum momento, tinha caído no chão, esquecida. Fez mais algumas reverências antes de, ainda envergonhado, se afastar da morena.
Da...hee? O rosto da garota inclinou-se além dos 45 graus. Se lembrava de terem-se apresentado e lembrava-se de que ele, surpreendentemente o bastante, dissera seu nome há minutos atrás então como poderia já ter esquecido? Mas não era só isso, ela notou. O rosto bonitinho dele havia se tornado sombrio, a voz endurecera apesar de baixa e ela já tinha tomado a defensiva, as mãos pequenas cerradas em punhos. “Escuta aqui! Eu só...” Foi repentinamente calada quando ele ergueu o rosto revelando as lágrimas e a mudança na expressão novamente e quando ouviu seu nome deixar os lábios alheios ela titubeou, tão tonta estava com aquela situação que não conseguia compreender. Ela própria congelou, olhos arregalados registrando cada traço dele como se fossem lhe dar pistas. Somente quando ele começou a se afastar foi que ela reagiu com um passo na direção alheia, a mão estendida mas a voz não saiu. Como era mesmo o nome dele? Estava por demais confusa para sequer lembrar e sacudiu a cabeça, bagunçando os próprios fios como se para afastar aquela névoa que se instalou em sua mente.
“Booyah... estamos fazendo um filme por acaso?” Perguntou ao cachorro pois foi a única associação que conseguiu fazer daquilo tudo. Logo notou um pequeno objeto no chão, próximo de onde a mochila do rapaz, havia caído e o coletou mas ele já havia desaparecido de vista. Com um suspiro, Noeul o guardou na bolsa com a promessa de entregá-lo ao dono numa outra oportunidade e soltou o cãozinho novamente, desta vez tratando de não perdê-lo de vista.
Isso é injusto! Quer dizer, é o mesmo que te ignorar e te excluir de um jogo que pode ser muito divertido. Eu não acho que seja correto esse tipo de atitude, ele é um péssimo professor.
Eu também! Bem, eu gosto de vários, de verdade. Posso até te ensinar a jogar alguma coisa se quiser, até tenis de mesa!
Acho que você seria uma professora bem melhor, não sei bem porque mas pelo modo que fala parece ser bem legal. Mas eu não levo mesmo jeito, sou muito desajeitada e não tenho muita coordenação. Também não tenho velocidade e... na verdade não gosto de suar. Eu prefiro ficar quietinha assistindo os outros jogarem. E torcer! Eu gosto de torcer! Torcer é divertido!